O fim de semana foi bom pelo menos para um desenvolvedor de aplicativos para iPhone. O vietnamita Thuat Nguyen rapidamente viu seus programas entrarem na lista dos Top 50 na categoria Livros da App Store. Parabéns para ele, não? Não. A Apple confirmou hoje que o desenvolvedor fraudou a loja de aplicativos e por isso todos os seus programas foram removidos o quanto antes.
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iTunes
iTunes é um player de mídia desenvolvido pela Apple. Sua primeira versão foi lançada em janeiro de 2001, pouco antes do anúncio do primeiro iPod. Além de reproduzir músicas, o iTunes executa vídeos e facilita a organização de uma biblioteca de mídia no computador, servindo também como ferramenta para gerenciar dados nos gadgets da Apple (iPod, iPad e iPhone). Possui integração com a iTunes Store, onde é possível comprar músicas e filmes. O serviço está disponível no Brasil, mas cobra em dólares e exige o uso de um cartão de crédito internacional.
Mais de 40 aplicativos do desenvolvedor vietnamita Thuat Nguyen subitamente tomaram conta da lista dos 50 aplicativos mais vendidos na categoria de livros na iTunes App Store.
De forma estranha, a maioria desses aplicativos tinham poucas ou nenhuma avaliação ou resenha dos compradores (o que é muito incomum para qualquer app que tenha conseguido chegar aos top 50).
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Oba! Finalmente temos mais informações quentinhas sobre a possível iTunes Store baseada na nuvem. Possível para nós, porque o site Boy Genius Report já dá a empreitada da Apple como certa. Uma fonte do site afirma que o serviço na nuvem será na verdade dividido em três funcionalidades distintas, todas muito interessantes.
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iTunes 9.2 liberado para download
Foi liberado hoje o download do iTunes 9.2, versão mais recente do reprodutor de música, vídeo e outros conteúdos desenvolvido pela Apple. O aplicativo será necessário para usar o iOS 4, próxima versão do sistema operacional dos iPhones e iPods Touch que será disponibilizado para download na segunda-feira (21 de junho). Faça o download aqui. [Dica do Thiago Duarte - @tduarte]

Durante a apresentação de Steve Jobs na segunda-feira, foram apresentados os motivos principais para que um aplicativo seja removido da App Store: não funciona como a descrição diz, trava ou usa APIs restritas à Apple. Dos milhares de aplicativos que o avaliadores da App Store recebem semanalmente, apenas 5% não são aprovados. Mas e quando um app é aprovado e depois tem que ser removido?
É justamente isso o que a New York Times Co., empresa que edita o jornal New York Times fez hoje. O jornalão entrou em contato com os avaliadores da App Store e conseguiu fazer com que um aplicativo chamado Pulse foi removido da loja da Apple. Basicamente, o que o Pulse faz é exibir o conteúdo de determinados sites, puxando texto, fotos e vídeos por meio do RSS. O NY Times era um desses sites contemplados pelo Pulse.
Talky para iPhone garante ligações via 3G
O Talky é um aplicativo para iPhone que permite fazer chamadas para outras pessoas. Assim como o Skype, que recentemente anunciou a função de ligações por meio da rede celular 3G, a empresa por trás do Talky informou hoje que o software também vai permitir que o usuário telefone para seus contatos usando o plano de dados do aparelho. De acordo com o fabricante, um algoritmo de compressão de voz é utilizado para diminuir o tráfego de dados. Download aqui (iTunes).
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a Apple por conta de acusações de práticas anticompetitivas e abuso de poder econômico em sua loja de músicas online iTunes Store.
De acordo com informações do jornal New York Times o órgão pretende analisar as táticas da empresa da maçã no mercado musical e até o momento as investigações “estão dando seus primeiros passos”, com os oficiais colhendo informações junto a gravadoras e outros serviços de música na web. A publicação afirma que a intenção do governo é investigar as acusações de que a Apple tem usado sua posição dominante do mercado de distribuição de música para persuardir artistas a se recusarem a fechar acordos com serviços concorrentes.

Parece que o Google decidiu competir com a Apple em todas as frentes que forem possíveis. Ontem, a empresa anunciou a Google TV, uma plataforma para entretenimento audiovisual que já era esperada pelo mercado e que pode abalar as estruturas da Apple TV. Ainda no embalo do Google I/O, a gigante das buscas també anunciou que vai oferecer, em breve, uma loja de música para os usuários do Android. Não, isso não é uma coincidência.
A intenção do Google, mais do que vender música, é permitir que o usuário receba essa música em vários eletrônicos diferentes. Inicialmente, ele poderia comprar a música no celular com Android e já escutá-la no aparelho ou ainda comprar a música no desktop, porém com direito a enviá-la para o celular com Android.

iTunes Nuvem Edition.
Em pouco mais de duas semanas, veremos finalmente o site Lala.com sair do ar. Isso significa que, de uma vez por todas, a Apple terá enterrado a empresa que foi comprada ainda em 2009. Caso você não se lembre, o Lala oferecia o serviço de streaming de música por assinatura, de modo que o consumidor não precisasse armazenar as faixas, uma a uma, no computador.
O rumor que ronda Cupertino no momento diz respeito a uma possível data de lançamento para uma versão do iTunes que permita escutar música em caráter de streaming. Quando? 7 de junho. Nada coincidentemente, mesmo dia em que Steve Jobs (espera-se) vai abrir a Worldwide Developers Conference, em San Francisco.
Depois de comprar o serviço de streaming de música Lala e fechá-lo (aconteceu na sexta-feira), a Apple já estaria trabalhando em uma versão do iTunes baseada na web. No entanto, fontes da indústria musical afirmam que a companhia de Steve Jobs ainda está longe de oferecer qualquer coisa parecida com um iTunes acessível via navegador (Safari, de preferência).
Gravadoras já estariam conversando com a Apple, embora o progresso seja considerado como “preliminar”, para sermos bastante positivos. O olho grande dos executivos das gravadoras é por conta da possibilidade de cobrar a mais pelas canções, uma vez que seriam para “múltiplos usos”.




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