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Quem achou que o Windows XP e o Internet Explorer 6 já estavam praticamente mortos e enterrados, pode começar a puxar os cabelos de raiva desde já. Como zumbis que saem das suas covas para atacar os seres vivos, os dois conseguiram milagrosamente aumentar as suas participações de mercado no mês de janeiro em alguns pontos percentuais, segundo dados da empresa de estatísticas NetMarketshare. Leia mais

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O time responsável pelo desenvolvimento do popular WordPress.com anunciou que (finalmente) a plataforma irá deixar de ser gentil com aqueles que ainda insistem em usar o decano Internet Explorer 6 em suas navegadas pela internet. Alegando “crescente complexidade dos remendos necessários” para fazer com que o WordPress rode decentemente no antigo navegador da Microsoft, a empresa anunciou o fim do suporte ao programa. Leia mais

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“É hora de dizer adeus”, diz a Microsoft para seu navegador o Internet Explorer 6, criado há 10 anos. Antes que me acusem de estar distorcendo as palavras ou parafraseando demais algo que uma empresa disse, deixe-me esclarecer que é uma tradução literal. A Microsoft entrou no coro de designers, programadores front-end e toda a sorte de profissionais da web que querem mesmo que o Internet Explorer morra de uma vez por todas.
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Governo britânico se recusa a sair do IE 6

O governo do Reino Unido disse hoje que não vai atualizar o navegador usado atualmente em diversos departamentos. O navegador é o [ironia]muito seguro e completamente confiável[/ironia] Internet Explorer 6. A declaração foi em resposta a uma petição online que conseguiu mais de 6 mil assinaturas pedindo a mudança para uma nova versão do navegador. Um representante do governo afirmou que fazer tamanha modificação custaria muito em impostos aos cidadãos do país. | Guardian

Informações do jornal China Business News dão conta de que a queda de braço entre o Google e o governo chinês deverá ter um final melancólico nas próximas semanas.

A publicação afirma que as negociações entre a gigante da web e o governo local contra a censura na rede não tiveram qualquer resultado e que o Google deverá seguir com a ameaça feita em janeiro, encerrando suas atividades no país no próximo dia 10 de abril. Os funcionários da companhia, inclusive, já teriam sido comunicados a respeito da decisão e recebido propostas para continuar trabalhando para a empresa em suas unidades nos EUA ou Asia-Pacífico.

A tensão entre a empresa norte-americana e a China começaram em janeiro, quando um suposto grupo hacker à serviço do governo se aproveitou de uma falha no navegador Internet Explorer 6 para invadir as contas de e-mail de dois ativistas dos direitos humanos do país.

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Peter Lui, presidente financeiro do Google na China, afirmou ao Mashable que a decisão de seus chefes americanos pode ser “catastrófica” no futuro: “Se um anúncio for feito, o Google jamais conseguirá voltar para o país”, disse.

"Seja livre, mas escolha o meu"

A Fundação Mozilla iniciou uma campanha para conscientizar os navegantes menos antenados que existem outros programas para se acessar a web do que o todo poderoso Internet Explorer.

Chamada de Open to Choice, a iniciativa mira no provável aumento de demanda por novos navegadores que o final do suporte do IE6 pelos serviços do Google e que a tela de seleção de browsers que deve entrar no ar na Europa nos próximos dias devem gerar num futuro próximo.

Em uma carta aberta postada no site opentochoice.org, John Lilly, CEO da Mozilla afirma que “a escolha de um browser é muito importante porque esses programas têm uma importância crítica em nossas vidas modernas”, e completa, de maneira quase poética, que eles “são as lentes pelas quais vemos o mundo virtual e a mídia com que nos conectamos para aprender, compartilhar e colaborar”.

Como era de se esperar, na página inicial do site existem apenas referências do navegador da casa, o Firefox, mas eles garantem que informações sobre todos os pontos fortes e fracos dos programas da concorrência serão enviados “quando for a hora de mudar” aos e-mails dos interessados que cadastrarem seus endereços numa lista.

Agora só resta saber o que eles dirão a respeito do IE8, atualmente o browser mais usado do mundo, e do Google Chrome, que vem crescendo bastante de uns meses para cá.

O anúncio de que o Google deixaria de oferecer de vez suporte para o velhote navegador Internet Explorer 6 fez com que a pequena agência de publicidade norte-americana Aten aproveitasse a “morte” do programa para organizar um funeral virtual para o browser.

IE6: rest in pieces (sic). Clique para ampliar.

“O Internet Explorer 6, residente na internet há oito anos, morreu na manhã do dia 1º de março de 2010 em Montain View, Califórnia, por conta de um acidente de trabalho ocorrido na sede do Google“, diz o “epitáfio”, que lembra que o programa deixa “um filho, o Internet Explorer 7, e um neto, o Internet Explorer 8″.

A cerimônia deve acontecer na sede da agência de publicidade às 7 da manhã (horário local) do próximo dia 4, com “com direito à comida e bebidas”, além de um jogo de dardos com o logotipo do programa fazendo vezes de alvo. Aqueles que infelizmente não conseguirem aparecer a tempo nos EUA poderão marcar sua presença enviando flores para o evento.

Mensagens de condolências e outros dados a respeito da morte do programa podem ser vistos no site ie6funeral.com.

Bem que poderia acontecer alguma coisa parecida por aqui, não?

No meio do turbilhão envolvendo as mais recentes falhas de segurança identificadas no decano navegador Internet Explorer 6, que tem em seus capítulos mais dramáticos uma rixa entre o Google e o governo chinês e com a Alemanha e França emitindo comunicados oficiais que pediam que os internautas do país evitassem o programa a qualquer custo, surge uma voz dissonante: o Reino Unido.

O órgão responsável pela segurança Web nas terras de vossa majestade parece ter caído na conversa da Microsoft de que a falha não é uma ameaça aos usuários comuns. “Não há evidências de que a versão com todas as correções do IE6 é mais ou menos segura que os outros navegadores”, afirmou o sub-secretário de estado lorde West.

A medida, claro, despertou a fúria de especialistas web no país, que para protestar resolveram criar uma originalíssima petição online no site governamental Number10.co.uk, que até o momento conta com cerca de 1,2 mil assinaturas. [Register]

O Google anunciou hoje que os serviços Google Docs e Google Sites deixarão de oferecer suporte ao navegador Internet Explorer 6, inimigo número um entre 11 a cada 10 desenvolvedores web e especialistas em segurança na rede.

Junto do clássico aviso que pede aos usuários que mantenham os programas de seu computador devidamente atualizados, a gigante da web afirma que a partir de agora os requisitos mínimos para usar os serviços serão os browsers IE7, Firefox 3, Chrome 4.0 ou Safari 3.0.

De acordo com dados da empresa NetApplications relativos ao último mês de dezembro, o IE 6 ainda é o segundo navegador mais utilizado no mundo, com 20,07% de audiência e logo atrás do líder IE8, que conta com 22,31%. Já o Firefox 3.5 está na terceira colocação, com 17,10% de audiência.

Essa não é a primeira vez que o Google abandona o suporte ao antigo programa da Microsoft em seus serviços. Desde agosto o Orkut exibe um aviso que pede aos usuários do decano IE6, lançado em 2001, que instalem um novo navegador em suas máquinas.

A crise de confiança deflagrada contra o navegador Internet Explorer na última semana fez com que o Firefox e o Opera registrassem aumentos consideráveis em seus downloads em todo o mundo.

Depois do alerta alemão contra o programa da Microsoft, o tradicionalmente ignorado Opera viu sua procura dobrar na Alemanha e aumentar 37% na Austrália, onde comunicado semelhante foi feito.

Apesar de não divulgar seus números globais, a Mozilla também aponta aumento de interesse sobretudo na França e na Alemanha, onde os downloads saltaram de 50 mil para 200 mil por dia. Os dados franceses não foram divulgados por ainda não terem sido auditados. [The Register]