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O Google divulgou nesta terça-feira a atualização do seu já tradicional relatório transparência, em que lista as variadas solicitações judiciais recebidas de governos de diversos países. A atualização, relativa ao período entre janeiro e junho de 2011, lista mais uma vez o Brasil como líder do ranking de países que mais fizeram pedidos de remoção de conteúdo da rede, com 224 pedidos solicitando a exclusão de 689 itens. Leia mais

"Bloody Hell! Mais trabalho pra gente!"

Essa é para servir de exemplo ao nosso governo, que tenta há anos implantar software livre nos setores públicos, com graus moderados de sucesso. Em resposta a um pedido por idéias para corte de custos, funcionários públicos britânicos sugeriram trocar os sistemas operacionais da Microsoft instalados nos computadores do governo por alternativas livres.

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STF  chegará ao Twitter

STF chegará ao Twitter

Depois de estrear um canal do site de vídeos Youtube no último mês de outubro, o Supremo Tribunal Federal se prepara para mais uma incursão pela rede e a partir do dia 1º de dezembro também começará dar suas caras também no Twitter.

De acordo com o anúncio oficial, os seguidores do STF no site de microblog terão acesso “aos itens mais relevante das agendas do presidente da corte e dos demais ministros, aos destaques das pautas de julgamento do plenário além de acompanhar em tempo real flashes dos julgamentos mais importantes e as decisões e despachos dos principais processos em tramitação”. Nada mal.

O texto também lembra que um grande diferencial do site de microblog é a possibilidade de acompanhá-lo com facilidade a partir de dispositivos móveis como smartphones, por exemplo, e afirma que especialistas apontam o serviço como “o futuro da comunicação”.

Ainda que o perfil do órgão esteja longe de ser candidato a líder de popularidade na rede, a novidade pelo menos mostra que eles andam antenados aos movimentos da web. Já o nome de usuário que eles irão utilizar ainda é um mistério já que o @STF pertence a um empresário norte-americano chamado Slawomir Fryska.

O governo brasileiro anunciou ontem que em meados do ano de 2007, uma nova ferramenta será disponibilizada nas mãos da Divisão de Direitos Humanos da Polícia Federal. A ferramenta chamada de “Child Exploitation Tracking System” (CETS) será um grande avanço para o combate à prostituição infantil online.

Desenvolvida pelo governo do Canadá e pela Microsoft, o CETS trabalha rastreando a internet em busca de nicks, emails e mensagens com conteúdo que faça algum tipo de referência pedófila.

Pornografia talvez seja o mercado que atrai mais audiência na internet, tanto pela privacidade, quanto pela variedade. Não sei o que exatamente o governo pretende encontrar e, o que ele irá fazer com essas informações, aliás o que me deixou curioso mesmo é que conceitos o CETS usa para marcar uma mensagem pornográfica (como os milhares de spams do tipo “free porn videos” que são deletados todos os dias aqui neste blog) como pedofilia.

via – Folha Online