Pra quem não conhece o Drobo, ele é esse cara aí da foto acima. O da foto, mais especificamente, é o novo Drobo S, mas antes de falar dele vale a pena comentar o que é a linha Drobo.

Trata-se de uma solução de armazenamento de dados usando um sistema próprio de RAID da Data Robotics chamado BeyondRAID que garante a segurança de seus dados através de redundância, ao mesmo tempo que trás eficiência e simplicidade. Uma das vantagens desse sistema, por exemplo, é a possibilidade de aumentar sua capacidade de armazenamento de dados simplesmente ejetando o HD de menor capacidade e colocando um maior no lugar. Não é necessário nem se preocupar em casar a capacidade ou velocidade dos discos, como em soluções comuns de RAID: basta inserir qualquer HD de 3,5″ que o Drobo dá conta do resto do processo sozinho.

O Drobo original contava com um gabinete com slots para 4 HDs. O Drobo S, lançado hoje, tem espaço para 5 drives, o que torna possível que, na azarada possibilidade de dois HDs pararem de funcionar ao mesmo tempo, ainda assim nenhum dado seja perdido. Ele também tem um processador ARM 50% mais rápido que o do Drobo original, o que gera um ganho de performance de 20 a 25% na conexão por FireWire800. Além disso, há também a conexão eSATA e a nossa velha conhecida USB 2.0, caso seu computador não tenha uma das portas mais rápidas.

O Drobo S será vendido por US$ 799 nos EUA (R$ 1.385), enquanto o Drobo original continuará a ser vendido por US$ 399 (R$ 690). Os HDs não estão inclusos no preço e devem ser adquiridos separadamente. [Engadget]

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí.

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí.

A fabricante de componentes OCZ apresentou ontem (17) um disco SSD (solid state drive, ou disco de estado sólido) com nada menos de 1TB de capacidade dentro de suas 3,5 polegadas.

Atendendo pelo sugestivo nome de Colossus, o monstrengo tem 128 MB de cache é capaz de atingir taxas de leitura e gravação de 260MBs, pouco abaixo do índice dos discos no padrão SATA II (que é de 300MB/s). Em linguagem coloquial tal índice pode ser traduzido como “rápido pra caramba”.

De acordo com a empresa a novidade é “destinada a desktops e estações de trabalho que precisam sempre de máxima velocidade e capacidade de armazenamento” (e quem não precisa, cara-pálida?).

Como era de se esperar, o preço do brinquedo acompanha sua pujança técnica e sai por nada menos que US$ 3.397 (R$ 5.775). Se a grana estiver apertada, o modelo também tem versões mais em conta: a versão de 120 GB sai por US$ 609 (R$ 1.030), 250 GB US$ 1.123 (R$ 1.900) e 500 GB, US$ 1.770 (R$ 3.000).

Uma pechincha, diz aí.

Não se sabe se há uma categoria apropriada para esse gadget no Guiness, livro dos recordes mundiais, mas a Toshiba merece. A empresa anunciou hoje o primeiro HD de 1,8 polegada com 320 GB de capacidade, a maior do mercado. Ele faz parte da nova linha de HDs da empresa que passarão a ser fabricados a partir de dezembro deste ano.

toshiba-hd

Ele tem 16 MB de buffer interno, 5,4 mil rotações por minuto e usa interface SATA para transmissão de dados com a placa-mãe, o que permite velocidades de até 3 Gbps. Outros modelos também estarão disponível com capacidades de 160 e 250 GB. Esses discos não são destinados primariamente para venda direta para o consumidor, mas poderão aparecer em dispositivos como os tablets da Archos ou até mesmo o ainda misterioso iTablet.

Obviamente, com a evolução da tecnologia ocorrendo no ritmo atual, é possível que amanhã mesmo a Toshiba já tenha perdido o título de menor HD com maior capacidade para a Western Digital, Seagate ou qualquer uma das concorrentes. [SlashGear]

“Barracuda” é uma espécie de peixe que vive em águas tropicais e subtropicais e que pode alcançar velocidades de até 45km/h. Talvez por isso a Seagate tenha batizado uma linha de HDs com esse nome. Hoje a empresa anunciou um novo modelo que continua a fazer jus à velocidade do peixe: o Barracuda XT. Ele não é só rápido, o HD é absurdamente rápido.

Por fora parece só mais um HD. E por dentro também!

Por fora parece só mais um HD. E por dentro também!

O Barracuda XT é o primeiro do mundo a utilizar a tecnologia SATA 3.0, que transfere dados à 6 Gbps. Ou seja, ele tem capacidade para gravar 100 Gigabytes 600 Megabytes de dados a cada segundo. E como se não bastasse a enorme velocidade de transferência, o disco vem com 2 Terabytes de espaço. Não é familiarizado com o termo Terabyte? Uma unidade dele é a mesma coisa que 1024 Gigabytes. Além disso, o HD também conta com 64 MB de memória cache, para otimizar a transferência.

Infelizmente ainda não há placa-mãe que suporte o padrão SATA 3.0, mesmo que ele tenha sido publicado em maio. O HD, no entanto, é compatível com versões antigas do padrão. Ele já está disponível para compra no site do fabricante e custa 300 dólares. [MundoTecno]

A Hitachi anunciou ontem (1) a quinta geração de seus HDs de 7200RPM e 2.5″, o Travelstar 7K500. Com 500GB, o 7K500 tem mais que o dobro da capacidade de seu antecessor e é 16% mais rápido, chegando a 1.245Mb/s.

Hitachi 7K500: 500 GB e 7200 RPM em 2.5"

Hitachi 7K500: 500 GB e 7200 RPM em 2.5"

O novo HD da Hitachi não é apenas rápido e espaçoso, mas também econômico: no modo inativo consome apenas 0,69 W; em operação de escrita/leitura consome 1,8 W.

Para os paranóicos de plantão, o HD conta com o sistema chamado BDE (Bulk Data Encryption, criptografia em massa de dados, em tradução livre), que criptografa todos os dados enquanto são escritos, caso seja habilitado. Outra vantagem do sistema é que, caso se deseje apagar com segurança o HD, basta deletar a chave de criptografia, o que, por si só, já torna o HD impossível de ser lido. Assim evita-se o demorado processo de sobrescrever os dados para garantir que não serão recuperados.

O modelo também estará disponível em versões de 120GB, 160GB e 250GB. Eles já começam a ser distribuídos para alguns fabricantes que usam a peça em seus produtos, mas não se sabe quando chegarão ao varejo. Quando chegarem, custarão US$159,99. [Engadget]

scorpiobluePara aqueles que consideram o espaço do HD a característica mais importante em um notebook, a Western Digital tem um presentinho para vocês. Não satisfeita em produzir alguns dos melhores discos rídigos do mundo, a companhia apresentou hoje o Scorpio Blue, HD de 2,5 polegadas SATA. O armazenamento? “Apenas” 1 Terabyte.

Para ter a ideia do que é um terabyte, digamos que um filme em AVI pese 700MB. Fazendo as contas, chegamos à conclusão que um Scorpio Blue é suficiente para guardar 1.498 desses arquivos de vídeos. Será que é o suficiente para guardar a sua biblioteca de filmes baixados legalmente na iTunes Store?

Dentre as novas funções do gadget, a Western Digital incorporou algo chamado de WhisperDrive, que deixa o HD ainda mais silencioso, além de usar também o SecurePark, que impede que as cabeças de leitura se estacionem em cima dos discos ao iniciar e desligar. Outra tecnologia presente no Scorpio Blue é o ShockGuard, que “combina avanços de hardware e software” para aumentar a tolerância a impactos do disco rígido, o que é fundamental para quem usa notebook.

A versão de 750GB tem preço sugerido de US$ 190 (R$ 360 aproximadamente), enquanto que o irmão maior, de 1TB, custará 249 dólares (R$ 499). [CrunchGear]

Um nerd que vive sem backup, leva mais ou menos a mesma vida de quem faz bungee jump: se a corda estourar, sua vida já era. E este era o meu caso até semana passada, quando resolvi mexer o traseiro, e ir atrás de um case externo de HD.

Aproveitando que eu estava de passagem por São Paulo para o Encontro de blogueiros na Microsoft, e a coletiva da Positivo, resolvi bater perna no Promo Center – o reino dos chineses na Av. Paulista. Comprei uma gaveta que parecia bem robusta, além de ser a primeira que eu consegui encontrar nesses lugares, com saída Firewire e suporte a interface Sata.

O vendedor (que não era chinês, e sim um negão afro-descendente deveras gente boa) me garantiu que o case vinha com todos os conectores necessários. Mesmo assim, resolvi abrir para checar. Nunca se sabe, né?

Tão logo abri a caixa e vi aquele monte de fios, deduzi que os conectores Sata estavam no bolo também. Na pressa -e com a mochila pesada nas costas-, efetuei a compra sem testar o case. E dá-lhe busão de volta para Americana.

Chegando aqui, comprei o HD na minha loja de confiança, por um preço bem amigável – apenas 140 reais por 250GB de espaço e 2 anos de garantia -o que indica que não é muamba- da Samsung. Dois anos antes, eu estava pagando 60 reais a mais, por um HD de 80GB.

Como meu case era high-tech, óbvio que peguei um HD com o padrão Sata2. HD IDE é tão anos 90!

Foi então que chegando em casa todo feliz, após preparar o território para a instalação do bichinho, vejo que nem todos os cabos estavam presentes. Na falta de um, o meu case xing-ling veio com DOIS cabos IDE, mas nenhum Sata!

Não que a falta de um cabo Sata seja problema para mim, tenho uma caixa cheia de cabos, parafusos e placas aqui em casa, dos meus tempos de manutenção. O problema é que um case externo tem espaço apenas para o HD, e alguns centímetros cúbicos a mais para fios pequenos. Colocar um cabo de dados Sata dentro do case, e ainda um cabo adaptador para alimentação é que seria um problema.

Mas, já dizia o ditado, para tudo na vida dá-se um jeito:

Agora, será que fecha?

E o mais importante, será que vai funcionar?

Pluguei o case no mesmo T onde o estabilizador do Mac está ligado, e… negativo zero meia. Nem sinal de vida!

Já me passava pela cabeça que eu tinha forçado demais os cabos, ou tocado a placa do case, sei lá! Mas felizmente foi só ligar em outra tomada para constatar que o problema era no T. Ou melhor, naquele entrada do T, pois as outras estavam operantes.

Com tudo funcionando, foi só plugar os cabos e formatar o HD. Após configurá-lo como drive padrão no Time Machine, o software já começou a fazer o primeiro backup. Tudo automático.

Agora pretendo fazer alguns testes de velocidade de transferência. Se dependesse apenas das interfaces que fiz questão de optar, tenho certeza que a taxa de transferência estaria muito boa. Mas vou ter que colocar na conta que o case que adquiri é um pouco mais xing-ling do que eu pensava.

Apesar que o preço não foi nem um pouco da China.

Como apresentar um sistema de armazenamento e compartilhamento de arquivos online, que possui espaço em disco ilimitado, tem a cara de um sistema operacional e reproduz arquivos de áudio e vídeo sem precisar baixá-los? Difícil achar algo para dizer que não seja “excelente”, ou coisa assim.

O fato é que eu recebi um convite pelo formulário de contato do blog, para ser um beta tester do Wixi. De fato eles acertaram em cheio em me escolher. Sou um usuário frustrado do Box.net, e até hoje ainda não tinha me conformado com o fato de que com tanta tecnologia boa (tanto no poder das linguagens de programação web, quanto em hardware), ninguém tinha pensado em fazer um serviço deste tipo. Até hoje!

Uma rede social para compartilhamento de arquivos

Cada arquivo enviado para o Wixi, pode ter seu próprio nível de privacidade (público, pessoal, só amigos), e suas próprias tags. Como em toda rede social, no Wixi também pode-se adicionar amigos, e ver o perfil deles. Ao fazer o login, você dá de cara com um desktop, podendo selecionar um papel de parede de sua preferência.

Você os vê os outros perfis exatamente como o usuário o configurou, inclusive os arquivos públicos do mesmo, organizados por pastas como no Windows Explorer. Dá para assistir vídeos, ver fotos e ouvir músicas dali mesmo, em belos players que se abrem em janelas como se fosse no próprio Windows.


Assistindo um vídeo de um contato em tela cheia. Quando se pára de mover o mouse, os comandos e as sugestões de vídeos desaparecem.

E se por um acaso você gostar de alguma música, vídeo, etc, basta selecionar a opção “Adicionar ao meu perfil”, e você terá uma cópia idêntica da mesma para você. Existe ainda um buscador para que você encontre aquela música que você tanto quer ouvir de forma bem fácil e rápida.


“Área de trabalho” do Wixi. A janelinha de baixo é a visualização da pasta My Music, e a de cima é o player, reproduzindo a música “Sultans of Swing” do Dire Straits, que eu copiei do perfil de outra pessoa.

A grande sacada aqui é que não é permitido baixar os arquivos que foram enviados pelos outros usuários. Desta forma o sistema não fere os direitos autorais de nenhum artista e/ou gravadora.

Seria a hora de migrar meus arquivos multimídia para a Web?

Acho que ainda é cedo para pensar em confiar anos de download nas mãos de um serviço gratuito. Ainda mais por ser beta. Mas não deixa de ser um excelente meio para se fazer backup de vídeos, músicas, e principalmente uma forma de poder acessá-los de qualquer lugar. Agora, levando em conta que moramos no Brasil, teríamos que enfrentar anos de upload para enviar todos os arquivos para o Wixi, ou qualquer serviço de armazenamento online.

Como o serviço está em fase Beta, para participar você tem que se inscrever na lista de espera. Mas os já inscritos, tem direito para convidar até 6 pessoas para participar. Portanto, quem quiser um convite para usar o Wixi, basta deixar um comentário neste post. Mas lembrem-se que só posso convidar 6 pessoas!

260889.jpgA Samsung colocou no mercado sem nenhum alarde, seu primeiro HD com capacidade de armazenamento de 1TeraByte. Segundo o X-bit labs, o modelo, que batizado de SpinPoint F1, utiliza uma mídia muito mais avançada do que a de qualquer outro disco, e é recheado de tecnologias proprietárias da Samsung para aumento de performance e diminuição de ruído.

Enquanto os HDs de 1TB da Hitachi e Seagate utilizam respectivamente 5 discos de 200GB, e 4 de 250GB, o da Samsung utiliza apenas 3 de 334GB, o que deve baratear sua produção e conseqüentemente seu preço final. Ele foi desenvolvido na interface SATA-300 (ou SATA2), e apesar de possuir até 32MB de cache, ainda utiliza a taxa de rotação mais comum que é de 7200RPM. A família SpinPoint F1 se completará também com versões inferiores de 320, 500 e 750GB.

Até agora, nenhuma informação realmente clara foi dada em relação ao valor do produto.

memoria_flash_2gb.jpgUm time de cientistas que trabalham para a IBM, Macronix, e Qimond anunciaram um novo conceito de memória para uso em gadgets. Segundo os mesmos, o novo modelo desenvolvido em parceria pelas três empresas apresenta uma performance de 500 a 1000 vezes mais rápida, e uma economia de energia de 50% em relação a memória Flash utilizada hoje no mercado.

Se esta memória funcionar na prática da forma que está sendo anunciada, poderá ser mais um passo à frente na substituição dos HDs por drives baseados em memória Flash. Atualmente algumas soluções desse tipo já foram apresentadas pelos fabricantes de disco rígido (não só drivres baseados 100% em memória flash, mas também modelos que intercalam o uso do tradicional disco rígido com a memória flash), porém os preços ainda são absurdos, e a capacidade de armazenamento muito pequena.

Pode demorar um tempo ainda para vermos esse novo formato sendo comercializado e assim tirarmos conclusões práticas sobre seu funcionamento, mas com certeza vamos ouvir mais sobre o mesmo em breve.

via – Xataka | Engadget | Yahoo