IBM

IBM é uma empresa de tecnologia da informação fundada em 1896. Inicialmente fabricava cartões perfurados e também produziu rifles durante a Segunda Guerra Mundial. Sua sigla significa International Business Machines. Na década de 1960 desenvolveu o primeiro mainframe, o IBM System/360, na época com 8 MB de memória e 256 KB de armazenamento. Em meados de 1980 produziu o primeiro computador pessoal sob a sigla PC, custando mais de US$ 1.500. Posteriormente foi a responsável pela fabricação do Cell (processador do PlayStation 3) e do supercomputador Roadrunner. Hoje foca no mercado corporativo.

A IBM, junto com outras empresas de tecnologia como ARM, Samsung e ST-Ericsson, formou uma organização sem fins lucrativos com um propósito audacioso: promover o uso de software baseado em Linux em smartphones, tablets, e outros dispositivos móveis.

A organização, batizada de Linaro, irá desenvolver diversas ferramentes, aplicatiovs, kernel personalizado e códigos de boot com o intuito de ajudar as distribuições baseadas em Linux a trabalharem com máxima perfeição possível nos processadores que esses dispositivos requerem – não por acaso, o primeiro release anunciado para novembro trará otimizações para processadores ARM. Nessa leva de otimizações, já se sabe que algumas distribuições serão diretamente beneficiadas, como Android, Meego, Ubuntu e webOS.
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IBM compra empresa de cloud computing

A IBM anunciou ontem ter comprado uma empresa voltada para o famoso cloud computing. Os detalhes do acordo entre IBM e a Cast Iron Systems não foram revelados, mas a multinacional pretende ampliar seu conhecimento nesse segmento da computação, a fim de atender clientes e integrar-se a serviços da Salesforce.com, Amazon e SAP. [Reuters]

Apresentação da IBM

Apresentação da IBM

Em uma apresentação feita em uma conferência na Alemanha, Bruno Michael, do escritório de pesquisas da IBM alemã apresentou um projeto da empresa para a construção de um datacenter que pelo menos em tese não deverá ser responsável por emitir nenhum grama de CO2 na atmosfera.

Em sua apresentação (.pdf), Michael afirma aponta que grande parte do consumo de energia elétrica de uma central de dados é gasto não no processamento de informações, mas sim no resfriamento de todo equipamento, que sempre opera em plena capacidade e é capaz de atingir a altíssimas temperaturas. A solução para o caso seria desenvolver novos processadores termicamente mais eficientes e construir novos sistemas de refrigeração líquida que possam transferir o calor dos equipamentos para outro lugar.

A mágica da emissão zero acontece quando se lembra que muitas vezes os datacenters são instalados em áreas urbanas, o que abre a possibilidade de usar esse “calor tecnológico” no aquecimento da vizinhança. Assim a economia de eletricidade ou combustível que o sistema proporciona compensa a emissão de CO2 gerada na produção da eletricidade usada por seus computadores, e no final todo mundo é amigo da natureza.

O primeiro datacenter com a tecnologia será construído em Zurique, na Suíça, e ainda não tem data pra entrar em funcionamento. [The Register]

MoneyO terceiro trimestre financeiro está sendo fechado e as grandes empresas da área de tecnologia estão apresentando seus resultados. Vamos fazer aqui uma análise geral de algumas das principais empresas que já divulgaram seus números.

Os resultados da finlandesa Nokia causaram, logo de cara, um dos maiores choques. A maior fabricante de celulares do mundo viu sua participação no mercado de smartphones cair de 41% para 35% em relação ao trimestre passado. Com um prejuízo de US$834 milhões e uma queda de 20% nas vendas, é a primeira vez que a empresa tem perdas desde que começou a apresentar resultados trimestrais em 1996. Suas ações caíram 11%.

A AMD foi outra que teve perda no período. Na verdade a fabricante de semicondutores tem tido prejuízo nos último 12 períodos, ou seja, há 3 anos. Nesse trimestre em particular, o prejuízo líquido foi de US$128 milhões. Foi ruim, mas não tão ruim quanto há um ano atrás, quando a empresa apresentou prejuízo de US$134 milhões. E certamente não foi tão ruim quanto a previsão dos analistas, que era de um prejuízo 2,3 vezes maior.

Agora os que saíram felizes de suas prestações de contas.

A primeira foi a IBM, cujo lucro líquido subiu para US$2,3 bilhões, um aumento de 14% em relação ao mesmo período no ano passado. E ela conseguiu isso apesar de uma diminuição de 5% das vendas nos EUA, 6% nos “mercados emergentes” (isso inclui a nós) e 12% na Europa, Oriente Médio e África. Os setores mais bem-sucedidos da empresa foram o de venda de softwares — que caiu apenas 3% — e o de vendas de produto de middleware, com um aumento de 2%.

E o outro destaque foi, claro, o Google. O CEO Eric Schimdt há pouco mais de três semanas já adiantava que, para ele, o pior da crise já havia passado. De fato, deve ter passado mesmo: o lucro da empresa teve um aumento de 7% em relação ao mesmo período em 2008, e o faturamento líquido subiu 27% em relação ao ano passado, chegando a US$1,64 bilhão. As vendas aumentaram 7%, o que corresponde a um total de US$5,94 bilhões. O número de cliques pagos em anúncios aumentou 4% e 14% (em relação ao último trimestre e ao terceiro trimestre de 2008, respectivamente) e o valor pago ao Google por clique subiu 5% em relação ao último perríodo, embora represente uma queda de 6% em relação ao mesmo período no último ano. As ações da gigante das buscas subiram mais de 2%. [Bloomberg e CNNMoney:  link 1, link 2 e link 3]

A imagem ilustra uma cadeia de DNA passando através do nanoporo

A imagem ilustra uma cadeia de DNA passando através do nanoporo, que a analisa.

A IBM pretende desenvolver um microchip que terá a capacidade de ler o DNA humano. O objetivo do projeto é desenvolver o tal leitor pessoal de DNA por um custo entre US$100 e US$1.000 cada (algo entre R$175 e R$1.750, no câmbio de hoje). Como parâmetro de comparação, o primeiro seqüenciador de DNA, o do Projeto Genoma Humano, custou pelo menos 3 bilhões de dólares.

As tecnologias que possibilitam a leitura rápida, barata e amplamente disponível do DNA têm o potencial de revolucionar a pesquisa bio-médica e ser o prenúncio de uma era de medicina personalizada”, declarou hoje Gustavo Stolovitzky, pesquisador da IBM.

A tecnologia utilizada baseia-se nos chamados nanoporos, orifícios nanométricos feitos no chip, através dos quais passariam moléculas do tecido a ser analisado pelos sensores que seqüenciariam o DNA.

Estima-se que a tecnologia esteja disponível em 5 a 10 anos. A medicina personalizada permitiria um tratamento mais adequado a pacientes, possibilitando que o médico baseie o tratamento em peculiaridades que só um exame genético poderia assegurar. Considerando o baixo custo do aparelho e o curto tempo para analisar o DNA (estima-se que cerca de 1 minuto), os pesquisadores da Big Blue esperam que a tecnologia acabe sendo amplamente utilizada e traga grandes benefícios à área de saúde. [ComputerWorld]

Gráfico com as marcas mais valiosas. (Clique para ampliar)

Gráfico com as marcas mais valiosas. Clique para ampliar. (Reprodução/Interbrands)

A revista BusinessWeek e a empresa de consultoria em marcas Interbrands divulgaram a lista das empresas mais valiosas do mundo. Sem grande surpresa, a Coca-Cola tem a marca mais valiosa, de cerca de US$ 68,73 bilhões. Mas pelo menos na lista do Top 10 são empresas de tecnologia que marcam presença.

Em segundo lugar, com marca avaliada em US$ 60,21, está a gigante IBM. Logo em seguida encontramos a Microsoft, com sua marca valendo US$ 56,64 bilhões. O valor da marca “Microsoft” caiu 4% em relação ao relatório da Interbrands divulgado no ano passado.

Em quarto e quinto lugares estão, respectivamente, a General Electric (GE), com a marca avaliada em US$ 47,77 bilhões e a finlandesa Nokia, cuja marca vale US$ 34,86 bilhões.

Os analistas da Interbrands calcularam o valor da marca Google em US$ 31,98, ocupando o sexto lugar da lista. No intervalo de um ano o Google conseguiu valorizar a própria marca em incríveis 25%, sendo uma das companhias cujas marcas ganharam mais valor.

A Intel fecha a lista das dez marcas mais valiosas do mundo, em nono lugar, com marca avaliada em US$ 30 bilhões.

Amada e idolatrada por seus clientes, a Apple aparece somente como 20ª marca mais valiosa do mundo, de acordo com os dados fornecidos pela Interbrands. O valor de marca da Mação é de US$ 15,44 bilhões.

O Google tem aumentado o orçamento destinado a fazer lobby nos Estados Unidos. No segundo trimestre desse ano, que comporta abril, maio e junho, a companhia gastou quase US$ 1 milhão nisso.

Embora o lobby seja legal e regulamentado nos Estados Unidos, os números impressionam. Foram US$ 950 mil no segundo trimestre, comparados com US$ 880 mil no primeiro trimestre desse ano. Em 2008 foram gastos US$ 2,84 milhões em lobby durante todo o ano.

Ranking do lobby de tech em Washington/EUA. Segundo trimestre de 2009.

Gasto com lobby no 2º trimestre/2009

Um porta-voz da empresa disse que mais assuntos relacionados à internet e seus usuários estão sendo debatidos na capital federal dos EUA, e que a empresa acha que é importante “estar envolvida nesses debates”.

Alguns dos assuntos pelos quais o Google tem feito lobby são: privacidade, propriedade intelectual e competição no mercado de publicidade online.

A empresa não está sozinha quando estamos falando de altos gastos em lobby. A Microsoft teve despesa de US$ 1,89 milhão no segundo trimestre. A IBM não fica muito atrás, com US$ 1,34 milhão gasto em lobby, também no segundo trimestre. [CNET]

Errm...
Menos de três dias após a liberação da versão 3.5.1 do Firefox (que corrigia de falhas de segurança envolvendo o motor de JavaScript), o browser já possui uma nova brecha comprovada.

A falha atinge o método document.write, que após receber uma string Unicode muito longa, causa um estouro da pilha de memória (buffer overflow). Isso possibilita a execução de código remoto, abrindo espaço para um ataque DOS (Denial Of Service).

A Mozilla, desenvolvedora do browser, respondeu à noticia informando que apesar da falha realmente existir, técnicas de segurança presentes nas ultimas versões do browser não permitem a mesma seja explorada. Entretanto, já foi tornada pública uma prova de conceito, e sites de segurança como SANS Internet Storm Center e IBM ISS X-Force já confirmaram a falha.

E não para por aí. Com esta falha, desabilitar manualmente a execução de JavaScript pelo browser NÃO é suficiente para evitar a execução de código pelo atacante. Até o momento, não foi liberada nenhuma correção para o problema. A recomendação, assim como das outras vezes, é não visitar sites que não sejam confiáveis até que o problema seja resolvido. [DownloadTube]

A gigante azul IBM lançou hoje (18) uma nova versão da sua suíte de produtividade Lotus Symphony, concorrente do Office da Microsoft e OpenOffice da Sun. Em sua versão 1.3, a solução da IBM torna-se compatível com documentos criados no formato Office Open XML (OOXML) do Microsoft Office 2007, pareando com a suíte da Sun, sua principal concorrente.

Lotus Symphony

Entretanto, assim como o OpenOffice, ainda não é possível salvar arquivos no formato Office 2007, obrigando os usuários a usarem o formato 2003 ou 2000. De acordo com o porta-voz da IBM, porém, a empresa irá monitorar as necessidades de seus usuários, podendo adicionar a função em uma futura versão.

A grande vantagem da solução IBM frente à concorrência é a forma como é disponibilizada: gratuitamente. Ficando a cargo do usuário a escolha de contratar o serviço de suporte pago (ainda assim inferior ao da Microsoft). [PCWorld]

A gigante da informática IBM anunciou na última quarta (17) que investirá uma verdadeira fortuna em pesquisa em dispositivos móveis. O montante deve chegar à cifra de cem milhões de dólares nos próximos cinco anos. Tanto usuários finais quanto negócios serão visados pela pesquisa.

O sucesso do iPhone e de outros smartphones, como o Nokia N95, provam que o mercado de dispositivos móveis tem tido grande aceitação dos consumidores. A IBM pretende investir mais no desenvolvimento de tecnologia para esses gadgets.

Três mil cientistas ao redor do mundo são contratados da IBM para desenvolver as mais diversas pesquisas. [CNET News]