Já faz pouco mais de duas semanas que o WikiLeaks vem publicando pouco a pouco o chamado cablegate, que tem mais de 250 mil documentos. Os editores do site fazem isso para poder selecionar o que deve ser tornado público e tentar evitar que alguma pessoa envolvida com um telegrama comprometedor corra algum risco (ou ao menos é o que eles dizem).

Eles também trabalham diretamente com jornais enviando para eles os arquivos que serão publicados um pouco antes de caírem no site, para que eles possam escrever as matérias o quanto antes e causar um maior impacto. Mas esses planos podem ser arruinados, ironicamente, por causa do vazamento de tais documentos para um jornal norueguês.
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Lembra-se da tela de escolha que o Internet Explorer passaria a ter nos países europeus. Pois então, o recurso já está em pleno funcionamento e é um sucesso. Um sucesso especialmente para a Opera Software, empresa que desenvolve o navegador de mesmo nome.

De acordo com dados divulgados pela fabricante de software, o número de downloads do Opera subiu consideravelmente depois que ele começou a figurar nas opções do IE.

Em média, os número de downloads do Opera cresceu 130% desde que a tela de escolha entrou em ação. Ou seja, mais do que dobrou. A Polônia foi o local em que esse crescimento foi mais acentuado: 328%, sendo que a tela de escolha já representa 77% do total de downloads.

Na terra do Opera, a Noruega, o crescimento não foi tão expressivo. Com download aumentando “apenas” 53$, a tela de escolha é responsável por 37% do total de downloads do Opera.

Como a tela de escolha não está valendo no Brasil, você não vai ter como baixar o Opera por meio dessa ferramenta. Mas ainda pode entrar no site do Opera e baixar o melhor navegador do mundo que quase ninguém usa.

[via TechCrunch]

A imagem registrada pelo Google Street View (clique para ver o link)

Uma estranha coincidência fez com que um carro do Google Street View cruzasse com um do serviço de mapas escandinavo C3 enquanto eles tiravam fotos das ruas da aprazível cidade de Stavanger, na Noruega. Assim como seu concorrente norte-americano, o veículo dos nórdicos também tem uma câmera especial instalada em seu teto e um bom espaço em seu porta-malas para equipamentos de geolocalização. O flagrante duplo foi dica do blog Ovynd.

E o carro do Google sob as lentes do C3 Maps

A operadora escandinava TeliaSonera anunciou que é a primeira companhia do mundo a oferecer comercialmente a tecnologia 4G, sucessora da 3G, disponível a partir de hoje inicialmente em Estocolmo e Oslo, cidades localizadas respectivamente na Suécia e na Noruega.

Apesar de ainda ser uma tecnologia relativamente nova no Brasil – afinal, as primeiras redes 3G tupiniquins só entraram em atividade no final de 2007 pelas mãos da Claro e Telemig – o sistema existe lá fora desde 2001, lançado inicialmente no Japão e na Coréia do Sul. Basicamente uma versão mais potente da atual tecnologia, as redes 4G são capazes de registrar tranferência de dados de até 100 Mbtis /s, bem mais que os parcos 14 Mbits/s do 3G. Na prática, isso vai significar melhor qualidade de áudio, vídeo e de acesso a informações da internet.

De acordo com Kenneth Kalberg, presidente da companhia telefônica nórdica, inicialmente a empresa pretende disponibilizar o serviço para as maiores cidades da Noruega, Suécia e Finlândia, e “em breve” cobrir todo o território dos países. Em 2010 a novidade deverá chegar também ao Reino Unido.

DVD

Numa bizarra tentativa de protestar contra as leis antipiratarias de seu país, um norueguês chamado Henrik Anderson se denunciou às autoridades locais por ter feito backups de DVDs originais que comprou legalmente.

Apesar da legislação do país permitir que um cidadão faça cópias de discos de sua propriedade para uso pessoal, também proíbe a quebra de proteções DRM, então para ripar sua coleção de filmes e seriados Anderson foi “obrigado” (entre aspas, mesmo) a cometer um crime. “Comecei com isso porque eu não queria ser taxado como criminoso”, afirmou o rapaz para o site TorrentFreak.

Na ocasião em que a denúncia foi feita, no final no último mês de outubro, o órgão antipirataria do país avisou a Anderson que a decisão se ele seria processado ou não seria dada “até dia 1º de dezembro”, o que não aconteceu.

Apesar da tática arriscada, o norueguês não parecia estar muito preocupado com represálias: “Eles não pareciam muito interessados em dar continuidade ao caso. Obviamente temiam o que poderia acontecer se me denunciassem a policia”, completou. E pondera: “Ou foi isso ou eles não entenderam minha ação como ilegal”.