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Considerado principal responsável pelas operações do site Megaupload, o empresário Kim Dotcom foi solto da cadeia em que permanecia desde que as polícias dos Estados Unidos e da Nova Zelândia deflagraram grande apreensão de equipamentos, veículos e outras posses dos envolvidos com o site. Naquele mesmo dia o Megaupload saiu do ar para nunca mais voltar — até o presente momento. Leia mais

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Kim Dotcom

Este homem que você vê na foto se chama Kim Schmitz, mais conhecido como Kim Dotcom. Ele aparece se apresentando à polícia da Nova Zelândia por um motivo aparentemente banal: troca ilegal de arquivos na internet. Não fosse por um pequeno detalhe, de que Kim é fundador do Megaupload, o site de compartilhamento que instigou a maior operação policial contra pirateiros (segundo as acusações do FBI) da história da rede. Leia mais

iPad chega a mais nove países na sexta

A Apple confirmou hoje que o iPad começará a ser vendido em mais nove países na sexta-feira. Consumidores da Áustria, Bélgica, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Luxemburgo, México, Nova Zelândia e Singapura poderão comprar o aparelho já no dia 23 de julho, depois de dois meses de espera (o tablet começou a ser vendido em maio nos Estados Unidos). O modelo mais simples, com Wi-Fi e 16 GB de armazenamento tem preço sugerido de US$ 499. Ainda não há data para o lançamento no Brasil.

iPad tem lançamento internacional em 28 de maio

Daqui a pouco mais de 20 dias, vários mercados internacionais começaram a vender o tão aguardado iPad. Clientes de Alemanha, Austrália, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido poderão comprar seus iPads a partir de 28 de maio. Em junho chega a vez de Áustria, Bélgica, Cingapura, Holanda, Hong Kong, Luxemburgo, México e Nova Zelândia receberem o gadget.

Pois é, nada de Brasil por enquanto.

Vicki Walker, uma contadora de Auckland, na Nova Zelândia, foi demitida por um motivo bastante incomum: enviar emails “confrontantes” com palavras negritadas, em vermelho e, como se não fosse o suficiente, em caixa alta (com todas as letras em maiúsculas). A demissão aconteceu em dezembro/2007, mas só agora a contadora decidiu falar sobre o assunto.

Uma vez na justiça neo-zelandesa, ela já conseguiu US$ 17 mil de indenização por demissão injusta. Mas não está satisfeita: Walker quer ainda mais em compensações futuras. Ela disse que é uma mulher mulher solteira com uma hipoteca para pagar, e que foi preciso refinanciar o imóvel que habita depois de sofrer a demissão.

A autoridade reguladora das relações de trabalho da Nova Zelândia julgou que Vicki Walker não teve uma demissão justa depois de enviar mensagens para colegas de trabalho com texto em caixa alta, em vermelho e em negrito.

Do outro lado da disputa está a empresa ProCare, que disse à autoridade reguladora que Walker havia causado desarmonia entre os colegas ao enviar mensagens com as características peculiares já citadas nesse texto (para não ficar repetitivo…). De acordo com a empresa, Vicki Walker também teria tentado criar conflito entre os outros funcionários de onde trabalhava.

Vicki Walker afirma que enviou uma mensagem para a equipe dela na qual especificava uma data e hora com palavras em vermelho, negrito e caixa alta para ter certeza que a equipe entenderia o prazo da tarefa.

Vicki Walker e Xuxa Meneghel compartilham do mesmo "jeitinho".

Vicki Walker e Xuxa Meneghel compartilham do mesmo "jeitinho".

Qual lição nós tiramos dessa história? Que Vicki Walker poderia simplesmente dizer à autoridade reguladora das relações de trabalho da Nova Zelândia que na mensagem ela estava apenas usando o “jeitinho” dela. [The New Zealand Herald]