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Quando você escreve um post e cria links para vários artigos que podem interessar ao seu leitor, não espera que esses links possam mudar de direção algum dia, ou pior, serem retirados do ar. Mas acredite, eles vão.

E um link quebrado pode ser bastante frustrante para o leitor que precisava daquelas informações. Ruim para o leitor e igualmente ruim para o Google: Você sabia que links quebrados podem influenciar negativamente no rankeamento de uma página? Leia mais

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O Twitter anunciou nessa quarta não apenas o recurso nativo de envio de imagens, mas também um plugin especial para o segundo navegador mais usado no mundo. A partir de agora, usuários do Firefox 4 podem instalar uma extensão que deixa o browser integrado às ferramentas do serviço de microblog. Leia mais

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Este plugin nasceu para suprir algumas necessidades de blogueiros que, assim como nós, utilizam o Twitter para divulgar seu trabalho e interagir com seus leitores. Utilizamos uma versão mais enxuta dele no TB desde 2009 e agora chegou a hora de liberá-lo para o público.

O que ele faz?

Deixe em branco para twittar usando o título do post

TB Migre.me possui diversas funções, mas a principal talvez seja a capacidade de publicar um post automaticamente em um perfil do Twitter, usando o Migre.me como encurtador de URLs. O usuário que escolhe no momento da publicação se deseja twittar o post, podendo customizar a mensagem da própria tela de postagem.

Download | TB Migre.me v1.0

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Reconhecido por muitos como um dos melhores softwares livres para edição de imagens (e odiado pelos puristas que não aceitam alternativas ao Photoshop), o GIMP já pode perfeitamente ser usado profissionalmente por quem não quer gastar os tubos com programas pagos. O problema está na principal reclamação de quem torce o nariz para o GIMP: a falta de diferentes pincéis e ferramentas extras já prontas e instaladas pode ser um pouco limitante, exigindo mais trabalho ou tornando criações mais complexas inviáveis.

Mas e se pudéssemos aumentar sem grande esforço a capacidade do GIMP, instalando centenas de novas ferramentas? É o que propõe o Gimp Paint Studio, um conjunto de pincéis, gradientes, padrões e outras ferramentas para o GIMP que é liberado para uso pela licença Creative Commons, e que pode ser instalado sem maiores complicações até por quem não é usuário avançado. E é justamente a instalação desse pacote que mostraremos como fazer a partir de… agora!

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Usuários de Mac OS X já podem ver imagens WebP por meio de plugin

Na semana passada o Google anunciou a criação de um novo formato de imagem que tem como objetivo deixar a web mais leve e salvar espaço. Por ser um novo formato, o WebP não tem suporte nativo nos principais navegadores do mercado. Mas quem usa Mac OS não precisa mais esperar ele ser implementado: basta baixar e instalar o Weppy, um plugin desenvolvido por Nick Zitzmann, que adiciona suporte à imagem ao Safari, Firefox, Chrome, Opera e vários outros. Quem usa Windows ou Linux vai ter que esperar mais um pouco… | DownloadSquad

Xmarks encerra operações

Hoje em dia a maioria dos navegadores tem alguma forma de sincronizar favoritos e outros dados. No entanto, nem sempre foi assim… Lembro que quando eu conheci o plugin Xmarks, então para o Firefox que eu costumava usar, havia a promessa de nunca ficar sem meus favoritos nos vários computadores que usava. Pois bem, o sonho acabou. Por não conseguir pagar as próprias contas, a empresa por trás do Xmarks anunciou hoje que vai encerrar suas atividades. A sincronização continua funcionando até janeiro de 2011. Uma pena.

O Analytics é uma das ferramentas mais usadas para contagem de visitantes, visualizações de páginas e demais dados de acesso. O Tecnoblog é um dos que adotam largamente o serviço, a fim de ter a real noção do que os visitantes leem, quais são os assuntos que mais fazem sucesso, e por aí vai. Só que se você está incomodado com esses dados sendo enviados para o Google, não havia forma fácil de desativar o envio desses dados… Até agora.

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flash-air-betaAs primeiras versões beta do Flash e Air foram liberadas ontem (16) pela Adobe e incluem, como anunciado anteriormente, diversas melhorias em relação às suas versões anteriores.

Quem decidir instalar o Flash 10.1 beta poderá, por exemplo, tirar proveito do processamento via hardware (ao menos na versão para Windows do plugin) ao assistir vídeos codificados em H.264, como aqueles em resolução 1080p disponibilizados pelo YouTube na semana passada. Já aqueles que colocarem a versão 2.0 beta do Adobe Air nos seus computadores, poderão perceber um menor uso do processador e memória RAM, bem como a possibilidade de acessar discos de armazenamento removíveis e o aumento da resolução máxima permitida, que agora está em 4095 x 4095 pixels.

Interessados em testar os programas podem baixar o Air 2.0 neste link e o Flash 10.1 através dessa página. Ambas as versões, no entanto, são apenas para computadores desktop, notebooks e netbooks rodando Windows, Linux ou Mac OS X. A versão móvel do Adobe Flash ainda não foi liberada, mas segundo a empresa, ela deverá estar disponível para o Palm Pre antes do final do ano.

[DownloadSquad]

Certa vez li um post, que ironizava uma série de coisas que todo blogueiro passa depois de um tempo de blog. Uma delas é que – a maioria um dia aprende na prática, que ainda não precisavam de um servidor dedicado.


A frase se referia a blogueiros que, depois de atingir o limite de planos de hospedagem mais simples, partiam direto para servidores parrudos, achando que precisariam mesmo de tudo aquilo.

Depois de um ou dois meses o cara sacava que a contratação daquele plano foi precipitada, e aí além do dinheiro desperdiçado, toca fazer toda a migração de novo.

Mas há algumas coisas que você pode fazer para deixar o seu blog mais leve, e adiar ainda mais o uso de servidores parrudos. É sabido que, quanto mais plugins você instala, mais código seu servidor vai processar antes de entregar cada página. Mas existe um plugin que serve exatamente para amenizar este processamento todo: o WP-Cache.

E para quem não o conhece, vai uma breve explicação de seu funcionamento abaixo.

Funcionamento básico do WP-Cache

Quando um leitor acessa um post, o servidor processa o PHP, e devolve apenas o HTML para ele. O WP-Cache entra no meio deste processo todo, pega uma cópia do HTML e salva em uma pasta dele. Assim, se aquela página for requisitada novamente em um certo período de tempo, o WP-Cache vai te manda o arquivo que ele já salvou pronto, mastigadinho.

Assim o servidor não tem que processar aquela página em cada carregamento, resultando em uma queda drástica no consumo de recursos, e aumento na velocidade de carregamento das páginas.

E qual o diferencial do WP Super Cache?

Para saber se aquela página que o leitor está acessando já está salva lá no servidor em HTML, o WP-Cache precisa fazer algumas requisições ao server. Desta forma, o servidor ainda precisará processar alguns scripts, mesmo que seja uma quantidade bem inferior de código.

O WP Super Cache é um plugin que utiliza todo o sistema de cacheamento do WP-Cache, mas trabalha diferente no último passo. Ele cria algumas regras no .htaccess indicando o diretório onde as páginas em HTML estão armazenadas, fazendo com que ele entre na mediação do usuário para com o servidor.

Give me numbers!

Eu uso o WP-Cache no TecnoBlog há anos. Migrei para o WP Super Cache sexta-feira, e me surpreendi bastante com os resultados.

Em geral, o processamento diminuiu 64%. Isso significa que -teoricamente- o número de acessos do TecnoBlog pode dobrar, que eu vou poder continuar no mesmo plano. Sem falar na velocidade de carregamento das páginas, que está muito mais rápida.

Concluindo…

Se você usa WordPress, fica a dica. Seu bolso e seus leitores agradecem. ;)

Eu declarei o meu amor ao Last.fm publicamente aqui no TecnoBlog há alguns meses, e desde lá várias coisas mudaram. Pelo menos 20 álbuns novos entraram para a minha biblioteca do iTunes (culpa do last.fm), sem falar das 8405 músicas executadas e enviadas para o meu perfil no site até este segundo.

É uma média de 44 músicas por dia!

Você percebe que o vício está aumentando cada vez mais, quando adquire um celular com Windows Mobile, e instala o software do Last.fm no dito. Pois é, agora até enquanto escuto música no ônibus, o Last.fm está capturando meu gosto musical. Tudo via GPRS/EDGE, claro.

A única coisa que eu sempre senti falta, foi de um widget mais bacanudo para que eu pudesse colocar nos meus blogs, ou Orkut – por que não? Neste último a incógnita foi resolvida recentemente, com o lançamento do Open Social. O fato é que eu nunca gostei muito daquele widget em Flash/JavaScript para blogs. O visual não agrada.

Apresento à vocês então, o plugin iLast.Fm tabajara para WordPress.

Na verdade já existem vários plugins do Last.fm para WordPress, mas este me chamou a atenção em especial. Ele é completamente customizável pela área de administração do sistema, podendo inclusive fazer cache das informações coletadas, o que deixa o carregamento bem mais rápido.

Para que não entende nada de códigos, o iLast.Fm também é compatível com os famosos widgets do WordPress.

Widget com os álbuns mais ouvidos

A minha única crítica por enquanto, é referente a página oficial do plugin. Ficou muito bonita, mas pode trazer um pouco de dor de cabeça ao Leandro por lembrar a página do Coda. Ainda mais pelo fato de a página estar em inglês, preparada para receber gringos.