Cá no Brasil, os políticos usaram as mídias sociais durante as eleições do ano passado e, depois disso, parecem ter esquecido que os eleitores continuam na rede. O modo errado de fazer democracia no século 21. Já na Islândia eles acertaram a mão: os internautas ajudam a escrever a nova Constituição daquele país. Leia mais
Por mais que os governos autoritários tentem manter a população sem internet para conter possíveis protestos e a divulgação de informações sobre eles, seu povo vai encontrar formas de transmitir para o mundo as informações que quiserem. Foi assim no Egito e na Argélia, que foram ajudados com a ajuda de linhas de telefone e conexões dial-up. Dessa vez é a Líbia que entra na lista de países com conflitos internos que também vai precisar recorrer a esse tipo de acesso.
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Nessas eleições, a web tem um importante papel ao ajudar a disseminar informações e opiniões de forma democrática, ainda que englobe uma parcela pequena da população. De um lado, eleitores podem compartilhar suas opiniões em redes sociais; candidatos podem contar com uma plataforma barata para sua campanha.
Mas também há o outro lado da moeda. Spam invade as caixas de entrada sem dó, com todo tipo de conteúdo que se pode imaginar. Desde um humilde pedido de voto até boatos, notícias inverídicas, ataques a adversários e todo tipo de baixaria.
Você já sabe que no próximo dia 3 de outubro deverá comparecer às urnas para escolher o seu candidato para presidente da república, governador do seu Estado, senador, deputado federal e deputado estadual. Independentemente da discussão sobre o voto obrigatório, o que importa é que você vai ter que votar. E quando voltar para casa a casa, poderá acompanhar a apuração do pleito diretamente no Google Earth.
Quem é responsável pelo conteúdo publicado em um site, o administrador do site ou o usuário que fez a publicação? O juiz auxiliar Luís Francisco Aguillar Cortez, do TRE-SP, entendeu que o dono do site é o responsável e determinou uma multa de R$ 50 mil ao Google Brasil devido a um vídeo publicado no YouTube.
A Casa Branca encontra-se em uma situação bastante complicada: faz alguns dias que o governo de Barack Obama viu um website publicar informações altamente confidenciais. Trata-se do WikiLeaks, uma Wikipedia que, conforme o nome indica, serve para vazar informações que não deveriam vir a público. Como relatos da Guerra no Afeganistão.
Apresentadores de televisão, âncoras de telejornal, e mais recentemente políticos em palanque. O teleprompter é um aparelho que atende à demanda desses profissionais: na hora de falar em público, a pessoa não fica perdida, pois apenas lê o texto que foi previamente escrito e fica passando na sua frente, embora quase ninguém perceba.
O UOL Notícias produziu um vídeo que mostra o funcionamento do aparelho, que vem sendo usado pelos presidenciáveis Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva durante pronunciamentos. Confira abaixo:




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