Mozilla

Mozilla Foundation é uma organização sem fins lucrativos responsável por manter o navegador Firefox, o cliente de email Thunberbird e outros projetos. Foi fundada em julho de 2003 por uma organização afiliada a Netscape, empresa que desenvolveu navegador homônimo que dominou a internet nos anos 90. Possui como subsidiária a Mozilla Corporation, responsável pelo marketing dos produtos da Mozilla e contratação de funcionários e engenheiros de software que desenvolvem os softwares. Em 2006, a Mozilla obteve receita estimada em US$ 66,8 milhões.

A Fundação Mozilla anunciou o fim da linha para o desenvolvimento de uma versão do browser Firefox específica para o Windows Mobile 7. A decisão aconteceu depois que a Microsoft anunciou que não irá permitir que programas feitos por terceiros rodem de maneira nativa em seu novo sistema operacional móvel.

Apesar de nós acreditarmos que o Windows Phone 7 pareça interessante e tenha potencial para conquistar o mercado, a Microsoft lamentavelmente decidiu proibir aplicações nativas no SO. Por conta disso, ela não lançará um kit de desenvolvimento e não teremos subsídios para fazer um Firefox para ele”, escreveu Stuart Parmenter, diretor da divisão de Mobile da companhia da raposa. “Enquanto espero que a Microsoft reveja sua posição e nos dê os subsídios para desenvolvermos o Firefox para o Windows Phone 7, nós continuaremos focados em coisas que podemos controlar, como fazer uma excelente versão final de nosso programa para o Android e Maemo”, completou.

Mas como toda regra tem uma exceção, a Microsoft discretamente liberou uma única companhia para fazer programas nativos para o Mobile 7. Segundo o site Zdnet, a Adobe foi autorizada pela companhia de Redmond para fazer uma versão do Flash para o novo sistema operacional, procurando aí uma maneira de alfinetar a Apple, que não aceita o formato em seus iPhone, iPod Touch e iPad.

Um mês (!) depois de uma falha crítica do Firefox 3.6 ter sido tornada pública, a Mozilla decidiu liberar ontem (22) uma atualização de segurança para seu principal navegador. Segundo a empresa, a falha crítica é específica da versão 3.6, nenhuma versão anterior foi afetada.

O bug estava relacionado com uma rotina de decompressão de fontes usada no Firefox ao implementar o padrão Web Open Font Format. Caso explorado, ele poderia fazer o navegador travar e permitiria execução remota de código malicioso. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança russo Evgeny Legerov, que vende um programa para exploração de falhas chamado VulnDisco hacking tool, que incluía o bug.

Apesar da demora, o timing da atualização não poderia ter sido melhor já que a conferência de segurança CanSecWest está para começar. É durante essa conferência que ocorre o concurso chamado Pwn2Own (‘Quebre para ganhar’ em tradução livre), em que hackers precisam invadir um laptop usando falhas desconhecidas nos principais navegadores e, caso consigam, ganham um prêmio de 10 mil dólares e o computador que conseguiram invadir.

A nova versão agora é a 3.6.2 e está disponível para todas as plataformas via download ou pelo menu de atualização do próprio Firefox. Atualizem djá!

[via PCWorld]


Dados da empresa de pesquisa NetApplications divulgados na última segunda-feira mostram que o navegador Chrome foi o único a ganhar participação no mercado em fevereiro, enquanto todos seus concorrentes amargaram perdas.

Os números mostram que o programa do Google cresceu 0,39% em relação a janeiro, enquanto os campeões de popularidade Internet Explorer e Mozilla Firefox encolheram 0,54% e 0,20%, respectivamente. O mês não foi fácil nem para os inexpressivos Safari e Opera, que perderam 0,08% e 0.03% de seus usuários.

Nos números gerais, as múltiplas versões do IE continuam na frente, tendo a preferência de 61,58% dos navegantes, seguido pelo Firefox com 24,23%. O Chrome vem longe na terceira posição, com 5,61%.

A NetApplications afirma monitorar o tráfego em 40 mil sites, que são freqüentados por cerca de 160 milhões de usuários todos os meses.

Ok, talvez a manchete tenha sido um pouco exagerada demais, mas lá vai: a Apple anunciou a contratação de Window Snyder, especialista em segurança com passagens pela Microsoft, Mozilla e que até recentemente batia cartão em uma empresa de segurança chamada @stake.

Filha de um pai americano e de mãe queniana (à la Obama), começou a frequentar o reino maravilhoso de Steve Jobs na última segunda-feira e será a responsável pelas ferramentas de segurança do sistema operacional Mac OSX. Tal tarefa não deve ser novidade para ela, que anteriormente também já foi a chefe de segurança da equipe de desenvolvimento do Windows XP Service Pack 2 e do Windows Server 2003. [Register]

"Seja livre, mas escolha o meu"

A Fundação Mozilla iniciou uma campanha para conscientizar os navegantes menos antenados que existem outros programas para se acessar a web do que o todo poderoso Internet Explorer.

Chamada de Open to Choice, a iniciativa mira no provável aumento de demanda por novos navegadores que o final do suporte do IE6 pelos serviços do Google e que a tela de seleção de browsers que deve entrar no ar na Europa nos próximos dias devem gerar num futuro próximo.

Em uma carta aberta postada no site opentochoice.org, John Lilly, CEO da Mozilla afirma que “a escolha de um browser é muito importante porque esses programas têm uma importância crítica em nossas vidas modernas”, e completa, de maneira quase poética, que eles “são as lentes pelas quais vemos o mundo virtual e a mídia com que nos conectamos para aprender, compartilhar e colaborar”.

Como era de se esperar, na página inicial do site existem apenas referências do navegador da casa, o Firefox, mas eles garantem que informações sobre todos os pontos fortes e fracos dos programas da concorrência serão enviados “quando for a hora de mudar” aos e-mails dos interessados que cadastrarem seus endereços numa lista.

Agora só resta saber o que eles dirão a respeito do IE8, atualmente o browser mais usado do mundo, e do Google Chrome, que vem crescendo bastante de uns meses para cá.

Aberta a temporada de caça aos bugs

Google anunciou aberta a temporada de caça aos bugs do Chromium, o projeto opensource que serve como base para seu navegador, o Chrome — e podemos inferir que o Chromium tem também imensa importancia também em seu sistema operacional, o Chrome OS. E a empresa não está procurando bem-feitores sem segundas intenções, ela pretende pagar: US$ 500 (cerca de R$ 950) por bug denunciado, ou até US$ 1.337 ( cerca de R$ 2.500). (Curiosidade geek: o valor escolhido é em referência à palavra “leet”.)

O anúncio foi feito através deu um post no blog oficial do Chromium, onde Chris Evan, da equipe de segurança do Google Chrome, escreveu: “Quanto mais pessoas envolvidas em inspecionar o código e comportamento do Chromium, mais seguros nossos milhões de usuários ficarão.” Evans também parabeniza a Mozilla por manter há bastante tempo um programa similar de grande sucesso.

Interessados devem consultar o post citado para maiores detalhes.

Continuando com uma tradição que surgiu nos últimos anos, a Fundação Mozilla anunciou hoje que mais uma vez irá contratar 30 estudantes  durante o verão nos EUA – que acontece entre os meses de junho e agosto, inverno por aqui – para ajudar no desenvolvimento de futuras versões do Firefox.

De acordo com um post feito no blog da organização o convite para o estágio – eles chamam de estágio – é aberto a estudantes de “variadas esferas acadêmicas” de todas nacionalidades. O pagamento pelos três meses de trabalho não é informado pela Mozilla, que seduz os interessados de outras maneiras: “todos os estagiários de ’09 participaram ativamenteno desenvolvimento do Firefox 3.6! Quem mais poderia dizer que seu trabalho possivelmente pode ser sentido por mais de 350 milhões de usuários?” pergunta.

Uma curiosidade é que a empresa oferece um canal no IRC (irc.mozilla.org) para solucionar possíveis dúvidas de seus candidatos. Isso sim é que é ser nerd.

Aos que estão interessados em passar um tempo nos campos da raposa, é só mandar um currículo pra lá. E boa sorte.

Os lançamentos de suas versões RC1 e RC2 nos últimos dias já davam a dica, mas sem dar qualquer pré-aviso, a Mozilla lançou a versão final do Firefox 3.6 nesta quinta-feira. Esta será a última grande atualização do browser antes da chegada de sua versão 4, esperada para acontecer em 2011.

A maior novidade do programa é a inclusão, entre seus itens “de série”, do addon Personas, que permite que o navegador seja personalizado e configurado com apenas um clique – novidade mais cosmética do que propriamente técnica que chega para combater os temas do Google Chrome, que têm feito algum sucesso. Debaixo do capô, também se destacam suporte aprimorado a HTML5, CSS  e Javascript.

Disponível em 70 idiomas, obviamente incluindo português, o download de sua versão para Windows tem 7,5 MB, linux, 9,5 e OSX, 18,4 MB. Para baixar o programa, é só visitar a página da Mozilla.

Vai chegar, chegou.

Mais uma vez sem fazer muito alarde, no último domingo a Mozilla liberou a segunda versão Release Candidate do navegador Firefox 3.6.

Apesar de não divulgar maiores detalhes a respeito das novidades implantadas, a Fundação informa que “mais de um milhão” de usuários estão testando o browser, que deverá ter sua versão final liberada antes do fim do mês, depois de uma série de atrasos.

Somadas, todas as versões do Firefox contam com 300 milhões de usuários em todo mundo, apontam seus desenvolvedores.

O Firefox 3.6 deverá ser a última evolução do programa antes da chegada de sua nova geração. O desenvolvimento do Firefox 3.7, que deveria chegar no terceiro trimestre deste ano trazendo como grande novidade uma interface redesenhada, foi cancelado na semana passada depois da Fundação Mozilla anunciar uma “mudança de planos” e afirmar que concentrará suas forças na próxima geração do navegador, que deverá ser conhecida como Firefox 4 e deverá desembarcar – de acordo com as previsões otimistas – na rede no começo de 2011.

Para fazer o download do Firefox 3.6 RC2, visite a página da Mozilla.

Uso dos navegadores no Brasil: IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.

No Brasil, IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.

Fãs do Firefox, deixem as festividades de final de ano de lado e tirem o espumante da geladeira antes da hora. De acordo com a empresa de monitoramento de tráfego web Stat Counter, essa semana a versão 3.5 do navegador da Mozilla finalmente se tornou o navegador mais usado do mundo.

Mas isso, claro, depende do ponto de vista.

Atualmente contando com a preferência de 22% dos navegantes, os índices de uso do programa da raposa nunca estiveram tão altos, mas ele só conseguiu o posto de número um na guerra dos browsers por conta de um processo migratório que está acontecendo lá para os lados da Microsoft.

Líder absoluto até então, em seus dias de glória o Internet Explorer 7 chegou a registrar 42% de uso, mas desde o lançamento do IE8, que aconteceu em março, seus índices têm despencado por conta da migração dos usuários entre as duas versões. Atualmente o IE7 tem 21% de audiência, contra 20% do IE8. Surpreendentemente, o decano IE6 ainda tem 14% dos usuários.

Com um em alta e outro em baixa, as glórias sobraram para o Firefox 3.5, que não tem nada a ver com essa história e que temporariamente deve aproveitar o status de navegador mais usado no mundo.

Nos números gerais as múltiplas versões do Internet Explorer têm a preferência de 55,8% dos internautas, contra 32,8% do Firefox. Mas a maré não parece ser das melhores para a Microsoft nesses mares, já que há um ano esses números eram, respectivamente, 68% e 25%.

Já no Brasil o navegador mais usado ainda é o IE7, com 24,35%, seguido de perto pelo Firefox 3.5, que registra 23,8%. O IE8 é o terceiro colocado, e seguindo a tendência mundial também registra 20%.