iPod Touch

iPod Touch é um player de mídia portátil produzido pela Apple. A quinta geração foi lançada em outubro de 2011 em versões de 8 GB, 32 GB e 64 GB, com um visor multitouch Retina Display de 3,5” (960x640). Possui câmera com capacidade para filmar em HD (720p) e grande parte dos recursos presentes no iPhone, como Wi-Fi 802.11 b/g/n, acelerômetro e sistema operacional iOS, com um hardware mais modesto. A bateria dura até 40 horas com reprodução de áudio e 7 horas com reprodução de vídeo.

Hook Champ é um daqueles excelentes títulos da AppStore que, por serem bastante diferentes de qualquer outro jogo, desafiam a descrição. Mas, como eu adoro desafios…

Hook Champ

Em Hook Champ, você controle este bonequinho aí em cima (muito obviamente baseado no Dr. Henry “Indiana” Jones) que explora cavernas usando uma corda e um gancho. Pra controlar a movimentação, basta tocar na tela na direção desejada. Um toque na área superior da tela dispara o gancho que você vê na screenshot acima.

O desafio se dá porque em cada caverna, há um fantasmão enorme te perseguindo. Por isso, você tem que domar os controles e a inércia virtual do jogo pra chegar à saída o mais rápido possível. Com um toque na parte superior da tela, seu bonequinho joga a cordinha pro alto. Um toque prolongado a retrai, te levando lá pro topo. Tirar o dedo da tela solta o gancho, e você pode mandar outro já em seguida.

Nesse vai-e-vem Tarzan-style você controla a direção do seu movimento e a velocidade do balanço. Se atrapalhe e o fantasma acaba te pegando, e você se vê de volta ao começo do mapa. É um pouco complicado à primeira vista – especialmente no papel -, mas se você já jogou Worms e tem alguma experiência com a Ninja Rope, vai se familiarizar com facilidade.

O esquema é controlar em que momento da oscilação do seu personagem em que você deve retrair a corda ou soltar a próxima, jogando o seu carinha pra mais frente ou mais para o alto, dependendo de onde você quer chegar.

Pra turminha que curte o aspecto de competição, há uma leaderboard online pra comparação de pontos. Cada fase é cheia de moedinhas que você coleta pra comprar upgrades pro seu aventureiro, que vão de botas pra correr mais, corda com maior alcance, esse tipo de add-on.

Como há um fantasma no seu encalço o tempo todo, o jogo te obriga a tomar decisões rapidamente – é melhor se apressar pra saída, ou arriscar e demorar um pouco mais pra catar mais moedas?

Pra completar o pacote, Hook Champ tem um aspecto pixelado e musiquinha que exalam nostalgia. Se você é do tipo que adora os jogos de antigamente (ou jogos atuais feitos como homenagens àquele estilo), Hook Champ é uma excelente pedida.

Minha única reclamação deste excelente jogo é o fato de que ele não respeita o toggle de Silent Mode no iPhone (ou seja, nem pense em jogar durante uma reunião). Custa $2,99 na AppStore.

O mais novo rumor sobre a companhia de Cupertino, tenho certeza, vai agradar bastante aquele pessoal que ainda escuta rádio em FM. A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de um aplicativo para iPhone OS que permitisse que os donos de iPhones ou iPods Touch pudessem sintonizar rádios FM.

iPhone poderá ter rádio FM. (9to5Mac)

iPhone poderá ter rádio FM. (9to5Mac)

De acordo com o 9to5Mac, o novo aplicativo funcionaria em segundo plano, assim como o aplicativo de música do iPhone OS já permite fazer. Dessa forma, o dono do aparelho poderia escutar música enquanto usa o Tweetie para ler atualizações no Twitter.

O aplicativo faria uso do receptor de FM que já está presente nos iPhones e iPods Touch. Atualmente esse dispositivo só tem uso caso a pessoa decida utilizar o Nike Plus, um acessório que é inserido no tênis e cataloga estatísticas como número de passos dados pela pessoa ou distância percorrida.

Interessante dessa história é que os dispositivos com iPhone OS atuais já poderiam tirar proveito da rádio FM, uma vez que a geração mais recente de iPhones e iPods Touch já inclui o receptor de FM.

A suposta nova funcionalidade só não foi liberada ainda porque a Apple estaria tendo dificuldades em integrá-la à iTunes presente no iPhone OS. Desenvolvedores da companhia gostariam que, de forma muito fácil, fosse possível comprar a música sendo executada pela rádio. Mas aparentemente a tarefa não é tão fácil quanto parece. [Wired/9to5Mac]

Não é segredo pra ninguém que eu sou um grande entusiasta do iPhone e iPod touch como plataformas de videogame. Presumo até que este deve ser um dos motivos da minha contratação pra esta coluna semanal.

Entretanto, a resistência enfrentada pela apresentação do iPhone como uma alternativa ao status quo estabelecido pelo PSP e o DS ainda é forte. Existem muitos gamers que torcem o nariz, batem o pé, e se recusam completamente a aceitar o iPhone como uma plataforma de games. E embora algumas de suas preocupações sejam baseadas em pontos válidos, é bastante óbvio que a opinião é primariamente baseada num preconceito irracional contra a idéia de um telefone servir como videogame.

As plataformas móveis de games atuais

As plataformas móveis de games atuais

Inicialmente, a oposição contestava a validade de uma plataforma que só se prestasse a joguinhos rápidos e casuais, que sirvam apenas como distração na fila do banco ou no banheiro. Esse é o argumento comum dos auto-entitulados “gamers hardcore”, que exigem uma experiência profunda e uma história de múltiplas camadas pra todos os jogos.

É uma visão bastante estreita, porque eles estão vaticinando o fracasso da plataforma baseado exclusivamente em suas expectativas e preferências pessoais, ignorando o fato de que o público inteiro não tem a mesma opinião que eles. O DS e o Wii invocaram reações similares, com milhões de fanboys ao redor do mundo reclamando que a Nintendo havia alienado seus fãs lançando consoles com foco em “jogos de criança”. Como todos sabemos, ambos consoles se tornaram sucessos absolutos na indústria – obviamente, a aversão por jogos casuais não é universal. Há um imenso público pra isso, e é aí que o console brilhará.

Uma outra reclamação comum é a falta de controles.  Embora haja uma iniciativa third party pra trazer controles tradicionais pro iPhone, em minha opinião isso é um passo na direção errada. Convergência é o Santo Graal do mundo tecnológico; se eu tiver que comprar e trazer no bolso um dispositivo separado dedicado a jogatina, não haverá vantagem gamística do iPhone sobre o DS ou o PSP. Eu preferiria levar o celular num bolso, e um dos outros consoles portáteis no outro.

Embora soe como um bom argumento, a crítica da falta de controles físicos invariavelmente vem de gente com pouca ou nenhuma experiência com os jogos no iPhone. Por mais incrível que possa parecer, os designers dos jogos fizeram um excelente trabalho em adaptar controles na tela que funcionem bem com jogos de ação, que exigem reflexos rápidos e reação imediata.

Quando dou meu iPhone pra um leigo, uma das primeiras coisas que eu faço – puramente como experiência, nem é pra tentar provar nada – é carregar Sonic the Hedgehog e ver como o inexperiente lida com os controles. Sonic é um jogo bastante rápido, que exige saltos precisos em algumas instâncias. Serve como bom teste.

Fanboys intransigentes gostam de recitar discursos sobre como é importante ter feedback tátil num controle, e na inviabilidade de um console que exige que você oculte boa parte da tela com os dedos enquanto joga. Soam como reclamações válidas no papel, mas o argumento se esfarela quando meu priminho de 7 anos joga perfeitamente nos controles virtuais.

Isso pra não mencionar que há vários gêneros que funcionam melhor numa touchscreen, como jogos de tabuleiro, de cartas, de estratégia, jogos de “time management”, point and click adventure, tower defense, etc – jogos que nunca tiveram seu espaço nos consoles, e que agora estão experimentando sua Renascença no portátil da Apple. O problema aí é que gamers hardcore acostumados aos velhos paradigmas frequentemente esquecem que há outros estilos de jogos além de FPS, futebol e corrida.

(Mas não se preocupem – jogos dos gêneros supracitados também se encontram na AppStore. Há conteúdo pra todos os gostos por lá)

Mas o motivo principal pelo qual eu praticamente abandonei meu DS e meu PSP é a já citada convergência. Não me entendam mal – ambos o DS e o PSP são excelentes gadgets que oferecem bastante dentro das propostas deles. A comunidade homebrew estendeu um pouco mais o potencial de ambos, transformando-os (nas devidas proporções, não se anime muito) emPDAs bastante funcionais.

Acontece que isso ainda não chega perto da polivalência oferecida pelo iPhone, que é meu celular/leitor de email/cliente de MSN/navegador portátil/câmera fotográfica/agregador de RSS/despertador/cliente móvel de VNC e etc. Parafraseando o famoso fotógrafo Chase Jarvis, “o melhor console é aquele que está sempre com você“. A miríade de funções do iPhone rendeu a ele um espaço dedicado no meu bolso, algo que não acontecia com o DS ou o PSP. E por isso, os jogos que eu compro na AppStore estão sempre ao meu alcance. O mesmo não pode ser dito sobre os jogos dos meus outros portáteis.

A Nintendo e a Sony ambas responderam à ameaça do iPhone – a Nintendo lançou o DSi, um aparelho mais convergente que o DS original (e que consta de um modelo de distribuição digital), e a Sony seduziu desenvolvedores da AppStore a lançarem títulos clássicos do iPhone pro PSP, como foi o caso de Fieldrunners e Hero of Sparta. E o novo PSPGo largou a mídia física e funciona exclusivamente com jogos downlodeáveis.

Resta saber se a nova estratégia vai funcionar, ou se o mundo já conseguiu se acostumar a jogar videogame nos seus celulares.

Na comunidade de aficionados por iPhone, o jailbreak é conhecido como um método pelo qual um iPhone ou um iPod Touch passa para que seja ativada a habilidade de rodar aplicativos de terceiros não-aprovados pela Apple. Ele também é usado para fazer o desbloqueio do SIM Lock, no caso do iPhone, para permitir que o celular seja usado em redes de outras operadoras.

Dois programas se destacam nessa área: o PwnageTool, de autoria do iPhone Dev Team, e o blackra1n, de George Hotz. Ambos usam uma falha de programação comum nos dispositivos para modificar o sistema operacional. Mas segundo um desenvolvedor do iPhone Dev Team, a Apple finalmente descobriu qual era o bug e já está vendendo novas unidades do iPhone 3GS com a falha corrigida, tornando-os resistentes ao jailbreak.

Nova Bootrom não é vulnerável ao exploit 24kpwn, seja lá o que isso quer dizer

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Os iPods Touch por enquanto, permanecem sem alteração, mas é esperado que a empresa faça o mesmo com esses dispositivos no futuro. Também pode-se esperar que os grupos de desenvolvedores da plataforma encontrem outras falhas nos novos iPhones e que atualizem seus programas para que eles permitam novamente o jailbreak. É apenas uma questão de tempo. [PCWorld]

[Atualização às 10:35, 16/10]: Um outro integrante do grupo iPhone Dev Team verificou os chips do novo iPhone e constatou que eles não são resistentes ao jailbreak. O novo item só causa um possível atraso, mas não impede a modificação do sistema operacional dentro do aparelho.

Este post foi atualizado em 19 de outubro de 2009 com informações do lançamento do jogo.

O popular jogo Rock Band chegará ao iPhone e iPod Touch. E isso é basicamente tudo que se sabe até o momento.

O site IGN afirma que pouco pode ser dito até o anúncio oficial da Eletronic Arts que ocorrerá amanhã, mas que o jogo está confirmado para a plataforma e terá músicas licenciadas, como era de se esperar.

Já o TechCrunch afirma ter “provas” de que o jogo chegará à plataforma móvel da Apple. Na convenção da CTIA (Associação da Indústria de Telefones Celulares) hoje, teria sido avistada em um quiosque dedicado ao jogo Rock Band em plataformas móveis a imagem abaixo.

O site acrescenta que recebeu informações de que haverá conteúdo premium vendido dentro do próprio aplicativo e também um modo multiplayer de 4 jogadores via Bluetooth.

A empresa Tapulous lançou ontem o jogo Tap Tap Revenge 3, da série de sucessos que trouxeram ao iPhone a jogabilidade ao estilo Guitar Hero. A série Tap Tap Revenge tem bastante força na plataforma, e, de fato, já é um dos aplicativos mais vendidos da App Store em pouco mais de 24 horas desde seu lançamento. Será interessante ver como será essa briga entre duas franquias de peso na área de jogos rítmicos.

[Atualização às 17:25]

A EA Mobile postou no Twitter o anúncio de que o jogo Rock Band de fato chegaria à plataforma da Apple. Na seqüência colocou links para maiores informações e imagens das telas do jogo (abaixo) em sua página do Facebook.

Eis as informações disponíveis sobre o jogo:

  • Estarão disponíveis guitarra, baixo, bateria e canto em músicas com qualidade de MP3 em três níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil);
  • Você poderá jogar sozinho ou num modo multiplayer via Bluetooth com até 4 jogadores tocando na mesma banda, assim como o Rock Band em outras plataformas. Será a primeira experiência de banda multiplayer no iPhone/iPod Touch;
  • Se a banda não estiver toda presente será possível fazer a sincronia via Facebook. Push Notifications serão enviadas quando amigos quiserem te convidar para “fazer um som”;
  • Haverá uma loja de músicas dentro do próprio game, onde o jogador poderá comprar faixas adicionais de artistas como OK Go, Foo Fighters, Smashing Pumpkins, Lenny Kravitz, Social Distortion, Devo, entre outros.

Além das músicas que se poderá comprar depois, o jogo já virá com 20 músicas de artistas como Blink-182, Foo Fighters, Motörhead, entre outros. A lista completa pode ser visualizada na nota oficial da EA.

O Rock Band será vendido na App Store ainda nesse mês de outubro e será compatível com iPhones e iPods Touch com o sistema operacional versão 3.0 ou maior, mas a versão 3.0.1 é recomendada. O preço ainda não foi divulgado. Inicialmente o game terá 20 música, com opção de compra de outras.

[Atualização às 22:31, 16/10]:

Foi divulgado o primeiro teaser do jogo. Ele ressalta a possibilidade de jogar, literalmente, em qualquer lugar e o modo multiplayer via Bluetooth. Confira o vídeo:

[Atualização às 20:35, 19/10]: Foi lançado hoje o jogo na App Store americana, sendo vendido pelo valor de US$9.99 (aproximadamente R$17,05).

Na loja brasileira não são vendidos jogos, e na loja argentina, alternativa usada por muitos brasileiros que querem comprar jogos, o jogo não está disponível, pelo menos por enquanto. Portanto, se você tem uma conta na App Store americana, o Rock Band pode ser encontrado aqui (o link abre o iTunes).

Eu conversei agora há pouco com a assessoria de imprensa da Apple sobre a grande notícia do dia, o lançamento da Apple Store online brasileira. Mas não foi dessa vez que nós descobrimos desde quando a loja vem sendo gestada. Os rumores começaram a surgir em agosto desse ano, mas a empresa não diz desde quando trabalha na Apple Store.

apple-brasil-yesSeguindo os moldes da Apple Store americana, a brasileira permitirá que o cliente personalize a configuração do Mac que desejar comprar. Os interessados no iPod poderão digitar uma mensagem para ser gravada a laser na traseira do aparelho. Embora o Rafa tenha tido dificuldade para prosseguir a compra com uma mensagem muito simples, a informação que eu obtive é de que o filtro de palavras é “muito leve” e só proíbe palavrões.

A reclamação com relação à falta de iPods Touch de 32GB e de 64GB também foi explicada. De acordo com a assessoria da companhia, os dois modelos do reprodutor de mídia ainda precisam passar pela aprovação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), uma vez que possuem internet sem fio como funcionalidade. O curioso é que o iPod Touch de 8GB já foi aprovado e está disponível para compra.

Da mesma forma, há um bom motivo para o iPhone não ser oferecido na nova loja: o smartphone só é vendido pelas operadoras parceiras da Apple no país.

Quem fizer compras na Apple Store terá a disposição produtos exclusivos. Os iPods Nano nas cores vermelha e amarela, por exemplo, serão vendidos oficialmente somente na loja online. Assim como na loja americana, a brasileira venderá com exclusividade o iPod Shuffle de aço inox.

Infelizmente não será dessa vez que os preços de produtos da Apple ficarão mais acessíveis. A informação que eu tenho é que a loja online praticará o preço sugerido, que normalmente é adotado por outras lojas como Fnac e Fast Shop. Pelo menos o parcelamento poderá ser feito em 12 vezes sem juros no cartão de crédito.

Ainda falando de rumores, alguns veículos disseram que o lançamento da Apple Store no Brasil seria em parceria com alguma empresa de e-commerce já estabelecida por aqui. Mas a Apple nega: a informação que eles dão é que a empresa manterá a loja online e o tele-vendas sozinho, com tecnologia própria (eles não falam qual é essa tecnologia).

A título de curiosidade, o Brasil é o 32º país a ter uma loja online. No entanto, a loja brasileira é a 36ª a ser lançada. De acordo com a Apple, alguns países têm mais de uma loja, devido aos vários idiomas. Como já existe uma Apple Store no México, a brasileira é a segunda da América Latina, mas também é a primeiríssima da América do Sul.

Faz muito tempo que temos lojas online no Brasil. A chegada do e-commerce própria da Apple tem atraso de uns… sei lá, quatro anos? Ainda assim, é bom ver que a empresa está investindo e acreditando no mercado brasileiro.

Depois de ser ativada sem querer duas vezes nos meses passados, a Apple Store Online do Brasil estreiou hoje (6) de forma definitiva.

Olá, Apple Store brasileira!

Olá, Apple Store brasileira!

O estoque da loja conta com diversos produtos, mas nem todos vendidos lá fora estão disponíveis para compra. Itens como a Apple TV foram deixados de fora e a linha de iPods Touch não conta com as novas versões de 32 e 64 GB com processadores mais potentes anunciados em setembro. Além disso, também será possível gravar duas linhas de texto na traseira dos iPods comprados através do site, característica já tradicional nas demais Apple Stores Online ao redor do mundo.

Também está presente o desconto para estudantes e professores que decidirem comprar produtos Apple. Para eles um Macbook, por exemplo, será vendido por R$ 2.899,00 ao invés do preço normal de R$ 3.099,00, e nos meus testes de compra não foi necessário inserir nenhum documento comprovando que eu estava na faculdade. Compras que passarem de R$ 120,00 recebem frete grátis por tempo indeterminado.

[Atualização às 08:14]: Não é todo texto que poderá ser gravado na traseira dos iPods. Palavras extremamente ofensivas foram bloqueadas, como mostrado no exemplo abaixo.

Muito, muito inapropriado!

Muito, muito inapropriado!

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

Hoje pela manhã noticiamos a chegada do Flash às principais plataformas móveis. O único dos principais smartphones que ficou de fora foi o iPhone.

O motivo da valorização do Flash é sua ampla adoção na web, sendo encontrado nos mais variados sites, quer seja para apresentar anúncios publicitários multimídia, quer seja para apresentar ao visitante conteúdo mais rico, com vídeo, sons e animações. É de se imaginar então por que o celular que se orgulha de ser o dito melhor dispositivo super-portátil para navegação do mercado ficaria de fora desse lançamento.

A razão teria sido uma opção da própria Apple em não ter seu sistema operacional móvel incluído na lista ao lado do WebOS, Blackberry OS, Windows Mobile, Android e Symbian. O Flash tem um histórico de consumir muita memória, monopolizar o processador e consumir muita energia. De fato, grande parte dos travamentos de navegadores (em desktops mesmo) ocorre por conta de alguma instância do plugin do Flash que sai de controle. A empresa de Steve Jobs mantém que a tecnologia da Adobe ainda consome recurso demais do dispositivo e se preocupa com o impacto que causaria na suave experiência de usuário pela qual prezam. Em outras palavras, a Apple não quis o Flash por temer que poderia causar lentidão, travamentos e drenar a bateria rapidamente. Ao invés de abraçar o Flash, a Apple recomenda aos desenvolvedores que utilizem outras tecnologias disponíveis na web para oferecer interatividade semelhante.

Ou pelo menos isso é o que a Apple diz. “Teorias conspiratórias” acreditam que ela poderia ter motivos ocultos para ter tomado tal decisão, tendo em vista que o Flash poderia prover meios de distribuir via web aplicativos robustos que não passariam pelo (não raramente controverso) crivo da App Store.

Pelo menos uma boa notícia há para os devotos do Flash que gostariam de ter seus aplicativos na telinha dos iPhone de iPods Touch. A próxima versão da plataforma, a CS5, trará a possibilidade de desenvolver aplicativos nativos para iPhone com a linguagem Action Script 3, usada para programar aplicativos em Flash. Os apps apresentarão resultado final idêntico aos desenvolvidos utilizando o iPhone SDK da Apple e estarão em conformidade com as diretrizes e exigências da empresa. Na verdade, já existem aplicativos desenvolvidos com a versão beta privada do Flash Professional CS5 aprovados pela Apple e disponíveis na App Store. Um beta público é esperado ainda esse ano.

Na página da Adobe Labs podem ser encontrados os links das aplicações para iPhone desenvolvidas pelo Flash que já estão à venda, bem como um vídeo (em inglês) demonstrando algumas delas em ação. [PCWorld]

No último dia 15 de Setembro, a Microsoft anunciou o lançamento daquele que seria (será?) o próximo grande alvo do consumismo geek: o Zune HD. Mas como noticiamos aqui no Tecnoblog, por enquanto o aparelho só será vendido nos EUA. Ou seja, ficamos sem.

Daí fui atrás de uma fonte, e consegui descolar uma horinha para brincar com um Zune HD em terras tupiniquis! A hora foi reduzida em alguns minutos, uma vez que a bateria se esgotou enquanto eu ainda brincava com ele, mas já foi o suficiente para conseguir alguns minutos de imagem.

O vídeo abaixo trata-se do meu primeiro contato com o aparelho. Como eu tinha pouco tempo, a primeira coisa que fiz foi instalar meu tripézinho chinês de 15 reau, ligar a câmera, e começar a capturar o máximo de imagens possível. Leia mais

Esse post foi atualizado com informações sobre o lançamento do Tweetie 2 em 09/out/2009.

tweetie2-largeO Tweetie, um dos mais populares e bem-vistos clientes de Twitter para iPhone/iPod Touch, está prestes a receber uma significativa atualização, chegando a sua versão 2.0.

Nessa segunda-feira (28) o desenvolvedor do aplicativo, Loren Brichter, anunciou em seu blog que, se tudo correr bem, enviará o aplicativo à Apple para aprovação ainda essa semana. E daí em diante… Bem, nunca se sabe, depende do misterioso processo de aprovação (ou não) ao qual os aplicativos candidatos a serem vendidos na App Store são submetidos. Mas estima-se que em poucas semanas ele esteja disponível para compra, pelo valor de US$2,99, o mesmo valor da versão atual, equivalente a aproximadamente R$5,35 na cotação de hoje (29).

O desenvolvedor comenta que o Tweetie 2 para iPhone será um aplicativo completamente novo, re-escrito do zero com muito mais funcionalidades, enquanto mantém a simplicidade e intuitividade que o fizeram famoso (sem contar o bonito visual). Por isso, mesmo os que já possuem a versão atual, vencedora do Apple Design Award de 2009, caso desejem a atualização, terão que comprar o novo app pelos mesmos US$2,99 que um novo usuário pagaria (o que já tem desagradado alguns).

Brichter argumenta que as inovações e melhoras são tantas que o aplicativo talvez valesse até mais do que isso, mas que manterá o preço. Tais inovações/melhoras incluem:

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