iPad

iPad (também chamado de iPad original) é um tablet da Apple lançado em abril de 2010. Roda o sistema operacional iOS. Vendeu mais de 3 milhões de unidades em apenas 80 dias, sendo líder absoluto na categoria. A primeira geração possuía tela de 9,7” (1024x768), 256 MB de RAM e processador single-core de 1 GHz. Foi vendido em versões de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Um de seus principais atrativos era a bateria com duração de 10 horas mesmo navegando via Wi-Fi, uma marca bem maior que a dos notebooks e netbooks da época. Leia também sobre o iPad 2 e o iPad de terceira geração.

O jornal israelense Haartez afirma que nos últimos dias o governo local vem travando uma guerra contra a maçã, proibindo a entrada de qualquer entrada do hypado iPad no país. De acordo com a publicação, até a última terça-feira pelo menos 10 unidades do gadget haviam sido confiscadas pelas autoridades locais em aeroportos.

Segurança nacional, ameaça atômica? Na realidade a cruzada contra o tablet da Apple acontece por conta de problemas de certificação. Depois de alguns testes, os técnicos do ministério das telecomunicações concluíram que o gadget não está de acordo com os padrões israelenses de WiFi, que são muito semelhantes aos padrões adotados na Europa – em que o iPad foi aprovadíssimo.

De acordo com o jornal, o governo tem se recusado a apresentar os motivos técnicos que fizeram o tablet ser reprovado nos testes, não especificando se a Apple precisará fazer algum ajuste técnico ou não.

Já os azarados que tiveram seus novos brinquedos detidos ainda terão que pagar uma multa diária relativa ao tempo em que seus tablets ficaram em posse do governo.

Esse não é a primeira vez que um dono de um produto da Apple tem tremenda dores de cabeça com o governo de Israel. “Por questões de segurança”, no último mês de dezembro uma jovem chamada Lilly Sussman teve seu Macbook baleado três vezes por seguranças em um aeroporto do país.

iPad tem sua estréia internacional adiada. (Imagem: Engadget)Pois é, se você já estava esperando sentado para comprar um iPad assim que ele chegasse oficialmente ao Brasil, aproveite e tire uma soneca, pois ele deve demorar mais um pouquinho. E isso não se deve apenas aos problemas com a marca iPad aqui no país, a Apple divulgou um comunicado hoje informando que, devido ao sucesso do iPad nos EUA, ela terá que adiar o lançamento internacional do iPad em um mês, para o fim de maio. Eis o que a empresa disse:

“Apesar de temos entregado mais de 500 mil iPads durante a primeira semana, a demanda está muito maior que havíamos previsto e provavelmente irá continuar a exceder nossa oferta por muitas semanas […]. Também recebemos um grande número de pré-ordens de iPads 3G para entregar no final de abril. […] Tomamos a difícil decisão de adiar o lançamento internacional do iPad em um mês, até o final de maio. Nós iremos anunciar preços internacionais e começar a fazer pré-venda online na segunda, 10 de maio.”

[Atualização às 14h30 do dia 15/04] Apesar do adiamento em um mês do lançamento internacional do iPad, pelo menos o modelo 3G não será adiado em mais um mês, ele manterá sua data prevista, no fim de maio. Isso veio a tona através de mais um e-mail respondido pelo próprio Steve Jobs — ou por alguém que faz isso em nome dele — onde o CEO da Apple diz “Os dois modelos serão lançados no fim de maio. Desculpe o atraso.”

A seguir, o e-mail na íntegra. Reparem na grande disposição de Steve Jobs em escrever uma resposta incomumente longa para seus padrões (14 palavras! Normalmente ele responde com uma! =o).

“—– Original Message —– From: “Steve Jobs” <sjobs@apple.com>

To: Jan

Sent: Thursday, April 15, 2010 1:00 AM

Subject: Re: iPad 3g international?

Both models will be released at the end of May.  Sorry for the delay.


On Apr 14, 2010, at 3:59 PM, Jan wrote:

Hi Steve,
will there also be 3G models of the iPad released worldwide on the end of may or only the wifi models. Would be nice to know. Can’t wait.

Greets

Jan

via iPhone”

[9 t 5 Mac]

Numa clara tentativa de serem atacados por uma multidão de fãs da Apple armados com foices e tochas, os desenvolvedores de uma pequena empresa chamada Karma Games conseguiram rodar o antiquíssimo Windows 95 em seu novíssimo iPad – o da Apple, não o tal desfribilador coreano.

Para tal feito os gênios utilizaram um programa chamado BOCHS Emulator, que fez com que o velho sistema operacional da Microsoft reconhecesse (mal, é verdade) a tela sensível ao toque e fosse compatível com o moderníssimo teclado do novo gadget da empresa da maçã.

Confira no vídeo. Em todo caso, vale uma pergunta: será que ao rodar o Internet Explorer 4 e o Wordpad ao mesmo tempo é possível dizer que finalmente o iPad se tornou multitarefa? [TUAW]

O mais novo gadget da Apple pode demorar para aparecer no Brasil. Isso vai acontecer caso a empresa da maçã não chegue logo a um acordo com a atual detentora de uma marca similar ao iPad no país. Segundo o INPI, a marca i-Pad Fast é registrada pela empresa Transform Tecnologia de Ponta desde o dia 19 de janeiro do ano passado.

O i-Pad Fast comercializado pela Transform é um desfibrilador portátil criado originalmente pela empresa sul-coreana (não ria) C.U. Medical Systems Inc e vendido no Brasil há mais de dois anos. O aparelho até aparece listado no site da fabricante.

Essa não é a primeira vez que algo assim acontece com um produto da Apple. Antes da marca iPhone pertencer à empresa, ela estava registrada sob o nome da Cisco, que vendia (e provavelmente ainda vende) um aparelho de telefonia fixa com essa marca. As duas companhias entraram em um acordo na época e a comercialização do celular da Apple foi permitida.

[com informações da FolhaOnline e Physorg]

"La garantia soy yo!"

A chinesa Meizu fez fama (e quiçá, fortuna) no distante ano de 2007 com o smartphone M8, primeira cópia relativamente decente do iPhone a desembarcar nos camelôs de todo o mundo. E depois de algum tempo esquecida dos holofotes em um mundo repleto de HiPhones, a companhia anunciou em seu fórum oficial (mas hein?) que dará a volta por cima com seu novo tablet, que não por um acaso deixa aquela impressão de “eu já te vi em algum lugar”.

Atendendo pelo nome de Mbook, o aparelho bebe da fonte do iPad e tem tela fullscreen de 8.4 polegadas sensível ao toque com resolução de 1024 por 768 pixels, processador de 1.5 Ghz bateria com 12 horas de duração e opcionalmente pode vir de fábrica com luxos como GPS, conexão 3G e saída HDMI. Para explorar todas as capacidades do hardware o modelo viria equipado com o Android OS.

Aos mais animados, por hora o modelo ainda não tem preço ou data de lançamentos definidos e a única imagem divulgada até o momento parece ser uma projeção 3D. Como todas suas especificações divulgadas são boas demais para ser verdade, também é bom não se surpreender caso uma ou outra coisinha fique de fora de seu modelo de produção, mas uma coisa é fato: é questão de tempo para que iPads genéricos cheguem ao mercado.

Há cerca de uma hora atrás o hacker George Hotz, mais conhecido como GeoHot, postou em seu Twitter a foto logo abaixo, com a seguinte legenda “consegui este também.” Tudo leva a crer que o rapaz que foi o primeiro a fazer o jailbreak do iPhone 1.0 tenha acabado de conseguir fazer o mesmo com o iPhone OS 4, que ainda nem foi lançado ao público geral — muito embora muita gente já esteja se aproveitando da generosidade de desenvolvedores cadastrados que estão distribuindo por aí a versão beta do sistema.

A imagem sugere que foi utilizada a ferramenta de jailbreak chamada blackra1n, desenvolvida pelo próprio GeoHot. Ao lado do ícone da gota preta se vê também o aplicativo Cydia, que é como que uma App Store para aparelhos com jailbreak. Mas é muito improvável que uma atualização do blackra1n para o iPhone OS 4 seja liberada tão cedo. Se isso fosse feito antes de o OS 4 ser distribuído ao grande público, seria muito mais fácil para a Apple bloquear a brecha utilizada para fazer o jailbreak, então provavelmente os hackers irão aguardar mais um pouco para o compartilhar.

Durante o final de semana, GeoHot havia conseguido fazer o mesmo com o iPad, alguns dias depois de um membro do iPhone Dev-Team. A chuva negra cai sobre tudo que a Apple lança ultimamente.

Segunda-feira é mesmo um ótimo dia para rumores. Depois de trazer a Palm e HTC para a rodada inicial de especulações, é a vez do Google entrar na rodinha pelas “mãos” do jornal americano The New York Times.

Conceito criado em fevereiro

O rumor, no entanto, tem um detalhe que que não se vê em muitos rumores hoje em dia: a fonte dele parece ser um executivo de alto escalão, mais especificamente Eric Schmidt, CEO da empresa. Amigos do executivo dizem ter conversado com ele em uma festa recente na cidade de Los Angeles em que Schmidt citou um possível tablet que está sendo criado pela companhia. O gadget seria concorrente direto do iPad, da Apple, e rodaria uma versão do sistema operacional móvel Android.

Pessoas ligadas ao projeto dizem que o Google também está ‘correndo atrás de grandes periódicos’ como o próprio The New York Times, mas está fazendo isso de maneira discreta. Ainda não há um fabricante específico já escolhido, mas a empresa já estaria conversando com vários deles.

Como a companhia não comenta rumores, o estado do tablet do Google continua sendo, por enquanto, tão sólido quanto geléia de maçã. Mas àqueles que estão ansiosos por ver esse gadget se tornando real, saibam que já criaram um conceito dele em fevereiro desse ano, imagem que ilustra esse post.

[via NYTimes.com]

Previsão feita pela empresa Gartner afirma que até 2015 metade dos computadores comprados para jovens de até 15 anos de idade dispensarão os tradicionais teclados e mouses em troca de uma simples tela sensível ao toque.

“Apesar de existir há 20 anos, foi o fenômeno do iPhone que despertou o interesse dos usuários finais para a tecnologia”, afirma o relatório, que completa: “a presença da tecnologia touchscreen em um gadget de tela grande, como o iPad, despertou toda uma onda de especulações a respeito de mudanças na empresa.

Os dados apontam que a geração dos nascidos a partir dos anos 2000 teve seu primeiro contato com computadores e smartphones como um brinquedo, e que ela será a primeira a não ter pudores de abandonar o velho sistema de entrada em troca de alguma coisa mais dinâmica. Com ajuda, claro, de uma forcinha econômica:

“Com a queda nos preços, o maior mercado para dispositivos com tela sensível ao toque será o da educação. Crianças que estarão entrando na escola irão considerar a manipulação direta de elementos na tela uma maneira natural de interagir com seus computadores”, completa o relatório.

Já nas empresas, o avanço da “nova” tecnologia promete ser mais lento: em cinco anos, prevê-se que 10% nas máquinas usadas em ambiente corporativo dispensem teclados e mouses.

A foto original foi tirada pelo Gizmodo; o “NOT” é por nossa conta.

O iPad realmente não se livrou da um-ponto-zerite, o mal que assola diversos produtos de software ou hardware quando são lançados. Não é incomum que esses novos produtos apresentem diversos problemas que apenas são descobertos quando começam a ser vendidos, e o iPad não foi uma exceção. Primeiro se descobriu que ele pode ser carregado adequadamente apenas em portas USB de alta potência (como nos Macs atuais) ou na tomada; depois veio a notícia de que alguns usuários têm problemas de superaquecimento (para o azar da Apple, o editor da PC Magazine foi um deles); agora surgem relatos de usuários que estão tendo problemas para se conectar a redes Wi-Fi com seus iPads. Basta ver no fórum de suporte da Apple, há diversas reclamações na seção correspondente.

Os problemas são variados. Alguns usuários dizem que o sinal cai inesperadamente em locais onde outros aparelhos (até mesmo da Apple) funcionam perfeitamente, outros dizem que só tem uma boa conexão se estiverem muito próximos de seus roteadores (o que vai contra o objetivo de se ter uma rede sem-fio). A reclamação mais freqüente, porém, parece ser sobre o iPad não entrar mais na rede Wi-Fi depois de ser colocado em stand-by. Os problemas parecem ocorrer até mesmo utilizando-se roteadores da própria Apple.

A empresa, em reposta às reclamações, postou na sua seção de suporte um artigo apresentando possíveis soluções para o problema, mas pelos dizeres no final dele — “este documento será atualizado assim que maiores informações se tornarem disponíveis” — é possível inferir com segurança que a empresa ainda está fazendo investigações para descobrir o que deu errado. Um funcionário da Apple também postou no fórum de suporte uma lista de links que podem ser úteis. E é provável que, além disso, os engenheiros da Apple estejam virando noites para garantir que o que quer que esteja errado já tenha sido corrigido para o lançamento do iPhone OS 4, que deve ser anunciado nesta quinta-feira. [MacWorld]

Grande demais para um bolso? Então que se faça um bolso maior, oras.

Lá vai uma novidade: ao contrario do iPhone ou iPod, não dá para levar um iPad no bolso. Pensando neste problema que tem estremecido a humanidade uma companhia chamada Scottvest, conhecida por fazer vestimentas específicas para se levar gadgets, anunciou a SeV Travel, basicamente um colete com um bolso enorme em que é possível se levar o tablet da maçã por aí. Uau.

O modelito pode vir nas cores preta, vermelha ou bege e tem espaço para uma série de quinquilharias, incluindo bolsos especiais que permitem que seu feliz proprietário utilize comandos touchscreen de seus gadgets. Se você irá ficar bonito usando essa coisa é uma história completamente diferente, ok?

Aos que se animaram, o preço é de US$ 100 (R$ 180).