Não é só no Brasil que o governo comete suas gafes com o mundo online. Ainda que a proposta lei americana SOPA aparentemente tenha sido derrotado nos EUA, as cicatrizes da batalha da internet contra os legisladores americanos ainda são vívidas entre alguns figurões do mundo da tecnologia. Gary Kovacs, CEO da Mozilla, afirmou durante uma palestra no Festival SXSW que ficou surpreso ao ouvir que congressistas pretendem contratar pessoal que “entende” da web. Leia mais
Na semana passada o deputado federal Walter Feldman, do PSDB-SP, havia proposto a criação de uma lei nos moldes da conhecida e odiada SOPA, que causou polêmica nos EUA por sugerir a alteração do funcionamento de servidores DNS. O deputado parece ter percebido que esse projeto de lei era menos do que ideal e pediu hoje a retirada da proposta para votação na câmara. Leia mais
O processo contra os fundadores do Pirate Bay já se arrasta na justiça sueca há uns bons anos, possivelmente fazendo cosplay do que é a justiça brasileira. O último desenvolvimento de que se tem notícia foi o pedido de apelação do pedido de prisão e multa aos três integrantes do grupo, composto por Peter Sunde, Fredrik Neij e Carl Lundström, que aconteceu em 2010. Esse pedido foi negado hoje. Leia mais
Muito se falou desde a criação das propostas de lei SOPA e PIPA, que poderiam censurar provedores e usuários americanos da internet de uma maneira jamais vista. Os congressistas americanos responsáveis por votar essas propostas perceberam o quanto ela é odiada essa semana, depois que grandes empresas da web se mobilizaram para protestar contra elas. Esse mobilização parece ter dado resultado agora que tanto a SOPA quanto a PIPA foram arquivadas indefinidamente. Leia mais
No final de novembro do ano passado a cova do Grooveshark começou a ser escavada quando a UMG, Universal Music Group, uma das quatro gigantes de música do mundo, abriu um processo contra o site de streaming de músicas, pedindo no total mais de 17 bilhões de dólares em danos. Essa cova começa a ficar maior agora que mais um estúdio abriu um novo processo contra a empresa. Leia mais
Eis uma maneira de saber se os seus advogados estão preocupados ao ver um processo legal perder força: eles passam a incluir patentes pouco usuais no litígio. É isso que parece que está acontecendo no processo da Samsung contra a Apple na Alemanha, já que na semana passada a sul-coreana desistiu de parte dele ao admitir que a Apple havia licenciado patentes de 3G com a Qualcomm. Agora a empresa incluiu 4 novas patentes no processo, uma delas relacionada ao uso de emoticons. Leia mais
Uma reportagem do jornal Estado de Minas publicada ontem levanta um ponto interessante sobre a abertura da loja de músicas e filmes da Apple no Brasil. Segundo Alexandre Atheniense, advogado entrevistado pelo jornal, o fato da Apple vender esse tipo de conteúdo no Brasil com preços em dólar vai contra a lei: todos os preços de produtos vendidos no país, sejam virtuais ou não, devem ser mostrados em reais de acordo o Código de Defesa do Consumidor. Leia mais
Os grandes estúdios de música e filme contam com um enorme time de advogados especializados em processar qualquer pessoa que olhe torto para os direitos autorais que eles tanto defendem. Eles passam dos limites algumas vezes, porém nem sempre as pessoas que estão sendo processadas dispõem de tempo e dinheiro para lutar nos tribunais. Mas o Megaupload tem. O famoso site de compartilhamento de arquivos decidiu processar a Universal. Leia mais
Em abril a Motorola Mobility abriu um processo contra a Apple na Alemanha por (adivinhe só!) infração de patentes. Hoje, como parte desse processo, a corte alemã responsável por ele concedeu à Motorola uma liminar que não vai fazer muito bem à Apple. Segundo a liminar, a Motorola pode pedir a proibição de venda de todos os gadgets iOS que infringem a patente, o que inclui todos os modelos de iPhone e iPad com 3G atualmente vendidos. Leia mais
Para se manterem legais perante a lei os serviços de streaming de música precisam, naturalmente, criar acordos com as gravadoras e grandes estúdios para poder disponibilizar as canções aos seus membros. O Grooveshark provavelmente sabia disso mas o setor de licenciamento da empresa (se é que ele existe) esqueceu de pedir permissão e pagar as devidas taxas à Universal Music Group e, por isso, pode estar com seus dias contados. Leia mais




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