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Lá nos idos do ano de 2005, iniciou-se uma renascença de games de música com Guitar Hero. Quase imediatamente, ouviu-se uma reclamação em uníssono de praticamente qualquer músico que tenha entrado em contato com o jogo. Um relativamente pedante “mas isso não é tocar guitarra de verdade!”. Leia mais

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Não acreditei quando vi o demo de Rocksmith pela primeira vez no palco da Ubisoft na E3. Como assim um jogo no estilo Guitar Hero ou Rock Band que funciona com uma guitarra de verdade? Kinect? Feitiçaria? Não, a coisa é bem mais simples.

Consegui entrar na demonstração fechada do game com dois developers da Ubisoft, que apresentaram o jogo. Rocksmith utiliza um cabo USB-P2 conectado ao seu Xbox 360 ou PS3. É a partir daí que toda a mágica acontece. Qualquer impulso elétrico gerado pela guitarra é interpretado pelo pequeno gadget no cabo, não maior do que um polegar, e enviado ao game. O som sai no jogo. Leia mais

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Em fevereiro desse ano os fãs do jogo Guitar Hero receberam uma notícia ruim. A empresa criadora do jogo, Activision, anunciou que não desenvolveria mas nenhum novo título para a franquia. Eles justificaram a decisão dizendo o jogo sofreu uma considerável queda nas vendas, dentre outras coisas. Mas provando que nem só humanos podem ser zumbis, Guitar Hero saiu da cova ontem quando um executivo da Activision resolveu ressucitá-lo.
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As franquias pereniais – ou seja, aquelas que parecem que jamais acabarão – são quase um clichê da cultura popular, dos filmes de terror cujo número chega chega na casa dos dois dígitos aos jogos de esporte que recebem continuações todo ano sem falta. A série Final Fantasy, com quatorze iterações, é particularmente irônica por ter tantas continuações, mas “final” no nome.

Entretanto, neste mês dois jogos iconicamente “sem fim” foram cancelados por sua desenvolvedora. A Activision anunciou o fim de Guitar Hero e Tony Hawk. E do desenvolvimento do terceiro jogo da série True Crime, também, um clone de Grand Theft Auto que nunca causou grande impacto. A empresa focará seus esforços nas propriedades intelectuais que rendem mais – especificamente, World of Warcraft e a série Call of Duty.

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Muito se discute nessa internets sobre o fim da franquia Guitar Hero. A notícia foi revelada no apagar das luzes de ontem, com direito a mais de 200 RTs na notinha publicada aqui no TB. Afinal de contas, o Guitar Hero realmente chegou ao fim ou é apenas uma pausa na produção do jogo? Tais dúvidas foram levantadas, e devidamente respondidas pela Activision Blizzard, a empresa que publica o jogo.

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Guitar Hero chega ao fim

Acabou-se o que era doce. A Activison comunicou que decidiu encerrar o desenvolvimento de futuros jogos da franquia Guitar Hero. Segundo a empresa, o declínio na indústria musical fez com que uma nova estratégia para jogos fosse adotada. Em vez da guitarra de plástico, a Activision vai focar seus esforços em jogos online e com direito a modo multiplayer. Nenhum jogo da série previsto para esse ano será efetivamente lançado. | Rolling Stone

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Mesmo sendo uma negação completa em Guitar Hero, não posso negar que jogos desse tipo são bem realistas. Mesmo que a guitarra usada como controle tenha botões no lugar das cordas, o conjunto com os outros instrumentos e o método de jogo conseguem entregar uma experiência bem perto da realidade. Por isso não fiquei surpreso com a criação da guitarra Kitara, que nada tem a ver com o jogo Guitar Hero ou Rock Band mas pode ter sido inspirada neles.
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Tec Toy lança Mega Drive 4 Guitar Idol com músicas nacionais: de NX Zero a Mamonas Assassinas

A Tec Toy apresentou a nova versão de seu console, o Mega Drive 4 Guitar Idol. Ele vem com 100 jogos na memória além do jogo musical Guitar Idol, que trás músicas de bandas nacionais e internacionais (lista completa aqui) de Mamonas Assassinas, CPM22, Fresno, Paralamas do Sucesso, Raimundos, Ira, Detonautas e NX Zero. Os clássicos internacionais incluem Audioslave, Aerosmith, Foo Fighters e Ramones, entre outros. O console possui entrada para cartão SD, reproduz MP3 e acompanha dois controles e uma guitarra. O preço sugerido é de R$ 299. | IDG Now

Começou com uma guitarra de plástico como forma de controle. Evoluiu para outros instrumentos, como bateria e baixo. Também criaram a habilidade de jogar com microfone e até com uma turn table, como no caso do DJ Hero. Jogos que simulam bandas sem dúvida conquistaram público e fazem sucesso hoje em dia. E com o passar do tempo é natural que eles evoluam. Eu só espero estar vivo no dia em que tais games chegarem no ponto mostrado no vídeo abaixo.
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Quer expressar sua raiva em relação às falsas guitarras usadas como controle em Guitar Hero? Então a melhor maneira de demonstrar esse sentimento é jogar dezenas delas dentro de um vulcão e vê-las queimar no meio da lava. Essa é a ideia por trás do vídeo que você está para assistir. Quem idealizou o ato foi a empresa criadora do Power Gig: Rise of the SixString, jogo que usa uma guitarra de verdade como controle.
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