iPad
iPad (também chamado de iPad original) é um tablet da Apple lançado em abril de 2010. Roda o sistema operacional iOS. Vendeu mais de 3 milhões de unidades em apenas 80 dias, sendo líder absoluto na categoria. A primeira geração possuía tela de 9,7” (1024x768), 256 MB de RAM e processador single-core de 1 GHz. Foi vendido em versões de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Um de seus principais atrativos era a bateria com duração de 10 horas mesmo navegando via Wi-Fi, uma marca bem maior que a dos notebooks e netbooks da época. Leia também sobre o iPad 2 e o iPad de terceira geração.
Ah, empresas de tecnologia. Sempre processando umas as outras na tentativa de criarem acordos de licenças milionários. A briga da vez é da Nokia contra a Apple. E não é nada nova, a fabricante filandesa de celulares já tem alguns processos de infração de patentes abertos contra a empresa da maçã. E hoje mais um entra na lista.
De acordo com a Nokia, o iPad 3G e o iPhone infringem 5 importante patentes obtidas pela empresa. Tais patentes estão relacionadas com tecnologias de transmissão de dados e voz, uso de dados de posicionamento em aplicativos e certas inovações em configurações da antena que permitiram a compactação de componentes. Nenhuma patente específica foi citada.
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Já era de se esperar um produto desses uma vez que o iPad desde o início oferece suporte a teclados Bluetooth. Só faltava alguém resolver fabricar algum tipo de carcaça com teclado Bluetooth embutido onde se encaixasse um iPad para ele “virar um notebook”. Foi o que a ClamCase fez ao produzir o case homônimo.

ClamCase: case com teclado transforma iPad em notebook. Ou algo assim.
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O analista Toni Sacconaghi, da Bernstein Research, faz projeções que enchem os olhos de Steve Jobs. A nova plataforma de anúncios iAd poderia gerar até US$ 800 milhões por ano para a Apple. Nos cálculos de Sacconaghi, o iAd geraria US$ 550 milhões somente em 2010, com direito à Apple ficar com 40% do montante. Além disso, a empresa de Jobs conseguiria mais US$ 250 milhões provenientes de propaganda “convencional” no iPad. [MediaMemo]
A história vem desde outubro, mas agora faltam poucos meses para que o Google comece a enfrentar a Apple em mais um campo de batalha. Está previsto para junho, no máximo julho, o lançamento do Google Editions, um serviço de venda de livros em formato digital que muito lembra a iBookstore por trás do iPad.
A informação foi dada pela gerente de desenvolvimento de parceiros estratégicos da companhia, Chris Palma, durante uma conferência voltada para o mercado editorial. O nome do painel foi The Book On Google: Is The Future Of Publishing In The Cloud? (O livro no Google: o futuro da publicação está na nuvem? , em tradução livre), o que já sugere bastante do que está por vir.
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Chegou. Um mês depois de seu desembarque nas prateleiras norte-americanas o Tecnoblog finalmente colocou suas mãos no tão falado iPad, criação mais recente de Steve Jobs que é a atual estrela mais brilhante dos produtos da constelação da maçã. Depois de tanto falatório a respeito do aparelho, a hora da verdade: será que ele é tudo isso mesmo?

Acessando o TB de um iPad.
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Não demorou muito. Só um mês depois do jailbreak ser anunciado e exibido em vídeo pelo conhecido grupo de desenvolvedores iPhone Dev Team, o programa já encontra-se disponível para o público em geral. Ele também serve para iPhones e iPods touch rodando as firmwares versão 3.1.2 e 3.1.3.
Denominado Spirit, o hack está disponível para Macs e PCs e pode ser baixado nesse link. Quem escolher usá-lo, poderá instalar aplicativos não-aprovados pela Apple nos seus tablets ou outros dispositivos rodando o iPhone OS. E por se tratar de um untethered jailbreak, quem instalá-lo não vai precisar plugar o seu dispositivo constantemente para ativá-lo.
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Em face às fortes críticas que o CEO da Apple recentemente publicou contra a Adobe e sua tecnologia Flash, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, concedeu uma entrevista ao The Wall Street Journal onde comentou diversos dos aspectos citados por Steve Jobs em sua carta aberta. Veja alguns destaques da entrevista:
- Narayen frisou em diversos momentos ao longo da entrevista “a visão da Adobe,” que contempla a produção e distribuição de conteúdo multi-plataforma em um único workflow otimizado. Ele comenta que a política da Apple de fechar suas plataformas vai contra essa maneira de pensar, e por isso o atrito ideológico entre as empresas;
- O CEO da Adobe disse que todos os argumentos de Jobs não passam de uma cortina de fumaça para esconder os reais motivos para não querer o Flash em sua plataforma. O modelo multi-plataforma da Adobe “não beneficia a Apple, e é por isso que vemos essa reação”.;
- Sobre a alegação de o Flash ser a maior causa de travamentos em Mac, Narayen diz que isso está relacionado com o sistema operacional da Apple. Ele comentou também que apenas recentemente a Adobe teve acesso a funcionalidades de hardware que permitiram que o novo beta do Flash Player para Mac eliminasse esses problemas;
- Questionado sobre o discurso de Steve Jobs sobre a Apple utilizar padrões abertos e o Flash ser uma plataforma fechada, Narayen não conteve a gargalhada: “Eu acho isso fascinante, honestamente. O Flash é uma especificação aberta. […] E sistemas abertos sempre triunfaram.”
- Curioso para saber qual é o celular do CEO da Adobe? “Eu estou usando um Nexus One,” disse ele. Sobre o iPad, comentou: “Eu acho que é um bom aparelho de primeira geração. E acho que iremos ver uma inovação tremenda em termos de tablets em múltiplos sistemas operacionais que irão emergir na segunda metade do ano.” O CEO da Adobe afirma estar trabalhando em parceria com “dúzias” dos fabricantes desses dispositivos.
Para a entrevista na íntegra, assista ao vídeo depois do break. Mas esteja avisado, ele é todo em inglês, sem legendas. E com sotaque indiano, para dar mais emoção.
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Época Digital. Esse é o nome do aplicativo que a revista Época lança hoje durante o evento Proxxima, em São Paulo. A revista alega ser a primeira do país a ter um aplicativo para o ultrabadalado dispositivo da Apple. Por enquanto, apenas o conteúdo do site da revista pode ser acessado a partir do iPad.
Confira abaixo vídeo do app em funcionamento.
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Os rumores já existiam desde março, mas nesta terça-feira a Apple confirmou ao The New York Times que de fato comprou a Intrinsity, empresa especializada em fazer versões mais rápidas de processadores comumente encontrados em dispositivos móveis.

Acredita-se que o A4, o processador do iPad desenvolvido pela Apple, tenha utilizado tecnologias da Intrinsity. Teria sido assim que o A4 concedeu ao iPad seu grande desempenho em velocidade e duração de bateria.
Não foram divulgados maiores detalhes da compra, mas fontes do New York Times próximas à indústria de chips afirmam que o valor da aquisição foi de US$ 121 milhões (cerca de R$ 212 milhões). Em 2008 a Apple já havia comprado outra empresa na mesma área de atuação, a PA Semi, por US$ 278 milhões (cerca de R$ 487 milhões).
Pelo visto, o atraso no lançamento internacional do iPad não impediu que algumas empresas chinesas desenvolvessem suas próprias leituras do tão falado tablet da Apple.
A agência de notícias Reuters reporta que versões genéricas do mais novo gadget da Apple já podem ser encontradas na região de Shenzhen, local tradicionalmente conhecido por sua vocação em comercializar cópias de produtos famosos como iPhone, Nintendo Wii e outros produtos “de marca”. Um modelo de tablet com tela sensível ao toque, com três portas USB e rodando o sistema operacional Windows 7 pode ser encontrado na área por módicos US$ 410 (R$ 720), mais em conta seu sua fonte inspiradora da empresa da maçã, que lá fora tem preços a partir de US$ 499 (R$ 875). Leia mais