STF  chegará ao Twitter

STF chegará ao Twitter

Depois de estrear um canal do site de vídeos Youtube no último mês de outubro, o Supremo Tribunal Federal se prepara para mais uma incursão pela rede e a partir do dia 1º de dezembro também começará dar suas caras também no Twitter.

De acordo com o anúncio oficial, os seguidores do STF no site de microblog terão acesso “aos itens mais relevante das agendas do presidente da corte e dos demais ministros, aos destaques das pautas de julgamento do plenário além de acompanhar em tempo real flashes dos julgamentos mais importantes e as decisões e despachos dos principais processos em tramitação”. Nada mal.

O texto também lembra que um grande diferencial do site de microblog é a possibilidade de acompanhá-lo com facilidade a partir de dispositivos móveis como smartphones, por exemplo, e afirma que especialistas apontam o serviço como “o futuro da comunicação”.

Ainda que o perfil do órgão esteja longe de ser candidato a líder de popularidade na rede, a novidade pelo menos mostra que eles andam antenados aos movimentos da web. Já o nome de usuário que eles irão utilizar ainda é um mistério já que o @STF pertence a um empresário norte-americano chamado Slawomir Fryska.

A novela da cobrança de ponto extra de TV por assinatura continua. Em decisão feita ontem e tornada pública hoje, o juiz Roberto Luchi Demo revogou liminar obtida pela ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) em junho de 2008, que permitia cobrança de ponto adicional. Detalhe: esse mesmo juiz foi quem concedeu a liminar.

Havia dúvidas sobre a legalidade da cobrança porque a Anatel ainda não havia se manifestado sobre o assunto. No entanto, a agência produziu uma resolução que – finalmente! – determina que a mesma programação que é disponibilizada no ponto principal deve estar nos pontos adicionais, incluindo até mesmo canais oferecidos em forma de pay-per-view.

As empresas de televisão por assinatura não poderão cobrar pela programação que é exibida no ponto extra, mas instalação e manutenção do equipamento e aluguel do decodificador poderão continuar a ser incluídos na conta mensal.

Tenho a impressão de que vai dar na mesma: troca-se a assinatura de programação em ponto adicional pelo aluguel de decodificar extra. [Folha Online]