Tão esperado pelos assinantes do MobileMe, a Apple lançou hoje o aplicativo iDisk, que permite sincronizar arquivos do iDisk também em iPhones e iPods Touch. Funciona como um backup entre o Mac, o MobileMe e também o dispositivo com iPhone OS instalado.

Uma vez que o usuário de MobileMe salve arquivos no iDisk do computador, esses arquivos são imediatamente enviados para a nuvem e ficam acessíveis através do MobileMe. No caso do MobileMe iDisk para iPhone OS, os arquivos ficam disponíveis para serem visualizados, mas o aparelho só começa a baixá-los quando o usuário solicita. Depois disso, uma cópia do arquivo fica salva em cache.

MobileMe iDisk exibe documentos no iPhone OS. (Reprodução)

MobileMe iDisk exibe documentos no iPhone OS. (Reprodução)

Arquivos do iWork ou Microsoft Office e também em PDF poderão ser visualizados diretamente na tela do aparelho. Há, no entanto, um limite de 20 MB por arquivo.

Para usar o aplicativo, cujo download é gratuito, é preciso ter uma assinatura do MobileMe, que custa US$ 99 anuais. Clique aqui para acessar a página do aplicativo na iTunes Store.

Keywords

A Apple aproveitou o dia para anunciar outra novidade na App Store: a inserção de keywords. Desenvolvedores poderão adicionar palavras-chave à descrição de seus aplicativos, ajudando o algoritmo de busca a encontrar bons aplicativos. O sistema de notas também ajudará a entregar resultados de busca otimizados.

O redesign da App Store permanece sendo uma possibilidade. A loja da Apple cresceu demais e precisa se reorganizar para continuar funcionando plenamente, sem deixar os usuários na mão.

[Gizmodo/AppleInsider/PC World]

Face Match AppParece que a Apple encontrou no registro de patentes americano uma ótima forma de fazer pre-releases de forma viral. Depois das noticias que circularam semana passada sobre novas patentes da empresa que utilizariam uma tela touchscreen tátil com identificação de impressões digitais e interação com o usuário, as novas patentes descobertas descrevem funcionalidades de identificação facial e de objetos.

A tecnologia não é nova: a identificação de objetos já é utilizada há um tempo considerável. Ela só não estava disponível no aparelho até agora por falta de interesse da empresa, uma vez que já existem aplicações de terceiros que utilizam técnicas de realidade aumenta no iPhone.

Até mesmo a identificação facial, função que a Apple noticiou orgulhosamente quando adicionou pela primeira vez em seu iPhoto ’09, não é necessariamente novidade. Já existe à venda na App Store o software chamado Face Match, que faz exatamente o mesmo que as novas patentes prometem fazer.

O grande diferencial da função nativa no sistema estaria na utilização pelo próprio iPhone OS, que possibilitaria um novo patamar no quesito segurança, deixando para trás qualquer função de segurança disponibilizada pelo Mobile Me até então. Mas até que a empresa divulgue o que pretende fazer com as novas patentes, muitos rumores ainda surgirão. [Boy Genius Report]