
A imagem ilustra uma cadeia de DNA passando através do nanoporo, que a analisa.
A IBM pretende desenvolver um microchip que terá a capacidade de ler o DNA humano. O objetivo do projeto é desenvolver o tal leitor pessoal de DNA por um custo entre US$100 e US$1.000 cada (algo entre R$175 e R$1.750, no câmbio de hoje). Como parâmetro de comparação, o primeiro seqüenciador de DNA, o do Projeto Genoma Humano, custou pelo menos 3 bilhões de dólares.
As tecnologias que possibilitam a leitura rápida, barata e amplamente disponível do DNA têm o potencial de revolucionar a pesquisa bio-médica e ser o prenúncio de uma era de medicina personalizada”, declarou hoje Gustavo Stolovitzky, pesquisador da IBM.
A tecnologia utilizada baseia-se nos chamados nanoporos, orifícios nanométricos feitos no chip, através dos quais passariam moléculas do tecido a ser analisado pelos sensores que seqüenciariam o DNA.
Estima-se que a tecnologia esteja disponível em 5 a 10 anos. A medicina personalizada permitiria um tratamento mais adequado a pacientes, possibilitando que o médico baseie o tratamento em peculiaridades que só um exame genético poderia assegurar. Considerando o baixo custo do aparelho e o curto tempo para analisar o DNA (estima-se que cerca de 1 minuto), os pesquisadores da Big Blue esperam que a tecnologia acabe sendo amplamente utilizada e traga grandes benefícios à área de saúde. [ComputerWorld]





Um time de cientistas que trabalham para a IBM, Macronix, e Qimond anunciaram um novo conceito de memória para uso em gadgets. Segundo os mesmos, o novo modelo desenvolvido em parceria pelas três empresas apresenta uma performance de 500 a 1000 vezes mais rápida, e uma economia de energia de 50% em relação a memória Flash utilizada hoje no mercado.
A IBM e Georgia Tech, em um experimento, resolveram explorar mais a fundo os chips com tecnologia SiGe(silicon-germanium), e conseguiram alcançar a marca de 500GHZ, o que é um recorde para um chip baseado em SiGe.


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