Ter um celular que funciona quase como um computador e roda sob software livre tem uma série de vantagens: com um pouco de trabalho é possível instalar e rodar qualquer sistema baseado em Linux no celular. E foi o que fez o dono de um Nexus One, celular do Google fabricado pela HTC. Sem nem mesmo remover o Android, ele teve uma ideia simplesmente genial: criou uma imagem de uma instalação do Ubuntu e executou-a via VNC. Bobinho, mas funcionou, como mostrado no vídeo abaixo.
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O oficial da Big Blue.

A IBM recentemente adotou uma nova política de TI que fará os fãs do Firefox muito orgulhosos. A empresa indica o browser da Mozilla como o navegador padrão para os seus 400 mil funcionários no mundo inteiro, tanto em Windows quanto Mac e Linux.

“Qualquer empregado que não esteja atualmente usando o Firefox será fortemente encorajado a usá-lo como seu navegador padrão e todos os novos computadores virão com ele,” disse o executivo da empresa, Bob Sutor em seu blog.

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E a parceria entre Canonical e ARM já mostra frutos interessantes: no vídeo abaixo podemos ver um funcionário da Canonical demonstrando um Ubuntu Netbook Edition customizado para dispositivos com processadores ARM. O foco é na velocidade.
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Não é só em computadores ou celulares que o Linux é uma opção segura, barata e viável. Como o código do sistema é aberto e com o uso de um Kernel modular, não é difícil configurar o Linux como sistema operacional dos mais diversos dispositivos, até mesmo… robôs! Assim, a título de curiosidade, o Tech Drive In fez uma lista com 10 robôs com “cérebros” movidos a Linux. O interessante é que são robôs para os mais diversos usos, de exploração espacial a brinquedos, o que demonstra o potencial do software livre no desenvolvimento desses cérebros robóticos.

Separei uma lista com os quatro que mais me chamaram a atenção, mas vale a pena ver a lista completa no final do post – vai que de repente você se anima e cria um robôzinho com aquele Pentium 100 encostado num canto e umas peças de Lego. :)
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Uma coisa que a Apple pode se orgulhar é a capacidade que ela tem de mover outras empresas a criarem produtos que prometem “matar” o iPhone, o iPad, o iPod, e o iQualquercoisa que a empresa acabou de lançar. Como a bola da vez é o mercado de tablets, volta e meia você encontra um anúncio de um tablet que promete ser o “iPad Killer”. Dessa vez, vem de Hong-Kong o gadget que desde o começo promete ser o “assassino matadô” do iPad. Conheçam o Shogo, um tablet que roda Linux.
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A IBM, junto com outras empresas de tecnologia como ARM, Samsung e ST-Ericsson, formou uma organização sem fins lucrativos com um propósito audacioso: promover o uso de software baseado em Linux em smartphones, tablets, e outros dispositivos móveis.

A organização, batizada de Linaro, irá desenvolver diversas ferramentes, aplicatiovs, kernel personalizado e códigos de boot com o intuito de ajudar as distribuições baseadas em Linux a trabalharem com máxima perfeição possível nos processadores que esses dispositivos requerem – não por acaso, o primeiro release anunciado para novembro trará otimizações para processadores ARM. Nessa leva de otimizações, já se sabe que algumas distribuições serão diretamente beneficiadas, como Android, Meego, Ubuntu e webOS.
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Na semana passada a finlandesa Nokia anunciou oficialmente que o Symbian, clássico sistema operacional para celulares e smartphones cairia nas mãos do povo e passaria a ser um legítimo programa de código aberto. A medida seria uma maneira de alavancar o seu desenvolvimento, que andava meio paradão de uns tempos para cá, e de combater os hypados iPhone OS e Android, que vêm conquistando valiosas fatias do suculento mercado de móbile nos últimos anos.

De acordo com a Nokia, a transição de código proprietário para código aberto será a maior da história do software. Atualmente o Symbian está presente em aproximadamente 330 milhões de dispositivos por todo o mundo e a mudança de rumos deve começar a dar seus primeiros resultados em breve. “Agora a comunidade terá o poder de dar forma ao futuro das comunicações móveis”, disse, animado, Lee Williams, diretor executivo da fundação responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

Os 108 pacotes que fazem parte do código-fonte do programa já estão disponíveis para download numa página no site da Fundação Symbian, junto de ferramentas específicas para desenvolvedores, como a suíte para criação de aplicativos Symbian Developer Kit.

Conhecido repositório online de programas de código aberto, o SourceForge começou a barrar uploads e downloads originados da Coréia do Norte, Cuba, Irã, Sudão ou Síria alegando que oferecer ou receber softwares de residentes destes países pode ser caracterizado como uma quebra de seus termos de serviço.

Em seu regulamento interno o site especifica que “usuários que vivem em países que passam por sanções ou bloqueios impostos pelo governo dos EUA não podem enviar ou receber qualquer tipo de material disponível no SourceForge”, citando uma lei feita especificadamente para exportação de materiais entre países. Antes de criticar a página por conta deste parágrafo, bom lembrar que a lei norte-americana proíbe que qualquer pessoa ou empresa tenha qualquer tipo de relação comercial com habitantes de terras potencialmente “hostis”.

Em um post feito em seu blog oficial, a equipe responsável pela administração do SourceForge afirma que apenas “está cumprindo a lei”, justificativa que não foi suficiente para evitar a fúria de alguns puristas do software livre. Diversos desenvolvedores e usuários afirmam que a decisão foi “absurda e arbitrária”, enquanto outros, como um usuário identificado como “idan” lembra que “a decisão está correta. A lei é que é idiota”. [Register]