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Considerado um dos jornais mais influentes do mundo, o “New York Times” não anda com essa bola toda em uma cidade específica: Cupertino. Conhece? É de lá que a Apple envia as informações sobre produtos revolucionários como o iPhone e o iPad para que sejam montados em fábricas na China — na Foxconn, como você bem sabe. O “Times” acusa a Apple de tê-lo colocado na lista negra. Nenhuma informação sobre o Mountain Lion antes da hora, portanto. Leia mais

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Eu sei que o ano está para acabar. Mas isso não quer dizer que acabou. Veja só, o pessoal do Echofon pode dizer com o maior orgulho que lançou seu cliente para Windows em 2011. Faltando dois dias para o fim do ano, é bem verdade, mas lançou.

Da mesma forma, se não tomar cuidado, a equipe de marketing do jornal The New York Times ainda tem chances de levar o troféu de maior burrada do ano. Ontem, numa bela quarta-feira de inverno no Hemisfério Norte, eles fizeram o favor de disparar uma mensagem não solicitada para somente 8 milhões de pessoas cujo email permanece no banco de dados deles. Leia mais

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Informações levantadas pelo jornal New York Times dão conta de que o Google está se preparando para finalmente lançar um concorrente de peso contra a Apple e a Amazon no concorrido mercado de vendas de música pela rede.

Cinco meses depois de anunciar seu Google Music Beta – serviço que oferece armazenamento e transmissão de arquivos musicais a diversos tipos de dispositivos –, a gigante da web estaria negociando com as principais gravadoras os termos para abrir uma loja de música. Leia mais

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Amantes do bom Jornalismo terão que, a partir de agora, desembolsar alguns caraminguás para ter acesso ao conteúdo daquele que é considerado o jornal de maior credibilidade no mundo. O New York Times anunciou nessa quinta-feira um modelo de cobrança por conteúdo que engloba os mais variados dispositivos.

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escrito por Tiago Dória, jornalista

Com quase 2 bilhões de usuários em todo o mundo, a internet vem se tornando um ambiente altamente competitivo para quem produz conteúdo de forma profissional.

O presente sinaliza que, no futuro, será cada vez mais difícil estabelecer-se. Ou seja, tudo será bem diferente de alguns anos atrás, quando existiam 3 ou 4 blogs e 10 sites de notícias aqui e acolá. A disputa por atenção e audiência será maior.

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Como já é de costume, a Apple aproveita os dias anteriores à distribuição de um grande produto para enviar o dispositivo para os jornalistas mais influentes dos Estados Unidos. Uma vez que o iPad chega às lojas no sábado, 03/abril, hoje esses jornais começam a publicar as análises do gadget.

Vamos a elas.

David Pogue: “iPad é um iPod Touch gigante”

Gigante.

O humorista colunista do jornal mais prestigiado do mundo fez duas análises distintas do produto. Pogue expõe uma opinião para os adeptos da tecnologia e outra opinião para “todo o resto”, mas todas iniciadas com “o Apple iPad é basicamente um iPod Touch gigante”. Para os tecnológicos, ele diz que é difícil ler no iPad quando sob iluminação direta. Também afirma que o produto começa a pesar na mão “depois de algum tempo”. Por fim, critica:  ”você não pode ler o livros da Bookstore da Apple em nenhuma outra máquina – nem em um Mac ou iPhone”.

Os elogios de Pogue ficam por conta da velocidade com que as coisas abrem e a rolagem acontece no iPad. O jornalista justifica que é muito melhor navegar na web com o iPad porque “você não precisa fazer, nem de longe, tantos zooms e movimentos para os lados”, fazendo referência ao iPhone ou iPod Touch.

No entanto, David Pogue é muito claro ao dizer que pela mesma quantia paga por um iPad, o consumidor pode ter um laptop com teclado completo, drive de DVD, e por aí vai. “Se você já tem um laptop ou smartphone, quem vai ficar carregando uma terceira máquina? “, conclui.

Já na análise voltada para o público geral do NY Times, Pogue fala sobre as muitas funcionalidades que o aparelho possui. Na conclusão, afirma que o iPad não é um laptop. “Não é tão bom para criar coisas”, escreve. Por outro lado, Pogue aponta que o gadget é bom para consumir conteúdo, seja em vídeo, textos, fotos, e-mail ou web. Leia mais

A New York Times Co., empresa controladora do prestigiado (e endividado) jornal americano New York Times, considera a possibilidade de cobrar mensalidade pelo acesso ao site do jornal, em http://www.nytimes.com/. Recentemente o website ganhou uma versão “global”, além de manter a versão “local” para Nova Iorque.

Se atualmente o acesso a notícias do NYTimes.com é gratuito, em breve poderá custar a mensalidade de 5 dólares mensais (o equivalente a dez reais). Assinantes do jornal impresso teriam desconto de 50%, chegando a pagar US$ 2,50 (R$ 5,00) mensalmente.

O NYTimes.com já teve uma modalidade de cobrança, na qual usuários pagavam para ter acesso a algumas colunas de opinião, que são gratuitas desde setembro de 2007. No Brasil são poucos os jornais que cobram pelo acesso ao conteúdo publicado na web. Um deles é o Valor Online, versão eletrônica do jornal Valor Econômico, que cobra mensalidade de R$ 63. [Wired / Bloomberg]

David Pogue é jornalista do The New York Times e foi um dos que receberam um iPhone para testar, antes do dito ser lançado.

Ninguém mais aguenta esse hype (nem mesmo eu), mas o clipe ficou muito engraçado, e achei legal publicar aqui. Veja o vídeo logo abaixo:

E para quem ainda não viu o primeiro vídeo de quando ele recebeu o dito, confira abaixo:

via Xataka