Um consórcio formado pelo conhecido o MIT e sete empresas sediadas no País Basco (região no norte da Espanha) anunciou na última quarta-feira a chegada do Hiriko, um veículo urbano que era apenas um protótipo até julho do ano passado. Ele tem como grande diferencial a capacidade de se “dobrar” para economizar espaço quando está estacionado e assim facilitar a vida dos motoristas de um futuro nem tão distante assim. Leia mais
Descontinuado recentemente pelo Google, o App Inventor muito em breve terá casa nova no MIT (Massachusetts Institute of Technology). E o que é melhor: terá o código-fonte aberto, permitindo que desenvolvedores contribuam com a ferramenta.
No começo dessa semana o MIT apresentou durante simpósio um novo algoritmo capaz de amplificar e melhorar substancialmente o desempenho prático da FFT.
FFT, ou Fast Fourier Transform, é o algoritmo mais prevalente em todas as ciências da comunicação e tem sido empregado sem descanso em quase tudo o que conhecemos desde quando foi composto, em meados dos anos 1960. Sem ele não seria possível, por exemplo, converter informações como notas musicais e outros dados puros na forma de uma representação matemática que pudesse ser codificada e transmitida entre dispositivos. Leia mais
Falando em nome de muitos, me atrevo a dizer que um dos últimos e mais cobiçados desejos do bom geek é a automação pessoal. Não é? Ensinar virtualmente qualquer objeto a conversar com a internet e executar uma função em particular é, sem sombra de dúvida, um oásis a ser conquistado. Leia mais
Comercialmente, os LEDs têm perdido parte de seu prestígio para OLEDs, AMOLEDs, Super AMOLEDS, qHDs e sabe-se lá quais mais virão. Entretanto, LEDs são o principal dos pilares da tecnologia de consumo. Com uma longa história de pesquisa e desenvolvimento, todas essas novas tecnologias não seriam possíveis por meio de meros blinkenlights. O LED sempre reinou como um benevolente padrinho para todas elas. Leia mais
O cérebro humano tem um total estimado de 100 bilhões de neurônios. Cada um deles pode se conectar a milhões de outros neurônios por meio de sinapses. Calcula-se que existam alguns bons quatrilhões de sinapses neurais no cérebro. Embora estejamos na vanguarda de incríveis avanços tecnológicos, estamos bem longe de imitar funcionalmente esse tipo de potencial.
Entretanto, com apenas 400 transistores e tecnologia CMOS padrão de manufatura de circuitos integrados, um grupo de cientistas do MIT obteve êxito em criar o primeiro chip que imita o processo análogo de comunicação do cérebro e que opera fundamentalmente sob o mesmo modelo de comunicação controlada por íons.
Enquanto a maioria de nós usa smartphones para o propósito que ele foi criado, cientistas do conhecido MIT resolveram reaproveitar esse tipo de dispositivo móvel para uma causa mais nobre. Ao invés de usá-lo para fazer ligações, navegar na internet ou assistir conteúdos multimídia, o MIT Media Lab criou um adaptador para smartphones que permite o diganóstico de catarata. Leia mais
Os cientistas do Massachusetts Institute of Technology desenvolveram uma tecnologia capaz de registrar imagens de casas de uma rua. Até aí não há muita coisa de diferente em relação ao Google Street View, em que carros do Google tiram fotos de todos os ângulos de vários logradouros e publicam na web. Mas as imagens coletadas pelos cientistas têm um grande diferencial e vão ser usadas para um fim específico: são fotos térmicas que devem ajudar a economizar energia. Leia mais
Todos sabíamos que era apenas uma questão de tempo, afinal está na cara que o Kinect é o dispositivo com maior potencial no mundo para tornar real a ficção científica do filme Minority Report. A parte da manipulação de imagens com as mãos, não a de previsão de crimes, obviamente.
O feito é do Laboratório de Ciências de Computação e Inteligência Artificial do consagrado Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Eles utilizaram, além do hardware do Kinect em si, os drivers libfreenect para fazer a interface com o Linux e mais um bocado de tecnologia que o MIT já tinha desenvolvido ou com a qual tenha colaborado.
Não é novidade que o trânsito das grandes cidades não é exatamente o lugar mais relaxante do mundo, e para prevenir os motoristas de ficarem (ainda) mais estressados pesquisadores do MIT, junto da fabricante de automóveis Audi, desenvolveram o robozinho AIDA, uma espécie de mistura miguxa do Kitt (do seriado oitentista Supermáquina) com um GPS.
Preso no painel do carro, o bicho tem um “rosto” formado por leds e sensores capazes de analisar o humor do condutor, interagindo “de maneira informativa e socialmente aceitável”, seja lá o que isso deva significar.
De acordo com o MIT, o AIDA – sigla para Affective Intelligent Driving Agent – se “comunica em tempo real com o condutor com um sorriso ou piscar de olhos, e com o tempo o sistema estabelece uma relação simbiótica com seu dono e desenvolvem laços emocionais”.
Além disso, esse HAL 9000 portátil também é capaz de aprender os hábitos e trajetos mais usados pelo motorista e cruzar esses dados com informações a respeito do clima e tráfego em tempo real, “oferecendo orientações mais precisas”.
Claro, o projeto ainda é um estudo e não tem data para chegar ao mercado.