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O processo contra os fundadores do Pirate Bay já se arrasta na justiça sueca há uns bons anos, possivelmente fazendo cosplay do que é a justiça brasileira. O último desenvolvimento de que se tem notícia foi o pedido de apelação do pedido de prisão e multa aos três integrantes do grupo, composto por Peter Sunde, Fredrik Neij e Carl Lundström, que aconteceu em 2010. Esse pedido foi negado hoje. Leia mais

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A Suécia já foi um bom país para cometer crimes. No entanto, nos últimos tempos tem dado bastante trabalho para advogados de personalidades envolvidas com um lado underground da tecnologia. Tanto Julian Assange, o editor-chefe do WikiLeaks, como o pessoal do Pirate Bay estão sendo processados por lá. No entanto, o Brasil foi uma das alternativas de fuga para o fundador do TPB.

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Peter Sundae, um dos fundadores do Pirate Bay, divulgou hoje o projeto no qual estava trabalhando desde que saiu da equipe do site de torrents em agosto do ano passado: Flattr, que por sinal foi nomeado seguindo as linhas de empresas Web 2.0, cortando vogais de palavras existentes em inglês.

Segundo a descrição no site, o alvo do serviço é “revolucionar como as pessoas pagam e são pagas por conteúdo na internet”. O vídeo disponível na página inicial do Flattr descreve como ele funciona: cada mês, os usuários pagam uma taxa fixa (em inglês, ‘flat rate‘). Ao acessar um site de um criador de conteúdo cadastrado, o usuário clica no botão do Flattr. No final do mês, a taxa que foi paga é dividida entre todos os cliques dados pelo usuário. Se você clicou em 100 botões do Flattr, a taxa será dividida e distribuída igualmente entre os 100 criadores de conteúdo.

A idéia é inovadora e Peter já até disse no twitter que pretende integrar o serviço em sites com grande conteúdo, como o YouTube e Flickr.

O serviço ainda está em beta e só disponível para quem receber convites. É possível se cadastrar na página inicial para ser convidado, mas eu preferi mendigar o meu.

Logo-The-Pirate-BayO tracker de torrents Pirate Bay teve sua inesperada venda anunciada na semana passada. A Global Gaming Factory comprou o site por aproximadamente 15 milhões de reais, mas não deixou claro o que de fato estava comprando. Peter Sunde, fundador do PTB, falou ontem com o TorrentFreak sobre o negócio.

Sunde explicou que a GGF comprou todos os domínios thepiratebay, o código-fonte do site e também o banco de dados. Nesse banco de dados não estão incluídos dados pessoais de usuários nem registros (logs) de acessos e atividades, que, segundo o fundador do TPB, nunca existiram.

Perguntado se os fundadores do Pirate Bay estariam envolvidos no Pirate Bay após a venda ser concretizada, Peter Sunde disse que aparentemente isso não aconteceria. Ele afirmou que a equipe está mais preocupada em causas políticas do que técnicas, e que por enquanto não planejam lançar projetos relacionados com BitTorrent.

Ao fim da entrevista, Peter Sunde disse que comunidade envolvida no BitTorrent precisa “de mais trackers, menos sistemas centralizados e mais pessoas defendendo a comunidade”. [TorrentFreak]