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A loja de aplicativos do Android não é exatamente conhecida por ser a mais segura de todas. Vez ou outra um aplicativo malicioso consegue passar por lá e fica publicamente disponível fazendo vítimas antes que o Google detecte-o e chute-o pra fora. Um novo serviço anunciado pelo Google promete diminuir a quantidade desses aplicativos e impedir que novos apareçam no Android Market. Ele se chama Bouncer. Leia mais

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Uma pesquisa divulgada essa semana pela empresa de segurança Juniper Global Threat Center mostrou que baixar aplicativos para dispositivos Android não tem sido exatamente uma das tarefas mais seguras nos últimos tempos. Segundo a companhia, a quantidade de malware para a plataforma do robozinho tem crescido “exponencialmente” nos últimos meses. Leia mais

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A proteção contra malware de grandes empresas ligadas à web já virou algo padrão e esperado delas. O Twitter passou a encurtar todos os links com o t.co por esse motivo, para impedir que certo site malicioso fosse afetado. Além dele, o Google já tem há anos uma ferramenta que detecta páginas infectadas e exibe um aviso, ferramenta essa que é usada por diversas outras companhias. Com o aumento do número de usuários, o Facebook precisou pensar numa estratégia similar. E parece que conseguiu. Leia mais

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O campo de malwares que miram especificamente em usuários do Mac OS X parece estar ganhando cada vez mais concorrentes. Embora nem todos sejam eficientes, a quantidade e a velocidade com que eles estão surgindo já começa a chamar atenção. O mais recente foi descoberto hoje pela empresa de segurança Intego, e trata-se de um arquivo malicioso que se aproveita de uma lacuna dos novos Macs para enganar usuários: a ausência do plugin Adobe Flash. Leia mais

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Um novo tipo de malware para Mac OS X foi detectado hoje na web. Ele segue o mesmo modus operandis dos demais malwares para a plataforma: precisa ser voluntariamente instalado e depois disso passa a executar atividades maliciosas no computador em que está. Esse malware, no entanto, tem duas particularidades interessantes. A primeira: ele se comporta como um vírus para Windows, se disfarçando de um arquivo em PDF com duas extensões. A segunda: não funciona como deveria. Leia mais

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O Twitter pode até parecer um serviço inofensivo, mas isso sempre depende do que os usuários fazem com ele. Para proteger os internautas, a BitDefender está lançando uma solução específica de segurança para o microblog. Chamado de Safego, o aplicativo garante que o usuário não vai clicar em nada que coloque sua máquina (e suas informações) em risco. Leia mais

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Parece que, para tristeza dos fãs do Android, a onda de vírus, trojans e outros bichos feios disfarçados de aplicativos legitímos na Android Market não tem hora para acabar. Dessa vez, foram descobertos pelo menos 34 apps com código malicioso que era executado especificamente quando o dono do Android recebia uma ligação.

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Na semana passada um documento interno do suporte da Apple vazou para o público. Nele a empresa deixava bem claro que qualquer usuário de Mac que conseguiu se infectar com o malware Mac Defender deveria descobrir sozinho como removê-lo. Ontem, no entanto, a atitude da empresa mudou. Um documento descrevendo como lidar com o programa foi publicado no setor de ajuda online do site da Apple.
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Há algum tempo um malware começou a atacar especificamente um sistema não muito usado mundialmente. Ao invés de mirar no Windows, essa ameaça ataca usuários de Mac OS X. Chamado de Mac Defender (com variante Mac Security), o malware precisa ser baixado e instalado voluntariamente pelo usuário antes que ele ofereça qualquer tipo de ameaça ao computador dele. E hoje foi revelado que esse é um dos motivos pelo qual a Apple não vai ajudar diretamente tais usuários.
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Desde o começo desta semana o Google retirou mais de 50 aplicativos considerados maliciosos de seu Android Market. De acordo com informações divulgadas pelo gigante da web, os programas conseguiam ter acesso root ao sistema operacional e permitiam que pessoas mal intencionadas tivessem acesso a “uma grande quantidade” de dados de suas vítimas, os capturassem e enviassem de volta para o servidor do criador do malware.
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