O onipresente botão “curtir” que o Facebook conseguiu disseminar pela web inspirou um casal israelense na dura hora de escolher um nome para sua mais nova recém-nascida. Filha de Lior e Vardit, Like Adler nasceu na semana passada na cidade de Hod Hasharon, próxima a Tel Aviv.
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Seus sonhos se tornaram realidade.

Três estudantes da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, anunciaram ter desenvolvido um algoritmo de inteligência artificial capaz de compreender sarcasmo – coisa que uma parte significativa dos seres humanos ainda é incapaz de fazer.

Chamado de SASI, ou Semi-superviser Algorithm for Sarcasm Identification, o programa consegue compreender maneiras sofisticadas de comunicação, também considerando figuras de linguagem, por exemplo, e conseguindo converter estes dados em ideias.

Para criá-lo, os pesquisadores escanearam cerca de 66 mil reviews de produtos postados por usuários no site de comércio online Amazon e estabeleceram certos padrões de comportamento que indicavam que o navegante estava sendo sarcástico. Desta maneira os responsáveis pelo projeto garantem que o algoritmo é capaz de ter sucesso de 77% na tarefa de analisar o “tom” de um texto, índice considerado “impressionante” por seus criadores.

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iPad em Israel: banimento suspenso.

Neste domingo, menos de duas semanas depois de se tornar público que Israel estava proibindo a entrada de iPads no país por receio da interferência que o Wi-Fi do aparelho poderia causar, o governo do país voltou atrás e decidiu permitir que o gadget mais falado do momento atravessasse suas fronteiras.

“Após a conclusão de intensa avaliação técnica, o Ministro das Comunicações de Israel, Moshe Kakhlon, aprovou a importação do iPad a Israel,” declarou Yechiel Shabi, um porta-voz do ministério.

Mas não pensem que agora virou festa e que iPads chegarão em massa no país. Ainda segundo a declaração do Ministério das Comunicações israelense, apenas um iPad por pessoa poderá ser importado.

E, nunca é demais lembrar, a impressão passada é a de que o governo israelense não é muito fã dos produtos da empresa de Steve Jobs. Por “questões de segurança”, no último mês de dezembro uma jovem chamada Lilly Sussman teve seu Macbook baleado três vezes por seguranças em um aeroporto do país.

O jornal israelense Haartez afirma que nos últimos dias o governo local vem travando uma guerra contra a maçã, proibindo a entrada de qualquer entrada do hypado iPad no país. De acordo com a publicação, até a última terça-feira pelo menos 10 unidades do gadget haviam sido confiscadas pelas autoridades locais em aeroportos.

Segurança nacional, ameaça atômica? Na realidade a cruzada contra o tablet da Apple acontece por conta de problemas de certificação. Depois de alguns testes, os técnicos do ministério das telecomunicações concluíram que o gadget não está de acordo com os padrões israelenses de WiFi, que são muito semelhantes aos padrões adotados na Europa – em que o iPad foi aprovadíssimo.

De acordo com o jornal, o governo tem se recusado a apresentar os motivos técnicos que fizeram o tablet ser reprovado nos testes, não especificando se a Apple precisará fazer algum ajuste técnico ou não.

Já os azarados que tiveram seus novos brinquedos detidos ainda terão que pagar uma multa diária relativa ao tempo em que seus tablets ficaram em posse do governo.

Esse não é a primeira vez que um dono de um produto da Apple tem tremenda dores de cabeça com o governo de Israel. “Por questões de segurança”, no último mês de dezembro uma jovem chamada Lilly Sussman teve seu Macbook baleado três vezes por seguranças em um aeroporto do país.

A triste história de Lilly Sussman, turista norte-americana que foi premiada pelas autoridades israelenses com a instalação de três balas de revolver .44 mm em seu Macbook unibody teve um final feliz.

Quer dizer, mais ou menos.

De acordo com um novo post da jovem em seu blog, um oficial da alfândega do país lhe passou um formulário com um número de telefone e um endereço do escritório do governo, com a promessa de que no dia seguinte eles iriam lhe comprar um notebook novo em folha para substituir o destruído no aeroporto. “Depois de perder a maior parte do dia tentando ser atendida no número de telefone ou procurando o endereço do tal escritório, tive a sorte de falar com um funcionário do ministério do turismo que foi capaz de me agendar um encontro com um representante do estado no dia seguinte”, escreveu Lilly.

Depois de explicar (mais uma vez) seu caso, a jovem foi encaminhada ao setor responsável por cobrir danos provocados por ações militares ou terroristas e lá ela foi informada que sua compensação pode demorar até um mês para sair – só em dinheiro, entregue apenas em contas bancárias do país.

Burocracia à parte, Lilly aproveita seus quinze minutos de fama. Em entrevista para a rede Daily News Egypt ela mostra com maiores detalhes o estrago em sua máquina e afirma que irá guardar o computador “como lembrança de Israel”. Confira:

O violento atentado aconteceu contra o Macbook da turista Lily Sussman, que visitava familiares em Israel durante suas férias.

Maçã baleada: seria Steve Ballmer o mandante da execução? (+)

Maçã baleada: seria Steve Ballmer o mandante da execução? (+)

Ao chegar no aeroporto, Lily foi parada pela segurança e interrogada. Depois de ter seu diário lido e as fotos de sua câmera inspecionadas, ela foi deixada sozinha. Lily então ouviu no sistema de som do aeroporto algo como “não se alarmem pelos tiros pois a segurança precisa explodir bagagem suspeita.”

Nada foi realmente explodido, mas a segurança colocou três balas através do Macbook de Lily, sem ao menos ter perguntado sua senha. “Sinto muito, mas tivemos que explodir seu laptop,” eles disseram ao entregar o computador de volta à turista, que foi liberada na seqüência.

Incrivelmente, nenhum dado foi perdido, pois o HD escapou ileso. E, apesar dos três tiros terem perfurado o notebook, a carcaça unibody de alumínio agüentou firme e se manteve inteira (exceto pelas partes removidas a bala, claro). Moral da história: sempre tenha um backup, você nunca sabe quando seu notebook pode ser baleado. [Wired]