MP3

MP3 é um formato de áudio largamente utilizado em players portáteis desenvolvido pela alemã Instituição Fraunhofer. Com perdas de áudio quase imperceptíveis ao ouvido humano, o MP3 consegue gerar arquivos com tamanho bem menor do que os formatos lossless, como Flac e WAV. Na taxa de 128 kbps, um MP3 possui cerca de 10% do tamanho original. O padrão suporta também as ID3tags, informações sobre o artista, álbum, ano de lançamento e outros dados armazenados no próprio arquivo.

th_xbox-music-bg-preto

A Microsoft vai anunciar amanhã o serviço de venda de músicas Xbox Music, de acordo com informações liberadas pela própria companhia. Conforme o Tecnoblog adiantou em primeira mão na semana passada, já era possível assinar o Zune Pass para desfrutar uma experiência similar à do Oi Rdio – música como um serviço pago mensalmente. Leia mais

tumb-ford-logo

Aquela nostalgia de carregar consigo um CD antigo e, numa viagem mais longa, escutar as tradicionais 14 faixas está com os dias contados. Ao menos para os compradores de veículo da Ford Motor Company. A empresa comunicou nos Estados Unidos que está desistindo de vez de incluir o CD player nos novos carros que estão para sair. Leia mais

banshee-thumb

Depois de seis meses de muito esforço, testes, caça aos bugs, suor e lágrimas dos seus desenvolvedores, o player open-source de áudio e vídeo Banshee 2.0 finalmente está pronto e disponível para download. E com ótimas novidades! Dentre elas estão o suporte nativo a legendas externas ou incorporadas ao vídeo e a interface modificada, só para citar algumas.
Leia mais

carshark-thumb

Não é de hoje que carros contam com computadores integrados, seja para o alarme, seja para o sistema de entretenimento integrado ou até para a distribuição de tração para as rodas. Chips e circuitos já foram integrados em automóveis há bastante tempo. Como leigo nessa área, eu suspeitaria que tais computadores ao menos teriam algum sistema forte de criptografia e proteção, afinal de contas é um carro. Mas ao que parece esse sistema, assim como qualquer outro criado por seres humanos, também está sujeito a falhas.
Leia mais

thumb-celular-ny

Um projeto de lei proposto pelo senador Carl Kruger, do estado de Nova York, prevê que pedestres tenham que pagar multa no valor de US$ 100 (cerca de R$ 167) caso sejam pegos atravessando as ruas da grande maçã ouvindo músicas com fones de ouvido ou falando ao telefone celular. De acordo com Kruger, a lei é necessária para prevenir os acidentes causados por pessoas presas na “serenidade perceptiva” proporcionada por seus gadgets.
Leia mais

Dois dos pioneiros nas pesquisas em torno do formato MP3 estão envolvidos na criação de um novo tipo de arquivo para músicas chamado de “MusicDNA”.

Apresentado nesta segunda-feira na Midem, conferência sa indústria da música que acontece em Cannes, na França, a nova tecnologia utiliza basicamente os mesmos algoritmos de compressão de áudio da atualidade junto de tabelas XML capazes de armazenarem até 32 GB de informações sobre a faixa, como letra, capa dos disco, artigos na Wikipedia, posts no Twitter e notícias que são atualizadas dinamicamente pela web toda vez que a faixa é acessada.

Desenvolvida pelo criador do formato MP3, o alemão Karlheinz Brandenburg, e pela empresa Bach, de propriedade de Dagfinn Bach, criador do primeiro aparelho capaz de tocar músicas digitais em 1993, a novidade chega para “tornar os downloads legais mais atrativos”. Stefan Kohlmeyer, CEO da companhia, afirmou à rede de notícias BBC que “Se as gravadoras se esforçarem para oferecer conteúdo exclusivo para o formato, certamente teremos um produto premium nas mãos”.

A novidade deve chegar ao mercado até o meio deste ano e por hora apenas duas empresas inglesas assinaram acordos com a MusicDNA, o selo Beggars Banquet e a gravadora Tommy Boy Records. A Bach afirma que caso um de seus arquivos caia em sites de compartilhamento, ele se “congela” e deixa de passar por atualizações.

Mas mesmo antes de fazer sua estréia o novo formato já tem dois grandes rivais.

Um deles é a Apple e seu iTunes LP, que pretende usar sua sólida plataforma de distribuição de conteúdo para fornecer material exclusivo, nos mesmos moldes do MusicDNA, sobre as faixas que vende por apenas US$ 1,29. Outro é a ganância de seus criadores. Logo em sua apresentação o presidente da companhia dá dicas de um inevitável fracasso ao dizer que os novos arquivos poderão ser “vendidos até pelo dobro do preço de um MP3 comum”.

Por hora a companhia não informou se o formato é compatível com os players da atualidade nem como o conteúdo exclusivo será acessado.

Seja livre, use pianola!

Seja livre, use pianola!

Agora que o Mininova bateu as botas, provavelmente é hora de arrumar outra maneira de ouvir músicas. E que tal considerar uma solução que provavelmente (não dá pra ter certeza de nada nessa vida) é livre se perseguição da RIAA?

Esta mini pianola mecânica pode ser encontrada por US$ 16 (R$ 25) na Urban Outfitters e vem com uma tira em que é possível ouvir o clássico “Parabéns para você” e outras em que é possível fazer seus próprios furos (um furador especial vem junto para ajudar na tarefa) e compor sua canção.

O lado ruim é que o brinquedo não tem tela de LCD, touchscreen, bateria, fones de ouvido brancos, USB, capacidade de acessar a internet nem uma app store.

O lado bom é que é totalmente livre de dores de cabeça como DRM, direitos autorais e processos judiciais.

Acho que vale a pena.

mintmusica

O site de finanças Mint.com acabou de divulgar em seu blog uma pesquisa que mostra o avanço dos formatos digitais no mercado de música nos EUA. De acordo com os dados, os downloads legais – em que o usuário compra uma faixa ou disco em mp3 em lojas como a iTunes ou Amazon, por exemplo – aumentaram sua participação de 20% em 2007 para 36% em 2009, enquanto as velhas mídias físicas caíram de 80% para 64%. O ano do grande boom dos formatos digitais foi 2008, com aumento de 30%, e em 2009, graças à crise mundial, o crescimento foi de “apenas” 20%.

A pesquisa também mostra que o iTunes detém 70% do mercado de música online, seguido de longe pela Amazon, mas também aponta que o serviço de música da Apple só cresceu 1% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto rivais como o Rhapsody e o eMusic.com registraram aumento de 12%. Já o Napster, que se tornou famoso no início da era do combate aos downloads ilegais não vem se dando muito bem em sua nova carreira e amarga uma queda de 23% em relação a 2008 (e ela já não era uma maravilha).

Quando ao gasto médio de seus consumidores, a lista aponta que os frequentadores do site Fye.com deixam, em média US$ 34 por lá a cada transação e US$ 22 no CD Baby, enquanto no Napster eles gastam US$ 15 e no iTunes, US$ 7. Para ver a pesquisa completa, confira o post no blog do Mint.com.

drm-naoA RIAA (Associação da Indústria de Gravação Americana, em tradução livre) sempre foi a grande defensora – e talvez até criadora – do conceito de DRM (Gerenciador de Direitos Digitais também), que são três letrinhas chatas que te impedem de ouvir sua música legalmente comprada em qualquer dispositivo que quiser. Apesar disso, Jonathan Lamy, porta-voz da associação, declarou em uma entrevista que esse bicho está morto, enterrado e com cem metros de terra acima do caixão. Estou parafraseando, claro.

Uma das grandes lojas que começou a vender primeiro músicas em MP3 sem a “proteção” do DRM foi a Amazon MP3 Store, seguida da iTunes Store. Em matéria de vídeo, entretanto, a conversa ainda anda a passos curtos. Não há previsão de quando a praga do DRM vai deixar de impregnar discos de DVD e Blu-ray. Sim, a maioria deles vem com proteção anti-cópia, sabia?

No Brasil, pra variar, ainda se abusa do recurso do DRM. Lojas como a iMusica exigem que você instale uma licença no Windows Media Player para tocar o arquivo no seu computador. E muito provavelmente por pressão do ECAD, que é a nossa versão da RIAA. Só que bem mais cabeça-dura. A TV digital também não se salva, pois está previsto que as transmissões dela também sejam “protegidas” contra certos tipos de cópias. [TorrentFreak / Ilustração: tom-b]

KazaaO programa de troca de dados Kazaa, que já foi sucesso no inicio da década com a popularização dos downloads de música mp3, está prestes a voltar a vida com a nova função de levar vídeo em alta definição até os smartphones da Palm.

Em sua nova encarnação, o programa terá a forma de uma plataforma entre os smartphones e a internet, permitindo o download de vídeos de alta qualidade de forma legalizada nos aparelhos. Ainda não foram divulgadas informações técnicas de como o software funcionará, nem como seu sistema de pagamento será implementado.

O Kazaa já viveu os dois lados da moeda: durante seu auge, foi o maior programa de distribuição de dados via P2P da internet. No entanto, sua rede foi infestada por vírus, que o transformaram em uma gigantesca ferramenta de disseminação de pragas virtuais.

Atualmente a marca Kazaa pertence à empresa Brilliant Digital Entertainment, que mantém um site e um software de distribuição de músicas de forma legal, em acordo com as gravadoras, com assinatura de 20 dólares. A empresa afirma possuir 70 milhões de usuários espalhados pelo mundo. [Info]