Playstation 3

Playstation 3 é um console de jogos produzido pela Sony e lançado em novembro de 2006. Na época foram anunciadas duas versões, uma com 20 e outra com 60 GB de armazenamento. Um dos diferenciais do console, o leitor de Blu-ray, fez muitas pessoas optarem por adquirir o equipamento e, em alguns países, o PS3 foi considerado durante muito tempo como o leitor mais barato disponível no mercado. O hardware é composto por 256 MB de RAM, processador PowerPC de 3,2 GHz e GPU NVIDIA com 256 MB de vídeo.

Sony libera update 3.30 para PS3 e deixa console pronto para 3D

Se você estava esperando pela possibilidade de jogar games em 3D no seu PS3, atualize a firmware dele agora. A atualização, além de trazer melhorias na área de troféus, faz com que o console seja compatível com jogos estereoscópicos que serão liberados no mês que vem. Dentre os títulos, estão Wipeout HD, Motorstorm Pacific Rift e PAIN. E também não esqueça de comprar uma TV com capacidade de exibir imagens 3D, junto com os óculos próprios. E se for uma TV da Samsung, não esqueça de pausar o jogo a cada 30 minutos. [via Pocket-lint]

A Ubisoft anunciou ontem que não vai mais produzir manuais. Pelo menos, não os manuais impressos que desde sempre acompanham pacotes de jogos. Alegando buscar uma produção de jogos ambientalmente mais correta, a empresa vai eliminar os impressos de jogos para PlayStation 3, da Sony, e Xbox 360, da Microsoft.

Entre as iniciativas da empresa, está a inserção de manuais dentro dos próprios jogos. A medida vai “oferecer ao jogador acesso fácil e mais intuitivo às informações do jogo, da mesma forma que vai permitir à Ubisoft prover manuais mais robustos para seus jogadores”. Leia mais

Você, dono de um Playstation Portable – mais conhecido como PSP -, pode jogar seu gadget fora e começar a juntar um dinheirinho para sua mais nova aquisição. Como pode ser visto na imagem abaixo, eu falo do revolucionário PlayStation 3 Portable. É isso mesmo, a versão portátil do PS3. Ou quase isso…

Playstation 3 Portable. (Clique para ampliar)

Playstation 3 Portable. (Clique para ampliar)

Mas não pense que a Sony está produzindo uma versão pequena do PS3. Na verdade, trata-se de um dock criado pela empresa japonesa Hori. Para a jogatina ser completa, um visor LCD de 11,6 polegadas permitirá que o gamer tire o máximo possível do console. A resolução é de 1.366×768 pixels, que é de bom tamanho para esse tipo de LCD.

Embora o design do HP3-87 não seja revolucionário, pelo menos garante saída de áudio estéreo, duas saídas para fone de ouvido e cabo videocomponente para ligar a televisão. O preço, quando for lançado em 27 de maio, será de US$ 280 (pouco mais de quinhentos reais, desconsiderando o custo Brazil de importação). E aí, você compraria? Pena que por enquanto a venda será apenas no Japão.

Por volta de 3% dos gamers que compraram um PS3 Fat poderão ficar decepcionados essa semana quando a Sony liberar o próximo update para o console. Na versão 3.21, que está agendada para sair na próxima quinta-feira, a opção de instalar outro sistema operacional no PlayStation 3 será desativada. Essa opção já não existia no PS3 Slim, lançado pela Sony há pouco tempo.

Segundo Patrick Seybold, diretor de comunicações da Sony America, essa opção será removida por “razões de segurança” e vai ajudar a ter certeza de que donos do PS3 continuarão a ter acesso á grande quantidade de conteúdo de games e entretenimento em um sistema mais seguro”. Como aponta o blog Joystiq, essa declaração pode estar relacionada com o fato do PS3 ter sido hackeado pelo GeoHot, mesmo hacker criador de programas de jailbreak para iPhone. GeoHot nunca revelou quais falhas explorou no console.

A opção era usada principalmente para instalar Linux no PS3. Usuários que instalaram o sistema e quiserem fazer o update para a nova versão da firmware deverão fazer backup dos seus dados antes da atualização, alerta a Sony.

[via Joystiq]

[Atualização às 15:05]: Como bem informa nosso leitor O Sabido nos comentários, Geohot liberou sim os hacks usados no PS3 em janeiro. E ele também alerta para não atualizarem para a nova versão. Ele diz que irá tentar encontrar um jeito de manter instalações de Linux intactas e ainda assim permitir a atualização de firmware.

Com algum atraso em relação a seus concorrentes, a japonesa Sony anunciou o lançamento de um controle sensível ao movimento para seu console PlayStation 3. Atendendo pelo nome de PlayStation Move, a novidade deverá chegar às prateleiras até o final do ano e deverá a ser a resposta da companhia ao Nintendo Wii e ao tão falado Projeto Natal que a Microsoft se prepara para disponibilizar ao Xbox 360.

Como já se tornou tradição em algum produtos Sony de uns tempos para cá, o novo aparelho não tem a simplicidade como de uma de suas características mais marcantes. Longe se ser apenas mais um controle, a “Plataforma Move” reúne as principais características de seus rivais e é composta por joystick equipado diversos sensores de movimento (incluindo uma bússola eletrônica), um sub-controlador e pela Playstation Eye Camera, responsável por captar, “com absoluta precisão”, o posição e ângulo do player em um espaço 3D e assim garantir “que as pessoas tenham a sensação de estar dentro do jogo”.

A Sony garante que tamanha sofisticação torna o conjunto capaz de registrar de maneira precisa qualquer tipo de movimento, “seja o golpe de uma raquete de tenis ou de pincel desenhando numa tela”. Além disso, o sistema também é capaz de reconhecer vozes, faces e conta com os clássicos botões analógicos que já existem hoje em dia em seu console.

Como era de de esperar, ainda não existem imagens do Move Motion nem não foi dada qualquer previsão de preço. [Sony]

Crédito da imagem: Kotaku

A Sony às vezes parece o equivalente “videogueimico” do Michael Scott, personagem fictício da série The Office - assim que eles começam a se dar bem, alguma coisa dá errado e causa dano considerável nos esforços deles.

Um exemplo recente disso é o PSP Go!, que trazia duas coisas que os donos dos portáteis predecessores queriam há muito tempo – armazenamento embutido, e títulos disponíveis por distribuição digital. Se a expectativa dos geeks é um bom medidor de sucesso, o PSP Go! deveria ter vendido mais que pilhas num convento.

Entretanto, preços altos (tanto do console quanto dos jogos) e a falta da habilidade de baixar gratuitamente os jogos que você já comprou tornaram o novo portátil extremamente intragável. E o resultado é que o PSP Go! não passou de uma tentativa fracassada de relançar o console.

Volte a fita pra semana passada, dia 28 de fevereiro. Vi no twitter um colega reclamando de problemas no seu PS3 – subitamente, nenhum jogo carregava mais, ele não conseguia logar na PSN, e seus jogos baixados exibiam uma mensagem enigmática que sugeria que o jogo não tinha autorização válida pra ser rodado.

Depois, um outro amigo manda uma mensagem similar, com uma informação nova – todos os seus Trophies, que são “prêmios” colecionados pelos gamers que atingem certos objetivos secundários no jogo, sumiram.

Logo em breve um terceiro gamer, menos controlado, veicula sua reclamação com auxílio do caps lock e e com todos os impropérios que ele conseguiu enfiar em 140 caracteres.

A notícia se espalhou feito piolho numa classe de primário. Cada dono de PS3 lia os tweets, ligava seu próprio PS3 pra verificar se este também foi afetado, e se juntava em seguida ao coro “meu PS3 morreu, o que está acontecendo?”

Parecia que estávamos presenciando algum tipo de evento global. Finalmente, a Sony se pronuncia no seu twitter oficial:

We’re aware that many of you are having problems connecting to PSN, and yes, we’re looking into it. Stay tuned for updates.

A mensagem era acalentadora, mas confusa – o problema não era simplesmente conectar à PSN; consoles sem conexão a internet também foram afetados pelo problema. Vários jogos que sequer têm modo online também não rodavam mais.

De repente atentamos à coincidência da data fatídica – 28 de fevereiro. Programadores sabem que esta data é problemática, por causa dos anos bissextos que adicionam um dia ao calendário e costumam causar todo tipo de conflito em sistemas digitais.

Assim que começaram a sair notícias de que o PS3 havia resetado a própria data de volta a 1999, ficou evidente que estávamos lidando com um problema relacionado a datas conhecido como “leap year bug”, ou “bug do ano bissexto”. A boa notícia é que embora algumas consequências do bug às vezes sejam mais duradoras (alguns Trophies aparentemente se perderam pra sempre, por exemplo), ele vai embora por si só no dia seguinte.

A Sony não é a única a cometer esse descuido – no ano passado um problema similar paralisou Zunes por um dia -, mas isso levanta dúvidas sobre a competência do sistema online deles. Já sofri uma vez com o aparente despreparo da Sony a lidar com segurança de contas da PSN, e embora seja apressado condena-los inteiramente por causa desse bug, isso nos faz pensar – quando é que a Sony pisará na bola de novo, e quais serão as consequências da próxima vez.

Foi há mais ou menos dois anos que a expressão “next gen” perdeu um pouco a força e nos acostumamos a ver PS3, Xbox 360 e Wii como consoles atuais. Entretanto, como no contexto brasileiro esse tipo de novidade demora um pouco a se tornar o padrão estabelecido, não é raro ver por fóruns afora quem ainda se refira a estes consoles como “next gen”. É quando paramos pra pensar que já faz cinco anos que a geração atual iniciou, que notamos o anacronismo de chama-la de “nova”.

Especialmente quando você leva em consideração o fato de que até então, cinco ou seis anos era o ciclo de vida de um console.

A geração de hoje começou com o Xbox 360, em 2005. Os primeiros jogos no hardware novo são sempre os que cutucavam mais a nossa curiosidade – e, paradoxalmente, são os mais decepcionantes. Obviamente, como as gamehouses ainda não haviam aprendido a explorar os kits de desenvolvimento e os limites do console – e como é costumeiro aproveitar jogos já em andamento pra plataformas antigas e adapta-los pro novo console – os primeiros jogos dessa geração atual são quase indistinguíveis de jogos pros consoles já idosos.

Demorou mais de um ano pra que títulos desenvolvidos especificamente pras plataformas atuais começassem a aparecer. O lançamento de franquias divisoras de águas, como o Gears of War no Xbox 360, foi justamente quando decidi gastar o dinheiro num console novo. Antes disso, adentrar a next gen era mais um capricho de nerd viciado do que um investimento realmente aproveitável.

Infelizmente, o Xbox 360 começou com o pé esquerdo e consolidou a imagem de produtos da Microsoft como problemáticos – no auge do fenômeno das Três Luzes Vermelhas, um número absurdo de 30% de Xbox 360 foram dado como defeituosos. Este que vos escreve sofreu com as luzes vermelhas duas vezes; não fosse pela extensão de garantia do console, eu teria desistido dele na primeira falha.

Já o PS3, que chegou em 2006, demorou quase 3 anos pra emplacar seus jogos exclusivos. A Sony amargou a lanterna da geração atual por muito tempo, o que foi uma mudança drástica dos tempos de sucesso absoluto com o PlayStation 2. Uma boa parte disso foi a decisão de incluir drives bluray nos PS3, o que resultou no PS3 ser o console mais caro dos três disponíveis no mercado. Isso, e a falta de jogos exclusivos de qualidade, atrasou um pouco a adesão do público. Felizmente, após alguns títulos imperdíveis e reduções de preço, o ano do PS3 finalmente chegou.

E o Wii foi a exceção da regra. Com gráficos similares ao do Gamecube e preço bem abaixo da média estabelecida pelos competidores, ele não tinha “jeito” de next gen. Os nerds reclamaram aos prantos, revogaram o fanatismo outrora vitalício e profetizaram a falência da Nintendo; e nem o nome do console (“Wii” soa como um eufemismo infantil pro ato de urinar) salvou-se de críticas. Inesperadamente, o console da Nintendo acabou liderando essa geração em vendas. O sucesso do Wii acabou virando um bom exemplo de falta de visão dos gamers em geral.

A geração atual trouxe diversão interativa com gráficos em alta definição, empurrou a disseminação de televisões compatíveis e, embora não ter apostado 100% nele, ajudou a consolidar o mercado de distribuição digital. O que a next gen traria de novo à cena?

A geração atual parece ter adquirido momento nos últimos semestres e não dá impressão de estar pronta pra passar o bastão aos sucessores. Os analistas diziam desde o começo que esta geração teria um ciclo de vida maior que as anteriores, e eles parecem certos.

Apesar disso, já tivemos algumas notícias sugestivas. Primeiro, o Steve Balmer se atrapalha e sugere que o Project Natal seria um console sucessor ao Xbox 360, ao invés de um simples add-on. Depois, vem o rumor de que um suposto “Wii HD” estaria sendo preparado já pra 2011 – o que me parece um tanto apressado, mas a Nintendo passou essa geração inteira sem um console em alta definição, então a pressa é compreessível. E alguns especialistas acreditam que o futuro PS4 seria lançado antes dos competidores – e convenhamos que a opinião de John Carmack, sendo um semideus no mundo dos videogames, não é do tipo que a gente pode desconsiderar.

2011 ou no máximo, 2012, parecem ser os anos para a chegada do primeiro console next gen. Como gráficos fotorealistas e distribuição digital já são uma realidade, é difícil imaginar que rumo a próxima geração tomará. O épico Avatar deixou analistas em polvorosa prevendo que entretenimento 3D poderá ser a grande vedete dos próximos anos. Seria essa a direção da nova geração?

O setor de programadores da Sony pode estar abrindo novas vagas a partir de ontem, quando foi descoberto que uma falha na firmware do PS3 impediu milhares de jogadores ao redor do mundo de jogarem seus games preferidos. Donos do console receberam uma mensagem de erro ao inserir discos no PS3, que diz “Registration of the trophy information could not be completed. The game will quit. (8001050F)”  que pode ser traduzido para “Registro das informações de troféus não puderam ser completadas. O jogo será terminado”.

A boa notícia é que nem todos os jogos foram afetados pela pane, apenas aqueles que usam o sistema de troféus da Sony (similar ao sistema de achievements do Xbox). A má notícia é que mesmo que os consoles estejam offline, desconectados da PSN (PlayStation Network), o erro continua aparecendo e o jogo continua sem poder ser carregado.

Enquanto não há um anúncio oficial da Sony sobre qual é a problema, alguns usuários chegaram a conclusão de que pode estar relacionado com a data do sistema sendo resetada para 31/12/99, provocando quase um bug do milênio. A hipótese levantada por alguns deles é de que será possível jogar novamente depois de 24h ou quando a empresa liberar uma atualização de correção da firmware, o que acontecer primeiro.

Já no twitter oficial do PlayStation, a Sony informa que está trabalhando para resolver o bug e avisa que donos do PS3 Slim não foram afetados. [PCWorld]

[Atualização às 15:37]: A Sony publicou outro anúncio oficial pedindo que os donos de PS3 não liguem seus consoles até que o problema na PSN seja resolvido, algo que a empresa garantiu que acontecerá em até 24 horas. Os que arriscarem poderão sofrer perda de dados e jogos salvos.

[Atualização em 01/03]: Um dia depois da pane se manifestar pela primeira vez, PUF, está tudo resolvido. Nada de updates ou patches. Do mesmo jeito que o defeito apareceu, ele sumiu. Bom trabalho, Sony!

PS3 é hackeado por GeoHot. (Supplied)

O hacker George Hotz — conhecido como GeoHot — aos 17 anos, em 2007, ganhou notoriedade por ser o primeiro a desbloquear o iPhone para ser usado em operadoras que não a AT&T americana. Agora aos 20 anos, Hotz se torna famoso novamente por ser o primeiro a desbloquear o PlayStation 3, o mais recente console de vídeo-games da Sony, e o único da geração atual que ainda não havia sido desbloqueado.

O PlayStation 3, desde o seu lançamento, permaneceu ileso por três anos, dois meses e 11 dias, o que levou GeoHot a classificá-lo como “um sistema muito seguro”. Mas com de algumas alterações — “5% de hardware e 95% de software,” ele diz — o hacker já conseguiu acesso a diversas partes do sistema. “[O PlayStation 3] é supostamente impossível de ser hackeado — mas nada é impossível de ser hackeado,” disse Hotz. Ele continua trabalhando na quebra da segurança do console e promete divulgar os resultados online assim que terminar, de forma similar ao que fez com o iPhone.

GeoHot disse que o hack levou cinco semanas para ser realizado, sendo que três foram gastas estudando o hardware (há cerca de seis meses atrás) e outras duas efetivamente quebrando a segurança do sistema. Curiosamente, no post em seu blog sobre o destravamento do PS3 onde comunica o sucesso, Hotz agradece a George Kharrat do fórum iPhoneMod Brasil por presenteá-lo com a unidade hackeda.

Hotz diz que resolveu hackear o console por pura curiosidade, para “abrir a plataforma”, pois nunca joga PS3. O fato é que, “abrir a plataforma” permitiria que outros sistemas operacionais fossem instalados no console, assim como liberaria software caseiro e jogos não-originais — em outras palavras, a pirataria poderia, enfim, chegar ao PlayStation 3.

É claro que a Sony não irá querer deixar isso ir adiante, mas GeoHot disse que a natureza do hack tornaria muito difícil para a Sony bloquear o PS3 novamente. “Estamos investigando o relato e vamos esclarecer a situação assim que tivermos mais informações,” disse a Sony através de um porta-voz. [BBC / Dica do leitor Felipe Grivol]

[Atualização em 27/01/2010 às 19h00] George Hotz postou em seu blog o código do hack utilizado. Ele pediu a colaboração de outros hackers para iniciar uma “cena PS3”:

“Tenho esperanças que isso irá acender a cena PS3, e vocês irão se organizar e entender como usar isto para fins práticos, como no iPhone quando o jailbreak surgiu inicialmente. Eu tenho uma vida à qual voltar e não posso ficar trabalhando nisso dia e noite,” disse GeoHot.

Agora é esperar a comunidade hacker estudar os avanços de George Hotz no PS3 e ver onde essa história irá parar (possivelmente no PS3 com software caseiro e jogos piratas, mas isso só o tempo dirá).

Clã tecnobloguiano no CParty!

Se você vai na Campus Party (que começa hoje em São Paulo), está oficialmente convocado a representar a nossa equipe no Ultimate ID Championship – um game no melhor estilo Super Trunfo, só que mais tecnológico!

O game irá premiar os vencedores da competição com brinquedinhos como quatro Playstations 3, cinco netbooks e o sortudo que fizer mais pontos no jogo ainda ganha uma viagem para conferir o Campus Party original em Madri, na Espanha.

Eis as equipes que estão na disputa: Tecnoblog, Sedentário & Hiperativo, Com Limão, Ah Tri Né!, Cerveja com Ogros e Nerdstock.

O jogo poderá ser disputado pelo site e também na arena lá na CParty. A grande diferença é que, jogando na arena, os seus pontos valem quatro vezes mais do que pelo site.

Para começar a jogar, você só precisa se cadastrar na equipe do TB no site, retirar o seu card RFID no estande da Telefônica e pronto! Agora é só  correr para fazer o máximo de pontos que você conseguir. :D

Além disso, as batalhas disputadas na arena do #uidc na CParty serão exibidas ao vivo no telão do jogo.

E os prêmios? Ah, os prêmios!

A tabela é a seguinte:

1º lugar: Uma viagem para acompanhar o Campus Party em Madrid na Espanha! Para quem não sabe, é de lá que o CParty vem.

2º ao 5º lugar: Um Playstation 3 para cada um!

6º ao 10º lugar: Um netbook cada.

11º ao 100º lugar: Kit UiDC – camisetas e agasalhos oficiais do jogo.

Não tem nada de sorteio, aqui quem faz mais pontos leva o melhor prêmio. Então acho melhor você não perder tempo. ;)

O líder da equipe que fizer mais pontos também ganha a passagem para o Campus Party em Madri. Em outras palavras, isso significa: cobertura especial do evento aqui no TB!

Nos encontraremos no estande do #uidc lá na CParty às 10h30 desta terça-feira, para dar o apito inicial do jogo. Estarei no aguardo dos companheiros Tecnobloguianos.

Let’s Rock!

PS: Similariedades embaraçosas no logo do nosso clã devem ser consideradas apenas uma infeliz coincidência.