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Parece que a espera pela continuação da saga de Max Payne está chegando ao fim. Rockstar anunciou nessa semana as datas de lançamento para o terceiro jogo da série: 15 de maio para PS3 e Xbox 360 e dia 29 para PCs. Talvez isso seja uma indicação que o jogo não sofrerá outro adiamento, mas nunca se sabe.

Junto com o anúncio, a Rockstar também liberou um vídeo mostrando um pouco do poder de fogo presente no jogo.

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O instituto de pesquisas Gartner liberou ontem os números para vendas de PCs para o quarto trimestre de 2011 e eles não parecem ser muito bonitos. A expectativa do instituto já era pessimista, prevendo uma queda de 1% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Esse número chegou a 1,4% devido às enchentes na Tailândia, que acabaram inundando diversas fábricas de discos rígidos, diminuindo a quantidade disponível no mercado. Leia mais

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A chinesa Lenovo chega ao segundo lugar em número de PCs vendidos ao redor do mundo. Com isso, a companhia desbanca a americana Dell, que nos últimos tempos vem sofrendo com a crise em mercados importantes (leia-se: Estados Unidos e Europa). Por sua vez, a Lenovo tira proveito justamente do mercado interno, abastecendo os chineses com novos equipamentos e, assim, ampliando as vendas. Leia mais

Faz sete anos desde que tivemos notícias da região de San Andreas pela última vez no jogo GTA: San Andreas, o oitavo da série. No game o jogador assumia a pele de Carl Johnson no começo dos anos noventa e… fazia todas as coisas que fazemos em GTA: explodir coisas, matar, roubar carros, missões e comprar ternos pra ficar mais like a boss. Leia mais

Samsung: “Não vamos comprar a divisão de PCs da HP”

A Samsung anunciou nesta quarta-feira que não tem planos de adquirir a divisão de computadores pessoais da HP, contrariando rumor levantado ontem pela web. “Esses boatos não são verdadeiros (…) esperamos ter esclarecido qualquer confusão que pode ter ocorrido”, escreveu a empresa em seu blog. Informações do site DigiTimes, especializado nos movimentos da indústria da tecnologia da Asia davam conta de que a Samsung já se encontrava com fornecedores para a fabricação dos computadores da empresa norte-americana. | BGR

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Na humilde opinião de Mark Dean, chefe de tecnologia da gigante IBM e um dos pais do IBM PC (que completou 30 anos esta semana), os computadores pessoais que sua própria empresa ajudou a popularizar nos anos 80 estão no mesmo caminho da obsolescência que as fitas cassete e as máquinas de escrever já percorreram. Leia mais

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Uma das polêmicas envolvendo o iPad após o seu lançamento envolveu o método de carregamento. Como as portas USB de computadores PCs não liberavam energia o bastante, o único uso do cabo USB para o tablet da Apple seria para sincronizar música, vídeos, fotos e outros arquivos, deixando o carregamento restrito ao adaptador para tomadas. Usuários de Mac, no entanto, não tinham esse problema, já que as portas USB de tais computadores liberam a quantidade certa de energia.

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Um estudo conduzido pela Ipsos a pedido da Intel Brasil traz números bastante interessantes no que se refere* à expectativa dos consumidores frente ao mercado de tecnologia. Cerca de 38% dos brasileiros estão planejamento comprar um computador nos próximos 12 meses, seja netbook, notebook ou desktop. A tendência é que esse mercado permaneça aquecido no próximo ano.

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PCs ainda vendem como água, diz Gartner

O instituto de métricas Gartner liberou as estatísticas para venda de computadores PC no terceiro período de 2010. De acordo com o relatório, houve crescimento de 7,6% nas vendas de PCs em relação ao mesmo período do ano passado. No total, 88 milhões de PCs foram vendidos, 17,5% deles apenas da HP, que continua a fabricante com maior participação de mercado na área. A segunda colocada é a Acer com 13,1%, o terceiro lugar é ocupado pela Dell, com 12,2% e o em quarto está a Lenovo, com 10,4% das vendas de PC no período.

Como deixei bem claro na última vez que abordei este assunto, sou um console gamer assumido. O motivo predominante é a conveniência, já que o console oferece uma experiência mais direta: coloque o disco na bandeja do aparelho, ligue a TV e pronto.

Entretanto, tenho um longo passado de PC gaming. Como todo moleque cujo pai trabalha com informática, fui apresentado ao meu primeiro computador bem cedo, quando tinha meus 7 ou 8 anos. E não demorou muito até conhecer os jogos de computador. Meus primos também eram fascinados por computadores – e pelos joguinhos -, e nosso interesse mútuo se retroalimentava sempre que íamos um à casa do outro jogar Prince of Persia ou Burger Time.

Por causa desse histórico, volta e meia eu dou uma chance aos jogos de computador. Tenho uma conta meio esquecida na Steam; comprei um jogo no Direct2Drive uma vez também. Aquelas coletâneas especiais com 3 ou 4 jogos antigos a preços módicos (a última que comprei incluia três títulos da série Command and Conquer) nunca me escapam. Meu netbook foi comprado primariamente com o intuito de jogar abandonwares no trabalho. Como meu gênero favorito de jogos (os de estratégia) só se desenvolve bem no PC, meu retorno esporádico ao teclado e mouse com a intenção de jogar é inevitável.

Outro dia eu estava numa loja de eletrônicos e avistei a seguinte pechincha:

Supreme Commander

Aos que  desconhecem, Supreme Commander é um “sucessor espiritual” (ou seja, não é uma sequência direta mas compartilha muitos elementos) de Total Annihilation – possivelmente um dos melhores RTSs já lançados. TA é um jogo que eu comprei em 1999 e celebro até hoje; por 10 pratas seria impossível eu não levar aquele jogo pra casa.

Comprei feliz.  No caminho pra casa, nostalgiei com minha noiva a respeito do fato de que quando eu era mais novo, era muito difícil ter jogos originais pois o preço deles no Brasil era abusivo; minha geração viveu com os demos das Revistas do CD-ROM. Eu mesmo só tinha uns três ou quatro jogos originais pra PC – os que vieram com minha SoundBlaster. Era outra época.

A decepção começou assim que eu abri a “caixa”.  As aspas são pelo fato de que não havia uma caixa, e sim uma embalagem de cartolina ao redor de uma simples caixa de DVD. Não havia manual, nem arte na parte posterior da caixa. Era só a caixa e um folhetinho com os comandos do teclado.

Se eu tentasse argumentar que esse é o motivo pelo qual estou criticando jogos de PC, obviamente seria um exagero. E o preço reduzido que paguei pelo jogo de certa forma justifica a embalagem mais simples. Mas é decepcionante abrir a caixa de um jogo e não ver nada além do disco.

O problema real começou após instalar o jogo (o que demorou quase vinte minutos e comeu oito gigabytes do meu HD). Tentei rodar e recebi isso na cara:

Pensei “ah, deve ser algum bug estranho no drive de DVD”.  Removi o disco e tentei novamente. E recebi a mesma mensagem.

Fiquei completamente sem reação. Após alguns minutos no Google, descobri que este é um problema aparentemente comum, mas ainda assim inexplicável. Entre as várias soluções propostas estava a idéia de fazer um update no jogo que talvez resolvesse o problema.

Acontece que a página de suporte do jogo estava fora do ar. Compreensível – já que o jogo é relativamente antigo -, mas deixar um consumidor sem aquilo que ele pagou é injustificável.

Volto ao Google. Chego a um fórum obscuro em que alguém sugere um patch que promete, entre outras coisas, resolver o problema do DVD. Instalo o troço e finalmente consigo rodar o jogo.

Os PC gamers hardcore devem estar rindo da minha “noobice”. “Como assim, ele desistiu de jogos de PC simplesmente porque teve que procurar um patch pro jogo?”. E é uma opinião válida. Usuários avançados vêem tais problemas de software não como uma chateação, mas um obstáculo cuja superação causa orgulho.

Entretanto, temos que ver isso pelo ponto de vista do público em geral. Não fosse eu alguém acostumado a resolver problemas de computador pesquisando soluções – e na real, o povão não é -, eu estaria com um disco inútil, 10 dólares mais pobre, e com o gosto ruim na boca de que teria sido mais sensato comprar a versão do Xbox 360 do mesmo jogo. Se eu tivesse feito isso, aqueles 40 minutos que demorou pra instalar o jogo, pesquisar o problema, baixar o patch e fazer update na instalação teriam sido gastos JOGANDO o jogo.

Eu tenho a impressão que o gamer atual, vindo do contexto de downloads de um clique e updates automáticos da PSN/Xbox Live/AppStore, se tornou mal acostumado. Esse tipo de experiência ruim como a que eu tive, quando existem alternativas em que você pode evita-la completamente, poderá se tornar um forte motivo pra que muitos tentem jogar no computador apenas uma vez.

A experiência mais user-friendly dos consoles teria o potencial de matar o PC gaming?