iPad
iPad (também chamado de iPad original) é um tablet da Apple lançado em abril de 2010. Roda o sistema operacional iOS. Vendeu mais de 3 milhões de unidades em apenas 80 dias, sendo líder absoluto na categoria. A primeira geração possuía tela de 9,7” (1024x768), 256 MB de RAM e processador single-core de 1 GHz. Foi vendido em versões de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Um de seus principais atrativos era a bateria com duração de 10 horas mesmo navegando via Wi-Fi, uma marca bem maior que a dos notebooks e netbooks da época. Leia também sobre o iPad 2 e o iPad de terceira geração.
O iPad é um aparelho mágico, de acordo com seu pai, Steve Jobs. Com ele, o usuário pode acessar a internet – sem Flash, mas OK – , escrever e-mails, ouvir suas músicas preferidas, baixar filmes por meio da iTunes… Tudo isso e muito mais. O que a gente não sabia é que os iPads são dotados da mais alta tecnologia que permite locomoção.
Isso mesmo: locomoção. Ou quase.
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Um grupo de crackers conseguiu, nessa semana, invadir o sistema da AT&T que registra informações sobre donos de iPads. Mais de 110 mil endereços de e-mail – de celebridades e políticos também – foram expostos numa falha que não tem nada a ver com a Apple. Nessa sexta-feira, o FBI anunciou que vai investigar o que de fato aconteceu. O serviço secreto americano quer saber como os criminosos exploraram a falha de segurança. [Reuters]
A operadora americana AT&T, na qual operam os iPhones e iPads vendidos pela Apple, não tem uma das redes mais confiáveis. Hoje foi descoberto que seu site também segue o mesmo caminho. De acordo com o blog americano Gawker, o grupo de hackers Goatse Security usou uma brecha de segurança nele para conseguir endereços de emails de mais de 114 mil donos de iPads, incluindo membros do exército americano, jornalistas e até CEOs de grandes empresas. Nem a Apple ou AT&T comentaram a falha.
Segundo levantamento da Net Applications divulgado nessa quarta-feira, o uso online do iPad mais que dobrou em maio e aumentou significativamente no final de semana do lançamento internacional do dispositivo.
No último fim de semana (nos dias 28, 29 e 30 de maio) a participação do iPad entre os dispositivos utilizados para navegar na internet chegou à média de 0,15% (com pico de 0,17% no sábado), um aumento de 36% em relação ao final de semana anterior (de 21 a 23 de maio), período em que, em média, representava 0,11% dos acessos à internet.
Analisando-se os dados da consultoria observa-se que o uso do iPad cresce regularmente a cada final de semana, o que provavelmente indica que um grande número de pessoas o utiliza em casa muito mais do que no trabalho.
Na segunda-feira a Apple anunciou que foram vendidos mais de 2 milhões de iPads, e em face disso diversos analistas já estão revisando suas estimativas de venda para o mágico e revolucionário gadget.
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“Quando nos éramos uma nação rural, todos os carros eram caminhões, mas quando as pessoas começaram a se mudar para os grandes centros urbanos elas também começaram a comprar automóveis. Eu acredito que os PCs em breve serão como caminhões. Ninguém irá comprá-los, a não ser que precisem”. Com esta frase, dita na noite da última terça-feira durante a conferência All Things Digital que Steve Jobs, presidente e guru espiritual da Apple vislumbrou o futuro da indústria da informática no que chamou de “era pós-PC”, assunto que classificou como “desconfortável”. Leia mais
A AT&T anunciou hoje seus novos planos de dados e o fim do consumo ilimitado de gigabytes. No mesmo comunicado, a operadora informou a nova política de planos para produtos da Apple. Pois é, donos de iPhone e iPad dançaram dessa vez.
Começando pelo iPhone, temos a informação de que o tethering (quando a conexão com a internet via rede celular é compartilhada com outros equipamentos, por USB ou Bluetooth) passará a ser cobrado.
Para início de conversa, donos de iPhone deverão assinar o plano DataPro, com direito a 2 GB de tráfego mensal, por US$ 25. Depois disso, ainda será preciso pagar a taxa de tethering, de mais U$ 20. Ou seja, usar o recurso na AT&T não vai custar menos de US$ 45 (aproximadamente R$ 82) por mês.
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As pessoas falam cada vez menos no celular, enquanto que utilizam cada vez mais os dados. Claro que, uma hora, as operadoras de telefonia celular teriam que criar novas formas de lucrar com os novos hábitos dos consumidores. A americana AT&T, por exemplo, movimentou-se hoje ao extinguir completamente o pacote de dados ilimitado que seus clientes tinham.
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