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Depois de lançar o Google+ e promover uma mudança de estilo em diversos de seus produtos, o Google se prepara para nas próximas semanas rebatizar os conhecidos e populares Blogger e Picasa para Google Blogs e Google Photos, respectivamente.

A mudança faz parte dos esforços do gigante da web para o lançamento público de sua recém-inaugurada rede social — que deve acontecer no final do mês de julho — integrando diversos de seus produtos dentro de um mesmo “pacote”. Leia mais

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Hoje em dia a maior parte dos serviços do Google depende de login, que normalmente é feito com um e-mail @gmail.com (ou qualquer outro atrelado a uma Google Account, porém o mais comum é criar logo um Gmail e usar para isso). Uma mudança na infraestrutura da empresa, no entanto, vai permitir que usuários do Google Apps passem a acessar esses mesmos serviços. Com certeza esse é um movimento que vai facilitar a vida de muita gente.

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Recentemente anunciado, o GoogleCL (Google Command Line) é a felicidade de todo nerd viciado no shell: com ele instalado, é possível interagir com diversos serviços do Google através da famosa (e temida por alguns) linha de comando do Linux!

Desenvolvido em Python e distribuido sob a Licença Apache (portanto, livre), usuários poderão contribuir com o sistema, adicionando funções e removendo bugs, além de poder utilizar o sistema sem qualquer custo.

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Quando o serviço de emails do Google foi ao ar pela primeira vez em 2004 ele tinha apenas 1 GB de espaço por usuário. Hoje, mais de 5 anos depois, o Gmail suporta mais de 7 GB de dados. Para algumas pessoas, isso é mais do que suficiente. Para quem recebe e envia arquivos enormes e não pode deletá-los, o limite pode não ser o bastante e foi para essas pessoas que o Google começou a oferecer há 2 anos a opção de comprar armazenamento extra.

Tabela completa com preços antigos e novos

Tabela completa com preços antigos e novos

Os preços do serviço, até hoje, variavam entre US$ 20 ao ano por 10 GB extras a até US$ 500 ao ano por 400 GB extras. Esses preços diminuíram e agora estão entre US$ 5 por 20 GB extras a até exorbitantes US$ 4.096 por 16 TB de armazenamento. O Google avisa, no entanto, que o espaço comprado é compartilhando entre o Gmail e o serviço de armazenamento de fotos da empresa, Picasa.

A empresa também afirma que aqueles que compraram armazenamento extra desde o dia 9 de novembro terão suas capacidades aumentadas para equivaler ao preço pago. Curiosamente, a compra só pode ser feita através do Google Checkout, serviço da empresa similar ao PayPal, e que oficialmente não suporta cartões de créditos brasileiros (confira a lista de países no menu drop-down dessa página). Mas nesse caso, inteligentemente, eles abriram uma exceção.

Mais uma novidade do Google. A empresa colocou hoje à disposição para download o Picasa 3.5, aplicativo para gerenciamento de fotos gratuito. Grande novidade dessa versão do software é o reconhecimento facial, que promete encontrar rostos que estiverem nas fotos.

O reconhecimento facial do Picasa segue o padrão estabelecido pelo iPhoto, da Apple. Uma vez que o aplicativo escaneie todas as fotos da galeria, informa quais são as prováveis localizações de rostos. Fica, então, a critério do usuário confirmar se há alguém naquela localização e informar o nome da pessoa. Nas próximas varreduras, o Picasa passa a reconhecer aquele mesmo rosto em outras fotos, e mais uma vez fica sob responsabilidade do usuário confirmar se a pessoa que o aplicativo sugere de fato é a que está na fotografia.

Reconhecimento facial do Picasa em funcionamento. (Reprodução/CNET)

Reconhecimento facial do Picasa em funcionamento. (Reprodução/CNET)

Quem tiver conta do Google se beneficiará do recurso de auto-completar nomes: o Picasa oferecerá nomes dentre aqueles cadastrados como contatos que se pareçam com o que está sendo escrito.

A nova versão do Picasa também terá integração com o Google Maps, para que o usuário possa informar em que local aquela foto foi feita. Uma vez que isso esteja cadastrado, será possível verificar no mapa em que locais as fotos estão. [CNET]