Acho que ninguém pode discordar que o universo da cultura popular contemporânea está intelectualmente falido. Ok, talvez o diagnóstico seja exageradamente pessimista, mas você tem que admitir vivemos num período em que quase tudo que se vê, tanto na TV quando no cinema, são remakes, continuações, reboots ou adaptações de material prévio. Nessa categoria entram os filmes baseados em livros, revistas em quadrinhos, videogame ou series antigas de TV. Leia mais
Nintendo DS
Nintendo DS é um console de jogos portátil desenvolvido pela fabricante japonesa Nintendo. Foi lançado em novembro de 2004 no Japão. Uma das novidades do gadget foi a presença de duas telas de LCD, uma das sensível ao toque. Com 151 milhões de unidades vendidas até 2011, é o segundo console mais vendido, atrás apenas do PlayStation 2, da Sony. Entre suas funcionalidades estão um player de MP3, navegador de internet e microfone embutido. Várias variações foram disponibilizadas: Nintendo DS Lite, Nintendo DSi e Nintendo DSi XL.
Quando éramos garotos, não havia o fácil acesso à internet que temos hoje. Consequentemente, não existia um livre acesso de informações a respeito de jogos. Deve ter sido uma época boa pra produzir jogos medíocres; quando os depoimentos de boca em boca atingissem massa crítica, o jogo já tinha vendido um número consideravelmente satisfatório que jamais teria sido atingido se tivéssemos acesso a resenhas.
E por isso, só havia naquela época dois veículos para descoberta de bons jogos: as revistas especializadas, que traziam resenhas com imagens dos jogos, e as caixas dos jogos em si. Leia mais
“Aviso: a função 3D só pode ser usada por crianças de 7 anos de idade ou mais”. Ao ligar o Nintendo 3DS pela primeira vez e escolher o primeiro item do menu de opções, justamente os avisos de segurança, foi com isso que eu dei de cara. Quem foi que disse que 3D é coisa de criança? A Nintendo prova o contrário com um console portátil que certamente tem tudo para agradar adultos.
Nintendo 3DS, o portátil com visor 3D da Big N
O Nintendo 3DS é a mais recente investida da gigante japonesa no mundo dos portáteis. A família DS tornou-se bastante extensa, com muitos filhotes, mas nenhum deles com o apelo do 3DS. Depois do cinema em três dimensões e dos notebooks com essa mesma tecnologia, chegou a vez de jogar videogame também com direito a senso de profundida nas imagens.
Os leitores desta coluna já me ouviram pregar (múltiplas vezes) a respeito das qualidades do celular da Apple como console portátil. A competição entre o iPhone/iPod Touch e os consoles portáteis dedicados é tão evidente que a própria Nintendo admite que a Apple é o inimigo do futuro, não a Sony.
Entretanto, há outro lado do argumento. Enquanto eu e muitos outros gamers – e especialistas do meio também – interpretamos a tendência atual como um sinal de que o console portátil dedicado está no seu leito de morte, há muitos que se opõem à ideia de um console portátil que divide funções de celular e tocador de MP3.
Para mim, um fanboy, seria muito fácil e conveniente simplesmente desconsiderar os argumentos contrários à minha opinião pessoal. Entretanto, muitas críticas dos insatisfeitos têm mérito e merecem ser ouvidas. Portanto, creio que, no interesse da imparcialidade, seria justo reconhecer todas as falhas dos aparelhos iOS como consoles portáteis.
Logo que os aparelhos rodando iOS (iPhone, iPod Touch e, mais recentemente, o iPad) começaram a despontar como alternativas ao status quo da jogatina portátil, muitos gamers puristas rejeitaram a ideia. Isso já é de conhecimento popular; já abordei este tema aqui no TB no passado.
O argumento mais predominante – e que não é de todo sem mérito – é que celulares, tocadores de mídia e tablets não têm hardware otimizado para desempenho de jogos que necessitem de um esquema de controle mais tradicional (ou seja, gameplay dependente de alavanca analógica e botões).
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Como vocês sabem, eu moro no Canadá. Neste mês de dezembro, meu novo (ou já não tão novo assim) lar e a terra-mãe Brasil encontram-se em períodos climáticos diametralmente opostos – enquanto vocês se deliciam (ou amargam, dependendo da pessoa) do verão tropical, aqui em cima a paisagem lembra o planeta congelado de Hoth, em “O Império Contra-Ataca”.

Infelizmente com menos AT-ATs
Apesar da diferença extrema de condições climáticas, uma preocupação é a mesma nesse fim de ano: perder a barriguinha. Aqui, o inverno é o tiro de largada para que a população com bagagem adiposa entre em dietas e em rotinas espartanas de exercícios, visando chegar no verão exibindo corpos mais esbeltos. Enquanto isso, no Brasil, fazemos jus à nossa fama de não deixar para amanhã o que podemos fazer depois de amanhã e deixamos para última hora a tarefa de perder peso.
Era uma vez um aspirante a samurai. Ele resolveu que jogar o mini-game Samurai Slice no Nintendo DS era muito pouco realista. O nobre oriental então resolveu que faria alguma modificação para que pudesse usar uma espada de verdade para interagir com o jogo. Ele então usou seus conhecimentos em eletrônica, juntou algumas peças, um sensor laser e o resultado você confere no vídeo abaixo.
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Como diria a música de Bob Dylan, os tempos estão mudando. A Nintendo foi pelos últimos anos a número um em vendas no mercado mundial de videogames, mas depois de três anos de recordes de lucro, a empresa relatou seu primeiro prejuízo em sete anos: uma perda de 25 milhões de dólares no semestre fiscal que se encerrou no dia 30 de setembro. Leia mais
A Nintendo gostou mesmo desse negócio de vender o Wii em pacotes especiais e em cores diferentes. Originalmente apenas branco, já é possível encontrar com certa facilidade um Wii preto e, agora, com o novo lançamento, também o Wii vermelho.
A nova cor tem uma razão de ser. O Wii escarlate é parte de um pacote especial que inclui, além do tradicional Wii Sports Resort, um dos maiores sucessos da empresa nos últimos tempos, o jogo New Super Mario Bros Wii (eu tenho e recomendo, hehehe). O kit custará os mesmos US$ 200 que foram o preço do Wii por tanto tempo (R$ 338 se não houvesse impostos e atravessadores). Leia mais





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