Intel

A Intel é uma fabricante norte-americana de processadores e chipsets fundada em julho de 1968. Desde 2005 é comandada pelo CEO Paul Otellini. A multinacional possui sede em Santa Clara, na Califórnia e instalações em diversos países, como China, Malásia, Costa Rica e Filipinas, empregando mais de 100 mil funcionários ao redor do mundo. A palavra Intel significa Integrated Electronics. Em 2011, a empresa anunciou que passaria a produzir transístores 3D chamados de Tri-Gate, que possibilitariam a diminuição dos componentes internos do processador e do consumo elétrico.

tileratilegxEnquanto empresas como a AMD e Intel se esforçam para compactar 3, 4 ou até 6 núcleos nos seus processadores, a fabricante de chips americana Tilera anunciou hoje que planeja fabricar e vender um modelo com 100 núcleos chamado Tile-Gx. O propósito principal desses processadores, segundo Anant Agarwal, co-fundador e CTO da empresa, será para uso em servidores que executem funções relacionadas à web, como busca, indexação de páginas e processamento de vídeo.

Agarwal também diz que para executar uma troca rápida de informações, os modelos da Tilera tem núcleos organizados paralelamente dentro de um quadrado, dentro dos quais existem múltiplos pontos para entrada e saída de dados. Já os chips da Intel e AMD tem núcleos organizados como barras cruzadas, um design que segundo ele, pode trazer problemas de congestionamento de dados.

O modelo Gx100, um dos processadores com 100 núcleos, deverá usar no máximo 55 watts de energia e vai custar até US$ 1000 (R$ 1710) quando for colocado no mercado em 2011. Antes disso, a Intel planeja liberar para venda o processador Nehalem-EX com 8 núcleos e a AMD espera liberar o Opteron, com 12. Note como nenhum dos dois tem três dígitos nas casas decimais, tsc tsc. [Slashdot]

Intel ChipAo publicar o post “Intel cria tecnologia Light Peak; poderá ligar seu iPod ao PC” fiz uma brincadeira com o título. iPods não são dispositivos de grandes capacidades, o máximo que eles atingem é 160GB. Por isso, achei que usar um conector Light Peak nesse tipo de gadget poderia ser comparado a caçar formigas usando uma metralhadora semi-automática. Hoje (26), porém, foi revelado que a brincadeira não é tão surreal assim.

De acordo com uma fonte anônima do blog Engadget, a Apple e Intel vem discutindo a criação de um padrão de transferência com suporte a altas quantidades de dados desde 2007. E o Light Peak é fruto desse debate, que segundo a fonte, envolveu diretamente Steve Jobs, CEO da Apple, e Paul Otellini, CEO da Intel.

A suposta “prova” de que as empresas estão envolvidas foi exibida durante a IDF 09 numa demonstração de um protótipo do padrão, em que um arquivo de vídeo em alta definição foi colocado para tocar ao mesmo tempo que 2GB de dados eram transferidos para um SSHD: tudo através de um cabo Light Peak em um computador rodando Mac OS X. Tratava-se de um Hackintosh, instalação do sistema operacional da Apple em hardware não fabricado pela empresa.

A placa em que o conector Light Peak foi ligado, no entanto, foi feita pela Apple, segundo a fonte porque ela tinha demandas específicas para o padrão. A fonte ainda cita que essa nova tecnologia estará presente na nova linha de Macs que serão lançados na segunda metade do ano que vem. Já os iPods e iPhones usarão uma versão ‘light’ (!) do Light Peak, com menor capacidade de transferência.

Acima, o módulo de transmissão de voz. Abaixo, o módulo Light Peak.

Módulo de fibra óptica acima, módulo Light Peak abaixo.

A Intel anunciou ontem durante o IDF 09 (fórum de desenvolvedores Intel 2009) que está desenvolvendo uma nova tecnologia de interconectores chamada Light Peak, que usa luz dentro de um cabo para transmitir dados.

O conceito não é novo, ele já é usado na tecnologia de fibra óptica para ligar, por exemplo, os backbones da internet e centros de telefonia ao redor do mundo. Entretanto, diferente da fibra óptica, a Light Peak foi criada com a intenção de interligar computadores e dispositivos que exigem maior capacidade de transmissão, como câmeras e monitores de alta definição e HDs com grande capacidade.

As velocidades das duas tecnologias são equivalentes, partindo de 10 Gbps. Mas o módulo para transmissão de voz por fibra óptica é caro e grande, tornando-o inviável de se instalar, por exemplo, na placa-mãe de um PC. Já o módulo Light Peak é 120 vezes menor e 30 vezes mais barato, segundo a Intel.

A expectativa da empresa é de que dispositivos compatíveis com a tecnologia Light Peak já estejam no mercado no ano que vem e deve competir com os conectores USB e Firewire, que podem transmitir dados, respectivamente, a 5 Gbps e 800 Mbps.

No site da Intel estão disponíveis fotos de close-ups dos conectores e chips, para os geeks afoitos por imagens de alta resolução. [ComputerWorld]

A Intel já é conhecida por ser uma empresa exagerada. Enquanto muitas das fabricantes de processadores estavam contentes fazendo chips com um núcleo apenas, a Intel decidiu em uma determinada época que poderia colocar dois. E mais tarde esse número evoluiu para quatro, seis e até oito núcleos. Provando que esse princípio pode ser aplicado em outras áreas da tecnologia, a empresa mostrou hoje um laptop que tem mais telas do que o necessário: são 4 ao todo.

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O representante da Intel Renuka Awasthi demonstrou o gadget, que leva o nome provisório de Tangent Bay, durante o evento Mobility Meetup, em São Francisco. Além da tela principal de LCD, ele também conta com três telas de OLED sensíveis ao toque logo acima do teclado.

O notebook ainda está na fase de protótipo, mas já é anunciado como a “primeira solução multi-touch e multi-tela” do mercado. Ele tem como objetivo permitir que o usuário organizem informações da maneira que ele quiser. É possível, por exemplo, mover arquivos com o dedo de uma tela para outra, como música e vídeos, que não param de tocar quando são deslocados. [CNET]

Gráfico com as marcas mais valiosas. (Clique para ampliar)

Gráfico com as marcas mais valiosas. Clique para ampliar. (Reprodução/Interbrands)

A revista BusinessWeek e a empresa de consultoria em marcas Interbrands divulgaram a lista das empresas mais valiosas do mundo. Sem grande surpresa, a Coca-Cola tem a marca mais valiosa, de cerca de US$ 68,73 bilhões. Mas pelo menos na lista do Top 10 são empresas de tecnologia que marcam presença.

Em segundo lugar, com marca avaliada em US$ 60,21, está a gigante IBM. Logo em seguida encontramos a Microsoft, com sua marca valendo US$ 56,64 bilhões. O valor da marca “Microsoft” caiu 4% em relação ao relatório da Interbrands divulgado no ano passado.

Em quarto e quinto lugares estão, respectivamente, a General Electric (GE), com a marca avaliada em US$ 47,77 bilhões e a finlandesa Nokia, cuja marca vale US$ 34,86 bilhões.

Os analistas da Interbrands calcularam o valor da marca Google em US$ 31,98, ocupando o sexto lugar da lista. No intervalo de um ano o Google conseguiu valorizar a própria marca em incríveis 25%, sendo uma das companhias cujas marcas ganharam mais valor.

A Intel fecha a lista das dez marcas mais valiosas do mundo, em nono lugar, com marca avaliada em US$ 30 bilhões.

Amada e idolatrada por seus clientes, a Apple aparece somente como 20ª marca mais valiosa do mundo, de acordo com os dados fornecidos pela Interbrands. O valor de marca da Mação é de US$ 15,44 bilhões.

A empresa de pesquisas de mercado e consultoria iSuppli divulgou pesquisa que revela que a Intel lidera o mercado global de processadores, ao menos na concentração de receita. Atualmente a companhia detém 80,6% da receita proveniente da venda de processadores. No mesmo período do ano passado, essa concentração era de 79.6%.

Franca concorrente da Intel, a AMD detém apenas 11,5% da receita proveniente do mercado de processadores, quase nada se comparada à Intel. Embora a empresa tente, ainda não consegue concorrer com os processadores Core 2 Duo que a rival produz, principalmente quando estamos falando do aproveitamento de energia elétrica: os processadores da AMD ainda são beberrões enquanto que os produzidos pela Intel têm uma eficiência energética bem maior.

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Um dos motivos que provavelmente ajudaram a Intel a manter a liderança desse mercado foi o desenvolvimento de chips (leia-se Intel Atom) especificamente para os netbooks, que são os novos queridinhos do usuário médio. [Electronista]

Processador Core i7

Processador Core i7

A MSI anunciou hoje algo bastante aguardado pela indústria de notebooks: a empresa planeja lançar, já no próximo mês, aparelhos utilizando processador Intel Core i7. Por enquanto, serão modelos de 15,4 e 17 polegadas, que provavelmente estarão preparados para o sistema operacional Windows 7, que tem lançamento em 22 de outubro.

Esse processador já era esperado para notebooks, mas somente nas máquinas voltadas para os gamers. Os Core i7 costumam ter um enorme consumo de energia para entregar a alta performance que jogos mais atuais exigem, além de ser considerado produto premium, custando mais caro que outros processadores.

A reportagem do CNET News entrou em contato com a Intel, que disse que a MSI fez o anúncio antes da hora. Segundo a Intel, a previsão de lançamento dos notebooks com Core i7 para setembro está errada. [CNET]

Quad SLI: 4 GPUs simulâneas

Quad SLI: 4 GPUs simulâneas

A fabricante de placas de vídeo Nvidia anunciou hoje que a Intel, junto da Asus, GigaByte, MSI e EVGA, utilizará a tecnologia SLI nos futuros equipamentos com Core i5 e Core i7.

Com isso, o SLI passa a ser o principal concorrente do CrossFire, desenvolvido pela ATI. Ambas as tecnologias permitem que o usuário de computador utilize duas ou mais GPUs em conjunto, obtendo assim melhores resultados no processamento gráfico.

Uma vez que a ATI, com seu CrossFire, pertence à AMD, faz muito sentido que a Intel prefira usar tecnologia que não seja desenvolvida por uma empresa ligada à sua principal inimiga.

O chipset P55 da Intel suportará dois ou mais processadores gráficos GeForce. Atualmente a tecnologia SLI permite até 4 GPUs funcionando simultaneamente, o que a Nvidia chama de Quad Sli.

[Electronista]

Intel Moblin

Quem sabe jogar sempre sai ganhando. Essa foi a ideia principal que Michael Chen, diretor da divisão de vendas de embarcados e da divisão de ultra-portáteis na Ásia e Pacifico da Intel transmitiu quando declarou que a empresa não está preocupada com o lançamento do Chrome OS pelo Google.

Apesar do lançamento do Google fazer concorrência direta ao Moblin, seu sistema operacional baseado em Linux desenvolvido especialmente para netbooks e ultra portáteis, a Intel tem mais motivos para sorrir do que chorar. Nas palavras de Michael Chen: “Nosso objetivo a longo prazo é fornecer hardware para aparelhos com diferentes sistemas operacionais. Mais competidores geram mais inovação e isso é bom para o consumidor”. Ou seja, por mais que seu software gratuito e open source perca espaço para o concorrente do Google, a empresa ainda estará ganhando pois grande parte dos netbooks utiliza não só seus processadores Atom, como todo o seu chipset.

A posição da Intel é de dar invejar, ainda mais em tempos de crise. Com sua maior concorrente lutando contra os próprios fantasmas, a empresa segue firme e forte sendo a principal, para não dizer única, fornecedora de chips para netbooks, mercado que não para de crescer. Não vai ser dessa vez que os executivos da empresa perderão noites de sono devido à chegada de um concorrente ao seu software, principalmente enquanto enquanto esse concorrente ainda depender de seu hardware .[Engadget]

Nokia NetbookDe acordo com informações do Commercial Times, a gigante finlandesa Nokia, líder mundial na fabricação de aparelhos celulares fechou um acordo com a fabricante de processadores Intel para colaboração técnica e podem lançar em breve novo netbook.

Foi informado que a Nokia já teria feito pedidos a Compal e Quanta, duas grandes fabricantes de equipamentos OEM, equipamentos fabricados para outra empresa, responsáveis por maior parte dos netbooks no mercado atualmente. O Nokiabook virá com processadores Atom, o que não surpreende perante a existência do acordo entre as fabricantes antes mencionado.

Reforçando o até então rumor, Intel e Nokia liberaram um press release sobre sua parceria para “moldar as inovações da próxima era da computação móvel” no qual mencionam a interação entre as empresas em torno do Moblin, SO baseado no Linux desenvolvido pela Intel focado em computadores ultra portáteis, e do Maemo, SO utilizado pela Nokia em seus Tablets e que em sua próxima versão será compatível com tecnologia 3G. No press release não foi mencionado em momento algum o Symbian, SO utilizado em praticamente todos os novos aparelhos da Nokia.

Fica formado também o oFono, projeto open-source entre as empresas para o desenvolvimento de uma API para telefonia de fácil utilização, possivelmente para implementação de tais funções ainda no Maemo. [ Engadget / Cnet News ]