Criado pelo então programador Bram Cohen em abril de 2001, o protocolo de BitTorrent é um dos mais eficientes meios de distribuir um arquivo na rede. Ele é usado por duas grandes redes sociais, o Facebook e Twitter, para atualizar suas páginas com rapidez. E também serve para distribuir ISOs de distribuições Linux e arquivos de mídia que podem ou não infringir direitos autorais dependendo do país em que é baixado. A proporção de arquivos ilegais compartilhados certamente é maior do que a de arquivos legais, mas quanto?
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Durante uma entrevista para o jornal britânico Daily Mirror o cantor pop Prince – que entre os anos de 1993 e 2000 trocou seu nome artístico por um símbolo ininteligível – afirmou que “a internet é uma coisa completamente ultrapassada”.
“A rede é como a MTV. Por um tempo ela foi legal, mas de repente ela saiu de moda”, disse o artista, que em 2007 iniciou uma cruzada anti-web para tirar suas músicas e discos de sites como Pirate Bay, Ebay e YouTube, além de retirar seu próprio site do ar.
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Assim como a brasileira, a polícia americana usa mandatos de busca e apreensão para tomar vários objetos todos os dias. Mas o que eles fazem com aqueles bens que não são palpáveis mas que devem ser apreendidos assim mesmo? Mais especificamente no caso de domínios da internet. As autoridades não podem chegar na residência do dono e obrigá-lo a transferir o domínio para a conta da polícia. O que fazer?
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Conhecidos por serem as pessoas menos amadas da internet, representantes da RIAA (Associação da Indústria de Gravação Americana, numa tradução freestyle) afirmaram ao juiz federal norte-americano Kimba M. Wood que o serviço de compartilhamento de arquivos LimeWire lhe deve “mais de US$ 1 bilhão” de indenização por conta de direitos autorais não pagos em transferências de arquivos consideradas ilegais.
Em um processo judicial aberto contra o LimeWire, os representantes das gravadoras pedem o fechamento do serviço por conta de “uma substancial quantidade de infrações de copyright” e afirmam que o Lime Group, empresa responsável por seu desenvolvimento “não toma as medidas adequadas para evitar as infrações em sua rede”. Leia mais

Tinha mais gente na série, mas eu só me importo mesmo é com a Evangeline Lilly.
Ainda que o episódio final da série Lost tenha dividido as opiniões de seus fãs, o encerramento das aventuras de Jack, Kate, Hurley e Locke na misteriosa ilha bateu todos os recordes de transferência de arquivos em torrent da web.
De acordo com informações do site TorrentFreak, em suas primeiras 20 horas na rede cerca de 900 mil navegantes haviam baixado o episódio duplo, sendo que em alguns momentos “mais de 100 mil usuários estavam compartilhando o mesmo arquivo torrent simultaneamente”, o que, até onde se sabe, é um recorde na internet. Leia mais
Pirate Bay volta ao ar; Hospedagem por conta do Partido Pirata Sueco
Prometido e cumprido. Em menos de 24 desde que foi retirado do ar, os administradores do Pirate Bay já colocaram o site de volta na web, hospedando-o dessa vez no servidor do Partido Pirata Sueco, que cedeu o espaço. Nada mais condizente, certo? E para cutucar ainda mais os estúdios, os administradores publicaram uma mensagem em LOLspeak na home do site. Ela diz “Eu estou na sua skynets, gargalhando das suas tentativas fúteis de controlar nossa internets”. [TorrentFreak]
Um dos sites de torrents mais famoso do mundo, Pirate Bay, já foi desconectado por vários dos seus servidores. Não importa onde eles decidam ser hospedados, os hosts acabam sendo atacados com ordens de desligamento e ameaças vindo dos advogados e representantes de grandes estúdios. Por esse motivo, os donos do site estão sempre configurando sistemas de redundância, que transferem o tráfego para um servidor secundário.
Mas esse problema parecia estar resolvido quando o Pirate Bay se mudou para um servidor localizado em um abrigo nuclear na Alemanha, chamado CB3ROB. Eles teoricamente estariam protegidos contra qualquer coisa, até um possível bombardeio nuclear dos grandes estúdios. Mas aparentemente não estão protegidos contra ordens judiciais.
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Enquanto enfrenta a ameaça cega dos downloads ilegais e da internet em geral, uma surpresa: relatório divulgado nesta quarta-feira pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês) afirma que a venda legal de músicas cresceu no Brasil e em outros 12 países durante 2009, apesar dos números globais terem registrado queda de 7%.
O comunicado também festeja as leis mais duras contra a pirataria aprovadas no ano passado em países como França e Inglaterra, mas ignora que num passado recente esse tipo de medida foi pouco eficaz para conter as trocas ilegais de arquivos. Apesar de jogar a responsabilidade pela fiscalização e combate do problema nos colos das autoridades, dizendo que “os governos tem que tomar medidas rápidas contra o problema”, a explicação para o crescimento registrado neste ano pode estar escondida em outros pontos do texto:
“A indústria da música está voltando a brigar em seu campo, investindo em talento e em novos modelos de mercado. Empresas vem apostado US$ 5 bilhões ao ano em novos artistas, licenciando milhares de serviços e adaptando seus canais de distribuição aos novos tempos“, diz o comunicado. “As vendas digitais estão crescendo num ritmo animador em diversos mercados, mostrando as novas possibilidades do meio online e mobile. Coreia do Sul e Suécia registraram índices particularmente bons de retomada de crescimento”, completa.
Pelo visto, o atraso no lançamento internacional do iPad não impediu que algumas empresas chinesas desenvolvessem suas próprias leituras do tão falado tablet da Apple.
A agência de notícias Reuters reporta que versões genéricas do mais novo gadget da Apple já podem ser encontradas na região de Shenzhen, local tradicionalmente conhecido por sua vocação em comercializar cópias de produtos famosos como iPhone, Nintendo Wii e outros produtos “de marca”. Um modelo de tablet com tela sensível ao toque, com três portas USB e rodando o sistema operacional Windows 7 pode ser encontrado na área por módicos US$ 410 (R$ 720), mais em conta seu sua fonte inspiradora da empresa da maçã, que lá fora tem preços a partir de US$ 499 (R$ 875). Leia mais
Levantamento feito no Brasil a pedido da Microsoft pela empresa Bare International mostra que 27% das pequenas revendas de computadores oferecem software pirata a seus clientes, prática que é considerada uma violação dos direitos do consumidor.
Entre os últimos meses de outubro e janeiro 1.000 pequenos revendedores de todas as regiões do país foram visitados por pesquisadores disfarçados de consumidores comuns, e os números mostram que a região em que a pirataria é mais intensa é o Centro-Oeste, com 40%, com o Nordeste em segundo com 31%, 29% para o Sul, 27% norte e com o Sudeste fechando a lista com apenas 23%. Leia mais




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