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Quando estão falando para o público, tanto a presidente Dilma Rousseff como o ministro das comunicações Paulo Bernardo fazem questão de defender o Plano Nacional de Banda Larga com unhas e dentes. A realidade, no entanto, é outra. Está confirmado: a meta do PNBL para esse ano tornou-se impossível de ser realizada.

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Está sendo pensada em Brasília a próxima empresa brasileira provedora de internet banda larga. Oi, Embratel, Telefônica? Nada disso, essa empresa é gestada sob os olhos do Governo Federal, que planeja ressuscitar a antiga Telebrás. Desde que o Sistema Telebrás foi desmembrado e privatizado, nos anos 1990, a estatal não tem feito muita coisa.

Vem aí a SuperTelebrás.

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Estão nos planos do governo interligar as redes de fibra ótica da Petrobras, de Furnas e da Eletronet, uma empresa falida que tem a Eletrobrás como acionista. Seria preciso R$ 1,1 bilhão Para colocar a nova estatal de banda larga em funcionamento. Os estudos da nova infraestrutura da Telebrás estão sendo feitos pelo Ministério do Planejamento.

É muito provável que o governo converse com pequenos provedores e empresas de telefonia e internet, a fim de integrar essas companhias à infraestrutura da nova Eletrobrás.

O objetivo principal da nova estatal é levar acesso à internet a lugares que atualmente não contam com esse recurso, como cidades cujo mercado de internet é desinteressante para as grandes operadoras de banda larga e zonas rurais, muito distantes e que tornam o custo de levar internet até lá caro demais ou inviável.

Além disso, a nova Eletrobrás poderá ser uma alternativa às operadoras já estabelecidas no mercado, que comumente sofrem panes e vivem sendo acusadas de prestar um serviço aquém do esperado.