MySpace

MySpace é uma rede social lançada em agosto de 2003. Fez muito sucesso na década de 2000, mas com o passar dos anos e o surgimento de redes sociais concorrentes, como o Facebook, foi perdendo tráfego. Em julho de 2005 foi comprado pela News Corporation por US$ 580 milhões. Um ano depois passou o Google em número de acessos nos Estados Unidos. Em 2008 foi ultrapassado pelo Facebook e desde então cortou sua equipe de funcionários. Os 2 mil trabalhadores contratados pelo MySpace em 2009 foram reduzidos para apenas 200 em 2011.

Gigante pela própria natureza. Esse é o Google, ainda mais quando estamos falando dos mercados de internet do Brasil e da Índia: de acordo com pesquisa da comScore, o Google domina 30% do tempo que os brasileiros passam na internet. Na Índia esse índice é um ponto percentual menor. A média global é de 9,4% do tempo.

Em resumo: a cada uma hora gasta na internet, brasileiros passam em média 18 minutos no Google.

És belo, és forte, és risonho e límpido.

És belo, és forte, és risonho e límpido.

No entanto, é preciso esclarecer que a pesquisa se refere a páginas mantidas pelo Google, e não somente ao negócio de buscas da empresa. Essa dominação tem um motivo que todos nós conhecemos: Orkut. Enquanto que no resto do mundo Facebook e MySpace são as redes sociais líderes, no Brasil e na Índia é o Orkut quem faz o papel de rede social mais importante.

Segundo dados da comScore, 90% das buscas feitas na internet brasileira são através do Google, 71% das buscas em mapas são no Google Maps e 43% do tempo gasto em blogs são no Blogger/Blogspot.

Andrew Lipsman, diretor de análise da indústria na comScore, disse ao New York Times que a dominação do Google nos mercados brasileiro e indiano é história, uma vez que a empresa se lançou nesses mercados quando ainda iniciavam seu desenvolvimento. Como consequência, o Google conseguiu se tornar o buscador padrão, além de ter sua marca estendida a outros serviços.

Ainda nos falta saber como o Bing, que planeja inaugurar sua versão 2.0 e anunciou hoje uma busca visual, pretende concorrer no Brasil e na Índia. Enquanto não oferecer busca inteligente, como faz nos Estados Unidos, isso será um verdadeiro problema. [NY Times]

Durante a conferência Mobilize, que acontece hoje em San Francisco, a Motorola apresentou ao mundo o novo smartphone Cliq, que rodará o sistema operacional Android e vai contar com integração inteligente com redes sociais como Twitter e Facebook.

Motorola Cliq: visor touchscreen e teclado QWERTY.

Motorola Cliq: visor touchscreen e teclado QWERTY.

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O Cliq – ou Dext, como o aparelho será chamado no Reino Unido – será o primeiro celular da Motorola a tirar proveito do sistema de código livre Android, mantido pelo Google. Nos Estados Unidos, o aparelho funcionará na rede 3G da T-Mobile e também em hotspots que ofereçam sinal Wi-Fi. O visor do Cliq/Dext terá 3,1” polegadas, com resolução HVGA (480×320 pixels), além de ser sensível ao toque dos dedos. Usuários que não quiserem usar o teclado touchscreen poderão optar pelo teclado QWERTY deslizante.

Multimídia não vai faltar ao Motorola Cliq. A câmera fotográfica será  de 5 megapixels, também com captura e reprodução de vídeos a uma taxa de 24 quadros por segundo. Um cartão de memória MicroSD de 2GB acompanhará o smart, que suportará até 32GB de armazenamento.

Já o MotoBlur, solução desenvolvida pela Motorola, permitirá integração entre os diversos serviços online usados diariamente pelo consumidor médio de smartphone. Esse sistema lidará automaticamente com atualizações provenientes e também destinadas a serviços variados, como Twitter, Facebook e MySpace. De acordo com a Motorola, o Cliq utilizará a rede 3G para manter o dono do aparelho atualizado; as novidades dos contatos serão exibidas na tela inicial.

[Atualização às 16:10] Segundo Henrique Martin (colunista do TB) publicou no Zumo Blog, o Cliq chegará ao Brasil ainda nesse ano também com o nome de Dext. Será comercializado pela Claro. [com ZDNet]

Enquanto Twitter e Facebook vão ganhando espaço como ferramentas de compartilhamento de conteúdo, o Google tenta correr atrás e tornar seus serviços mais “sociáveis”. Na última semana o Google australiano adicionou widgets com possibilidade de compartilhamento no iGoogle local. Hoje foi a vez do Google Reader anunciar novidades “sociais”.

Enviar para Twitter ou Delicious.

Twitter ou Delicious?

O botão send to será adicionado ao rodapé das postagens de quem utiliza o leitor de feeds da empresa. Por enquanto, a integração funciona com Facebook, Twitter, Delicious, Digg, MySpace, Reddit, StumbleUpon e (claro!) Blogger. Para escolher quais serviços habilitar no botão de “enviar para”, basta acessar a página de configurações da funcionalidade.

Não esqueça de desativar o bloqueador de popups do domínio google.com no seu navegador, ou o send to pode não funcionar corretamente. Também será preciso configurar seu Google Reader para inglês, pois a versão do site traduzida para português ainda não conta com a funcionalidade.

Você pode assinar feeds de redes sociais dos seus contatos.

Você pode assinar feeds de redes sociais dos seus contatos.

Ainda pensando no caráter social, seguir pessoas ficou mais fácil. O serviço já oferecia formas comentar posts e de acompanhar o que outras pessoas “gostavam” na rede. Entre as novas funcionalidades, os perfis de usuários do Google Reader passarão a exibir formas do usuário assinar feeds de redes sociais daquele contato. Para tanto, será preciso que essas redes sociais já estejam previamente cadastradas no Google Profile do contato.

Marcar itens como lidos.

Marcar itens como lidos.

Mas as novidades não param por aí. Leitores compulsivos de feeds ganharam um presente da equipe do GReader: marcar itens antigos como lidos. Até ontem, só havia a opção de marcar todos os posts como lidos, mas agora o usuário poderá escolher entre marcar itens mais antigos que um dia, uma semana, ou duas semanas como lidos.

"My precious! My precious!"

"My precious! My precious!"

Uma pesquisa com usuários britânicos do MySpace mostrou o que muita gente suspeitava: os jovens preferem conversar através do computador a se encontrar pessoalmente. Os usuários do MySpace que responderam à pesquisa tinham entre 14 e 21 anos.

Do total de entrevistados, 36% disseram que consideram mais fácil falar de si mesmos através do computador e que os amigos online sabiam mais de suas vidas que os amigos do “mundo real”. Em contraste com a dificuldade de manter amigos offline, 43% dos entrevistados disseram que bons grupos de amigos são fundamentais para uma futura felicidade (junto com dinheiro, saíde e família).

Considerando a vida social offline dos jovens, 82% deles disseram já ter passado por quatro ou mais grupos de amigos na busca por um grupo com o qual realmente haja afinidade e identificação. E 72% disseram ter desistido dessa busca.

[Telegraph]

yahoo-br-novidadesA assessoria de imprensa do Yahoo brasileiro confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que o portal seguirá os passos da matriz americana e lançará em breve uma nova página inicial, com menos links e mais recursos de outros provedores de conteúdo.

Segundo o Yahoo, ainda não há uma data definida para a estreia na nova homepage, cujo objetivo é “reunir as informações e funcionalidades mais úteis de toda a web, disponibilizando às pessoas um lugar para visualização e acesso a tudo que mais os interessa”.

Ferramentas de portais brasileiros, como G1, Terra ou UOL estarão disponíveis para os 12 milhões de usuários brasileiros que passam todos os meses pelo Yahoo Brasil . O internauta também contará com ferramentas de redes sociais como Twitter, MySpace e Facebook diretamente a partir da página inicial do Yahoo Brasil.

O objetivo da empresa é “proporcionar uma experiência consistente em todas as nossas homepages no mundo todo em termos de design”, sem abrir mão de conteúdos personalizados com informações e aplicativos que sejam localmente relevantes. [Tecnoblog]

Enquanto proporcionamos uma experiência consistente em todas as nossas homepages no mundo todo em termos de design, elas serão personalizados com informações e aplicativos que sejam localmente relevantes.