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Aqueles usuários de computador que levam a sério o seu backup de dados sabe que mantê-los em um HD externo é algo essencial. Assim, caso dê uma zica no computador principal, como o derramamento de um certo achocolatado, os dados importantes estão a salvo. Para esses usuários que tenham bastante para guardar, a fabricante de HDs Seagate lançou o GoFlex Desk há algum tempo, com 3 TB de capacidade. Hoje essa linha recebeu um update e passou a contar com 4 TB. Leia mais

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Se você estava sentindo falta de uma promoção aqui no TB, chegou a hora de matar a saudade! O prêmio da vez é um drive externo que, além de ter um espaço de armazenamento gigante, vem personalizado com o logo de um super herói atirador de teias. Leia mais

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Em fevereiro desse ano a Microsoft lançou uma atualização para Windows que fazia com que pendrives USB parassem de executar seu conteúdo automaticamente ao ser plugado na máquina. Com isso, ela tirou esses dispositivos da lista de possíveis meios de disseminação de vírus. Um deles, chamado Conficker, parece ter encontrado uma alternativa mais ousada: ser embutido em HDs externos na Austrália. Leia mais

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A história por trás da imagem acima é ótima. Mas como a genialidade por trás dela foi usada com propósito de tirar vantagem de uma pessoa, trata-se de uma daquelas “seria engraçada se não fosse trágica”. Um russo identificado apenas como santyaho91 no livejournal recebeu uma oferta tentadora de um HD externo de 500 GB e resolveu comprá-lo. Mais tarde ele percebeu que arquivos colocados no HD não estavam completos e levou para a assistência técnica. Leia mais

Uma coleção de revistas Playboy é difícil de se manter escondida depois que ela atinge um certo número e passa a fazer volume embaixo do colchão. E antes que me acusem, não eu não falo por experiência. Mas uma empresa chamada Bondi Digital matou dois coelhos com uma cajadada só. Ela lançou, em parceria com a Playboy dos EUA, um HD externo que conta com todas as edições da revista masculina até esse mês.
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A Seagate anunciou hoje o HD externo de mesa FreeAgent GoFlex de 3TB. Com ele a empresa rompe pela primeira vez no mercado a barreira dos 2TB que prevalecia há mais de um ano.

Para tanta capacidade de armazenamento não poderia faltar meios de acessar os dados da forma mais rápida possível, então os consumidores terão a opção de, além da conexão por USB 2.0 (padrão), pagar um adicional de US$ 50 para ter conexão também por FireWire 800 ou um adicional de US$ 40 para acessar as informações pela nova USB 3.0.

O drive em si custará US$ 250 (cerca de R$ 450 reais, sem contar os impostos e atravessadores), o que não parece nada mal se comparado aos valores dos outros modelos da mesma linha, de 1TB (US$ 130) e 2TB (US$ 190). No fim o novo HD acaba custando oito centavos de dólar por gigabyte.
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Está com falta de espaço para armazenar seus arquivos? Seus problemas acabaram! #Polishop

Quer dizer, eles podem acabar, mas só se você for o cara de sorte que vai levar para casa o prêmio desta edição do Deu a Louca no Tecnoblog.

Eu tive a oportunidade de testar essa belezinha e tudo o que eu posso dizer é: Eu quero um! O modelo é equipado com um disco de notebook, por isso é bem compacto (ele é do tamanho de uma carteira), tanto que dá pra levar ele no bolso da calça. E o melhor é que esses modelos compactos de HD Externo não precisam de um cabo específico para alimentação (elétrica), é só você plugar ele no computador utilizando um cabo USB e pronto, já está funcionando.

Um super pendrive de respeito. Leia mais

HD-USB-3.0_580pxA empresa Buffalo Technology apresentou o a linha de HDs externos Drivestation HD-HXU3. A grande novidade da linha é que seus três modelos utilizam a interface USB 3.0 para transferir os dados entre o HD e o computador. A grande vantagem disso é a velocidade na qual os dados trafegam através do novo padrão: chega a 625MB/s. Se você não tiver uma porta USB 3.0 onde plugar o HD, ele ainda funcionará numa porta USB 2.0, mas a taxa de transferência cairá para a do padrão “antigo”, cerca de 480Mb/s.

Para evitar essa inconveniência, a mesma empresa lançou também uma placa PCI Express que apresenta uma interface com duas portas USB 3.0, que pode ser instalados em computadores de mesa atuais para possibilitar o uso da nova tecnologia. A placa em questão é designada pelo amigável nome de modelo IFC-PCIE2U3.

O HD-HXU3 é compatível tanto com PCs como Macs e pode ser encontrado com as capacidades de 1TB (US$ 200, cerca de R$ 345), 1,5TB (US$ 250, cerca de R$ 430) e 2TB (US$ 400, cerca de R$ 690). [Eletrocnista]

pointgreyminiA especificação USB 3.0 foi aprovada essa semana e duas empresas já anunciaram gadgets capazes de usá-lo. O primeiro é uma webcam de alta definição e o segundo um HD externo de alta capacidade. Ambos são ótimos exemplos de como uma interface de conexão com maior banda pode fazer diferença no hardware em que é usado.

A câmera de alta definição ainda não tem nome, mas é capaz de transmitir 60 quadros por segundo de vídeo sem compressão com resolução de até 1920×1080, uma das mais altas possíveis nesse tipo de dispositivo. Ela foi anunciada pela Point Grey durante a IDF09 e ainda se trata de um protótipo, mas a empresa garante que ela deverá estar no mercado no final de 2009 ou começo de 2010. A companhia não anunciou o preço.

hdxs30miniJá o HD externo foi anunciado pela Freecom, empresa alemã fabricante de HDs. O XS 3.0 pode transferir e gravar dados a até 130 MBps, diferente dos HDs com interface USB 2.0, cujo limite é de apenas 40 MBps. A interface, no entanto, não usa toda a potência do padrão USB 3.0, que tem capacidade para transferir até 500 MBps. O XS 3.0 estará disponível a partir de novembro em países europeus nas capacidades de 1, 1.5 e 2 Terabytes a partir de 99 euros. Como ainda não há placas-mãe com USB 3.0 onboard, eles também vendem a placa PCI Express com a interface USB apropriada por 30 euros. [EverythingUSB / Gizmodo]

Um nerd que vive sem backup, leva mais ou menos a mesma vida de quem faz bungee jump: se a corda estourar, sua vida já era. E este era o meu caso até semana passada, quando resolvi mexer o traseiro, e ir atrás de um case externo de HD.

Aproveitando que eu estava de passagem por São Paulo para o Encontro de blogueiros na Microsoft, e a coletiva da Positivo, resolvi bater perna no Promo Center – o reino dos chineses na Av. Paulista. Comprei uma gaveta que parecia bem robusta, além de ser a primeira que eu consegui encontrar nesses lugares, com saída Firewire e suporte a interface Sata.

O vendedor (que não era chinês, e sim um negão afro-descendente deveras gente boa) me garantiu que o case vinha com todos os conectores necessários. Mesmo assim, resolvi abrir para checar. Nunca se sabe, né?

Tão logo abri a caixa e vi aquele monte de fios, deduzi que os conectores Sata estavam no bolo também. Na pressa -e com a mochila pesada nas costas-, efetuei a compra sem testar o case. E dá-lhe busão de volta para Americana.

Chegando aqui, comprei o HD na minha loja de confiança, por um preço bem amigável – apenas 140 reais por 250GB de espaço e 2 anos de garantia -o que indica que não é muamba- da Samsung. Dois anos antes, eu estava pagando 60 reais a mais, por um HD de 80GB.

Como meu case era high-tech, óbvio que peguei um HD com o padrão Sata2. HD IDE é tão anos 90!

Foi então que chegando em casa todo feliz, após preparar o território para a instalação do bichinho, vejo que nem todos os cabos estavam presentes. Na falta de um, o meu case xing-ling veio com DOIS cabos IDE, mas nenhum Sata!

Não que a falta de um cabo Sata seja problema para mim, tenho uma caixa cheia de cabos, parafusos e placas aqui em casa, dos meus tempos de manutenção. O problema é que um case externo tem espaço apenas para o HD, e alguns centímetros cúbicos a mais para fios pequenos. Colocar um cabo de dados Sata dentro do case, e ainda um cabo adaptador para alimentação é que seria um problema.

Mas, já dizia o ditado, para tudo na vida dá-se um jeito:

Agora, será que fecha?

E o mais importante, será que vai funcionar?

Pluguei o case no mesmo T onde o estabilizador do Mac está ligado, e… negativo zero meia. Nem sinal de vida!

Já me passava pela cabeça que eu tinha forçado demais os cabos, ou tocado a placa do case, sei lá! Mas felizmente foi só ligar em outra tomada para constatar que o problema era no T. Ou melhor, naquele entrada do T, pois as outras estavam operantes.

Com tudo funcionando, foi só plugar os cabos e formatar o HD. Após configurá-lo como drive padrão no Time Machine, o software já começou a fazer o primeiro backup. Tudo automático.

Agora pretendo fazer alguns testes de velocidade de transferência. Se dependesse apenas das interfaces que fiz questão de optar, tenho certeza que a taxa de transferência estaria muito boa. Mas vou ter que colocar na conta que o case que adquiri é um pouco mais xing-ling do que eu pensava.

Apesar que o preço não foi nem um pouco da China.