Microsoft

A Microsoft é uma empresa que foi fundada em 1975 por Bill Gates e Paul Allen e que tem o seu foco na criação de softwares, embora atue em outras áreas também. Atualmente, seus principais produtos são o sistema operacional Windows 7 e sistema operacional para smartphones Windows Phone. Seu próximo sistema, o Windows 8, já foi liberado em versão de teste gratuitamente em fevereiro de 2012 e terá como foco os PCs e tablets. Outros destaques ficam por conta do pacote de aplicativos de escritório Office e o seu buscador Bing. A Microsoft Brasil existe desde 1989 e emprega mais de 600 funcionários.

Parece que a novela do Internet Explorer na Europa está chegando ao fim. A partir de primeiro de março, os usuários do Windows situados no continente poderão optar por instalar outro navegador logo que o browser da MS for iniciado. A tela de escolha já foi finalizada e passa por testes internos atualmente, mas também poderá ser testada a partir de 22/fevereiro.

Inicialmente a Microsoft propôs oferecer no mercado europeu uma versão do Windows sem o Internet Explorer (conhecido como Windows 7 E), mas a ideia depois foi descartada. Como segunda opção, a gigante de Redmond optou por uma tela de escolha na qual o dono do computador decidiria qual navegador seria o padrão do sistema operacional.

Algumas indas e vindas mais tarde, com direito à Fundação Mozilla reclamando do posicionamento dos ícones de navegadores na tela de escolha, dessa vez a MS aparenta ter acertado na fórmula para exibir os navegadores. Serão 5 navegadores mais usados, exibidos de forma aleatória: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari e Opera. Além desses browsers mais conhecidos, outros poderão ser encontrados ao movimentar a página para a direita. A lista de navegadores principais e secundários será atualizada a cada 6 meses, para refletir a realidade do mercado de browsers.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

O acordo da Microsoft com a Comissão Europeia prevê que a tela de escolha seja distribuída por meio do Windows Update para Windows XP, Windows Vista e Windows 7 durante 5 anos. Fabricantes de computadores também terão o poder de desabilitar o IE e ajustar outro browser padrão nos PCs que venderem.

IE domina na Europa

O Internet Explorer ainda é o navegador mais usado na Europa. De acordo com dados do StatCounter, o aplicativo da Microsoft detém 45.5% dos usuários europeus. Em segundo vem o Firefox com 39.2%, seguido de Chrome (6.3%), Opera (4.3%) e Safari, com apenas 3.7%.

[Com informações: Microsoft on the Issues, ZDNet e Ars]

Windows 7 RC iniciará os desligamentos a cada duas horas a partir de 1 de março.

Os usuários que baixaram gratuitamente o Windows 7 RC (Release Candidate, “candidato a lançamento”) no segundo trimestre de 2009 já sabiam — ou pelo menos deveriam saber desde que leram (ou não) o EULA — que ele passaria desligar a cada duas horas em cerca de um ano. Desde domingo (15) a Microsoft está notificando através de e-mails e da barra de tarefas que essa hora se aproxima.

O ciclo de expiração do RC teve início dia 15 de fevereiro com uma notificação na barra de tarefas uma vez por dia e um “Assistente de Notificação” que aparece na tela a cada quatro horas, e depois passa a surgir de hora em hora igual ao resultado parcial da Telesena.

Quem insistir em continuar com o Windows 7 RC terá mais interrupções a partir do dia 1 de março, quando entra em vigor a próxima fase do processo de expiração: as notificações continuam, mas o computador passará a desligar a cada duas horas. E a Microsoft ressalta: “[quando o computador desligar], seu trabalho não será salvo”.

Por fim, no dia 1 de junho, data da expiração, o computador continuará a desligar a cada duas horas sem salvar nada, e além disso o papel-de-parede mudará para um preto sólido com uma mensagem persistente na sua área de trabalho. Notificações periódicas de que não se trata do “Windows genuíno” ficarão aparecendo e o PC não mais conseguirá realizar atualizações ou downloads que exijam uma “validação de Windows genuíno”.

Para evitar todo esse transtorno, a Microsoft recomenda que seja reinstalada uma versão anterior do Windows ou que se mude para o Windows 7 em versão final. Em qualquer um destes casos será necessário fazer a instalação “do zero”, então quaisquer dados que não forem previamente resguardados em um backup serão perdidos.

Em março do ano passado, durante a Game Developers Conference, foi anunciado um vindouro produto que polarizou a comunidade gamer por alguns meses em dois grupos distintos – os “essa é a maior revolução dos videogames desde a introdução do d-pad” e os “há maior probabilidade de eu me casar com a Megan Fox do que desse sistema funcionar conforme descrito”.

Trata-se do OnLive, um serviço on demand para jogos mais ou menos no formato utilizado por companias de TV a cabo ou empresas como o Netflix. Enquanto esses últimos fazem stream de filmes para a sua TV, a premissa do OnLive é utilizar infraestrutura parecida para transmitir jogos.

Não estou falando de distribuição digital: isso já existe há um bom tempo e atingiu sua maturidade com o Steam e a AppStore. OnLive seria o próximo degrau – em vez de te vender o conteúdo digital do jogo por meio da internet, o OnLive te venderá apenas a imagem em tempo real do jogo, que está sendo executado nos servidores dele e controlado por seus comandos à distância.

Comprando ou alugando um jogo no OnLive, você nunca o terá (nem fisicamente nem digitalmente); você acessará o jogo remotamente, no mainframe da empresa. A diferença é que o aluguel te dará acesso temporário, enquanto a compra garante jogatina vitalícia.

O obstáculo mais óbvio (quem quereria pagar por algo que você não “terá” de verdade?) seria um problema maior em outros tempos, mas o conceito uniformemente adotado de distribuição digital nos deixou acostumados a comprar versões não-físicas dos nossos jogos favoritos. Uma das vantagens desse sistema é que você não precisa esperar por período de download, ou de instalação – você paga pelo jogo e o acessa imediatamente.

E outra maior vantagem é que seu catálogo de jogos não será mais limitado pela quantidade de upgrades que sua máquina possui, um paradigma que movimenta a indústria de memória RAM e placas de vídeo para PCs.

Teoricamente parece uma ideia excelente. Eu, como entusiasta desse universo, aceito de braços abertos qualquer novo competidor que force os jogadores veteranos a mudar seu jogo. Como disse um colunista da CNET, o modelo proposto pela OnLive poderia ameaçar a Sony, Nintendo e Microsoft. Afinal de contas, uma das maiores vantagens dos consoles é que o hardware comprado hoje se manterá atual daqui 5 ou 6 anos sem necessidade de mais investimento. Seria difícil convencer alguém a comprar um console num mundo em que o OnLive funciona como prometido.

Mas é aí que está o problema: muitos insistem que o OnLive jamais poderia funciona como mostra a propaganda. Aliás, é muito difícil para nós, gamers experientes, nos empolgarmos com propaganda. O lendário Phantom, um dos primeiros consoles a propôr distribuição exclusivamente digital, prometida revolução similar foi um fracasso retumbante. E o fato de que a empresa gastou mais nos esforços de marketing do que no desenvolvimento deixa patente o perigo de acreditar no comercial.

A empresa por trás do OnLive afirma ter desenvolvido algoritmos de compressão inéditos para a tarefa de fazer stream em tempo real de jogos em alta definição para milhares (ou talvez milhões?) de clientes. E eles se dispuseram a mostrar um pouco mais do console na GDC deste ano. É difícil de acreditar (este articulista da Eurogamer esboçou os vários motivos), mas a julgar pelo fato de que eles têm um pouco mais para mostrar que o natimorto Phantom, tenho uma curiosidade otimista. E vale lembrar que o console OnLive está cotado para custar menos que um Nintendo Wii.

Agora eu consegui sua atenção, hein? E você, acha que há mérito na experiência do OnLive ou vai continuar economizando para uma nova GeForce?

O Mobile World Congress 2010, congresso mundial voltado para dispositivos móveis, acontece de 15 a 18 de fevereiro. Logo no primeiro dia de evento, a Microsoft apresentou a nova versão de sua plataforma para dispositivos móveis: o Windows Phone 7 Series. Entre as novidades do sistema está a integração com a Xbox Live e o Zune.

De acordo com Steve Ballmer, CEO da Microsoft, a plataforma vai refletir o ritmo de vida que as pessoas levam atualmente e a necessidade se se conectar com outras pessoas. O executivo ainda disse que a MS tem um grande desafio em um mercado no qual dezenas de aparelhos têm o mesmo visual e fazem a mesma coisa.

Tela inicial do Windows Phone 7 Series.

Tela inicial do Windows Phone 7 Series.

A tela inicial do Windows Phone 7 Series foi redesenhada. Agora ela apresenta informações relevantes que o dono do aparelho quiser ver. Totalmente customizável, permite acessar conteúdos e aplicativos de forma bastante rápida. Além disso, os aparelhos que utilizarem a plataforma terão um botão exclusivo para busca no Bing, o que, de acordo com a Microsoft, vai dar ao usuário acesso rápido e prático a buscas na internet (e evidentemente vai ajudar na migração do Google para Bing).

O Windows Phone 7 Series inaugura o uso de hubs, locais nos quais informações complementares se concentrarão. O hub People (Pessoas), por exemplo, vai apresentar a já tradicional combinação de atualizações que a pessoa recebe das redes sociais, como Twitter e Facebook. Além disso, o usuário vai poder enviar novas atualizações para os serviços com facilidade.

Pictures (Fotos) é o hub que exibe imagens e permite enviá-las para Facebook e o Windows Live, de modo que os contatos consigam vê-las assim que a foto seja feita. Já o hub Xbox Live leva para o celular a experiência de jogo já disponível na rede da empresa.  Além dos jogos, informações sobre contatos e conquistas feitas em jogos também ficarão disponíveis para consulta diretamente na tela do smartphone.

O hub Music + Video (Música + Vídeo) é onde – veja só – as músicas e vídeos do usuário estarão. A sincronização poderá ser feita com o conteúdo já salvo no computador do usuário e também na Zune. Também é a partir desse hub que o usuário vai conseguir acessar a rádio FM (algo que, não custa lembrar, o iPhone não tem).

A produtividade fica por conta do hub Office, no qual o dono do aparelho vai poder visualizar documentos criados com a suíte de aplicativos da MS e também editá-los. Também é a partir desse atalho que o Outlook Mobile será acessado, no qual o usuário vai poder concentrar todos os seus e-mails (inclusive a conta corporativa fornecida por meio do Microsoft Exchange).

AT&T, Telefónica, Telecom Italia, Sprint e Vodafone, entre onze operadoras, são parceiras da empresa na disponibilização do Windows 7 Phone Series. Os fabricantes de dispositivos móveis que também se comprometeram com a Microsoft são Dell, Garmin/Asus, HTC, HP, LG, Samsung, Sony Ericsson, Toshiba e Qualcomm. Aparelhos dessas empresas rodando Windows 7 Phone Series devem começar a aparecer no mercado norte-americano até o fim do ano.

A Wired fez um mockup de como poderia ser um iPad idealizado por Bill Gates

O iPad não foi exatamente um sucesso de crítica e público após seu anúncio – embora haja muita gente que veja no aparelho um potencial que talvez não salte aos olhos logo na primeira análise. Bill Gates foi perguntado o que achava do iPad pela BNET, e pelo visto, se dependesse dele, o iPad teria reconhecimento de voz, um teclado físico e uma stylus. (O primeiro item é até possível que venha no futuro, mas os outros dois, pelo que conhecemos de Steve Jobs, é melhor Bill Gates esperar sentado.)

“Vocês sabem, eu acredito muito no toque e na leitura digital, mas eu ainda acho que uma mistura de voz, caneta e um teclado de verdade – em outras palavras um netbook – será mainstream nessa área,” disse Gates. “Então não é como se eu me sentasse e e sentisse da mesma forma que me senti com o iPhone, quando disse ‘Oh meu Deus, a Microsft não mirou alto o suficiente.’ É um bom leitor, mas não há nada  no iPad que eu olhe e diga, ‘Oh, eu queria que a Microsoft tivesse feito isso.’”

Mas provavelmente o mais surpreendente nessa declaração não seja o fato de Bill Gates ter se mostrado nada impressionado pelo iPad, mas sim dele ter admitido que, de fato, ficou impressionado com o iPhone, o que já é quase tanto quanto sua esposa Melinda Gates, que declarou em março de 2009 que de vez em quando olha pra seus amigos e diz “Ooh, eu não me importaria em ter um desses iPhones.”

Um (ex?) funcionário não identificado da equipe de desenvolvimento do Windows Update deu com a língua nos dentes e acidentalmente revelou alguns detalhes a respeito do futuro Windows 8, por hora conhecido apenas pelo nome-código Windows.next, previsto para desembarcar nas prateleiras até o fim do mundo 2012, em um blog da companhia.

“O time do Windows está comprometido a entregar um sistema ainda mais inteligente, rápido e amigável que o Windows 7 (…) Estou verdadeiramente impressionado com a capacidade da equipe em analisar os desejos e necessidades dos clientes e de se unir para solucioná-las.  O Windows 8 será completamente diferente do que normalmente se espera do Windows”, escreveu, dando a entender que uma primeira versão do programa já foi compilada.

Uma das “fontes inspiradoras” para o post foi a entrevista de Steven Sinofsky, chefe de desenvolvimento do Windows, para o site Cnet, em que ele explicava que o desenvolvimento do 7 foi focado sobretudo em “capacidade de processamento, não em testosterona”.

O texto da discórdia foi publicado no último dia 31 de janeiro e logo foi retirado do ar, mas ainda pode ser lido graças ao cache do Google.

Desde metade do ano passado algumas vagas de emprego para a equipe responsável por um misterioso Windows 8 apareceram no site da Microsoft, mas nunca foi esclarecido se eram direcionadas de fato à próxima geração do programa ou apenas um inocente erro de digitação.

A Biblioteca Britânica, que mantém em seu acervo cerca de 150 milhões de itens entre livros, periódicos, filmes, músicas, patentes, mapas, selos e outras produções anunciou que disponibilizará aproximadamente 65 mil clássicos da literatura inglesa na web, de graça, em formato “compatível com os principais e-books do mercado”, como o Kindle, por exemplo.

As versões que cairão na rede serão as primeiras edições de títulos de autores como Charles Dickens ou James Joyce, entre milhares de outros, e manterão a tipografia e as ilustrações de suas raras versões de papel, muitas vezes publicadas há alguns séculos. Um exemplo é a obra Razão e Sensibilidade, publicada em 1811 pela escritora Jane Austen e que tem sua edição original, naturalmente de papel, avaliada em alguns milhares de euros.

A digitalização das obras está sendo feita sem qualquer custo (uia!) desde 2005 pela Microsoft e os navegantes poderão baixar os livros de seu interesse a partir do meio do ano. Caso o leitor faça questão de ter a obra de papel em suas mãos, reproduções impressas das primeiras edições estarão à venda na Amazon por preços que variam de R$40 a R$ 60. [Times]

Usuários do Xbox original serão deixados de fora do Xbox Live

Microsoft anunciou que planeja banir do serviço Xbox Live todos os Xbox (o modelo original, lançado há oito anos).

“Para atingir nossa aspirações [de explorar todo o potencial do Xbox 360], nós precisamos fazer mudanças no serviço Xbox Live que são incompatíveis com nossos jogos do Xbox v1 original,” disse Marc Whitten, gerente geral do Xbox Live. “Não foi uma decisão fácil, mas após cuidadosa análise ficou claro que trará o maior benefício à comunidade do Xbox Live”.

A partir de 15 de abril os Xbox original não mais entrarão no serviço. E ponto. Até os games do Xbox original que rodam no 360 serão igualmente excluídos.

A Microsoft afirma que entrará em contato com todos os usuários afetados para “mais detalhes e oportunidades”. (Será que “oportunidades” significa algo como um grande desconto para adquirir um Xbox 360 ou isso seria sonhar alto demais?)

A Microsoft confirmou hoje a existência de uma falha em todas as versões do Internet Explorer que pode fazer com que os arquivos do computador invadidos possam ser visualizados pelos “caras malvados”.

Como de hábito, a brecha é explorada quando o incauto navegante acessa páginas que executam um determinado código malicioso que permite a “exposição de informações”. De acordo com a Microsoft, os mais vulneráveis à falha são os usuários do Windows XP e do IE6 (oh, que novidade), além de cópias do IE7 e IE8 que tiveram seu “Modo Protegido”, que por padrão vem ativado nas versões, desabilitado.

A empresa afirma que já está trabalhando num patch para corrigir o problema.

Xbox 360 Elite, por R$ 2 mil no Brasil.

A partir desta quinta-feira (4) a linha de kits oficiais do Xbox 360 no Brasil será renovada: sai o kit Pro (HD de 60 GB, um controle sem fio, um controle remoto, cabo HDMI e os jogos Too Human e PGR 4) que era vendido por R$ 1.499 e entram em seu lugar duas novas opções, o kit Arcade por R$ 1.250 e o kit Elite por R$ 2 mil.

O que os dois bundles terão em comum será a inclusão do cabo HDMI (para enviar o sinal de alta definição a uma TV que o suporte) e dos jogos “Fable II” (RPG) e “Banjo-kazooie” (plataforma, voltado para a família). No kit Arcade, o mais simples e barato, além disso estarão incluídos um console na cor branca e um controle sem fio na mesma cor. O Xbox 360 Arcade não vem com HD algum (que pode ser comprado separadamente), mas conta com uma memória interna de 256 MB para salvar seus jogos.

O Elite é considerado pela Microsoft seu principal lançamento. Por R$ 2 mil reais, o gamer brasileiro levará para casa, além dos dois jogos citados e o cabo HDMI, o console na cor preta com um disco rígido de 120 GB e um controle sem fio na mesma cor do console.

“Trazer o modelo Elite é uma questão de demanda de mercado e de estética. A cor é importante para quem quer ter um videogame preto combinando com o home theater preto” explica Guilherme Camargo, gerente de marketing do Xbox 360 da Microsoft Brasil.

Com a mudança, a nova linha disponível no Brasil se torna a mesma que é vendida nos Estados Unidos — com a pequena diferença que lá os kit Arcade e Elite custam, respectivamente, US$ 200 e US$ 300, o que, num hipotético cenário sem impostos nem intermediários, equivaleria aqui no Brasil a cerca de R$ 365 e R$ 550. Os kit oficiais são vendidos nestes revendedores oficiais.

Camargo ainda aproveitou o lançamento da nova linha para confirmar que Projeto Natal será lançado oficialmente no Brasil e que a vinda do Xbox Live ao nosso país “está super encaminhada, mas sem data de lançamento”. [G1]