Ok, todos sabemos que muitas vezes alguns aparelhos made in China não são exatamente um exemplo de originalidade, mas é preciso reconhecer que neste caso provavelmente algum tipo de recorde mundial deve estar sendo quebrado.
São tantas quebras de direito autoral juntas que é até difícil saber por onde começar. O corpinho é de iPhone, o nome é de Nokia… A lista pode ir longe.
Este bicho é produzido pela Nokla (note o “L” no lugar do “i”), conta com uma tela sensível ao toque, suporte para dois chips SIM e pode ser encontrado nas piores lojas do ramo (não passarei os links) por menos de R$ 300. La garania soy yo, mas a dica veio do Sillicon Alley Insider.
OS Calculator: parecida com as usadas no Mac OSX e Windows XP
Atire a primeira pedra aquele que nunca teve que usar uma calculadora na vida. Presentes em todos os cantos, essas adoráveis maquininhas que já livraram muita gente de problemas ultimamente seus modelos de mesa andam se virando para escapar da extinção em um mundo que permite que contas sejam feitas livremente em computadores, celulares e até mesmo no Google.
10 Key: pode ser usada no computador ou na mão
Um dos exemplos é a empresa The Mint Pass com sua OS Calculator, modelo que vem em duas versões com design decaradamente roubado das calculadoras do Windows XP e do Mac OSX.
Os dois aparelhos exibem até 10 dígitos em seu display e a exemplo de sua versão digital, o modelo Apple mostra até duas linhas de números. Aos curiosos, o botão de minimizar dos aparelhos provavelmente não presta pra nada.
Outro modelo interessante é o 10 Key, da japonesa Idea. Além de funcionar como teclado numérico externo para notebooks o modelo também tem uma tela integrada e pode funcionar como uma calculadora de mesa bacanuda, que pode ser comprada nas cores vermelha, branca e preta. O único problema são os cerca de R$ 140 pedidos pelo brinquedo. [Technabob]
Há pouco mais de três meses o norte-americano Justin Halpern, de 29 anos, criou o perfil @shitmydadsays no Twitter para postar as bizarras frases que hora ou outra seu pai de 73 anos soltava por acidente, como “O Tenesse é legal. A primeira vez que eu vomitei foi lá, acho” ou “A pior coisa que você pode ser é um mentiroso. Ok, a pior coisa é ser um nazista, depois um mentiroso. Nazista 1, mentiroso 2”, e não demorou para que ele se tornasse tremendamente popular, reunindo mais de 700 mil seguidores, apesar dos mirrados 72 tweets feitos até agora.
O resultado é que Halpern conseguiu um acordo para escrever um contrato para levar seus tweets para a televisão pela rede de TV CBS, que atualmente exibe a série que é a toda-queridinha dos geeks de todo mundo, a genial Big Bang Theory (e, vá lá, CSI). O rapaz também será um dos responsáveis pelos roteiros do show, que será produzido por David Kohan e Max Mutchnick, que já fizeram a série Will & Grace, sucesso absoluto nas reprises da TV fechada.
O programa ainda não tem data para chegar à telinha, e certamente a palavra shit deverá ser substituída por outra coisa até lá. [Hollywood Reporter]
Há quem aposte, com certa razão, que os velhos mouses estão condenados à extinção a médio prazo, provavelmente substituídos por telas sensíveis ao toque, hologramas e sensores de movimentos capazes de reconhecer rostos e comandos (e não há qualquer sinal de exagero nesta frase). Enquanto a data não chega e os roedores de mesa continuam firmes e fortes em nosso dia-a-dia, alguns fabricantes que não têm exatamente uma reputação a zelar desenvolvem maravilhas como esta:
Esta belezoca é o Sexy Bikini Mouse, feito por uma empresa de nome ignorado e vendido pela bagatela promocional de US$ 18,99 (R$ 33) num site chamado China Grabber, o que dá certas dicas a respeito de sua qualidade. Não há informações a respeito de resolução ou garantia, mas pelo menos ele é USB (o que já é um avanço, certo?).
Como é possível notar na foto do produto, o tal bikini sexy também não está de acordo com o que se costuma aqui no Brasil.
Está aí um propósito no mínimo incomum para um blog: a taiwanesa Yang Ya-ching, de 27 anos, resolveu que divulgaria em um blog seu projeto de beijar 100 homens durante sua estadia em Paris.
Graças ao projeto, o blog da estudante de música ficou famoso e já recebeu mais de 2,7 milhões de acessos. Lá ela relata sua experiência, incluindo fotos de alguns encontros. Yang pretende até escrever um livro sobre suas experiências nesse “projeto”.
Segundo a jovem, a idéia surgiu há três anos e suas amigas achavam que ela ganharia tapas ao invés de beijos. Não foi o que aconteceu: ela já conseguiu 54 dos 100!
Colaboradores do projeto (o que quer que isso signifique) incluem um operário, um modelo, um turista italiano e até mesmo um soldado que foi visitar a capital francesa.
Questionada se não tem medo de contrair uma doença, ela diz que não: “Quanto mais medo você tem, menos você conquista.”
Se você quiser ajudar Yang a atingir seu objetivo, ou simplesmente gostaria de visitar esse novo “sucesso da blogosfera,” acesse-o aqui. E boa sorte para entender os posts em tailandês. [AFP]
Este post é uma exceção total na história deste blog. É a primeira vez que posto aqui um vídeo engraçado, que nada tem a ver com tecnologia. E antes que perguntem, o Mobilon não foi sequestrado, nem seu filhinho tecnológico.
Enjoy your milk!
Update: A marionete do vídeo se chama Achmed, e é um terrorista morto. Veja este vídeo antes para entender melhor a história.
Eu sei que já desejei feliz Natal pra todo mundo aqui, mas… feliz (últimos 10 minutos de) Natal!
ps: Eca, todas as frases deste post começaram com a letra e!
Ultimamente um vídeo sátiro vem circulando na internet e causando alguma repercursão. O vídeo de 2 minutos e meio, mostra como seria a caixa do iPod se fosse feita pela Microsoft.
Dia 14/03 o site iPod Observer publicou uma matéria que dizia que Tom Pilla, porta-voz da empresa havia declarado que o vídeo foi feito pelo pessoal da Microsoft! Na verdade o mesmo foi feito para uso interno, com o intuito de mostrar ao pessoal do marketing, as armadilhas que envolvem embalagem / marca de uma forma bem -humorada.
Vejam com seus próprios olhos essa pérola cômica, que não deixa nem um pouquinho a realidade de lado