GVT

GVT (sigla para Global Village Telecom) é uma empresa de telecomunicações de origem holandesa. Opera desde 2000 no Brasil e possui sede na cidade de Curitiba, empregando mais de 5 mil funcionários no país. Fornece serviços de telefonixa fixa, banda larga e TV por assinatura. Em 2010, o controle da empresa passou para a mão do grupo francês Vivendi. É famosa por prestar um serviço de conexão banda larga com qualidade acima da média brasileira, de acordo com os usuários.

A GVT atualmente já opera telefonia fixa e banda larga em diversos Estados brasileiros. O próximo passo da empresa pode ser iniciar as transmissões de sua própria plataforma de TV por assinatura. Seria a GVT-TV, seguindo os passos da Oi TV?

A informação foi revelada pelo vice-presidente de marketing e vendas, Alcides Troller Pinto, durante coletiva de imprensa sobre o início da oferta de banda larga em Fortaleza, capital do Ceará. Segundo ele, ainda não é nada confirmado, mas os fortalezenses já podem começar a ter esperanças.

Oferecer TV por assinatura seria fácil para a GVT, uma vez que a empresa tem uma rede de fibras óticas novinha distribuída pela região central de Fortaleza. E a intenção é expandir isso: uma ampliação de 40% na rede da empresa já foi aprovada e deve começar a ser executada em breve.

Não podemos esquecer que a GVT foi comprada pela francesa Vivendi por R$ 3,5 bilhões no fim do ano passado. Essa mesma Vivendi foi parceira da NBC, emissora norte-americana que oferece TV por assinatura, entre outros serviços relacionados a conteúdo.

Com informações do Diário do Nordeste.

A operadora de telefonia GVT anunciou na semana passada que ofereceria banda larga em Fortaleza sem dar mais informações sobre como o serviço será oferecido. Hoje a empresa disse que os fortalezenses poderão solicitar assinatura da telefonia e banda larga em “pouco mais de” 30 dias, que é quando as operações serão iniciadas na capital do Ceará.

Em comunicado, a empresa afirmou que as obras de construção da infraestrutura de telefonia para atender os moradores de Fortaleza vêm sendo executada desde dezembro do ano passado. O planejamento da empresa é de que a banda larga e os serviços de telefonia possam ser oferecidos ao mercado consumidor quando o cabeamento já cobrir 30% da capital (há cidades em que a GVT opera com cobertura que varia de 50% a 80% faz dez anos). Mais de R$ 62 milhões estão sendo gastos para que a estrutura esteja pronta o quanto antes.

Inicialmente, como qualquer operadora de telefonia, a GVT vai concentrar a instalação de sua rede nas “áreas mais centrais da cidade”. Em outras palavras, isso significa que moradores de bairros com muita gente ou bairros de padrão econômico mais elevado serão os primeiros a ter a telefonia e a banda larga da empresa. Os preços exclusivamente do acesso à internet em alta velocidade serão:

  • 3 Mbps por R$ 49,90;
  • 10 Mbps por R$ 69,90;
  • 15 Mbps por R$ 99,90;
  • 35 Mbps por R$ 199,90;
  • 50 Mbps por R$ 299,90;
  • 100 Mbps por R$ 499,90.

Os valores não incluem a assinatura de telefone, necessária para empresas que utilizam tecnologia ADSL na oferta de acesso à internet. A GVT afirmou que seus planos de banda larga não têm limitações com relação a limite de tráfego mensal (seja para download ou upload). Ainda segundo a empresa, profissionais poderão contratar uso de IP fixo à parte.

Os moradores de Fortaleza podem começar a comemorar. A operadora de banda larga GVT vai iniciar suas operações na cidade em breve, embora ainda não tenha divulgado a data exata de quando seus serviços poderão ser assinados. De acordo com informações levantadas pelo Diário do Nordeste, a GVT pretende entrar no mercado fortalezense com preços agressivos, promovendo a concorrência.

A GVT tem autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar em todo o Estado do Ceará, mas por enquanto sua atuação será restrita apenas à capital. Técnicos da empresa já estão instalando os cabos para distribuição de banda larga. Os bairros Aldeota, Benfica, Damas, Dionísio Torres e Parquelândia estão entre os que serão atendidos em breve pela empresa.

Não custa lembrar que a GVT recentemente ganhou injeção de capital com a compra de metade de suas ações pela Vivendi, gigante de mídia francesa. Além disso, a operadora tem sido agressiva na oferta de banda larga de alta velocidade, como no caso do GVT Power, que oferece conexão de 10 Mbps por apenas R$ 70 em algumas cidades (sem o valor da assinatura de telefone incluso). Entretanto, os consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro continuam de fora da área de atuação da GVT; a telecom atende apenas a grandes corporações nos dois Estados.

A gigante de mídia francesa Vivendi comprou hoje metade do capital da operadora de telefonia fixa e banda larga GVT. As negociações aconteceram em reuniões privadas, em que só participaram os fundadores, que detinham 30% das ações, e outros acionistas que juntos somavam 20%. Isso foi feito porque a oferta de compra não foi pública.

Por enquanto a Vivendi tem apenas 50% do capital da GVT, mas deve fechar mais acordos com outros acionistas para conseguir o controle da empresa, elevando o total gasto com a compra para R$ 7,2 bilhões. O valor pago pelo grupo francês foi de R$ 56 por ação, enquanto que a Telefônica, a outra interessada em adquirir sua concorrente, ofereceu no máximo R$ 50,50. Os valores não estão muito longe do preço por ação na bolsa de valores, que hoje fechou em R$ 52,60. A oferta inicial da Vivendi, revelado em setembro, era de R$ 42 por ação.

Por ser a primeira vez que o grupo entra no mercado brasileiro, a Vivendi não precisará seguir recomendações e restrições determinadas pela Anatel. Caso a Telefônica tivesse comprado a empresa, eles deveriam manter-se separadas por, no mínimo, 5 anos antes de poder sequer contemplar a idéia de fusão das estruturas das duas companhias. [ValorOnline]

Em comunicado enviado hoje à Bovespa e à Comissão de Valores Mobiliários, a Telefônica, através de sua subsidiária Telesp, informou que fará uma oferta pública de compra de 100% das ações da concorrente GVT. A oferta será de R$ 48,00 por ação e caso a transação seja concretizada, o valor gasto na compra será de 6,5 bilhões de reais.

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A oferta é maior do que a proposta feita no mês passado pelo grupo francês Vivendi, que ofereceu R$ 42,00 por ação da GVT e planejava comprar apenas 51% da empresa. Caso essa proposta não seja aceita, o mercado de banda larga no Brasil ficará ainda mais perto de um possível monopólio pela Telefônica, já que não há muita concorrência na área.

A aprovação dos órgãos reguladores, bem como do quadro de acionistas da GVT, é necessária para que a compra seja completada. A GVT não comunicou oficialmente qual das propostas irá aceitar, mas deve estar se sentindo muito importante por ser tão disputada.

[Atualização às 11:55] O objetivo da Telefônica ao fazer oferta de valor tão alto é ampliar a presença fora do estado de São Paulo. Atualmente a Telefônica não tem autorização para operar em outros estados, o que poderia ser facilmente contornado com a compra da GVT.

No mercado de banda larga, a Telefônica ocupa atualmente o segundo lugar em número de usuários, com 25% do total. Com a aquisição da GVT, que detém 5% desse bolo e está em 4º lugar, a Telefônica poderia concentrar 30% dos usuários de banda larga do país. Ainda assim, a maior operadora de banda larga continuaria sendo a Oi/BrT, com 37% dos usuários.

logo-oi-100-mbpsA operadora de telefonia Oi anunciou hoje que passará a oferecer novas velocidades para sua banda larga Velox. Anteriormente o Velox contava com velocidades de até 8 Mbps, mas a oferta para consumidores residenciais chegará a 100 Mbps.

Por enquanto, somente um estado do Nordeste será contemplado com as novas velocidades do serviço, chamado de Oi Velox Ultra. Residentes de Recife, Olinda e de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, serão os primeiros a experimentar conexões de 14 Mbps, 20 Mbps, 40 Mbps, 60 Mbps e 100 Mbps. O preço inicial do serviço será de R$ 109,90 para clientes residenciais (provavelmente sem assinatura do telefone fixo).

Embora vá oferecer 100 megabits por segundo, a conexão custará caro. Em Pernambuco, clientes residenciais ou empresariais terão que desembolsar R$ 529,90 por mês por tamanha velocidade.

Para entregar as conexões do Oi Velox Ultra ao cliente, a Oi vai usar três tecnologias diferentes: ADSL2+, com capacidade de downstream de até 24 Mbps; VDSL2, com taxa máxima de download de 100 Mbps; e fibra ótica, que será levada até a casa do assinante.

As velocidades oferecidas são bastante elevadas, mas a Oi acredita que a maioria dos clientes ficará satisfeita com conexões de 14 Mbps e 20 Mbps. Velocidades superiores a 14 e 20 megas deverão ser mais procuradas por empresas, até mesmo porque o custo mensal é mais alto.

Cabe lembrar que, no fim de julho desse ano, a GVT já havia anunciado a oferta de velocidades de banda larga com até 100 megabits por segundo. A primeira empresa brasileira a oferecer 100 Mbps foi a Brasil Telecom, em poucos mercados seletos. Hoje em dia a BrT foi incorporada pela Oi.

[com Diário de Pernambuco / Obrigado ao leitor Fabio Keller pela dica!]

Logo-GVT-25A operadora de telefonia fixa e banda larga GVT anunciou hoje que passará a oferecer banda larga em velocidades de até 100 megabits por segundo (mbps) no país. A empresa será a primeira do ramo a atingir velocidade tão alta. A empresa segue o caminho da Brasil Telecom (comprada pela Oi), que oferece tal velocidade em algumas poucas cidades.

Chamado de Power GVT, o novo serviço de banda larga terá preço inicial de R$ 49,90 pela velocidade de 3 megabits por segundo. As outras velocidades e seus respectivos preços estão abaixo:

  • 10 Mbps por R$ 69,90;
  • 15 Mbps por R$ 99,90;
  • 35 Mbps por R$ 199,90;
  • 50 Mbps por R$ 299,90;
  • 100 Mbps por R$ 499,90.

As velocidades estarão disponíveis nos pacotes Unique e Smart Maxx, que também incluem serviço de telefonia fixa e custam entre R$ 102,87 e R$ 552,87.

Assinantes de 56 cidades brasileiras, nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do Distrito Federal, poderão assinar o serviço. Consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, que mais têm assinantes de banda larga no país, não poderão assinar o serviço. Nessas localidades a companhia atende apenas o mercado corporativo.

Falando sobre a tecnologia a ser usada na banda larga, a GVT esclareceu ao Tecnoblog que para as velocidades de 3 Mbps, 5 Mbps e 15 Mbps será usado o ADSL 2+ (que tem capacidade máxima de 24 Mbps de downstream). Para velocidades de 35 Mbps e 50 Mbps a tecnologia empregada será VDSL, enquanto que os 100 megabits só serão atingidos através da instalação de fibra ótica diretamente até a casa do cliente (FTTH).

[Com IDG Now]