iPad

iPad (também chamado de iPad original) é um tablet da Apple lançado em abril de 2010. Roda o sistema operacional iOS. Vendeu mais de 3 milhões de unidades em apenas 80 dias, sendo líder absoluto na categoria. A primeira geração possuía tela de 9,7” (1024x768), 256 MB de RAM e processador single-core de 1 GHz. Foi vendido em versões de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Um de seus principais atrativos era a bateria com duração de 10 horas mesmo navegando via Wi-Fi, uma marca bem maior que a dos notebooks e netbooks da época. Leia também sobre o iPad 2 e o iPad de terceira geração.

Alegria de pobre dura pouco. Os preços de livros mais vendidos do New York Times já estão mais caros na iBookstore da Apple. Como você pôde ler aqui no TB, anteriormente o preço que podia ser conferido na loja de e-books era de, na maioria das vezes, US$ 9,99. Agora os preços subiram cerca de 30%.

Mais uma vez é blog AppAdvice que publica sobre os preços dos livros. Atualmente, a maior parte das publicações aparece com preço de US$ 12,99 (aproximadamente R$ 23,40). Ou seja, um aumento de US$ 3,00, que na conversão para reais fazem com que os livros passem a custar mais de vinte reais.

Abaixo você confere duas capturas de tela feitas pelo AppAdvice com o antes e o depois dos preços:

iBookstore antes e depois. (Foto: AppAdvice)

iBookstore antes e depois. (Foto: AppAdvice)

Não podemos descartar a hipótese da Apple fazer novas mudanças nos preços dos livros ofertados na iBookstore até que o iPad seja efetivamente lançado. O tablet PC da Maçã começa a ser distribuído em 03/abril, quando os clientes que encomendaram o produto o receberão na comodidade do próprio lar ou terão que ir buscá-lo em numa Apple Store.

A maior parte dos livros presentes na lista de mais vendidos do jornal americano New York Times vão custar dez dólares na loja de e-books do iPad. É isso o que o blog AppAdvice diz ter descoberto, citando uma fonte que não teria respeitado o acordo de confidencialidade que esses assuntos normalmente requerem.

Baratinho, baratinho.

Baratinho, baratinho.

Os top 5 da versão eletrônica do NY Times atualmente são Chelsea Chelsea Bang Bang (de Chelsea Handler), The Help (de Kathryn Stockett), The Silent Sea (de Clive Cussier e Jack Du Brul), Missing e Abraham Lincoln: Vampire Hunter. Todos são ofertados pela bagatela de US$ 9,99, o que dá menos de R$ 20.

Num total de 32 livros mais vendidos pelo jornal americano, apenas cinco não têm o preço de US$ 9,99. O mais barato sai por US$ 8,83, enquanto que o mais caro custa US$ 12,99 na iBookstore.

Modelo de negócios

Ainda de acordo com o AppDevice, o modelo de preços da Apple para a loja de e-books é bastante semelhante ao que hoje em dia é praticado na App Store: o responsável pelo produto pode definir o preço que quiser pelo livro, revista ou jornal. A Apple ficará com 30% do valor pago, enquanto que o produtor de conteúdo fica com os 70% restantes. A empresa de Steve Jobs vai ser responsável pelo armazenamento e transmissão dos conteúdos para o consumidor.

Livros de graça

Donos do iPad ainda poderão baixar livros gratuitamente. Não estou falando de e-books pirateados que são facilmente encontrados na internet, mas sim de publicações que já entraram em domínio público e que podem ser distribuídas gratuitamente.

A iBookstore teria acesso a todo o acervo do Projeto Gutenberg, com download imediato de mais de 30 mil títulos que estão disponíveis gratuitamente.

Quem não deve ter gostado muito dessa notícia é a Amazon e a gerência responsável pelo Kindle.

Mockup de como o WSJ no iPad (provavelmente) não será.

O Wall Street Journal escreveu um artigo sobre a publicação de jornais e revistas no iPad e “deixou vazar” o valor da assinatura do próprio Wall Street Journal. Curiosamente, o WSJ cita como fonte uma “pessoa familiar com o assunto” ao revelar o preço planejado pelo jornal para sua assinatura mensal no iPad: US$ 17,99 (cerca de R$ 32,50 no câmbio de hoje). Comparativamente, a assinatura da versão impressa custa o equivalente a a US$ 29 por mês (R$ 52).

No artigo também são citados os preços previstos para algumas revistas. A Esquire cobraria US$ 2,99 por edição (R$ 5,20), dois dólares a menos que a versão impressa. Já a Men’s Health teria optado por vender a sua versão completa pelo mesmo preço das bancas ( US$ 4,99, equivalente a R$ 9,00), além de uma amostra de 10 páginas patrocinada que estaria disponível gratuitamente ao leitor na iBook Store.

Além disso ainda foi revelado que seis anunciantes — incluindo Coca-Cola e FedEx — acordaram a veiculação de seus anúncios na versão para iPad do WSJ. Novamente, de acordo com as “pessoas familiares com o assunto”, um pacote de quatro meses de publicidade teria sido negociado pelo valor de US$ 400.000,00 (R$ 722.000,00).

Depois de enviar um e-mail para Steve Jobs, pai presidente da Apple, uma navegante identificada apenas como Andrea se tornou a primeira pessoa a oficialmente receber um e-mail que foi escrito em um iPad. O caso aconteceu nesta segunda-feira, quando a usuária escreveu ao executivo o indagando se seria possível ela sincronizar seus e-books no gadget:

Prezado sr. Jobs,

Será possível sincronizar minha bibliotecas de e-books ePub gratuitos pelo iTunes quando eu tiver meu iPad?

Por e-books ePub gratuitos, eu me refiro a clássicos que eu posso baixar gratuitamente, uma vez que os direitos autorais já expiraram. Eu estou usando o Stanza para lê-los no meu iPhone agora mesmo.

Obrigada.

Andrea.

A resposta foi um singelo “sim” (“yep”).

Confira o screenshot, feito pelo site italiano Apple Lounge:

"Sent from my iPad"

Como você leu no Tecnoblog agora há pouco, a Amazon terá um aplicativo de leitura de livros para o iPad, o sonho de consumo de todo adorador da Apple. Curiosamente, a empresa de e-commerce alega ter sido convidada pela própria Apple para desenvolver o aplicativo, o que confirma a tese de que a Apple vai permitir que qualquer provedor de conteúdo esteja na App Store do iPad.

iPad: nada de pornografia aqui.

iPad: nada de pornografia aqui.

O novo posicionamento da Apple para o iPad conflita com aquele visto na App Store para iPhone OS. Não é de hoje que a Apple proíbe aplicativos com funções similares às nativas do iPhone, como fazer chamadas – tchau, Google Voice! – ou organizar bibliotecas de música. No iPad a abordagem é outra: qualquer aplicativo para visualização de conteúdo será aceito. O que não significa que o conteúdo em si poderá ser visualizado.

Para que o conteúdo dos aplicativos seja verificado, a Apple está implantando o Regional Content Review (Revisor Regional de Conteúdo, em tradução livre), uma equipe que ficará responsável por aprovar cada título que seja comercializado nos programas de distribuição de conteúdo do iPad, como o Kindle da Amazon ou ainda da Barnes & Noble, que já deve estar a caminho.

É evidente que o tipo de conteúdo a ser evitado é o pornográfico ou ofensivo, de acordo com os padrões da Apple. Mas pelos menos essa equipe será local, garantindo que a cultura do país seja levada em questão na hora de uma Playboy ser liberada no iPad – ou não.

O problema maior desse tipo de filtro é não saber se um título de livro ou revista é proibido pela Apple quando estiver fazendo a compra fora do ambiente controlado pela Maçã. Digamos, por exemplo, que um consumidor da Amazon compre no site da empresa um livro que foi proibido no iPad: ele só vai descobrir isso quando ligar o gadget e perceber que não há sincronização. Nesse caso, é dinheiro jogado fora.

[via ZDnet UK]

Amazon Kindle para iPad.

Por meio de um site divulgado hoje, a Amazon confirmou que está produzindo um aplicativo para leitura de livros compatível com o iPad. Havia dúvidas se a Apple permitira que a concorrente na venda de e-books estaria presente no novo dispositivo que tem distribuição prevista para 3 de abril.

“Tablets, como o iPad a caminho e com o nosso aplicativo gratuito você vai poder ler mais de 450 mil livros do Kindle”. É assim que a empresa de Jeff Bezos fala das Kindle Apps, versões do Kindle para os mais variados dispositivos. Além do futuro programa para iPad, a Amazon já oferece aplicativos para computadores rodando Windows e Mac OS e celulares iPhone e BlackBerry.

Um dos principais recursos do Kindle é a sincronização multiplataforma. Ela permite que a página na qual a leitura foi interrompida, além de anotações, passagens sublinhadas e favoritos, fiquem disponíveis em todos os aparelhos nos quais o Kindle está instalado e com a mesma conta de usuário habilitada.

Confira abaixo uma imagem de demonstração do app para iPad:

Demonstração do Kindle para iPad.

Demonstração do Kindle para iPad.

WePad, o iPad com Android, Flash, multi-tarefa e USB (Divulgação)

Em meio a toda a hype do iPad, a empresa alemã Neofonie resolveu pegar carona no novo filão do mercado e lançar o seu próprio tablet também, o WePad. E se o iPad roda iPhone OS, o WePad vem com o sistema rival, o Android.

Essa não é a única diferença entre o tablet da Apple e o novo concorrente que chega. Alguns destaques do WePad que o iPad não apresenta incluem compatibilidade com Flash, portas USB, leitor de cartões, memória expansível, webcam e permite multi-tarefa — em suma, o que os críticos do iPad reclamam que falta, o WePad tem.

A seguir uma tabela completa com as especificações do WePad comparadas ao iPad, de acordo com a Neofonie:

WePad iPad
Tela 11,6” (1366 x 768 pixels) 9.7” (1,024 x 768 pixels)
Processador 1,66 GHz Intel Atom N450 Pineview-M 1,0 GHz Apple A4
Memória 16 GB NAND Flash (32 GB interna opcional + SD Card 32 GB) 16 GB / 32 GB / 64 GB
Webcam 1,3 Megapixel Nenhuma
Portas 2 portas USB, leitor de cartão, saída de audio, slot para SIM card, conector multi-pino Conector padrão da Apple (30 pinos); Leitor de cartão externo vendido separadamente.
Flash / Adobe AIR Sim / Sim Não / Não
App Store WePad AppStore + Google Android Marketplace iTunes App Store
Multi-tarefa Sim Restrita a alguns aplicativos da Apple apenas.
Duração da bateria 6 horas 10 horas
Conectividade Wireless Bluetooth 2.1, WiFi N, 3G opcional Bluetooth 2.1 + EDR, WiFi N, 3G opcional
Corpo Magnésio-alumínio Alumínio
Dimensões 288 x 190 x 13 mm 242,8 x 189,7 x 13,4 mm
Peso 800 g (850 g com 3G) 680 g
Detalhes adicionais Sensor de luz ambiente, sensor de movimento, som estéreo, microfone interno Similar

Claro, ninguém viu ainda o WePad funcionando. Ele pode acabar se mostrando apenas mais uma “versão genérica” à la HiPhone, porém o sistema operacional Android já é amplamente conhecido e reconhecido, e o hardware também parece bastante promissor. Talvez esse WePad acabe se mostrando realmente uma boa surpresa…

A versão 1.0 beta do aplicativo do Kindle para Mac OS X. A versão para usuários da maçã estava sendo prometida desde o lançamento do aplicativos similar para Windows, há cerca de quatro meses. Através do programa, clientes da loja de livros e periódicos em formato digital da Amazon poderão ler suas obras — inclusive com cores, algo que o e-reader não tem — agora também no Mac.

Com o iPad e sua iBook Store potencialmente ameaçando seu negócio, a Amazon traz seu aplicativo de leitura do Kindle ao Mac e completa uma longa lista de dispositivos onde seus e-books podem ser lidos: os próprios Kindle/Kindle DX, iPhone, iPod touch, BlackBerry, Windows, Mac, e em breve até mesmo no iPad (que será uma disputa interessante de assistir: o app da Amazon, líder do mercado atualmente versus o app do iBooks, o novato da Apple).

Através do aplicativo para Mac (assim como os demais) pode-se ler os livros já comprados e, através do sistema chamado Whispersync, começar a ler um livro em qualquer um dos aplicativos/dispositivos citados acima, parar e depois poder continuar em qualquer um dos outros aplicativos/dispositivos do mesmo ponto onde a leitura parou.

O aplicativo para Mac já conta com diversas funcionalidades mas, como indica o termo “beta”, ainda não está completo. Algumas das próximas funções prometidas incluem a possibilidade de fazer busca no texto e de criar/editar anotações e marcações no texto, que por enquanto podem ser  apenas lidas no aplicativo.

O aparelho com mais hype do momento (também conhecido como iPad) tem design fino e sem emendas, o que não seria possível com uma bateria removível. Até aí é tudo igual aos seus irmãos de construção unibody na Apple, mas diferentemente de iPhones e Macbooks — que são levados para ter a bateria trocada numa assistência da Apple — no iPad, quando a bateria começa a dar problema, a Apple não troca só a bateria: ela te manda um novo.

Essa política consta no FAQ da bateria do iPad, que explica que o serviço não se aplica no caso de aparelhos danificados, ou que tenham sofrido modificações não autorizadas (será que ela quer dizer jailbreak?). O custo do serviço será de US$ 99 mais o frete, totalizando US$ 105,95 (menos de R$ 200). Isto, é claro, é válido apenas para os Estados Unidos, ao menos por hora.

A Apple avisa que todos os dados serão perdidos no processo de troca, então é essencial fazer o sincronismo com o iTunes antes de enviar o iPad, para assim ter um backup em dia e poder restaurar tudo quando o novo iPad chegar, cerca de uma semana depois do envio do aparelho de bateria comprometida à Apple.

Com o início da pré-venda do iPad, a Apple aproveitou para atualizar o seu site com diversas novas informações, desde detalhes sobre os iBooks, um novo controle de rotação de tela e até suporte a AVI.

Conectividade 3G

Foi mostrada como o usuário poderá acompanhar o seu consumo de dados, bem como alterá-lo (assinar, cancelar, mudar de plano…). O iPad avisará quando seu plano de dados estiver com apenas 20% dos dados restando, quando estiver com 10% restando e quando ele tiver terminado, de forma similar ao que o iPhone o iPod Touch fazem com as notificações sobre a bateria atualmente.

Cabe notar que somente foi anunciado o acordo com a operadora de telefonia americana AT&T, não há ainda qualquer palavra sobre como serão os planos de dados em outros países. Vamos esperar que a Apple faça acordos similares com as operadoras brasileiras — como Claro, Oi, TIM, Vivo, que já são suas parceiras nas vendas do iPhone.

iBooks

A novidade na página do iBooks é que qualquer livro no formato ePub poderá ser lido no iPad, não apenas aqueles comprados na iBook Store da Apple. O iBook não virá direto no aparelho, mas será um aplicativo gratuito na App Store.

Acessibilidade

A tecnologia VoiceOver da Apple permitirá que  todas as páginas de seus e-books sejam lidas em voz alta pelo iPad. Além disso será possível rotear todo o audio do panorama estéreo para apenas o fone direito ou esquerdo, para pessoas que possuem deficiência auditiva em um dos ouvidos.

Trava de rotação de tela

Agora há um botão para impedir que as informações exibidas na tela sejam automaticamente rotacionadas pelo acelerômetro. Isso permitirá um conforto maior para quem pretende ler o iPad enquanto está deitado em uma cama, por exemplo. Usuários de iPhone e iPod Touch sabem como essa situação pode ser irritante, pois a tela não se alinha com a sua posição horizontal. No iPad, não mais.

Suporte a AVI

Uma novidade no iPhone OS: o iPad terá suporte a vídeos AVI no formato MotionJPEG, com taxas de dados de até 35Mbps, resolução de até 1280 por 720 e audio PCM estéreo.

[Macworld]