Jacko

Se engana quem pensa que acabou.

Uma falha na rede dos computadores do departamento responsável pela investigação de óbitos do estado Americano de Los Angeles permitiu que pessoas sem autorização acessassem os documentos sobre a morte do cantor, e rei do Pop, Michael Jackson.

Uma falha não identificada permitiu que qualquer funcionário do departamento pudesse visualizar os arquivos, que originalmente deveriam ser acessíveis somente àqueles que tivessem cargo de capitão ou mais alto. Os dados foram acessados mais de 300 vezes em somente duas semanas.

O acesso ilegal foi descoberto após investigação iniciada a partir de uma denuncia que se mostrou falsa. Até o momento já foi confirmado que ao menos 6 funcionários tiveram acesso aos dados, além de terem feito impressões da certidão de óbito do astro a partir do Sistema de Registro de Mortes. Não será aberto processo de investigação sobre a invasão pois não houve quebra de nenhuma lei estadual com a ação. [IDG Now]

Numa de minhas andanças pela internet cruzei com um banner piscante, tipo aqueles muito comuns no ano de 1999, que versava sobre um comunicado muito importante que o Grupo Telefônica tinha para usuários da banda larga Speedy. Mesmo sendo assinante do Velox, cliquei e dei de cara com isso:

Comunicado da Telefônica (clique para ampliar)

Comunicado da Telefônica (clique para ampliar)

“Tendo em vista decisão judicial e administrativa, a Telefônica migrou todos os seus usuários que aderiram ao Plano de conexão à banda larga sem provedor de acesso entre 22 de agosto de 2007 e 14 de julho de 2008 para um provedor de acesso, o A. Telecom, que não apresenta quaisquer das comodidades e serviços usualmente ofertados por provedores de acesso como E-mail, firewall, antivírus, conteúdo, dentre outros.”

Quer dizer que somente a contratação de um provedor de acesso, algo que é completamente descartável do ponto de vista técnico para a contratação de banda larga, pode nos garantir as comodidades e serviços descritos no comunicado da Telefônica? Vejamos.

E-mail: quem já ouviu falar do Gmail, o e-mail fornecido pelo Google, sabe que nenhum outro serviço de e-mail chega perto do que o Gmail oferece. Exceto o iG Mail, talvez, mas este último utiliza tecnologia fornecida pelo Google. Ah, e o iG Mail também é de graça.

Firewall e antivírus: embora alguns provedores ofereçam pacotes que incluem assinatura de antivírus e firewall, também existem os gratuitos. Embora os entusiastas da tecnologia discutam sobre qual é o melhor, podemos citar AVG, Avast e Avira como opções gratuitas e interessantes.

Conteúdo: o conceito de conteúdo é muito vago. O que eu sei é que blogueiros de todo o mundo oferecem conteúdo de forma gratuita, sustentando o serviço a partir da publicidade. Para encontrar com facilidade conteúdo publicado em blogs basta acessar o BlogBlogs. Além disso, os grandes portais como UOL e iG também oferecem uma enormidade de conteúdo gratuitamente. Um percentual bem pequeno equivaleria a acesso de conteúdo pago, sendo que nem sempre ele justifica o valor do provedor.

Dentre outros: esse item consegue ser ainda mais vago que “conteúdo”. Se por “dentre outros” entendermos vídeo, já temos o YouTube, Vimeo e Videolog (todos grátis). Servidores para jogos? Existem centenas de servidores gratuitos para jogar online, basta usar uma ferramenta maravilhosa chamada Google. Se estamos falando de troca de mensagens instantâneas, que me conste o Live Messenger (vulgo MSN) ainda é gratuito.

Em resumo, tudo que o provedor de acesso em tese ofereceria já existe gratuitamente.

Voltando ao comunicado, pulemos para o terceiro parágrafo:

“Para facilitar esta contratação e garantir a liberdade de escolha por parte do consumidor em relação ao seu provedor de acesso, a Telefônica disponibiliza aos clientes uma relação de empresas em www.speedy.com.br que prestam este serviço.”

A dita liberdade de escolha do usuário também significa mais dinheirinho entrando no caixa da Telefônica, uma vez que os provedores de acesso pagam uma espécie de taxa de serviço para que seja aceito como parceiro do Speedy. Se o assinante optar pelo Terra, melhor ainda, uma vez que a empresa é do Grupo Telefônica.

Quarto parágrafo:

“De qualquer forma, caso o(a) Sr(a). não deseje usufruir dos serviços e comodidades presentes em um provedor de acesso completo, poderá continuar utilizando o A. Telecom, o que não requer qualquer providência de sua parte.”

É o que eu recomendo, que o assinante não usufrua de serviços e comodidades que já são oferecidos gratuitamente na internet. Essa história de “provedor de acesso completo” é uma piada. Torço para que outras operadoras de banda larga – notadamente a Oi, dona do Velox – percam na Justiça o direito de impôr a necessidade de um provedor de acesso.

É inútil, desnecessário e completamente obsoleto.

tb-pesquisa-conexao

O Tecnoblog inicia hoje uma grande pesquisa com o objetivo de mapear de forma concreta como é a oferta de conexões banda larga em todo o país. Para isso, claro, precisaremos da ajuda de todos os milhares de usuários do site, que entram aqui diariamente em busca de artigos e notícias sobre tecnologia.

Já temos um formulário do Google Docs online, no qual você poderá preencher as informações sobre sua conexão de banda larga. A partir das informações obtidas nesse formulário, divulgaremos em breve quais são as estatísticas sobre os mais diversos aspectos da pesquisa, que envolve tipo de serviço, qualidade do serviço, entre outras questões.

Por exemplo, você sabe qual é a velocidade de conexão banda larga mais utilizada no Brasil? Quais cidades já têm cobertura da rede celular 3G? O consumidor está satisfeito com o serviço de atendimento ao cliente que as operadoras oferecem? A Pesquisa sobre Banda Larga no Brasil desenvolvida pelo Tecnoblog pretende responder essas questões.

Para participar, basta preencher os dados no formulário do GDocs. É importante deixar claro que as informações inseridas no formulário não serão cedidas, vendidas, distribuídas ou whatever para terceiros. Elas serão usadas apenas para fins estatísticos.

A pesquisa começa hoje e irá até o dia 27 de abril de 2009, com duração de um mês. Desde já, agradecemos a você pela colaboração

O título deste post é uma breve homenagem ao texto publicado pelo Cardoso no Meio Bit, alguns meses atrás. Mas apesar da confusão, não estou falando de nada relacionado ao Google Phone, e sim ao portal G1 da Globo.

Um link está sendo replicado na internet, e direciona o usuário para uma matéria do G1, sobre a morte do ex de uma atriz global. O único problema, é que o link da notícia é falso. Veja abaixo:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-MARCELO+SILVA+SE+FODEU+BONITO.html

Segundo uma nota publicada há poucos instantes no G1, o link correto é:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-DELEGADO+DIZ+QUE+
MARCELO+SILVA+CONSUMIU+COCAINA+ANTES+DE+MORRER
.html

Mas como um link falso pode apontar para a mesma notícia do link original, se o domínio é exatamente o mesmo?

Repare que todos estes números na URL, servem para que o sistema identifique a matéria à qual o link se refere. Mas de acordo com o que acabamos de ver, a letras da url -colocadas ali para fins de SEO- podem ser alteradas deliberadamente, sem que nada aconteça.

Veja um pequeno teste:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-ALGO-ME-DIZ-QUE-O-PROGRAMADOR-ESQUECEU-DE-PENSAR-NESTE-INCONVENIENTE.html

Apesar de ter sido alterado, o link continua apontando para a mesma notícia, quando deveria retornar uma simples página de Erro 404.

Óbvio que isso não é um erro de segurança do tipo código vermelho. Não me parece que alguém vá conseguir invadir o sistema do G1 e fazer a festa por lá, através desta besteirinha. Mas o que será que os editores do portal irão pensar, ao ver que suas notícias podem estar sendo divulgadas internet afora, com frases caluniadoras na URL?

Ainda bem que a notícia não é sobre nenhum político ignorante, ou a uma hora dessas, já teriam emitido uma liminar para bloquear o acesso ao G1 no Brasil.

Direto das gélidas terras da Alemanha, uma corte decidiu que os donos de redes de internet sem fio não são necessariamente responsáveis pelo mau uso de suas redes. Segundo o Ars Technica, essa decisão inclui troca de arquivos e distribuição de conteúdo protegido por copyright via redes P2P.

Uma artista havia percebido que suas músicas eram trocadas livremente (e ilegalmente) em uma rede wi-fi. Ela abriu um processo contra o dono da rede, mas o tribunal de Frankfurt deu ganho de causa ao acusado.

Ou seja, ele é o dono da rede, mas não o responsável pelo que acontece nela.

Um dos motivos alegados pela defesa era que alguma outra pessoa poderia ter utilizado a rede sem fio para fazer a troca de arquivos. Por sua vez, a acusação respondeu que é dever do proprietário do wi-fi mantê-lo fechado e seguro contra usos ilegais.

O dono da rede deveria, no mínimo, ter levado uma multa. Todos sabemos que redes wireless são mais vulneráveis, mas ainda assim é dever do dono da rede zelar para que ninguém cometa algum crime a partir daquele acesso. Em casos de locais públicos, como shoppings ou aeroportos, torna-se mais difícil fazer esse controle, mas em redes domésticas é absurdamente fácil habilitar uma criptografia, e liberar o acesso só a equipamentos com endereços MAC autorizados.

A decisão da corte de Frankfurt pode abrir precedentes na Europa para casos semelhantes. Segundo o Ars Technica, no entanto, o veredito não deve ter muito peso nos Estados Unidos. Lá, o Estado de Utah pode começar a regulamentar redes wi-fi -como se isso fosse possível-, a ponto de proibir redes abertas e gratuitas.

Só rindo mesmo…

Fonte: Ars Technica | Foto: Flickr Josh Russel

O Brasil vem batendo uma sequência de recordes nacionais e internacionais, graças a casas bahia queda de preço dos computadores, por sua vez, impulsionada pelos programas de inclusão digital do governo, e a concorrência dos fabricantes.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBOPE//NetRatings, 41.565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais, declararam ter acesso à web de alguma forma -seja de casa, do trabalho, da escola, cyber-café, etc- no primeiro trimestre de 2008.

Declarar ‘ter acesso à rede’, talvez seja um pouco amplo, já que isto inclui por exemplo, pessoas que acessam a internet exporadicamente da casa de amigos/familiares. De qualquer forma, o número de pessoas que acessam a internet da própria casa também aumentou, chegando pela primeira vez aos 35,5 milhões de usuários.

O número de usuários ativos também bateu um recorde, chegando a 23,1 milhões de pessoas no mês de maio. No mesmo mês, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites de redes sociais. Bastante gente não?

Se adicionarmos fotologs, videologs e mensageiros instantâneos na conta, o número pode chegar a 20,6 milhões de brasileiros, o que é 90% do número de usuários ativos na internet mensalmente.

Já que a primeira conta não incluía MSN e Fotolog, podemos dizer que a maior parte desses 18,5 milhões de interneteiros, provavelmente acessaram o Orkut. Mas isto não deve ser surpresa para ninguém, não é mesmo?

O Brasil continua a ser o país onde se gasta mais tempo conectado, em todo o mundo. Aliás, ele se mantêm nesta posição desde 2005, quando a alcançamos pela primeira vez.

A média de tempo online de cada brasileiro no mês de Maio, foi de 23 horas e 48 minutos, 1 hora e 1 minuto a mais do que a média de Abril. Em dois dias, eu passo mais tempo conectado do que isso, o que indica que eu sou um heavy user de internet – pois é, outra coisa que ninguém sabia.

Japão (21h34min), França (20h23min), Estados Unidos (19h46min) e Austrália (18h00min), completam respectivamente a lista dos 5 países com a maior média de tempo online por usuário.

Só me entristece saber, que enquanto a maioria dos japorongas (ou grande parte deles) usam este tempo fazendo algo de útil, aqui no Brasil a coisa é bem diferente. Da mesma forma que muita gente comprou smartphone por causa do Twitter, o principal estímulo da grande massa nacional na hora de adquirir um computador, ainda é poder acessar o Orkut, ou bater papo do MSN.

Mais do que nunca, a prova de que a ferramenta não é nada nas mãos de quem não sabe usar.

Falou no capeta ele aparece, não é mesmo? Não faz nem uma semana que me deu um brilho divino misterioso, e eu comecei a pensar que fazia tempo que a NET não fazia um upgrade em seus pacotes de internet. Não é que foi só pensar que aconteceu? Pelo menos esta conexão (a mental) parece estar funcionando bem melhor do que a da NET.

Enfim, no mês de Julho, 3 novos pacotes do NET Vírtua serão vendidos, nas velocidades de 3, 6 e 12 megabits por segundo. Além do aumento da velocidade de download, os novos pacotes terão também aumento na taxa de upload, e na franquia mensal de tráfego.

O novo pacote de 3mbps, irá custar R$84,90 por mês, com o limite de transferência de 30GB e taxa de upload de 500kbps. Depois dele, o pacote de 6mbps, terá um custo mensal de R$119,90, com taxa de upload de 600kbps, e limite de tráfego de 60GB. Last but not least, o pacote de 12mbps, custando a bagatela de 219,90 reais mensais, com upload de 800kbps e franquia mensal de 90GB.

Se tudo funcionasse às mil maravilhas -como deveria- eu diria que estes pacotes estão de bom tamanho para qualquer usuário comum. Claro que se você olhar para o cenário internacional, onde -por exemplo no Japão- internet de 100mbps já é normal, vai ficar com invejinha, mas são meros detalhes.

Ao que parece, os novos pacotes deverão entrar no lugar dos atuais de 2, 4 e 8mbps, e esses preços são apenas para quem assina(r) algum combo – Internet+Tv ou Internet+NetFone. Como este não é o meu caso, me contento em continuar pagando os mesmos R$99,90 mensais, e ter -teoricamente- 1mbps a mais de download e 200kbps a mais de upload. Quanto a franquia mensal, eu nunca estourei mesmo.

Aliás, os downloadmaníacos que se cuidem. A partir de agora, ao estourar a taxa de transferência mensal antes do término do mês, o usuário será penalizado com uma queda na velocidade de download, tendo que usar uma conexão de 200kbps até o mês acabar. Preferível isso do que pagar -não sei quantos- reais por mega adicional, não é mesmo?

Tudo lindo maravilhoso, só fico esperando para saber quando a NET vai parar de regular a banda (bloqueio de P2P) fazendo traffic shapping. O pior de tudo é que nós concordamos -contratualmente- com esta sacanagem, já que em a operadora garante apenas 50% da velocidade da conexão. Ou seja, ela pode me dar uma internet de até 1,5mbps que eu não vou poder falar nada.

Aliás, não adiantaria nada reclamar mesmo, afinal, não temos muita opção. Vi uma matéria uma vez, que dizia que todas as operadoras fazer uso deste recurso. Tudo bem que a NET sempre foi pior, mas o que fazer, se não temos para onde correr?

Fonte: IDG Now. Imagem: Flickr.

Você já ouviu falar do PLC?

PLC (ou Power Line Communication) é a internet transmitida através dos fios de energia elétrica, conhecida também como BPL - Broadband over Power Lines. Esta tecnologia já existe há mais de 4 anos na Europa, sendo recentemente comercializada na Alemanha e na Suécia. Não é uma tecnologia que compete com os atuais provedores, mas sim uma alternativa para usuários que moram em locais onde o sinal das outras operadoras não chega.

modem_panasonic_plc_bpl.jpgSabia que ele já está em funcionamento no Brasil, com cerca de 3 mil usuários? Pois é, e em 2008 este número deve dobrar!

Atualmente a velocidade do PLC brasileiro é muito baixa, atingindo apenas 4,5Mbps no transformador da rua. Mas a tecnologia pode transportar dados a uma velocidade de até 40Mbps. O transformador se encarrega de distribuir o sinal entre as residências, totalizando no máximo 50 casas

Se formos levar em conta que 50 casas estejam conectadas ao mesmo tempo, a velocidade compartilhada será de 90kbps. Uma velocidade baixa se comparada às atuais conexões de banda-larga, mas ainda melhor do que a de internet discada, e rede GPRS, e com a vantagem de que não é necessário discar para se conectar, pois a rede fica conectada constantemente.

Uma vez instalada, todas as tomadas da casa viram pontos de conexão, bastando ligar o modem externo para que ele se alimente de energia elétrica, e separe o sinal de internet para uma saída Ethernet. Aí é só plugar o fio na placa de rede do computador, ou a um roteador Wi-Fi, para que ele distribua o sinal pela casa.

plc_bpl_modem.jpgEsta modalidade de internet tende a ser mais barata do que as demais, pelo simples fato de que todo cabeamento necessário para a distribuição do sinal já está instalado, conectado e funcionando. A rede elétrica é a única que chega a 98% das unidades habitacionais do país. Isto inclui comércio, residências, indústrias e zonas rurais. Esta soma de fatores, fazem do PLC uma ótima opção para projetos de inclusão digital.

A energia elétrica é transmitida na freqüência dos 50 a 60 Hz, enquanto que o sinal do PLC fica entre 1,7 a 30 Mhz. Por isso, os dois sinais podem passar pelo mesmo fio, sem que um interfira no funcionamento do outro. Eles também são independentes, e continuam funcionando mesmo que o outro pare de ser transmitido.

Pode ser necessário também, a instalação de um amplificador de sinal, e/ou filtros de linha, a fim de minimizar a interferência causada por certos eletrodomésticos como o secador de cabelo, chuveiro e a furadeira. Vale observar que o sinal do PLC não pode passar por filtros de linha, estabilizadores e no-breaks, já que os mesmos bloqueiam sinais de alta freqüência.

Veja mais sobre o assunto:

Acabo de tomar conhecimento de mais um recurso muito útil para o Firefox. Trata-se da opção de assimilar uma palavra chave a um site que você adiciona aos favoritos. Com isso torna-se possível acessar este site, digitando na barra de endereços apenas a palavra chave assimilada! Veja o exemplo abaixo:

favoritos2.jpg

Após adicionar o site nos seus favoritos, acesse o menu Favoritos, clique com o botão direto no site que deseja editar e em seguida clique em propriedades.

favoritos.jpg

O comando deverá carregar uma janela semelhante a esta que você vê acima. Basta então que você preencha o campo Palavra-chave, e de OK para salvar.

Agora toda vez que eu digitar a palavra chave tecnoblog na minha barra de endereços, o Firefox irá identificar que na verdade, eu quero que ele carregue o site tecnoblog.net que está salvo nos meus favoritos. O interessante com esse pequeno recurso, é que você pode especificar palavras-chave ainda menores como tb ou ainda somente t.

via: Bitelia

Desde que a versão Apha 7 do novo Firefox foi liberada para testers, algumas screenshots dos novos recursos começaram a aparecer na web. Nada muito inovador, devo dizer, mas uma coisa realmente me chamou a atenção. Será possível gerenciar os plugins instalados (Flash player, Quick Time, etc) assim como é possível fazer com as Extensões.

Confira as screenshots abaixo:

firefox3pluginmanager.jpg

Shot da nova aba para gerenciamento de plugins. Uma das coisas que me incomodam no Firefox é ter que ficar instalando esses plugins toda vez que faço uma instalação limpa do mesmo. Os mais básicos como Java, Flash e outros, já deveriam vir embutidos no instalador.

firefox3downloadmanager2.jpg

Novo upload manager com botões no lugar de texto. Atente para a novidade, que é um campo para fazer um live search na lista de downloads. Não que seja muito útil, mas…

firefox3toolbarresizer.jpg

Outra novidade, será possível redimendionar a barra de endereços.

firefox3_vista_new.jpg

Este comparativo mostra abaixo a atual interface do Firefox 2, e acima a nova interface mais integrada ao layout do Windows Vista. Ficou bem melhor!

O grande “bafafá” porém sobre o novo Firefox, é em relação às novidades sobre a navegabilidade offline. São esperados recursos similares ao Google Gears do Google Reader. Infelizmente, por enquanto o negócio é só esperar mesmo.

via: Cybernet