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Manter o desenvolvimento de software para sistemas operacionais mais antigos pode ser um problema. Tem sempre aquele desafio de adequar tecnologias mais novas para algo que foi feito antes de elas serem inventadas. A Microsoft abandonou o Internet Explorer para o Windows XP (o decano XP, devo dizer) na versão 8. E a Mozilla ensaia fazer o mesmo com o Firefox, só que para o Leopard da Apple. Leia mais

Dois dias após anunciar que o lançamento do Snow Leopard será em setembro, a Apple admitiu hoje que o sistema operacional não poderá ser instalado em computadores que utilizem processadores PowerPC. Com isso, a empresa determina de vez que o último sistema operacional disponível para usuários de PowerPC será o Leopard.

A transição de processadores PowerPC, produzidos pela IBM, para os Core Duo, produzidos pela Intel, iniciou-se em 2006. A Apple incentivou durante muito tempo aplicativos rotulados como “binário universal”, que funcionariam tanto em PowerPC quanto em Intel. Uma vez que a própria empresa para de dar suporte àquele tipo de processador, não há mais motivos para que outros fabricantes desenvolvam softwares para ele, o que eleva os custos de produção.

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A página de especificações do Mac Os X Snow Leopard deixa registrado que o sistema operacional só funcionará em “Computador Mac com um processador Intel”. Os demais requisitos são: 1 GB de memória RAM, 5 GB de espaço em disco livre e drive de DVD para instalação. Alguns recursos precisarão de conexão com a internet, enquanto que outros só estarão disponíveis para assinantes do MobileMe.

Com informações de CNET News e Mac Rumors.

Antes de começar já solto o aviso: este texto é recheado de conteúdo inadequado para fan boys e Mac OS Xiitas. Vou manter a mesma linha de pensamento que sempre defendi aqui no TecnoBlog, aquela sem hipocrisias, que sabe que absolutamente nada é perfeito. Se você sabe lidar com isso, senta o dedo. Caso contrário, clique aqui para ver a versão anti-Microsoft desta mini-série.

Finder: Estrelando o primeiríssimo lugar desta lista, está um dos sistemas de gerenciamento de arquivos mais carente de todos os sistemas operacionais. Simplicidade é certamente uma das características do Finder. Tanto que chega a ser um defeito.

1 – Onde já se viu um gerenciador de arquivos não permitir recortar e colar arquivos? Quer coisa mais simples e prática que isso?! Pois é, no Mac OS ctrl+x e ctrl+v não existem. Para movimentar um arquivo, você tem que selecionar o dito cujo, arrastar em cima da pasta e soltar. Agora, se a pasta de destino estiver dentro de N diretórios, você terá que segurar o arquivo selecionado por alguns segundos em cima de cada pasta, e elas irão se abrir, até você chegar no diretório de destino. Mover arquivos desta forma nem seria tão ruim, não fosse a estrutura horrível do Finder.

2 – No Windows Explorer, vemos uma árvore de diretórios do lado direito, e o conteúdo da pasta do lado esquerdo. No Finder, temos uma seleção de atalhos que ocupam o lugar da árvore de diretórios, e isto definitivamente não é prático. Quer dizer, até seria, mas se além disso houvesse a tal arvore de diretórios. O modo de visualização que mais lembra o Explorer, é um que divide a janela do Finder em várias colunas, deixando tudo mais confuso ainda (questão de gosto, maybe).

3 – A ordenação dos arquivos também é muito confusa. Você pode ordená-los por nome, tamanho, classe, entre outros. Não importa qual destas você selecionar, arquivos e pastas se misturam na tela, bem diferente do Explorer, onde as pastas ficam em cima, e os arquivos embaixo.

4 – Arquivos de vídeo não possuem miniaturas. Pastas também não mostram seu interior através de miniaturas no ícone. Somente arquivos de imagem em si possuem este recurso, e ainda assim, não com a praticidade que há no Windows Vista. Lá, para configurar o tamanho da miniatura, é só deslizar um botão em uma barra e o tamanho dos arquivos muda em tempo real. Aqui no OS X, você tem que selecionar os modos de visualização da pasta antes.

Gerenciamento de Janelas: Quando fechamos uma janela no Windows, estamos na verdade encerrando o programa. No OS X, ao fechar uma janela, você está fazendo simplesmente isso! O programa continua em execução, comendo recursos da máquina.

A única utilidade disso, é tirar a janela ali da sua cara. Mas me digam, pra que existe a opção Minimizar então?

Padrão do Teclado: A questão do padrão não chega a ser muito contestável, já que cada empresa criou o seu, e se sobressaiu a que se popularizou mais. Mas alguns atalhos são realmente bem esquisitos no Mac, e fogem à máxima de simplicidade da Maçã. Por exemplo o atalho para excluir arquivos, que utiliza dois botões ao invés de um.

Há ainda alguns atalhos bem bizarros, que utilizam 4 teclas! Desde quando pressionar 4 teclas ao mesmo tempo é algo prático?

Softwares: Entendo que o sistema não é tão popular quanto o Windows, e só isto já justifica a quantidade pequena de softwares bons e gratuitos para Mac. Uma coisa que eu nunca tive costume de fazer no Windows é comprar softwares. Dada as excessões, eu sempre encontrava alguma solução Free ou até mesmo Opensource. Agora, já estou me acostumando com a idéia de ficar de olho em promoções de softwares. Sad but true.

Continuo adorando este sistema, que tem seus prós e contras como qualquer outro. O texto foi baseado nas minhas experiências com o Tiger, o que significa que algumas coisas podem ter mudado no Leopard. Mesmo assim dei uma pesquisada antes de publicar o texto, e não achei nada que alterasse as informações constatadas aqui.

O Mac OS X Leopard deverá ser lançado oficialmente amanhã (26.10) pela Apple. O sistema traz uma série de novidades, que estão deixando os fãs muito animados para adquirí-lo. O novo sistema operacional da Apple foi desenvolvido para tirar proveito do processamento de 64bits dos Intel Core 2 Duo, que já são utilizados nas máquinas da Apple há mais de um ano.

Haverá apenas uma versão do Leopard, e a mesma poderá ser instalada tanto em uma máquina com processador de 32bits, quanto com os Intel Core 2 Duo de 64bits. Isto trará um ganho de performance absurdo para o sistema, viabilizando mais ainda os vários recursos gráficos do Mac, sem nenhum lag.

Veja abaixo um vídeo do WWDC 2007, onde Steve Jobs faz um comparativo de performance entre as duas tecnologias, editando uma fotografia de altíssima resolução com extrema rapidez.

Tenho que confessar que uma fotografia dessas provavelmente travaria o meu Windows Vista. Sem contar que possuo um processador de 64bits desde Janeiro de 2006, mas nunca pude aproveitar o mesmo ao máximo. Tudo porque ainda não há uma versão do Windows com suporte de hardware decente para este processador.

Bônus: O Nick colocou um artigo muito interessante no blog A Maçã, falando sobre a boa aceitação do novo sistema pela crítica. Há também um vídeo muito interessante que mostra o mesmo em funcionamento. Meu conselho é que vocês confiram, vale a pena. ;)

Foram poucas novidades interessantes apresentadas pela Apple hoje no WWDC (ainda mais porque moramos no Brasil), abaixo, as principais (na minha opinião):

  • Safari 3

A primeira e uma das mais surpreendentes é o lançamento da nova versão do famoso Safari, navegador padrão dos Macs. Agora o mesmo está disponível tanto para Macs como para Windows XP/Vista. Resolvi instalar aqui para fazer alguns testes antes de escrever a matéria e confesso que fiquei completamente frustrado.

Segundo Jobs, o novo Safari é 2x mais rápido que o Internet Explorer e 1,6x mais rápido que o Firefox. Mesmo assim, ele foi horrível na renderização de várias páginas que testei (incluindo o TecnoBlog), deformando completamente as mesmas além de “dar sumiço” em títulos e textos marcados com a tag <strong>. Isso me parece uma forma de pressionar os webmasters a criarem sites com códigos amigáveis.

  • iPhone

Como já havia sido dito, o novo iPhone será lançado no dia 29 de Junho exatamente às 6:00pm (horário dos EUA). Alguns vídeos do mesmo em funcionamento foram apresentados, mas nada novo.

O suporte a softwares de terceiros não é nativo do OS X mas sim do Safari, e de acordo com a nova página do mesmo, o aparelho é Quad-Band e opera nas frequências 850, 900, 1800, 1900MHz (adeus Vivo!).

  • Leopard 64 Bits

O tão esperado Leopard trás novidades muito interessantes. A nova barrinha agora se parece com uma “base de vidro” que reflete os ícones posicionados em cima dela. Outra novidade são os Stacks, um tipo de atalho extremamente prático para pastas. Para usá-lo, basta arrastar uma lista de arquivos, ou uma pasta para a barrinha, que quando selecionados abrem um pop-up em cima do desktop como um atalho para os arquivos.

Há também o novo Finder, com novos recursos de navegação e preview. Graças à emulação de 64 bits do novo sistema, agora é possível navegar por entre os documentos assim como na seleção de álbums do iPhone. Os previews conseguem visualizar perfeitamente vários formatos de documento, áudio e também vídeo. Impressionante!

Todo o site da Apple também foi reformulado, vale a pena acessar e conferir os vários vídeos demonstrativos com as novidades do sistema, afinal, se uma imagem vale mais do que mil palavras, um vídeo então… ;)