O OnLive vem sendo esperado já faz algum tempo. O serviço permitiria jogar os mais variados jogos de computador sem depender de um computador potente – como ocorre hoje em dia. Vez disso, o computador serviria apenas para enviar os comandos do game, que seriam executadas em um servidor remoto e as imagens retornariam para o cliente.
Como vocês devem saber, a E3 passou por maus bocados. Para quem era moleque nos anos 90 e lia as notícias sobre a famosa feira de videogames com um mês de atraso nas publicações especializadas, ir à Electronic Entertainment Expo (e por extensão, experimentar todos os novos videogames antes dos seus amigos) era um sonho impossível. Havia glamour, expectativa e muitas vezes decepção a respeito da E3; por praticamente um mês inteiro não se falava de outra coisa. Era a nossa Copa do Mundo.
Depois de um intenso vai-não-vai de comunicados para a imprensa, a Valve finalmente confirmou hoje uma notícia um pouco chata: Portal 2 vai sofrer atraso. O jogo, continuação do revolucionário Portal, seria lançado ainda em novembro desse ano. Agora, a empresa diz que Portal 2 será lançado “em algum momento de 2011″, sem precisar qualquer data. É, a espera vai continuar. [Neowin]
Um dos grandes usos do Linux que sempre me chama a atenção é o reaproveitamento de hardware antigo. Aquela máquina que você já usava há quase cinco anos e acabou trocando no natal pode acabar virando um media center;aqueles computadores que a empresa não usava mais e estavam acumulando poeira podem ser usados para boot remoto, e por aí vai.
Dentro desse pequeno universo de possibilidades, a mais interessante para quem tem filhos pequenos é usar o Linux como uma alternativa livre, barata e segura para que os pimpolhos possam brincar, desenhar e até navegar sem acabar destruindo nada no processo, nem baixando um vírus que destrói o sistema operacional. O maior problema nesse caso é encontrar alguns jogos livres que sejam divertidos e ao mesmo tempo possam ser jogados por crianças.
Lá pelo finzinho dos anos 1970, videogames já ocupavam status de fenômeno da cultura pop nos Estados Unidos. O Atari 2600 (pronunciado twenty-six hundred no gringuês, ou simplesmente “Atari” para nós brazucas) dominava o mercado de consoles de mesa, e por isso o seu controle virou essencialmente a insígnia não oficial para o fenômeno do videogame.
Anote na sua agenda: 15 de outubro. Essa é a data que a EA divulgou para lançamento do aguardado Medal of Honor 2010 nos Estados Unidos. O jogo é a aposta da empresa para tirar um pouco da atenção de Call of Duty, que tem sido a vedete entre os jogos de tiro em primeira pessoa.
E para te deixar com vontade de fazer a pré-compra de Medal of Honor, aí vai o mais recente trailer do jogo. Aproveite (de preferência em 720p).
Essa Valve anda bem malandra. Depois de um longo período de vai-não-vai da plataforma de games Steam para Mac OS, a empresa finalmente anunciou que os donos de computadores da Maçã poderiam aproveitar o melhor do mundo dos jogos numa plataforma segura e com compra fácil de novos títulos. A estreia do Steam para Mac está marcada para 12 de maio.
Pois bem, agora os rumores são de que a companhia estaria trabalhando para portar a Steam para mais um sistema operacional. O Linux seria a próxima parada da locomotiva Valve, que teve partida no Windows e recentemente fez sua primeira pausa na 1 Infinite Loop, em Cupertino.
Pelo visto, o Google está de olho no crescimento dos jogos sociais via internet, aqueles mesmo que fizeram a empresa Zynga, produtora do Farmville, ser avaliada em US$ 5 bilhões por um especialista.
Nesta segunda-feira a gigante da web anunciou a compra da Labpixies, startup especlializa no desenvolvimento de mini-jogos baseados na plataforma OpenSocial para o iGoogle, iPhone, Android e, claro, Facebook.
“A Labpixies foi uma das primeiras empresas a desenvolver gadgets para o iGoogle na época de seu lançamento, em 2005, e nós vínhamos trabalhando de maneira muito próxima desde então”, afirmou Don Loeb, da equipe de desenvolvimento do iGoogle no blog oficial da gigante da web. “Então foi natural que concluíssemos que poderíamos fazer mais ainda se estívessemos no mesmo time”, completou.
Os termos e os valores da negociação ainda não foram divulgados, mas em seu site a empresa afirma que “por hora não existem planos de mudanças”.
Não pense que é só no Brasil que existem projetos que tentam limitar o uso da internet. Na Coreia do Sul, o Ministério da Cultura agora quer determinar os horários nos quais os jovens poderão acessar jogos online, como Second Life World of Warcraft. O ministro da pasta naquele país já deu ordem: não pode haver jogatina entre meia-noite e oito horas da manhã. Pelo menos por enquanto, a restrição será válida para jovens em idade escolar.
Mas não para por aí: o mesmo Ministério da Cultura também quer limitar a velocidade da conexão de internet dos jogadores mais assíduos. Imagine só, você mora na Coreia, um dos países mais ricos da Ásia, e tem uma conexão de 100 Megas em casa. Naturalmente que você aproveita essa conexão de primeira para jogar Maple Story, Mabinogi ou o popular jogo Barameui Nara. Acha que vai ser simples assim? Não mais.
A intenção do governo é fazer com que os provedores de acesso à internet diminuam a velocidade da conexão depois de algum tempo. De acordo com eles, “após longo período” jogando. Ainda não está claro, porém, o quanto é “longo” para os coreanos.
As empresas distribuidoras de jogos da Coreia ainda funcionarão como delatoras. Elas serão obrigadas a monitorar a identificação dos jogadores online, incluindo a idade dos rebentos. Pais interessados ainda poderão ser avisados caso suas identidades sejam usadas para ter acesso a algum jogo online.
Recentemente, um bebê morreu faminto depois que um casal coreano passou até 12 horas por dia criando um filho virtual em um jogo online.
E aí, você concorda com a decisão do Ministério da Cultura da Coreia do Sul? Esse é o caminho para que jovens não passem tempo demais jogando?
Outro dia eu estava checando o trailer acima para um futuro jogo de iPhone e iPod Touch e não consegui parar de pensar que o visual do jogo era muito familiar. As curvas fechadas, o cenário com detalhes 3D, a corrida acirrada com visual aéreo…
Eventualmente a ficha caiu: eu estava vendo o que parece quase ser um sucessor espiritual do clássico Death Rally.
Death Rally era um clássico de corrida inspirado pelo filme Death Race 2000, produzido pela Remedy Games (os mesmos criadores da série Max Payne) e publicado pela Apogee, que veio a se tornar a 3D Realms. No game, o jogador começa com um carrinho furreca (claramente inspirado no fusquinha da Volks). Ele deve competir com carros controlados pelo computador, com o objetivo de ganhar pontos no ranking e dinheiro para comprar veículos melhores e armamentos.
O jogo era bem politicamente incorreto. Além de poder matar os adversários na corrida, os espectadores mais descuidados que se aproximavam muito da pista podiam ser atropelados e até metralhados.
Num estilo de gameplay que veio a inspirar o infame Carmageddon, há duas formas de vencer cada estágio: ou você termina a corrida em primeiro lugar, ou elimina todos os carros competidores (ganhando muito mais dinheiro no processo dessa forma).
O jogo tinha um gameplay e uma premissa bastante simples: dispute pelo primeiro lugar (ou pela posição de “último carro inteiro”) na corrida, compre upgrades para o seu carro – metrancas, minas, esse tipo de coisa – com o dinheiro do prêmio, e parta para a próxima. Repita quantas vezes for necessário para comprar o próximo carro, e então repita de novo.
O que tornava o jogo brilhante (além dessa temática de corrida “vale tudo” que foi a inspirar a série Carmageddon, que infelizmente morreu no Nintendo 64) é que o gameplay era divertido até para quem não é muito fã do estilo. Jogos de corrida com elementos de batalha acabam sempre tornando o jogo mais competitivo e divertido (a série Mario Kart e seus diversos copycats que o diga).
Death Rally – ou mais especificamente, a versão shareware que acompanhava um CD da Revista do CD-ROM – foi uma presença constante no computador da minha família. Joguei todo dia, religiosamente, até que uma formatação limpou o meu HD (acompanhada da perda do CD) me roubou a alegria de jogar aquele clássico old school.
O jogo permaneceu no meu subconsciente por anos, até ver aquele trailer lá em cima. Quando a memória de Death Rally veio à tona, fui tomado por um desejo irresistível de jogá-lo novamente. E na minha procura por uma demo ou versão shareware do jogo, acabei descobrindo que a Remedy tornou o jogo freeware em 2009.
Pode baixar sem medo de ser feliz – a versão freeware é devidamente consertada para rodar em OSs mais recentes. É uma pena que o modo online não funcione (não sem muita gambiarra por meio de comandos de execução e redes virtuais como o Hamachi), mas cavalo dado não se olha os dentes, não é mesmo?