Oi

A Oi é uma empresa de telecomunicações fundada em junho de 1998. Possui sede em Brasília e emprega mais de 30 mil funcionários. Hoje oferece serviços de telefonia móvel, telefonia fixa (Oi Fixo), TV por assinatura via satélite (Oi TV) e conexão banda larga (Oi Velox), além de serviços financeiros e de rádio. Em maio de 2009 incorporou a operadora Brasil Telecom, num negócio de R$ 5,8 bilhões. Em 2011 atingiu 39 milhões de clientes de telefonia móvel.

Oi quer parceria com governo para construir satélite

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a Oi está planejando construir e lançar um satélite totalmente brasileiro em parceria com o governo federal. Atualmente, os satélites usados para telecomunicações ou fins militares no Brasil são estrangeiros, que cobram aluguel pelo uso. Um satélite 100% brasileiro custaria R$ 720 milhões. O presidente Lula gostou da ideia, visto que o custo seria dividido entre governo e a operadora.

Transferência de grana entre celulares Oi no segundo semestre

A Oi é dona do Oi Paggo, serviço de pagamentos por meio do celular que nunca deslanchou. Para tentar agregar valor ao serviço, a empresa vai começar a oferecer transferência de dinheiro entre celulares que tenham o serviço habilitado. Ainda falta fechar parceria com alguma rede que faça a troca dos créditos por dinheiro vivo, como Correios ou Lotéricas. A Oi deve cobrar uma tarifa ainda não determinada por transação. O pagamento de boletos também será implementado no Oi Paggo ainda nesse ano.

Claro, Oi e TIM não cumprem metas do 3G

O prazo para que as operadoras cumprissem as metas do 3G acabou em 30 de abril. Somente a Vivo instalou a rede em todas as cidades necessárias. Para a Claro faltaram: Rio Branco, Macapá, Porto Velho e Boa Vista; Oi: Manaus, Aparecida de Goiânia, Ananindeua, Macapá e Boa Vista; e TIM: Feira de Santana, Belford Roxo, Aparecida de Goiânia, Ananindeua, Rio Branco, Macapá, Porto Velho e Boa Vista. A Vivo tem a maior cobertura 3G do país. [Teleco]

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) abriu processo administrativo contra a Oi por prática anticompetitiva. A acusação é de que a Oi teria monitorado chamadas telefônicas com o objetivo de conquistar (leia-se roubar) clientes da finada operadora de telefonia Vésper.

Fernando Furlan, o relator do caso, determinou o retorno de apuração preliminar junto ao Ministério da Justiça. De acordo com Furlan, não importa se a empresa continua com a suposta prática. “Existem indícios de que a mesma fora praticada anteriormente e poderia ser retomada, com possibilidade de danos ao ambiente concorrencial dificilmente reparáveis ao final de um processo administrativo”.

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Em fato relevante enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Telebrás informou que está voltando à ativa. A agência, que durante muito tempo esteve parada, será a responsável por gerir toda a infra-estrutura da banda larga popular, que vem sido muito discutida pelo governo.

As fibras ópticas da Telebrás poderão ser alugadas por outras operadoras, como Oi e Telefônica, para a prestação do serviço de internet a preços mais em conta.

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Moradores da Paraíba enfretaram problemas nessa sexta-feira para acessar serviços por meio dos números de telefone com prefixo 0800. Como você já deve saber, o 0800 indica que a ligação é completamente gratuita para quem está discando (algo que se torna cada vez mais raro em São Paulo, por sinal). Leia mais

A nossa querida e amada operadora de telefonia Oi vem conversando com o governo brasileiro para tentar oferecer uma banda larga por preço mais acessível, de modo que a população mais pobre também possa ter acesso à internet em velocidades maiores a aposente de vez aquele modem de 56 Kbps. O impressionante da proposta da empresa é o preço: a banda larga poderia custar quase o mesmo que um Big Mac, apenas R$ 15 mensais.

Para que o acesso por esse valor seja praticado, a Oi teria que participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A intenção da empresa é atender as classes C e D, que têm ganhado força no mercado nacional de telecomunicações (e de consumo, de modo geral).

R$ 15 seria o valor mais baixo pela mensalidade do Velox popular. O preço, no entanto, poderia variar de R$ 15 a até R$ 35. Convenhamos que, nos dois casos, já é muito bom e um forte concorrente aos planos de internet discada “ilimitada” que normalmente custam na faixa dos R$ 20 a R$ 30 por mês.

A Oi tem, entre seus acionistas, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), o que pode facilitar as conversas com o governo. Também reza a lenda de que a empresa operaria essa banda larga com suporte da antiga rede de fibras óticas da Telebrás, que atualmente está parada mas o governo federal quer colocá-la de volta em funcionamento o quanto antes.

Ainda não há informações sobre as velocidades dessa banda larga, mas eu não acredito em nada maior que 600 Kbps. Não num primeiro momento.

O plano final para o acesso popular de internet da Oi deve sair em duas semanas. Fiquemos de olho.

Com informações da Exame.

Tinha que ser o Velox de novo. Clientes da banda larga da Oi/Brasil Telecom enfrentam nesse momento dificuldade para acessar o Google, maior site de buscas do mundo. Além disso, demais serviços da empresa de Mountain View, como o Gmail e o Google Calendar, também estão inacessíveis.

Dezenas de seguidores do Tecnoblog no Twitter relatam que o problema é generalizado. Pelo menos nove estados brasileiros estão sofrendo com a pane: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Ceará, Piauí, Minas Gerais, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina, além do Distrito Federal.

Leitores do Tecnoblog reclamam do Velox no Twitter. (Clique para ampliar)

Leitores do Tecnoblog reclamam do Velox no Twitter. (Clique para ampliar)

Não custa lembrar que no último fim de semana assinantes do Oi Velox tiveram dificuldade de acessar os sites do Twitter e do Facebook.

[Atualização às 16:30] Aparentemente a Oi está, aos poucos, restabelecendo a normalidade do Velox no que diz respeito ao acesso de serviços do Google.

[Atualização às 16:45] Uma das causas mais comuns para falhas como a que o Oi Velox passou hoje, ao impossibilitar o acesso aos sites do Google, é a ineficiência do servidor de resolução de DNS da operadora de banda larga. Para evitar que isso aconteça, nós do Tecnoblog recomendamos o uso da OpenDNS, uma empresa americana com um dos melhores serviços de resolução de DNS do mundo.

Não é segredo para ninguém que a Oi/Brasil Telecom tem sérias dificuldades de manter sua banda larga funcionando como deveria. Nesse fim de semana, mais uma vez, os clientes da empresa sentiram na pele como é ficar sem o acesso à internet. No caso, o Oi Velox continuava funcionando, mas quem tentava acessar o Twitter o ou Facebook enfrentava problemas.

De acordo com o jornal carioca O Dia, os estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais (no Sudeste) e Ceará (no Nordeste) foram afetados pelo problema, que não se restringiu ao acesso à internet cabeado, por meio da tecnologia ADSL e ADSL2 que a antiga Telemar normalmente utiliza: o Oi 3G, banda larga sem fio e via rede celular, também apresentou dificuldades na hora de usar sites de relacionamentos.

O problema já foi resolvido, mas a Oi ainda não comentou o que causou a falha nem quais medidas estão sendo tomadas para que ela não se repita. O Twitter – siga o do TB! – é o serviço de microblogging que mais cresce no Brasil, enquanto que o Facebook – também estamos lá! – já é a maior rede social do mundo.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) recebe reclamações de empresas ligadas ao ramo de telefonia e banda larga pelo número de telefone 133. Antes disso, no entanto, é importante telefonar para o atendimento da Oi em 0800 56 56 58 e pedir protocolo referente à dificuldade no acesso.

É fato que a Internet 3G no Brasil ainda deixa bastante a desejar. Seja pela cobertura ou pelas velocidades de acesso, a chamada banda larga móvel é vendida por operadoras que muitas vezes praticam preços abusivos e não garantem uma boa qualidade do serviço. Quem paga por isso (literal e figurativamente) é o cliente, que acaba precisando assinar contratos de fidelidade com multas altíssimas no caso do cancelamento.

Com esse problema em mente, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor pediu ao o Ministério Público Federal, da Procuradoria de São Paulo, que abrisse um inquérito para apurar se os clientes estão sofrendo prejuízo com os planos. Como parte do inquérito, o Ministério abriu ontem uma consulta pública pela para perguntar aos usuários de Internet 3G: vocês estão satisfeitos? A consulta quer saber quais são as principais falhas cometidas pelas operadoras, seja na área de velocidade, cobertura, contrato, condições de oferta, preço e até se o atendimento ao consumidor é bem feito.

Seja mais detalhado do que isso, por favor.

Tem experiência para contar? Mande um email para consultapublica_mssa@prsp.mpf.gov.br. Para quem é adepto do velho hábito conhecido como ‘escrita’ que usa ferramentas como ‘caneta’ ou ‘lápis’ é possível também mandar uma carta para o endereço R. Peixoto Gomide nº768, São Paulo-SP, CEP 01409-904. Lembre de incluir o assunto “Consulta Pública procedimento 1.34.001.004236/2009-18″, não importa qual meio você use, para que o Ministério saiba sobre o que se trata. São 60 dias de consulta, que encerram dia 18 de maio às 16h.

[via Gizmodo Brasil, O Globo]