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O Migre.me liberou nessa semana uma nova ferramenta que vai ser a menina dos olhos de analistas de mídias sociais e profissionais afins. Se você sempre se perguntou quantos usuários viram aquele seu tweet, o serviço brasileiro vai solucionar essa dúvida com uma forma inédita de calcular o alcance dos tweets e retweets dentro do Twitter.

Para visualizar a nova funcionalidade basta acessar a consulta de URLs encurtadas, nessa página. Lá você coloca o finalzinho do endereço criado a partir do Migre.me cujos dados você está curioso para descobrir. Inicialmente essa ferramenta servia para contar cliques em um link, mas agora tem estatísticas bem mais completas.

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Depois de um dia de muito trabalho e afirmar que o Migre.me deixaria de existir do jeito que nós conhecíamos, as perspectivas do encurtador de URLs mudou drasticamente. Para seu criador, o serviço deve voltar a funcionar normalmente em 10 minutos. Portanto, anote aí: às 13h40 o Migre.me deve estar de volta no ar.

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Hoje pudemos acompanhar os sérios problemas pelo qual o Migre.me passou, tendo perdido seus dados sem perspectiva de backup por parte do servidor, pois não havia um backup. Agora à noite a empresa que hospedava o encurtador de URLs se manifestou sobre o ocorrido.

Leia | Pane em servidor tira Migre.me do ar

A ArgoHost publicou um comunicado oficial explicando porque as coisas aconteceram da maneira como aconteceram. Recomendo fortemente a leitura do comunicado na íntegra, mas vou procurar resumir de forma sucinta o que foi explicado.

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Qualquer leitor do TB certamente já usou o Migre.me para, pelo menos uma vez na vida, encurtar um endereço que estivesse extenso demais. O serviço genuinamente brasileiro, no ar há mais de um ano, tornou-se referência em encurtamento de URLs. Mas na última semana o Migre.me tem passado por dificuldades devido a uma pane no servidor em que estava hospedado.

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A Kingo Labs, criadora do encurtador brasileiro Migre.me, colocou na praça mais um produto que vai explorar bastante o conceito de redes sociais eletrônicas. O Kindim (que significa Kingo Diretório Múltiplo) é um diretório que vai agrupar os mais variados perfis de usuários do Twitter, a fim de que o internauta “descubra usuários com interesses comuns”.

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A galera responsável pelo encurtador Migre.me lançou hoje um recurso que poderá deixar o uso do site ainda mais divertido e interessante. As insígnias são condecorações que os usuários vão ganhar de acordo com objetivos que forem cumpridos, como, por exemplo, receber 30 RTs em apenas uma hora.

O ranking de insígnias já está no ar e você pode conferir abaixo:

Top de insígnias do Migre.me. (Clique para ampliar)

Top de insígnias do Migre.me. (Clique para ampliar)

Modéstia à parte, o Tecnoblog é o sexto colocado, depois de alguns blogs e alguns usuários de Twitter famosos (tem até uma ex-BBB). No nosso caso, recebemos insígnias por ter aparecido na lista dos mais retuitados pelo menos uma vez; por ter realizado um sorteio com pelo menos 300 participantes; por ter figurado na coluna de tweets mais clicados; por ter conseguido 100 RTs em uma hora; e por ter angariado 30 RTs em uma hora.

Jonny Ken, fundador da Kingo Labs, disse em entrevista a mim que as insígnias surgiram depois de terem percebido que os usuários ainda não prestam muita atenção nos Bookmarks, um recurso que permite ter um histórico completo de todos os links publicados no Twitter com URLs geradas pelo Migre.me.

O nome insígnias é claramente inspirado nos Pokémons (lembra? #1; lembra? #2 #vergonhaalheia). De acordo com o mesmo Jonny, serão 136 insígnias no total, que serão liberadas aos poucos e os usuários poderão colecionar. De olho no dindin, o Migre.me já planeja até mesmo insígnias patrocinadas por empresas.

É ficar de olho para conferir as novidades.

twitted

A KingoLabs, empresa criadora do encurtador de URLs brasileiro Migre.Me, revelou nessa segunda-feira (31) mais uma ferramenta para ser usada em conjunto com o microblog Twitter: o Twitted.me, que é “uma ferramenta de cadastro colaborativo de spammers, associada a uma vacina anti-spam” de acordo com a descrição no site.

Ele funciona da seguinte maneira: ao fazer login no site utilizando o método de autenticação OAuth (mais seguro do que usar login e senha do Twitter), o Twitted.me bloqueia automaticamente, na conta do usuário logado, todos os spammers contidos na lista negra cadastrada no site. Isso impede que esses spammers sigam quem for ‘vacinado’ pela ferramenta e também exclui da lista de followers aqueles que já seguiram. Ela também bloqueia cada novo username inserido na lista negra (daí a analogia com a vacina) em todas as contas dos cadastrados no site.

Existem dois métodos para que um username seja incluído na lista negra: através de direct message para o usuário @spammermaldito ou pelo campo próprio na home do Twitted.me. Em ambos os métodos, o username passa por três filtros automáticos e ultra-secretos antes de ser considerado spammer e inserido na lista negra. Se o username for liberado nos três filtros mas for muito denunciado pelos usuários da ferramenta, um filtro manual entra no lugar para julgar se ele deve ir para a lista ou não.

Jonny Ken, desenvolvedor da ferramenta e diretor de projetos da Kingo Labs, não revela se os filtros têm pesos diferentes ou não. Aliás, se revelasse, estaria dando de graça o peça principal do seu projeto que, ele diz, tem apenas 1 hora de vida. O Twitted.me ainda está em fase de testes, mas já conta com 113 usuários cadastrados e 88 spammers na blacklist no momento da digitação deste post.

A crítica não é de hoje, mas parece que os problemas de assinantes do Speedy, banda larga da Telefônica no Estado de São Paulo, só aumentam. A empresa está atualmente impedida de vender novas assinaturas, até que apresente uma readequação do serviço ao número de usuários. Ainda assim, as complicações persistem.

Durante o fim de semana, a empresa realizou o processo de ampliação dos servidores de DNS em seu datacenter na cidade de Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a companhia, a capacidade do datacenter dobrou, de modo a garantir que o DNS do Speedy não deixe os clientes na mão.

Do ponto de vista técnico, o servidor de DNS é vital porque é responsabilidade dele converter o endereço do site, composto de caracteres alfanuméricos, no IP pelo qual o servidor do site pode ser contatado. Esse IP pode mudar continuamente, e é dever do servidor de DNS garantir que o acesso ao site seja sempre possível.

Migre.me ficou offline

Migre.me culpa Telefônica por falha.

Migre.me culpa Telefônica por falha.

Um dos serviços que recentemente ficaram indisponíveis para assinantes do Speedy foi o Migre.me, encurtador de URLs com contagem de cliques e também de vezes que um endereço é replicado no Twitter. Relatos de usuários dão conta de que o site ficou fora do ar desde a manhã de segunda (13) até o meio-dia de hoje.

Jonny Ken Itaya, sócio-fundador e administrador do Migre.me, disse ao TB News que o que menos importa é a queda de audiência do site. Para o blogueiro, o mais preocupante é a qualidade do serviço, que fica comprometida.

Questionado sobre o prejuízo que a indisponibilidade do Speedy causa ao Migre.me, Jonny Ken afirmou que a empresa está tendo a imagem prejudicada devido a um problema interno da Telefônica. O empresário cogita entrar com ação judicial por perdas e danos contra a operadora de telefonia, mas atualmente está interessado em resolver o problema. Itaya garante que se o Migre.me não voltar a funcionar para usuários do Speedy, será preciso pensar em algum plano emergencial.

“Considerando que o status de um serviço é extremamente importante para uma empresa como o Migre.me,  estamos jogando dinheiro pelo ralo.” – Jonny Ken, fundador do Migre.me

A Telefônica chegou a pedir que o Migre.me sugerisse a seus usuários formas de trocar o provedor de DNS do computador manualmente, mas o empresário se negou a fazer tal sugestão. Segundo Jonny Ken, é inviável pedir que 10 mil assinantes do Speedy que acessam o Migre.me frequentemente façam a troca. “O problema esbarra na burocracia de uma empresa gigantesca que raramente resolve os nossos problemas sem ações judiciais”, disse Itaya.

O Tecnoblog continua recomendando o uso da OpenDNS para tentar resolver o problema. Para saber como habilitar a OpenDNS gratuitamente no seu computador ou modem, clique aqui.

[Com Abril.com/Yahoo Notícias/Info]