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A Adobe parece que não recebeu aquele memorando dizendo que empresas não deveriam criar coisas que têm potencial para destruir suas próprias tecnologias. A empresa liberou hoje uma versão de prévia do Adobe Edge, uma ferramenta especificamente para criar animações no padrão HTML 5 e que pode ajudar a diminuir a onipresença do Flash na web. Leia mais

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Nenhuma das versões anteriores do HTML tiveram um logo oficial. Com a polêmica HTML5 ganhando fama e destaque a W3C, organização responsável pelo padrão, resolveu que ela merecia uma logo oficial bem discreta. Mas aparentemente no meio do desenvolvimento da logo algum dos designers se sentiu no direito de dar um maior destaque para a logo. E o resultado você confere logo abaixo.
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Facebook desiste de chat no Internet Explorer 6

Enquanto nós discutimos a futura interface do Internet Explorer 9, o Facebook avisa que vai matar um de seus recursos mais bacanas apenas para usuários do Internet Explorer 6 (isso ainda existe?). A partir de setembro, quem entrar no FB usando o já mumificado IE6 não vai ter o bate-papo em tempo real com os amigos. A apresentadora Xuxa foi a primeira a apoiar a iniciativa. Ela disse: você não merece falar comigo nem com meu IE8. Cof, cof.

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Apenas dois dias de mostrar o segundo release candidate e um dia depois de mostrar o terceiro RC, a Opera Software liberou hoje na interwebs o Opera 10.6. O navegador está mais rápido, graças à presença do engine Carakan JavaScript. Mas o que chamou a atenção foi a inclusão de formas de proteção contra malware. Vai ter muita gente gostando disso…

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Amostras de livros do Kindle poderão ser lidas em HTML 5

A Amazon avisou hoje que vai abraçar o HTML 5. Por enquanto, não vai ser possível ler os e-books que a empresa vende diretamente no navegador, mas as amostras de livros presentes no site poderão ser degustadas tranquilamente com o novo Amazon Previewer. Além do HTML 5, o recurso vai fazer uso intensivo do CSS 3. Se o livro em questão tiver áudio ou vídeo, esse item audiovisual também poderá ser visualizado diretamente no navegador.

O Chrome Frame é um plugin para Internet Explorer um tanto quanto controverso. O que ele faz é forçar o IE a exibir as páginas da mesma forma que elas são exibidas no próprio Chrome, o navegador do Google. Para isso, o Chrome Frame substitui o motor de renderização de páginas do browser da Microsoft e troca pelo do Chrome.

Recentemente, o plugin passou por uma atualização que o deixou mais estável. Em caráter Dev até agora, o Chrome Frame passa a ser Beta, garantindo um pouco mais de segurança para o usuário que resolver adotá-lo. Todo o código do Chrome Frame foi atualizado para aquele que também está presente no Chrome 5.

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Em um anúncio no blog oficial do serviço, Jonathan Rochelle, gerente de produtos do Google Docs, disse ontem que a suíte de aplicativos online da empresa passou por uma total reengenharia. Segundo Rochelle, a decisão de reconstruir o Google Docs do zero aconteceu porque muitas das características do Docs, mesmo sendo muito rápidas, diminuíram a possibilidade de adicionar outras. A nova versão, programada ao longo do ano passado, tem uma melhor performance, flexibilidade e plataforma de desenvolvimento.

Novas características

No lançamento do Google Docs, vários usuários disseram que eles nunca trocariam a ferramenta online pela suíte de aplicativos da Microsoft, o Office. Pois agora o serviço está ainda mais parecido com ela. Em documentos de texto, por exemplo, foram melhoradas as funções de margem, tópicos, numeração e mais precisa colocação de imagens. Já em planilhas, foram implementadas a já conhecida barra de edição de fórmulas, auto-preenchimento de células e clicar e arrastar de colunas.

Junto com a melhoria das ferramentas de documento e planilhas, o Google Docs agora também conta com uma ferramenta de desenho coletiva mais rica e cheia de recursos do que a atual e uma melhor ferramenta de importação de documentos, maximizando a compatibilidade.

Compartilhamento controlado

Outra grande desvantagem do Google Docs é a falta de controle de quem edita documentos. Não há como saber quem editou qual parte de qual documento. Com a atualização passa a ser possível manter um histórico de revisões com as alterações feitas na planilha ou documento de texto, com o registro de quem fez a alteração e a possiblidade de revertê-la.

Usuários que desejarem testar o novo Google Docs já podem fazer isso hoje. Para a nova versão da planilha, basta clicar na opção “New Features” (Novos Recursos) no canto superior direito do navegador ao abrir o serviço. Quem não gostar pode voltar à usar a versão antiga com a mesma facilidade clicando no link “Old version” (Versão antiga). Já a nova versão do editor de texto é preciso ser ativada na sessão “Settings” (Configurações), na aba “Editing“, em que é necessário marcar a caixa de seleção “New version of Google documents” (Nova versão do Google documentos).

O Google lançou hoje uma nova versão estável do navegador Chrome. Duas semanas após o aplicativo fazer o primeiro aniversário, a companhia apresenta um Chrome principalmente mais rápido na manipulação de JavaScript.

De acordo com a empresa, ao longo do último ano 3.500 bugs do Chrome foram corrigidos, até que o navegador chegasse à versão 3.0. Nas contas do Google, a performance do Chrome será 25% melhor que a do Chrome 2.

As novidades do navegador, já conhecidas por quem testou as versões beta e de desenvolvedor, poderão ajudar o usuário a acessar informações mais rápido. A Omnibox, por exemplo, funciona como barra de endereços e campo de busca ao mesmo tempo. Na nova versão, ícones indicarão quando um site sugerido pela Omnibox for pertencente aos favoritos, ao histórico de navegação ou ao resultado mais provável para aquela palavra.

O Chrome 3 adota HTML 5, que livrará o usuário de ter que baixar plugins específicos para reprodução de áudio e vídeo online. Essa funcionalidade, no entanto, ainda depende da adoção das tags <video> e <audio> por parte dos programadores de web.

Chrome com um dos temas ativado. (Reprodução)

Chrome com um dos temas ativado. (Reprodução)

Também poderá ser mais divertido usar o navegador, uma vez que – finalmente! – ele conta com galeria de temas, que permitirá modificar o visual do aplicativo. Para conhecer os temas disponíveis atualmente, basta dar uma olhada nesse link.

Está esperando o que para testar o Chrome, o navegador do Google?

O primeiro rascunho da versão 5 do HTML apareceu em janeiro de 2008, segundo a Wikipedia, e desde então tem sido adaptada com frequência. A W3C, que é a organização responsável por modificar e atualizar as implementações do HTML, tem trabalhando bastante nessa versão a fim de que ela possa ser lançada o mais cedo possível. Entretanto, devido à discussões entre as principais fabricantes de navegadores, a atualização da liguagem vai ter duas tags cortadas.

As tags <video> e <audio> foram sugeridas originalmente pela IBM em agosto de 2007 e iriam tornar desnecessário o uso de plugins para ver vídeos e ouvir arquivos de áudio em páginas da web. Para isso acontecer, seria necessário embutir um codec específico para a tag <audio> e outro para a tag <video> dentro de todos os navegadores. E é nessa parte que o debate pegou fogo.

Segundo Ian Hickson, um dos editores da W3C trabalhando no HTML 5, não foi possível entrar em um consenso com todas as empresas sobre quais codecs seriam os padrões para as novas tags. Ele cita os responsáveis em um email:

A Apple não vai suportar Ogg Theora no Quicktime por se preocupar com patentes (apesar do fato do codec ser de domínio público). Opera e Mozilla se opõe ao uso do H.264 devido a problemas com distribuição e licenciamento. Google também tem problemas similares a esses, apesar de já implementar os codecs H.264 e Ogg Theora no Chrome. E a Microsoft não se comprometeu a suportar a tag <video>.

A notícia da exclusão das tags chegou um pouco tarde para sites como o Video Bay, que é inteiramente baseado nelas, e o Daily Motion, que já tinha até criado uma página específica com todo o seu conteúdo em vídeo convertido para o codec Ogg Theora para navegadores que suportam a (falecida) <video>. [Slashdot]