Nintendo

Nintendo é uma fabricante japonesa de eletrônicos que atua no setor de videogames. Foi fundada em setembro de 1889. No início produzia cartões artesanais de um baralho japonês. Posteriormente, entrou no mercado de jogos eletrônicos e desenvolveu fliperamas, jogos bem sucedidos (como Donkey Kong Jr. e Mario Bros) e consoles. Até outubro de 2010 tinha vendido 565 milhões de unidades de hardware e 3,4 bilhões de unidades de softwares. Em 2011 empregava mais de 4 mil funcionários, gerando uma receita de 1 trilhão de ienes (R$ 23 bilhões).

A Nintendo anunciou na última terça-feira que seu portátil DS ultrapassou o Playstation 2 e se tornou o console de jogos mais vendido do mercado norte-americano, com “mais de 47 milhões” de unidades nas ruas desde seu lançamento, no distante ano de 2004. Leia mais

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Em 2010, uma das tecnologias sobre a qual mais ouvimos falar foi o 3D. Tecnicamente, a moda foi ressuscitada em 2009 com o blockbuster Avatar, mas a coisa pegou mesmo no ano seguinte.

Vimos surgir TVs, aparelhos de Blu-ray, atualização do PlayStation 3 que permite rodar Blu-ray com conteúdo em terceira dimensão, até mesmo celular 3D (que ainda não chegou aqui no Ocidente, mas é um indício de quão onipresente a tecnologia está se tornando).

Claro que o vindouro Nintendo 3DS (que já está em pré-venda nos Estados Unidos) entra na lista.

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O funcionamento da redação do TB normalmente inclui escolher as notícias mais interessantes do dia e publicá-las nesse espaço, sempre com pitadas de opinião – e não raramente – muita ironia. Esse ano que está acabando certamente teve várias boas notícias que nós tivemos o prazer de dar, bem como alguns FAILs que mereceram a nossa atenção.

Porém tanta coisa interessante poderia ter acontecido… Mas não aconteceu! Felizmente o TB conta com editores muito criativos, que cá estão para trazer para você uma lista imperdível. No último post da nossa série especial TB Retrô o assunto são as notícias que queríamos publicar em 2010. Vamos a elas?

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Não é só nas prateleiras das lojas que “Call of Duty: Black Ops” fez um enorme sucesso, vendendo que nem água e gerando US$ 360 milhões em 24 horas. Excluindo a parte de vender que nem água, o game também é sucesso absoluto nos serviços de torrent. Tanto que já é considerado o jogo mais pirateado desse ano que vai chegando ao fim. Parabéns ao pessoal da Activion por criar algo tão bacana!

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Como vocês sabem, eu moro no Canadá. Neste mês de dezembro, meu novo (ou já não tão novo assim) lar e a terra-mãe Brasil encontram-se em períodos climáticos diametralmente opostos – enquanto vocês se deliciam (ou amargam, dependendo da pessoa) do verão tropical, aqui em cima a paisagem lembra o planeta congelado de Hoth, em “O Império Contra-Ataca”.

Infelizmente com menos AT-ATs

Infelizmente com menos AT-ATs

Apesar da diferença extrema de condições climáticas, uma preocupação é a mesma nesse fim de ano: perder a barriguinha. Aqui, o inverno é o tiro de largada para que a população com bagagem adiposa entre em dietas e em rotinas espartanas de exercícios, visando chegar no verão exibindo corpos mais esbeltos. Enquanto isso, no Brasil, fazemos jus à nossa fama de não deixar para amanhã o que podemos fazer depois de amanhã e deixamos para última hora a tarefa de perder peso.

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Em setembro, a ChAIR Entertainment (que você talvez conheça por causa de seus outros excelentes títulos “Underflow” e “Shadow Complex” no Xbox Live Arcade) mostrou no evento especial sobre música da Apple uma prévia de seu futuro jogo para aparelhos iOS, até então chamado de “Project Sword“. Tudo o que sabíamos na época é que o jogo seria movido pela Unreal Engine, ou seja, que seria graficamente intenso.

Algum tempo mais tarde, a demonstração técnica “Epic Citadel” ficou disponível na App Store, permitindo a nós um pequeno vislumbre no mundo do futuro “Project Sword”.

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A Microsoft acaba de anunciar que vendeu 2,5 milhões de Kinects em apenas 25 dias – ou seja, uma média de 100 mil unidades por dia, ao redor do mundo. Para contextualizar o sucesso do aparelho, tenha em mente que isso é mais que o dobro de vendas do iPad (outro gadget relativamente recente e igualmente popular) no mesmo período. Nos primeiros 28 dias de lançamento, o iPad vendeu “mísero” um milhão de unidades – que, por sua vez, significou quase o dobro de vendas do iPhone de primeira geração, lançado em 2007.

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Não levou nem uma semana para desenvolverem drivers livres para o Microsoft Kinect. Desde então, o que temos visto é uma profusão de vídeos comprovando que essa tecnologia pode ser utilizada para os mais variados fins, como controlar a interface de um sistema operacional ou gerar bichinhos virtuais com uma qualidade incrível. Agora chegou a vez de controlar jogos… Da concorrência!

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A indústria de videogames, por ser uma categoria de entretenimento, talvez invoque imagens de descontração e informalidade. Muito pelo contrário: como qualquer outro mercado multibilionário, videogame é coisa séria. Existem interesses a serem protegidos (ferozmente, como é o caso às vezes), e volta e meia o mundo gamer se vê diante de um conflito legal.

Nessa semana, por exemplo, ficamos sabendo que o Axl Rose está processando a Activision por (de acordo com seus advogados, ao menos) incluir a imagem do Slash em Guitar Hero 3. De acordo com o cantor, um das condições impostas para o licenciamento de “Welcome to the Jungle” é que não fossem feitas referências ao guitarrista ou à sua nova banda, Velvet Revolver. O curioso é que aparentemente demorou 3 anos para que alguém mostrasse Guitar Hero 3 para o Axl Rose.

E essa é apenas a briga jurídica mais recente envolvendo a indústria gamer. Eis aqui outros 5 casos notórios.

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Geralmente nós levamos em consideração o preço e os recursos apresentados por um produto na hora de escolher qual TV de LCD comprar, ou qual notebook. São tantas opções nos dias de hoje, e mesmo assim esses costumam ser os principais pontos discutidos. Mas não deveria ser assim: levar em consideração o quão prejudiciais ao meio ambiente esses produtos são é uma possibilidade.

Para facilitar nesse comparativo, o Greenpeace Brasil publicou as empresas que são mais verdes e as que são menos verdes.

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