Usuários do navegador mais usado da Mozilla que não gostam do cantor canadense Justin Bieber ganharam uma ótima alternativa essa semana. Um plugin para Firefox chamado Shaved Bieber bloqueia a exibição do nome completo e do sobrenome do astro ao navegar em páginas da internet. Além disso, o plugin também mascara fotos e imagens relacionadas à ele.
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Mozilla
Mozilla Foundation é uma organização sem fins lucrativos responsável por manter o navegador Firefox, o cliente de email Thunberbird e outros projetos. Foi fundada em julho de 2003 por uma organização afiliada a Netscape, empresa que desenvolveu navegador homônimo que dominou a internet nos anos 90. Possui como subsidiária a Mozilla Corporation, responsável pelo marketing dos produtos da Mozilla e contratação de funcionários e engenheiros de software que desenvolvem os softwares. Em 2006, a Mozilla obteve receita estimada em US$ 66,8 milhões.
Versão beta do Firefox 4 disponível para download
Se você tem um navegador sobrando para fazer suas atividades rotineiras na internet, você pode ser um bom candidato para testar o Firefox 4. A primeira versão beta do navegador foi publicada na noite de ontem pela Mozilla, que transformou a versão 3.7pre6a em 4.0b1. A seguir estão os links para download da versão para Windows, versão para Mac OS e versão para Linux. Lembrem-se de que por ser uma versão beta, é esperado que ela seja tão estável quanto uma usina nuclear em fusão. [Slashdot]
WebM aparece em versão de desenvolvedor do Firefox
A Fundação Mozilla adicionou, pela primeira vez, suporte a vídeos com a tecnologia WebM no navegador de código livre Firefox. Tal adição foi feita a uma versão “noturna” do browser (para quem não sabe: diariamente a organização libera uma versão nova do navegador para os desenvolvedores, com as alterações do dia). Ainda há bugs e erros, mas o basicão para ter WebM no navegador já está instalado. [Engadget]
Mozilla Messaging lança Thunderbird 3.1 RC2
O cliente de e-mail Thunderbird teve sua versão 3.1 RC2 liberada para testes nesta quinta-feira pela Mozilla Messaging. Disponível em versões para Windows, Mac e Linux, suas maiores novidades são um novo assistente de migração de contas e a capacidade de reconhecer automaticamente as configurações avançadas dos principais serviços de e-mail do mundo, o que deve facilitar a vida de usuários iniciantes. O download pode ser feito aqui. A versão final deve chegar em uma semana.

Desenvolver um formato de vídeo de alta qualidade e, ao mesmo tempo, disponível abertamente para qualquer um. Esse é o objetivo do Google com o projeto WebM, que foi apresentado hoje, durante o evento Google I/O, em San Francisco. O detalhe é que tradicionais concorrentes da empresa no mercado de navegadores aderiram à ideia: Fundação Mozilla e Opera Software estão entre os envolvidos na ideia.
De acordo com a empresa, os arquivos WebM serão formados de vídeo comprimido com uso do codec VP8, que foi desenvolvido pelo Google e é utilizado em larga escala pelo YouTube. A codificação do áudio ficará por conta do Ogg Vorbis, que também é totalmente gratuito e de código aberto. O container do vídeo será o Matroska, que já é bastante conhecido de quem baixa filmes e séries de 1080p (trata-se do famoso .mkv).
A Mozilla publicou no ano passado uma página no seu site para que usuários do Firefox pudessem checar se seus plugins estavam todos atualizados. Além de mostrar quais estavam desatualizados, a página também mostra um link de como baixar a última versão, em alguns casos. Isso serviu para ajudar a conscientizar usuários sobre os perigos de rodar uma versão antiga do Flash, por exemplo.
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Com o Opera atingindo cada vez mais sistemas móveis, é de se esperar que as demais empresas de navegadores se preocupem em desenvolver versões para outras plataformas além do desktop. É isso que a Mozilla está tentando fazer. A criadora do Firefox anunciou hoje a liberação do Fennec, versão pré-alpha do Firefox, para a plataforma Android.
O navegador, entretanto, honra o status de pré-alpha que leva: Ele só roda em versões 2.0 ou superiores do Android, contém alguns bugs no gerenciamento de memória, não permite que links *de outros aplicativos* sejam abertos e pode requerer que seu celular seja reiniciado depois da instalação. Mesmo assim, não deixa de ser um bom conceito. O programa só foi testado no Motorola Droid e no Nexus One, mas se você tem um aparelho com Android 2.0 ou superior diferente desses e quer testar o navegador, pode baixar o arquivo diretamente através desse link. Leia mais
Google começa a apoiar padrão para fontes na web
A equipe de desenvolvimento do projeto Chromium afirmou que vai implementar o Web Open Font Format (WOFF) nas próximas versões do código-fonte. Isso significa, na prática, que o Google junta-se a Opera Software, Mozilla Foundation e Microsoft no suporte ao novo padrão.
Com a adição de WOFF aos novos navegadores, designers teriam mais liberdade para trabalhar com fontes na web, uma vez que qualquer família tipográfica poderia ser exibida no navegador. Atualmente, é muito comum ver um conjunto bem pequeno de fontes – Arial, Verdana, Helvetica e Trebuchet MS – na maioria dos sites. [ZDNet]

Torcedor do Firefox comemora
Em relatório divulgado ontem, a Mozilla afirma que o seu carro-chefe de navegadores, Firefox, alcançou 30% de participação de marcado mundial, atrás apenas do navegador da Microsoft, Internet Explorer. Esse foi um pulo considerável dos 25% de participação constatados em novembro do ano passado.
A porcentagem, no entanto, varia bastante quando as estatísticas de uso são separadas por continente. Na Europa, o navegador é usado por 39% da população com acesso à internet. Já na Asia, Oceania e África os números não passam de 26, 28 e 29%, respectivamente. Na América do Norte e América do Sul, o navegador tem 26 e 31% de participação.
A maior taxa de crescimento do Firefox foi percebida na Rússia, país em que o navegador chegou a crescer 20% em relação ao ano anterior. Já o país com maior porcentagem de uso é a Indonésia, com 60%. No continente antártico esse número pula para 80%, o que indica que 80 dos 100 pesquisadores ou cientistas que estão sempre estudando a região sabem que o Internet Explorer não presta.
Os dados foram calculados pela Mozilla baseada na média de quatro empresas de estatísticas diferentes: StatCounter, Quantcast, Net Applications, e Gemius. O relatório completo pode ser baixado nesse link (PDF).
[via TheRegister]
Na edição de 2010 do já tradicional concurso de hackers Pwn2Own, bastou o primeiro dia (na verdade os primeiros minutos apenas) para que a segurança no iPhone e no Safari em um Mac caíssem por terra, assim como aconteceu também com o Internet Explorer 8 e o Firefox, ambos no Windows 7.
O iPhone foi hackeado pela dupla formada por Vincenzo Iozzo e Ralf-Philipp Weinmann — este último conhecido por ter feito parte da equipe de três homens que em 2007 demonstrou como quebrar o protocolo WEP de segurança de redes Wi-Fi em um tempo muito menor do que era possível anteriormente. Levou menos de cinco minutos para que os dois explorassem uma brecha de segurança e invadissem o iPhone (sem jailbreak). Pelo feito, a dupla voltou pra casa US$ 15 mil mais rica.
O veterano do concurso Charlie Miller conseguiu o tri-campeonato fazendo o que ele faz melhor: hackeando um Mac a partir do Safari. Ele já tinha sido campeão em 2008 e em 2009 (quando quebrou a segurança do Safari em apenas 10 segundos), e na edição 2010 ganhou novamente o prêmio (US$ 10 mil) por ter invadido um MacBook Pro rodando Snow Leopard, a mais atual versão do sistema operacional da maçã.
Indo agora para o mundo Windows, o hacker Peter Vreugdenhil conseguiu explorar uma vulnerabilidade no Internet Explorer 8 rodando no Windows 7 com um ataque que a TippingPoint (que organiza e financia o evento) definiu como “tecnicamente impressionante”. Ele conseguiu contornar o sistema de prevenção de execução de dados do Windows 7 (Data Execution Prevention, ou DEP) e assim ganhou o prêmio de US$ 10 mil.
O mesmo valor foi ganho por um estudante alemão de ciências de computação conhecido apenas como Nils, agora bicampeão do Pwn2Own. Ele ganhou o prêmio por ter tido sucesso ao hackear o Firefox rodando no Windows 7.
O único navegador que foi definido como alvo dos ataques no concurso e não foi (até o momento) derrubado foi o Google Chrome. Pelo menos ao primeiro dia de ataques ele resistiu bravamente.
Esses ataques e as informações sobre as brechas exploradas são adquiridas pela TippingPoint como parte do concurso. Ela mantém essas informações sob sigilo até que a empresa responsável pelo software invadido as compre e corrija as vulnerabilidades. A Apple, por exemplo conseguiu corrigir a vulnerabilidade da qual Miller tirou vantagem para ganhar seu primeiro Pwn2Own em apenas três semanas. Este recorde só foi batido pela Mozilla, que conseguiu fechar em apenas uma semana a brecha no Firefox usada por Nils para ganhar o concurso no ano passado. [Computerworld]




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