Nesse sábado (28) o celular mais pop star do mundo, também conhecido como iPhone, chegou enfim à Coreia do Sul. Ao contrário da indiferença demonstrada no lançamento do iPhone na China, os sul-coreanos o receberam com grande expectativa: apenas na pré-venda da semana passada, 60.000 unidades foram encomendadas.

O primeiro a adquirir um iPhone na Coreia do Sul foi o estudante universitário de 25 anos, Huh Jin-seok. “Estou tão feliz!”, disse ele após as 26 horas de fila para comprar o aparelho.

Já que o iPhone chegou chamando tanta atenção na Coreia a Samsung, provavelmente a mais notável empresa do país, não poderia deixar a Apple levar vantagem na casa do adversário, não é? Sendo assim, a fabricante coreana tratou de dar descontos em seus smartphones, tais quais o Omnia2, para combater a chegada do celular da concorrente americana. [Business Insider/AP]

A última das grandes operadoras a comercializar o aparelho no Brasil, a Oi colocou em seu site uma página anunciando o iPhone desbloqueado (com direito a “Iphone” escrito errado, com o I maiúsculo). Nenhuma informação extra é oferecida por enquanto, mas há um campo para que os interessados se cadastrem para receber informações assim que elas estiverem disponíveis.

iPhone no site da Oi: "Falamos com você quando chegar".

iPhone no site da Oi: "Falamos com você quando chegar".

Continuamos de olho. Fique ligado no Tecnoblog para mais novidades.

Texto de Rafael Silva

Maior disposição para compra de conteúdo online pode ser efeito da App Store

Maior disposição para compra de conteúdo online pode ser efeito da App Store

Depois da pesquisa estereotipando analisando quais são os perfis dos usuário de Mac e PC, a firma de advocacia Olswang (firma de ADVOCACIA??? Pois é…) publicou uma pesquisa que revela que:

  • 58% das pessoas pagaria para acessar online um filme que acaba de sair nos cinemas;
  • 52% pagaria para acessar um filme que não sairia em DVD por pelo menos dois meses;
  • 40% pagaria para acessar um filme que já estivesse disponível em DVD ou TV paga.

Curiosamente, quando analisados apenas os usuários de iPhone, esses números sobem para, respectivamente, 73%, 67% e 54%.

A pesquisa também aponta, entre outros dados, que 30% das pessoas pagariam por um livro online (entre usuários de iPhone seria 42%); 32% (43% entre usuários de iPhone) pagaria por um trecho de um guia de turismo; e 29% pagaria por uma revista online (38% entre os usuários de iPhone).

Claro que existem teorias tentando explicar esse comportamento peculiar. Uma das que fazem mais sentido é a que levanta a hipótese de que, por estarem mais acostumados a comprar conteúdo online através da mega-popular App Store, usuários de iPhone apresentariam menores barreiras nas compras de conteúdo online. Mas, novamente, essa é apenas uma teoria para explicar o fato constatado.

A Olswang consultou na Grã-Bretanha 1013 adultos e 536 adolescentes entre 13 e 17 anos para essa pesquisa. [9to5Mac]

A Oi confirmou nessa quinta-feira que vai lançar o iPhone no Brasil até o fim do ano. Já havia rumores do assunto, mas nada certo até agora. Fontes do Tecnoblog afirmam que o smartphone da Apple será oferecido desbloqueado, política que a Oi já vem mantendo há meses.

O anúncio de como o gadget será vendido deve ser feito na sexta-feira (27/nov), quando a empresa planeja detalhar condições de preço e formas de pagamento do iPhone. Ainda não sabemos qual edição do produto será disponibilizada para os clientes da Oi – se será o iPhone 3G ou 3GS -, mas não faz sentido que a operadora entre no mercado com uma versão mais antiga do celular, apesar da própria Apple americana oferecer essa opção.

Smartphone da Apple diz "oi" para a Oi nessa sexta.

Smartphone da Apple diz "oi" para a Oi nessa sexta.

Cabe lembrar que a Oi será a última grande operadora de telefonia móvel brasileira a oferecer. Vivo, Claro e TIM já vendem o aparelho, sempre com subsídio e contrato de fidelização. Outro ponto importante do iPhone pela Oi é que ele será anunciado na mesma sexta-feira em que a Apple Store Online vai fazer vendas promocionais em comemoração ao Dia de Ação de Graças.

Seja livre, use pianola!

Seja livre, use pianola!

Agora que o Mininova bateu as botas, provavelmente é hora de arrumar outra maneira de ouvir músicas. E que tal considerar uma solução que provavelmente (não dá pra ter certeza de nada nessa vida) é livre se perseguição da RIAA?

Esta mini pianola mecânica pode ser encontrada por US$ 16 (R$ 25) na Urban Outfitters e vem com uma tira em que é possível ouvir o clássico “Parabéns para você” e outras em que é possível fazer seus próprios furos (um furador especial vem junto para ajudar na tarefa) e compor sua canção.

O lado ruim é que o brinquedo não tem tela de LCD, touchscreen, bateria, fones de ouvido brancos, USB, capacidade de acessar a internet nem uma app store.

O lado bom é que é totalmente livre de dores de cabeça como DRM, direitos autorais e processos judiciais.

Acho que vale a pena.

Aproveite as promoções: é só até domingo!

Antes de mais nada, uma breve contextualização. Todo ano, na quarta quinta-feira do mês novembro, o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é comemorado nos Estados Unidos. E nessa época os americanos colocam em prática duas grandes tradições: comer peru e fazer compras por preços ridiculamente baratos. É a chamada Black Friday.

Considerada o início da temporada de vendas de Natal nos EUA, é nessa sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças que o comércio fatura rios de dinheiro com lojas abarrotadas por consumidores atraídos pelas promoções fora do comum que são feitas nesse dia. É uma loucura! (É sério, olha uma foto).

Nesse momento você deve estar se perguntando: “E eu com isso?”. Bem, se você tem um iPhone ou iPod Touch, parabéns, você acaba de pegar carona no feriado dos outros. E não precisa nem comer peru (a não ser que queira, claro), pode embarcar direto na melhor parte: compras com desconto.

Começaram hoje (25) na App Store os descontos de Thanksgiving/Black Friday. Duas grandes distribuidoras de games já anunciaram suas promoções, que ficarão em vigor até o próximo domingo, 29/11. Tratam-se das altamente respeitadas Eletronic Arts e Gameloft.

Enquanto a última fez um anúncio oficial em seu blog listando os 7 jogos em promoção por 99 centavos de dólar, a primeira resolveu apenas twittar a notícia de que havia colocado todos seus jogos com descontos de até 50%. Segue a lista completa, separada por distribuidora:

Eletronic Arts

A EA escolheu fazer promoções variadas para cada um de seus aplicativos. Abaixo, eles estarão listados pelos seus valores promocionais, com o valor original entre parênteses.

  • US$ 6,99: Command & Conquer Red Alert, FIFA 10, Madden NFL 10 e NBA Live (anteriormente US$ 9,99)
  • US$ 4,99: The Sims 3 (anteriormente US$ 6,99)
  • US$ 2,99: Monopoly, Monopoly Here & Now: The World Edition, Need For Speed Undercover, SimCity, Scrabble, Tetris, Tiger Woods PGS Tour e Trivial Pursuit (anteriormente US$ 4,99)
  • US$ 1,99: Anytime Pool, Auditorium, Clue, Mass Effect Galaxy, Snood, Surviving High School, Pandemonium, Wolfenstein RPG e Yahtzee Adeventures (anteriormente US$ 2,99)
  • US$ 0,99: American Idol: The Game, Boggle*, Mystery Mania, Spore Origins, Star Trek, Sudoku e Zombies & Me (anteriormente US$ 1,99 — exceto Boggle, que estava US$ 2,99)

Gameloft

A Gameloft, por sua vez, optou por colocar em promoção 7 de seus jogos, todos eles pelo valor mínimo de venda na App Store, US$ 0,99. O preço anterior era de US$ 4,99, exceto Castle of Magic e Hero of Sparta, que custavam US$ 1,99.

Eis a lista dos games em promoção: Blades of Fury, Brothers in Arms: Hour of Heroes, Castle of Magic, Hero of Sparta, Real Tennis 2009, Shrek Kart e Terminator Salvation.

Vale lembrar que jogos não são vendidos na App Store brasileira, por entraves impostos pela nossa legislação que a Apple achou que daria trabalho demais para contornar. Dessa maneira, não há uma categoria “jogos” em nossa loja. O que os brasileiros costumam fazer para “dar um jeitinho” nessa restrição é criar uma conta na loja argentina ou americana, dizendo que são moradores do local em questão.

A empresa de anúncios em plataformas móveis AdMob — recentemente adquirida pelo Google — revelou em recente pesquisa que 50% de todo o tráfego de dados gerado pelo uso da internet em dispositivos móveis no mundo vem da plataforma iPhone OS, que equipa tanto os iPhones quanto os iPods Touch. No mês anterior, a plataforma da Apple representava 43% do tráfego de dados. Já o Symbian caiu de 29% para 25%, o Android subiu de 10% para 11%, o BlackBerry caiu de 8% para 7% e o Windows Mobile foi dos 5% aos 3% em relação ao mesmo período.

Os números do iPhone se tornam mais impressionantes quando colocados lado a lado com o market share de cada plataforma. Mesmo sendo responsável por apenas 18% das unidades vendidas o iPhone consegue ser o líder absoluto em troca de dados pela internet. Como comparação, os aparelhos com Symbian, somando-se aos BlackBerries, possuem juntos ⅔ do mercado, e mesmo assim não chegam a ⅓ dos dados transferidos. Veja a tabela e os gráficos montados pelo site Apple Insider:

Pode-se inferir da pesquisa que os proprietários de iPhone ou utilizam a internet muito mais que os demais, ou baixam conteúdo bem mais rico (imagens, vídeos, etc), mas é provável que ocorra uma combinação dos dois. Isso é até bastante natural, visto que foi o iPhone que revolucionou a indústria o apresentar a internet em seu formato original em um dispositivo móvel, promovendo pela primeira vez uma experiência similar à do desktop em um aparelho celular. Depois disso os concorrentes se reformularam para se enquadrarem no novo paradigma, mas a dianteira do iPhone continua fazendo a diferença até hoje.

philschillerDesde que a iTunes AppStore foi lançada, o processo pelo qual os aplicativos precisam passar para serem disponibilizados na loja foi sempre bastante criticado. Seja por inconsistências no motivo de rejeição de aplicativos ou na demora na aprovação dos programas, a loja online é alvo constante de desenvolvedores insatisfeitos e da mídia em geral, que aponta casos absurdos como a rejeição de uma app que tinha iPhone no nome.

Apesar disso, Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, defende o método usado para aprovar as apps. Em entrevista à BusinessWeek, Schiller declarou que “os desenvolvedores ficam, geralmente, gratos pela existência do processo de aprovação”, pois os funcionários da empresa responsáveis por testar os aplicativos encontram falhas que os criadores muitas vezes deixam escapar.

Schiller ainda diz que são enviados mais de 10 mil aplicativos por semana e, ainda segundo os dados internos da empresa, 10% deles são inapropriados pois “roubam informações pessoais ou auxiliariam o usuário a quebrar a lei ou contém conteúdo inapropriado” e por isso são rejeitadas. Já nesse campo, ele diz que 9 em cada 10 rejeições acontecem por problemas técnicos, como bugs, uso de APIs não aprovadas e comportamento não esperado.

Obviamente, Schiller é vice-presidente de marketing da Apple, então essa é a posição esperada de alguém no cargo dele. Ainda assim, ele deve saber que é apenas através das críticas que a iTunes AppStore deverá melhorar. Ou ao menos se tornar mais transparente, algo que, creio eu, vai demorar bastante para acontecer. [ArsTechnica]

android-market
Ao planejar a compra de um novo dispostivo móvel, como um celular ou smartphone, o que você considera? Características técnicas? Design? Reputação da marca no mercado? Planos de serviços vinculados com operadoras? Feedback de outros usuários? Ou um pouco de tudo?

Pois é, são os itens acima que 99% das pessoas levam em conta na aquisição de um aparelho. Contudo, se você está nessa situação, trate de colocar mais um item na sua lista: loja de aplicativos.

Quando alguém decide comprar um celular pensando na personalização, pelas ferramentas de trabalho e lazer, antes de avaliar operadoras, design, características técnicas e promoções, deve pesquisar se os aplicativos para o sistema operacional escolhido suprirão as necessidades. E as políticas das lojas onde eles são vendidos.

O sucesso do modelo da Apple abriu os olhos da indústria, que enxergou novo filão. Hoje, especialistas já chamam os aparelhos que permitem a instalação de aplicativos ou widgets de “app-phones”.

As principais lojas de aplicativos que funcionam no próprio aparelho são…

AppStore - A quantidade de aplicativos na loja da Apple já alcançou a casa das centenas de milhares. É verdade que há muita coisa inútil, mesmo assim não há nada que não se encontre atualmente. Há ferramentas de escritório e produtividade, entretenimento, utilitários, jogos e redes sociais. Boa parte é gratuita. Chama a atenção também a quantidade e variedade de aplicativos médicos, atraindo a simpatia dos profissionais de saúde. A preocupação do consumidor deve ser com a forma desses programas funcionarem. Se você não se preocupar com a falta de multitarefa, a ausência de alarmes, o push não convencional e as restrições com VoIP e streaming, é uma ótima opção para iniciantes em tecnologia móvel. Vale lembrar que, de forma legal, não é possível adquirir programas fora da própria loja da Apple. No Brasil não é possível a compra de música.

Ovi Store – É a loja de aplicativos para os donos de Nokia / Symbian S60. No início a variedade de aplicativos era bem pequena, mas aos poucos o catálogo está aumentando. Todavia, a loja não é a única fonte para turbinar seu aparelho com programas. O Symbian é uma plataforma que está no mercado há um bom tempo, portanto, a quantidade de soluções disponíveis é, na verdade, imensa. Pode-se baixá-los de sites de desenvolvedores, de outras lojas, de fórums de usuários, e muito mais. A impossibilidade de se fazer “redownloads” foi recentemente abolida, um alívio para quem comprou aplicativos na loja e teve que resetar o celular. Para quem gosta de música, é possível baixá-las no próprio aparelho, nos moldes na iTunes, pelo Comes With Music – única iniciativa comercial do gênero no Brasil hoje. Porém só funciona em alguns aparelhos pré-selecionados.

Blackberry App World – Até pouco tempo atrás, o ponto fraco do sistema da RIM era a fraca variedade de aplicativos para instalar no aparelho. A grande maioria era de ferramentas de trabalho e corporativas. As opções aumentaram bastante de uns tempos pra cá, mas o foco maior ainda é corporativo. Também era motivo de queixas o alto preço desses programas: às vezes, programas com o mesmo nome e mesmo desenvolvedor custavam até 3x mais que as versões para outros sistemas operacionais. Com a loja online no aparelho, a RIM pretende trazer soluções financeiramente mais acessíveis e promover a inserção de soluções para o usuário final comum, público que a empresa também quer conquistar. Assim, estão surgindo muitos apps de multimídia, como rádios online, e redes sociais. A opção de se comprar fora da loja continua presente.

Windows Marketplace – A loja de aplicativos para Windows Mobile, que ainda está engatinhando, é uma boa opção para desmistificar a idéia de que o sistema operacional é complicado para leigos. Não posso culpar os usuários queixantes: há várias e confusas maneiras de se instalar os programas em Windows Mobile: através de instaladores .exe pelo PC; através de .cab baixados da web (pelo PC ou no próprio aparelho), que, no fundo, também são apenas instaladores: é preciso abrir o .cab dentro do aparelho para proceder à instalação. Não é incomum ver gente confusa tentando rodar .exe dentro dos aparelhos. Para piorar, os aplicativos para touchscreen não funcionam nos não-touchscreen, embora tenham as mesma extensões e nomes. Todavia, quem não tem medo de correr atrás vai achar muita coisa de graça na internet – Windows Mobile é hoje uma plataforma madura, com uma quantidade imensa de aplicativos que fazem de tudo, pois não há restrições técnicas para os desenvolvedores, nem nas funcionalidades dos aparelhos.

Android Market – Em termos de quantidade e qualidade de alicativos, o “caçula” dos sistemas de smartphones é o único que está em ritmo de crescimento comparável ao do iPhone no início. Curiosamente, a essência dos aplicativos é a mesma – utilitários, web e redes sociais. Não é à toa que apps bem sucedidos no iPhone já ganharam versões para Android. A franca expansão deve-se em boa parte à tecnologia e respeitabilidade do Google, criador do sistema, que logo deve lançar um sistema operacional para computadores também. Ainda não há uma versão da loja para o Brasil, podendo-se baixar apenas programas gratuitos e com autorização para funcionar em todo o mundo. Mas pode-se comprá-los direto dos sites dos desenvolvedores, baixando e instalando no dispositivo via PC. Uma coisa que gosto muito: antes de baixar o aplicativo, é mostrado quais funções do aparelho ele acessa – como internet, serviços de localização e telefone. (veja foto no início do post)

O que vem por aí…

Lojas de fabricantes de celular – A Samsung já avisou que vai criar um sistema de compras de aplicativos para suas linhas de celulares. Até já anunciou um novo sistema operacional open-source para embarcar exclusivamente em seus aparelhos. Assim, estende-se a moda dos “app-phones” para além dos smartphones de sistemas operacionais tradicionais. Motorola e outras fabricantes também estudam fazer o mesmo.

Lojas de operadoras de telefonia móvel – As telecoms também já enxergaram o filão. O modelo de compra de ringtones, papel de parede, jogos, músicas e vídeos direto do celular é extremamente lucrativo no país. Por que não trazê-lo também para aplicativos, widgets e redes sociais, em qualquer celular? Os chamados “featurephones” são os celulares comuns com funções de câmera ou MP3, hoje a maioria em uso no Brasil. Além de aproveitar a febre das redes sociais, a compra direta através de créditos dos pré-pagos (80% das linhas ativas) pode se revelar uma mina de ouro, seja na aquisição de programas quanto no uso de internet móvel.

Nokla N97: belezura

Nokla N97: belezura

Ok, todos sabemos que muitas vezes alguns aparelhos made in China não são exatamente um exemplo de originalidade, mas é preciso reconhecer que neste caso provavelmente algum tipo de recorde mundial deve estar sendo quebrado.

São tantas quebras de direito autoral juntas que é até difícil saber por onde começar. O corpinho é de iPhone, o nome é de Nokia… A lista pode ir longe.

Este bicho é produzido pela Nokla (note o “L” no lugar do “i”), conta com uma tela sensível ao toque, suporte para dois chips SIM e pode ser encontrado nas piores lojas do ramo (não passarei os links) por menos de R$ 300. La garania soy yo, mas a dica veio do Sillicon Alley Insider.