HP é uma empresa norte-americana que atua no setor de tecnologia da informação, desenvolvendo softwares, eletrônicos e provendo serviços de consultoria. Foi fundada em 1939 em uma garagem na cidade de Palo Alto, Califórnia. Emprega mais de 300 mil funcionários nos países em que está presente, segundo dados de 2011. Sua sigla significa Hewlett-Packard, uma referência aos sobrenomes dos dois fundadores, William Hewlett e Dave Packard. Atualmente é a maior fabricante de PCs do mundo, com uma receita de US$ 127 bilhões em 2011.
A empresa Nielsen Online divulgou na última quarta-feira uma série de dados a respeito dos hábitos e dos usos que os usuários norte-americanos fazem de seus gadgets e dos serviços web.
Os dados mostram que os EUA atualmente contam com 195 milhões de internautas, que 93,3% estão conectados por banda larga e que 56% dos navegantes têm perfil no Facebook, onde gastam, em média 6 horas por mês.
Já no mercado de PCs impressionantes 49,8% dos adultos do país têm computadores Dell, 26,4% HP, 12,6% Compaq e 11,3% Apple. Os números mostram também que 57,7% têm mais de um computador pessoal e que 12,9% comparam um notebook nos últimos 12 meses.
Quanto aos videogames, 41% das casas têm um console de 7ª geração – Xbox 360, PS3 ou Wii -, que 45% das jogadoras são mulheres e que os usuários do console da Microsoft costumam passar mais tempo jogando do que seus rivais.
Um consumidor dos EUA gravou um vídeo e publicou no YouTube relatando um possível problema na webcam de uma máquina HP que comprou. O vídeo mostra duas pessoas, o Desi, que é negro, e sua colega de trabalho Wanda, que é branca. O software de reconhecimento facial encontra Wanda mas não Desi. O vídeo (abaixo) já foi visto mais de 350 mil vezes.
A HP respondeu prontamente ao vídeo informando que está investigando o caso e também informa sobre o algoritimo que usa para o reconhecimento facial. Segundo a HP é provável que as condições de iluminação não estivessem ideais.
A PC World americana fez uma análise do caso e diz que a HP respondeu corretamente e que trata-se de mais um exemplo em como lidar com seus consumidores sem se desesperar com assuntos possivelmente delicados. O vídeo é até engraçado, o Desi e a Wanda se mostram descontraídos e rindo em certos momentos.
A HP também diz no post sobre o assunto que a empresa sempre procura atender a seus clientes com alta qualidade e informa que são clientes de todas as etnias que vivem e trabalham por todo o mundo.
Um estudo publicado pela SquareTrade revelou que a Hewlett-Packard, conhecida fabricante de impressoras e laptops, é a marca menos confiável quando o assunto são computadores móveis. Segundo a pesquisa, laptops da HP com tempo de vida de 2 anos tem taxa de falha de mais de 15%, enquanto que a taxa considerada normal é 10%.
As fabricantes Asus e Toshiba foram as únicas que conseguiram porcentagens abaixo da considerada aceitável. Já as fabricantes Sony, Apple, Lenovo, Dell, Gateway e Acer ultrapassaram a marca, mas nenhuma delas chegou tão perto da média da HP.
Os dados coletados também mostraram que 1 em cada 3 laptops tiveram problemas técnicos durante o primeiro ano de uso, sendo um terço dessas falhas causadas por dano acidental e o restante por mal funcionamento do hardware. Além disso, o estudo mostrou que a taxa de falha de netbooks é maior do que a de laptops.
A pesquisa foi realizada com mais de 30 mil computadores portáteis dos clientes da própria SquareTrade, que vende garantias extendidas para produtos eletrônicos. O relatório completo da pesquisa está disponível nesse link. [Electronista]
Embora os preços do Windows 7 fossem segredo até pouco tempo a atrás, a revista Info conseguiu descobrir quanto o novo sistema operacional da Microsoft vai justar no Brasil. Atenção para os valores:
Windows 7 Home Basic – R$ 329,00
Windows 7 Home Premium – R$ 399,00 (Preço nos EUA: US$ 199,99)
Windows 7 Professional – R$ 629,00 (Preço nos EUA: US$ 299,99)
Windows 7 Ultimate – R$ 699,00 (Preço nos EUA: US$ 319,99)
A Microsoft não vai oferecer no mercado brasileiro várias facilidades que americanos e britânicos, por exemplo, terão. Não será possível comprar o Windows 7 por um preço menor apenas para atualizar o Windows Vista; será preciso pagar o preço cheio do sistema.
Também não será possível optar pela edição familiar do Windows 7 Home Premium, que inclui três licenças. Nos Estados Unidos essa edição, que é de atualização do Windows Vista para Windows 7, custará US$ 149,99 (R$ 268, menos que o Windows 7 Home Basic brasileiro).
A única boa notícia da Microsoft para o mercado tupiniquim é que fabricantes como Dell, HP e Positivo já vendem máquinas com Windows Vista que poderão receber o disco de instalação do Windows 7 gratuitamente. Se você planeja comprar uma máquina nova mas não pode esperar até o lançamento do Windows 7, em 22 de outubro, é melhor dar uma olhada nessa página. [Info Online]
[Atualização às 18:50] Entrei em contato com o pessoal da Microsoft Brasil, mas por enquanto eles não têm nenhuma informação sobre a venda (ou não) do Windows 7 Starter Edition no país. Recentemente a empresa desistiu da limitação de 3 aplicativos simultâneos, que existia no Vista Starter Edition.
O site de vendas Newegg.com publicou uma lista com os preços das várias edições do Windows 7 nos Estados Unidos. Alguns deles terão desconto de 50%, como você pode ver abaixo:
Windows 7 Home Premium OEM – Com desconto: US$ 99,99 (R$ 179); Sem desconto: US$ 199,99 (R$ 358).
Windows 7 Professional OEM – Com desconto: US$ 134,99 (R$ 241); Sem desconto: US$ 299,99 (R$ 537).
Windows 7 Ultimate OEM – Com desconto: US$ 174,99 (R$ 313); Sem desconto: US$ 319,99 (R$ 572).
Já pensou poder comprar seu Windows 7 Home Premium, a edição mais recomendada para a maioria de nós, por apenas R$ 179. Nos Estados Unidos isso será possível, mas no Brasil… Até o momento a Microsoft não informou quais serão os preços praticados no país.
Os preços de OEM são especiais porque normalmente são válidos somente para grandes compradores, como Dell ou HP, que oferecem seu próprio suporte técnico, por exemplo. As desvantagens de optar pelo Windows 7 OEM são: o suporte fornecido pela MS é bastante limitado e a chave de registro fica “atada” àquela máquina na qual o sistema foi instalado. Mas a principal desvantagem, sem sobra de dúvida, é não receber a caixa glamurosa do Windows 7. Isso porque na versão OEM o comprador receberá no máximo um pacotinho com o DVD dentro e a chave de registro colada com etiqueta. [ZDnet]
A fabricante brasileira Multilaser anunciou hoje um novo produto que poderá ajudar principalmente aqueles nerds e geeks que precisam carregar fios e mais fios de cabos para carregar seus equipamentos enquanto estão na rua. A fonte de alimentação que a companhia vai começar a vender permitirá ligação fácil com notebooks de fabricantes como Dell, HP e Acer.
A fonte universal funciona tanto em 110V quanto 220V, mas o mais bacana é que ela pode ser ligada a tomadas de carros de 11V a 14V. Com isso, fica fácil carregar o notebook, netbook ou outro gadget que estiver carregando enquanto se dirige para um evento.
Oito plugs acompanham o acessório, para que não haja problema de compatibilidade com o gadget que precise receber uma nova carga. Só falta ser compatível com notebooks da Apple: o comunicado da Multilaser não fala nada sobre o carregador funcionar com os portáteis da Maçã.
Quem tiver um iPod Touch ou outro gadget cujo carregamento acontece através de porta USB também poderá aproveitar essa fonte universal, que conta com duas postas USB de 5V.
8 plugs variados e 2 entradas USB. (Divulgação)
Segundo a Multilaser, o carregador pesa aproximadamente 290g 428g. O preço sugerido é de R$ 149.
A conhecida fabricante de impressoras e notebooks norte-americana HP entrou ontem em mais um mercado: o de tablets com tela sensível ao toque. Ela já é a terceira grande empresa que sai na frente da Apple, que só não lançou seu tablet ainda porque Steve Jobs está com preguiça. O nome do tablet da HP é “DreamScreen” (tela dos sonhos, em tradução literal) e ele vem com suporte nativo ao Facebook e serviços de streaming de música.
O tablet está disponível em duas versões: DreamScreen 130 e DreamScreen 100. Ass únicas diferenças entre eles são o tamanho da tela, que no 130 tem 13,3 polegadas e no DreamScreen 100 tem 10,2 polegadas, e a proporção dela, respectivamente 15:9 e 16:9, ambas widescreen. O resto das especificações técnicas são as mesmas em ambos: memória flash interna de 2GB, tela de resolução 480 X 800, alto-falantes embutidos, 2 portas USB, leitor de cartão de memórias com suporte a 6 padrões de cartão, porta de rede LAN Ethernet 10/100 e suporte a Wi-Fi nos padrões 802.11b e g. Um controle remoto e fones de ouvido acompanham os dois tablets.
O modelo 100 já está disponível nos EUA por 250 dólares e o modelo 130 do DreamScreen vai ser vendido a 300 dólares quando for lançado, ainda este ano. Veja mais imagens do gadget no post completo. [Engadget]
[Atualização às 10:19]: Nenhum dos dois parece ter tela sensível ao toque. Mas as informações disponibilizadas pela HP ainda são confusas. Há contradição até nas proporções de tela.
A HP, maior fabricante de computadores do mundo, anunciou uma forma nova e um tanto quanto curiosa de vender seus equipamentos no Japão. Para atrair novos consumidores, a empresa planeja oferecer computadores por preços entre US$ 50 (aproximadamente R$ 93) e US$ 100 (R$ 186), com acesso à internet através da rede de telefonia celular e Wi-Fi para conexão em hotspots espalhados pelo país.
O pulo do gato está na forma como isso será feito. Tudo começa com a HP arrendando espectros de telefonia celular da pequena empresa Japan Communications, que por sua vez aluga banda excedente da gigantesca DoCoMo. Ou seja, a HP se transformará numa espécie de operadora de telefonia, sem ter que se preocupar com antenas ou manutenção da rede. Ela poderá decidir quais equipamentos serão autorizados na rede, como câmeras digitais com 3G/Wi-Fi, notebooks, netbooks e smartphones.
Computadores da HP vendidos no Japão a preços mais do que baixos terão 100 minutos de acesso à internet garantidos, através da rede de telefonia e do Wi-Fi em restaurantes, aeroportos, shoppings, estações de trem e metrô e demais estabelecimentos. Os minutos excedentes que o usuário por ventura utilizar serão cobrados na conta mensal da HP, que proverá SIM cards para seus clientes.
O próximo passo seria a cobrança pelo acesso a conteúdo nesses notebooks, mas por enquanto a HP ainda não anuncia essa funcionalidade (só diz que a considera).
No Brasil ainda não existe um fabricante de computadores que também forneça plano de dados em rede de telefonia e Wi-Fi para os clientes. Por enquanto, o que temos são parcerias entre fabricantes e lojas de operadoras de telefonia, que vendem netbooks com SIM cards 3G instalados e habilitados.
“Nós acreditamos que um movimento se iniciou. Um movimento que irá mudar a industria da computação para sempre: um mundo onde computadores são baratos, onde sistemas operacionais são gratuitos e softwares são online. Esse é o mundo que sonhamos quando descobrimos a internet. E é por isso que desejamos construir um sistema operacional (SO) em torno de uma plataforma que dá a todos a oportunidade de se tornar parte desse movimento e ter acesso a novas possibilidades.”
É com esse parágrafo que a equipe do Jolicloud, sistema operacional web para netbooks, inicia a página onde descrevem a idéia base do desenvolvimento do SO. Lembra algum outro produto de uma grande empresa? Com certeza.
Menu de aplicação do Jolicloud
Enquanto o Google anunciava oficialmente seu projeto de sistema operacional baseado em Linux com ênfase em seu browser Chrome, e que deve ser lançado somente no ano que vem, e a Microsoft publicava em sua página dedicada a pesquisas o Gazelle, um browser com características de sistema operacional baseado em segurança, o jolicloud, sistema operacional baseado na “nuvem” que você provavelmente nunca ouviu falar, fundado por Tariq KRIM, também fundador do Netvibes, recebia fundos de seus novos investidores, Atomico Ventures e Mangrove Capital Partners, de forma muito mais discreta.
O grande diferencial entre o desconhecido SO e os outros, está no fato de que enquanto tudo que as duas grandes empresas possuem até o momento não passa de hype, o Jelicloud já está sendo disponibilizado em sua versão alpha, apenas para convidados, e já é compatível com netbooks dos principais fabricantes, como ASUS, Acer, Dell, MSI, Lenovo, e HP, mostrando que o mundo é de quem faz, não de quem fala. [CNET News / Ostatic]
Atualização: É com orgulhovergonha pesar que anunciamos o primeiro post-pato do Tecnoblog News! As imagens e detalhes eram todos falsos, aparentemente só o notebook parece ser verdadeiro. O autor do blog (que se intitula “~MC”) publicou um vídeo avisando da brincadeira e cita centenas de blogs, sites e tweets que repercutiram a história.
Foi publicado ontem no blog oficial do Chrome, pouco depois do anúncio oficial da existência do Chrome OS, um FAQ dizendo quais serão os fabricantes de computadores que usarão o sistema operacional nos seus netbooks: Acer, ASUS, HP, Lenovo e Toshiba. O Google também anunciou que está trabalhando com a Texas Instruments e Freescale, fabricantes de tecnologias de semicondutores, e com a Qualcomm, fabricante de tecnologias sem fio.
Ontem também foi o dia em que as primeiras imagens do dito sistema vazaram. Em um blog hospedado no WordPress.com (criado só com o propósito de vazar as imagens), uma pessoa que supostamente trabalha em uma companhia que fornece peças à Acer diz que um representante do Google visitou a empresa e instalou o sistema em um modelo Extensa 4620Z, laptop lançado em 2007. O representante fez isso para provar que o Chrome OS pode ser instalado em qualquer notebook de 2007 ou 2008, embora ele diga que ainda não foi possível fazer testes de compatibilidade em muitos laptops e netbooks.
Ainda segundo a pessoa que tirou as fotos, foram necessários apenas 10 minutos para instalar o sistema e 25 segundos de reboot. Há dois métodos de navegação: Exploration e Browser. O primeiro usa algo parecido com o Windows Explorer e o segundo ativa uma versão do Google Chrome (o navegador) para buscar arquivos. Ela também diz que os netbooks que vierem com o sistema Chrome instalado terão uma tecla específica no teclado (como a do Windows) com o já conhecido símbolo do sistema em 3D. [Slashdot / Engadget]