21/06/2010 às 16h37 por Thássius Veloso
A Kingo Labs, criadora do encurtador brasileiro Migre.me, colocou na praça mais um produto que vai explorar bastante o conceito de redes sociais eletrônicas. O Kindim (que significa Kingo Diretório Múltiplo) é um diretório que vai agrupar os mais variados perfis de usuários do Twitter, a fim de que o internauta “descubra usuários com interesses comuns”.
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09/04/2010 às 18h40 por Thássius Veloso
A galera responsável pelo encurtador Migre.me lançou hoje um recurso que poderá deixar o uso do site ainda mais divertido e interessante. As insígnias são condecorações que os usuários vão ganhar de acordo com objetivos que forem cumpridos, como, por exemplo, receber 30 RTs em apenas uma hora.
O ranking de insígnias já está no ar e você pode conferir abaixo:

Top de insígnias do Migre.me. (Clique para ampliar)
Modéstia à parte, o Tecnoblog é o sexto colocado, depois de alguns blogs e alguns usuários de Twitter famosos (tem até uma ex-BBB). No nosso caso, recebemos insígnias por ter aparecido na lista dos mais retuitados pelo menos uma vez; por ter realizado um sorteio com pelo menos 300 participantes; por ter figurado na coluna de tweets mais clicados; por ter conseguido 100 RTs em uma hora; e por ter angariado 30 RTs em uma hora.
Jonny Ken, fundador da Kingo Labs, disse em entrevista a mim que as insígnias surgiram depois de terem percebido que os usuários ainda não prestam muita atenção nos Bookmarks, um recurso que permite ter um histórico completo de todos os links publicados no Twitter com URLs geradas pelo Migre.me.
O nome insígnias é claramente inspirado nos Pokémons (lembra? #1; lembra? #2 #vergonhaalheia). De acordo com o mesmo Jonny, serão 136 insígnias no total, que serão liberadas aos poucos e os usuários poderão colecionar. De olho no dindin, o Migre.me já planeja até mesmo insígnias patrocinadas por empresas.
É ficar de olho para conferir as novidades.
07/09/2009 às 15h29 por Thássius Veloso
Tamanho é documento, ao menos no recente mercado de encurtadores de URLs. Já temos os brasileiros Migre.me, da Kingo Labs, e o Uiop.me, que fazem muito bem o serviço de encurtar URL. Mas são os encurtadores gringos que travam uma verdadeira batalha para ver quem vai ter menos caracteres no endereço encurtado.

J.mp: domínio com apenas 3 caracteres e tecnologia do Bit.ly.
O Bit.ly foi o que mais recentemente se movimentou, na busca por URLs ainda mais curtas. O serviço lançou o site J.mp, que utiliza o mesmo motor do Bit.ly. A diferença é apenas na URL: o domínio perde dois caracteres, passando de cinco para apenas três. Parece pouco, mas para quem costuma ter apenas 140 caracteres para publicar twits pode fazer toda a diferença.
Assim como o pai Bit.ly, o J.mp também oferece encurtamento de URLs facilitado através de atalhos (baseados em JavaScript) no navegador. Outra característica interessante do serviço são as estatísticas de retwits com a URL em questão e de cliques no link em tempo real. [Mashable]
31/08/2009 às 19h17 por Rafael Silva

A KingoLabs, empresa criadora do encurtador de URLs brasileiro Migre.Me, revelou nessa segunda-feira (31) mais uma ferramenta para ser usada em conjunto com o microblog Twitter: o Twitted.me, que é “uma ferramenta de cadastro colaborativo de spammers, associada a uma vacina anti-spam” de acordo com a descrição no site.
Ele funciona da seguinte maneira: ao fazer login no site utilizando o método de autenticação OAuth (mais seguro do que usar login e senha do Twitter), o Twitted.me bloqueia automaticamente, na conta do usuário logado, todos os spammers contidos na lista negra cadastrada no site. Isso impede que esses spammers sigam quem for ‘vacinado’ pela ferramenta e também exclui da lista de followers aqueles que já seguiram. Ela também bloqueia cada novo username inserido na lista negra (daí a analogia com a vacina) em todas as contas dos cadastrados no site.
Existem dois métodos para que um username seja incluído na lista negra: através de direct message para o usuário @spammermaldito ou pelo campo próprio na home do Twitted.me. Em ambos os métodos, o username passa por três filtros automáticos e ultra-secretos antes de ser considerado spammer e inserido na lista negra. Se o username for liberado nos três filtros mas for muito denunciado pelos usuários da ferramenta, um filtro manual entra no lugar para julgar se ele deve ir para a lista ou não.
Jonny Ken, desenvolvedor da ferramenta e diretor de projetos da Kingo Labs, não revela se os filtros têm pesos diferentes ou não. Aliás, se revelasse, estaria dando de graça o peça principal do seu projeto que, ele diz, tem apenas 1 hora de vida. O Twitted.me ainda está em fase de testes, mas já conta com 113 usuários cadastrados e 88 spammers na blacklist no momento da digitação deste post.
18/08/2009 às 17h13 por Thássius Veloso
Esse pessoal do Tr.im está mesmo indeciso. Primeiro decidiram encerrar o serviço, colocando toda a culpa no Twitter, que adotou o Bit.ly como encurtador oficial de URLs. Um dia depois, voltaram atrás e avisaram que iriam manter o serviço sim. Dessa vez, a notícia é que o Tr.im se tornará um serviço com código aberto.
O criador do site, Eric Woodward, disse ontem que é perigoso deixar o valioso tráfego de dados proveniente de URLs “encurtadas” na mão de apenas uma empresa (em referência à Bil.ly). Ele pretende abrir o código-fonte do Tr.im para que qualquer pessoa possa usá-lo, e espera ver na comunidade open source apoio ao novo Tr.im.
Se tudo der certo, Woodward pretende ganhar entre 5% e 10% do mercado de encurtadores de URL com um Tr.im descentralizado. Atualmente o Bit.ly é responsável por incríveis 80% de market share. O criador disse que poderá bancar o novo Tr.im do próprio bolso se for necessário.
Enquanto isso, no Brasil nós temos o Migre.me, da Kingo Labs. [CNET]