O sucesso anunciado do iPhone 4S foi confirmado nessa segunda-feira pela Apple. Em um comunicado, a empresa comandada por Tim Cook afirma que 4 milhões de unidades do smartphone foram vendidas no primeiro fim de semana. Nada mal para um dispositivo que frustrou os entusiastas da Apple em um primeiro momento, certo? Leia mais
Alegria, muita alegria. Steve Jobs deve estar realmente satisfeito por anunciar que a App Store bateu mais um recorde. A companhia divulgou um comunicado nessa quinta-feira no qual afirma que 15 bilhões — sim, com b mesmo — foram feitos na loja de aplicativos. Nenhuma loja concorrente está sequer próxima de repetir este feito. Leia mais
“iPhone 4 branco chega em abril”, diz Phil Schiller
Enquanto o mundo da tecnologia já está mais interessado em saber o que a Apple reserva para o iPhone 5, Phil Schiller, vice-presidente de marketing de produto da empresa da maçã, ainda se vê enrolado com o tal do iPhone 4 branco. Ao ser indagado por um navegante no Twitter a respeito da misteriosa versão do aparelho, Schiller postou que “ele deverá chegar na primavera, e é uma maravilha”. Nos EUA, a primavera começa dia 20 de março. Então tá, seo Schiller.
Desde que a iTunes AppStore foi lançada, o processo pelo qual os aplicativos precisam passar para serem disponibilizados na loja foi sempre bastante criticado. Seja por inconsistências no motivo de rejeição de aplicativos ou na demora na aprovação dos programas, a loja online é alvo constante de desenvolvedores insatisfeitos e da mídia em geral, que aponta casos absurdos como a rejeição de uma app que tinha iPhone no nome.
Apesar disso, Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, defende o método usado para aprovar as apps. Em entrevista à BusinessWeek, Schiller declarou que “os desenvolvedores ficam, geralmente, gratos pela existência do processo de aprovação”, pois os funcionários da empresa responsáveis por testar os aplicativos encontram falhas que os criadores muitas vezes deixam escapar.
Schiller ainda diz que são enviados mais de 10 mil aplicativos por semana e, ainda segundo os dados internos da empresa, 10% deles são inapropriados pois “roubam informações pessoais ou auxiliariam o usuário a quebrar a lei ou contém conteúdo inapropriado” e por isso são rejeitadas. Já nesse campo, ele diz que 9 em cada 10 rejeições acontecem por problemas técnicos, como bugs, uso de APIs não aprovadas e comportamento não esperado.
Obviamente, Schiller é vice-presidente de marketing da Apple, então essa é a posição esperada de alguém no cargo dele. Ainda assim, ele deve saber que é apenas através das críticas que a iTunes AppStore deverá melhorar. Ou ao menos se tornar mais transparente, algo que, creio eu, vai demorar bastante para acontecer. [ArsTechnica]
Primeiro a Apple proibiu a entrada do aplicativo do Google Voices na App Store, alegando que ele reproduzia funcionalidades nativas do iPhone. Quando o Google veio a público para anunciar a proibição, a FCC (equivalente à Anatel) logo iniciou uma investigação sobre o caso. A operadora AT&T, que comercializa o iPhone de forma exclusiva nos Estados Unidos, negou que tivesse algo a ver com a história, enquanto que a Apple deu a desculpa de que o aplicativo ainda aguardava avaliação dos revisores da App Store.
Hoje o Google colocou mais lenha nessa fogueira. Há algumas semanas atrás, também respondendo à FCC, a companhia negou a história contada pela Apple. Na carta o Google afirma que o aplicativo do Google Voice foi sim rejeitado pela App Store. Teria sido o próprio Phil Schiller, vice-presidente global de marketing da Apple, quem informou o Google da decisão.
“Representantes da Apple informaram ao Google que o aplicativo do Google Voice foi rejeitado porque a Apple acreditava que o aplicativo duplicava a função principal de discagem do iPhone”, escreveu Google em carta à FCC.
A investigação da FCC vai continuar em andamento. Logo, são grandes as chances de sabermos em breve quem conta a verdade. [CNET]
[Atualização às 16:00] Respondendo ao Ars Technica, a Apple disse que “não rejeitou o aplicativo do Google Voice e continua a discutir isso com o Google”.
O vice-presidente sênior de marketing da Apple, Phil Schiller, veio a público responder as acusações de que a Apple havia censurado o aplicativo Ninjawords. Schiller respondeu ao post de John Gruber, do site Daring Fireball, o primeiro a noticiar o caso de censura do Ninjawords na App Store.
Na mensagem enviada a Gruber, Schiller diz que imediatamente após saber da censura ao aplicativos Ninjawords, entrou em contato com a equipe de revisores da App Store para saber o que realmente havia acontecido. Segundo o executivo, a Ninjawords não foi rejeitada pela App Store por conter palavrões, mas sim porque contém palavras tão abjetas que outros dicionários não incluiriam em seus verbetes. Com isso, foi necessário classificar o dicionário como recomendado para maiores de 17 anos.
“O desenvolvedor da Ninjawords então decidiu filtrar alguns termos ofensivos e e reenviar para ser aprovado para distribuição na App Store antes que o controle de pais tivesse sido implementado. A Apple não pediu ao desenvolvedor que censurasse nenhum conteúdo; o desenvolvedor decidiu fazer isso para chegar ao mercado mais rapidamente”. – Phil Schiller
Phil Schiller argumenta que a decisão de censurar o aplicativo foi inteiramente do desenvolvedor, e não da Apple. Ele diz que, mesmo que alguns verbetes fossem removidos, outros ainda fariam da Ninjawords uma aplicação considerada para maiores de 17 anos.
A Apple ainda não se pronunciou sobre a proibição do aplicativo Google Voice, do Google, na App Store. A FCC, órgão equivalente à Anatel, continua com investigação sobre o caso.




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